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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

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    King Narrador

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    Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 6/10/2016, 12:45

    1 de Setembro, 2005, 00:10




    Foi um pulo no escuro. Não chegou a ser dolorido tocar no fundo do navio. Apenas um impacto forte contra o metal. Seu corpo estava um pouco agachado, mas logo ficava de pé. Seu parceiro de bando estava prontamente se levantando do seu lado. O mesmo se aproximava de uma parede para espreitar melhor o lugar. Os disparos não paravam e era possível ouvir um gemido vindo de todas as direções. Sons tão parecidos quanto daquele homem morte.

    Os disparos iluminavam a casa de maquina de momento em momento. Mostrando um região um pouco mal conservada e com bastante ferrugem. O que não era nenhuma surpresa. Se não fosse aqueles vultos no escuro se aproximando devagar. Não pareciam hostis, mas claramente não era de longe um bom sinal. Já na distância podia ouvir alguns xingamentos pronunciados pela Brujah que não parava de atirar. E seu parceiro já estava novamente armado para qualquer necessidade.


    Última edição por King Narrador em 18/11/2016, 21:29, editado 10 vez(es)
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    Miac

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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 6/10/2016, 19:07

    De maneira rápida ao cair no chão o mesmo dava um rolamento cuidadoso atrás dos grossos tubos e de maneira cuidadosa olhava os flash dos tiros e com a luz os vultos que de lá apareciam. Olhando para cima e vendo seu parceiro já arrumando uma cobertura o rapaz sorriu de maneira maldosa, falando de uma maneira baixa o mesmo se pronunciava atentamente a aproximação dos vultos.

    - Ei Bob, o som é igual da cabeça ai na sacola. Talvez os que estão aqui em baixo andem, não temos uma noção da quantidade então iremos fazer o seguinte. Tá vendo aquela válvula de ar quente ali! Cê vai até ela e abre, por sorte essas coisas podem vir ver o que é, e vamos pelo outro lado!

    Se colocando como um verdadeiro predador e dominante na cadeia alimentar o jovem Pander sabia que naquele momento atacar de maneira desesperada e gastar munição daquela forma não seria a melhor saída para aquela situação. Caso desse sorte e essas coisas ou seja lá o que eram e de onde vinham aqueles sons fossem atraídas pelo barulho da válvula de ar abririam uma brecha para chegar até a Brujah.

    " Sua anta, para de fazer tanto barulho assim...vamos logo Bob Helena está em perigo...droga...isso tem que funcionar, se não eu mesmo vou lá ajudar ela...MERDA!"
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 10/10/2016, 14:33

    Bob estava em silêncio absoluto. O único som que vinha dele era o gemido da cabeça guardada contigo. O que era inteligente, pois o deixava camuflado. Assim o mesmo olho para você enquanto pensava por um tempo. E logo concordou com a cabeça. Se aproximando da válvula mais perto. Estava um pouco enferrujada e o mesmo pareceu fazer força para girar a barra pintada de vermelho. A barra rachou com o ferro saindo na mão do seu parceiro. Mas o mesmo conseguiu abrir a válvula que agora soltava de dentro do cano um apito forte com a pressão interna que expelia o ar para fora.

    Os gemidos logo se intensificaram no corredor da esquerda. deixando a lateral direita livre para vocês poderem passar e se aproximar com a fonte dos disparos. Bob ia na frente andando devagar. Passando pelas galerias de máquinas, podia ver aqueles cadáveres andando do outro lado. Alguns pareciam estar mancando, mas nenhum parava de se movimentar. Flash de luz voltavam a se repetir enquanto as duas atiravam logo da frente. Era possível agora ver as garotas logo no alto de uma escada. Estavam em linha atirando contra aquela maça de corpos que não se mostrava se render.
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    Miac

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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 11/10/2016, 13:59

    Nick permanecia atento aos movimentos de Bob, e de certa forma ficou contente por ele ter aceitado o plano. Aceitaria de bom grado alguma sugestão, mas não foi o caso. Ao ouvir o som do vapor saindo da válvula agora aberta o mesmo abaixado e com a arma em mãos começou seu caminho pelo corredor da direita.

    " Merda são muitos...isso não vai acabar bem se fomos pegos. Não que essas coisas sejam fortes. O problema é a maldita maça...vermes quando se juntam causam um grande problema."

    Seus olhos se arregalaram ao ver aquela fileira de zumbis se movendo em direção da Brujah, ele desejava se jogar no meio daquele malditos e eliminar um por um, os enforcando com as próprias tripas, seus olhos demonstravam algo perigoso que vinha de seu intimo com força, assim como suas presas começavam a crescer lentamente.

    - Ei bob, tenta escalar por trás, e vai mais devagar, com essa cabeça gemendo ai na sua cintura eles não ligam muito para você, eu irei ganhar tempo.

    Sem esperar nenhuma resposta o mesmo apontava para os canos de ar quente que ficavam na parede e começava a atirar nos mesmo.

    OFF: Atirar nos canos: Destreza + arma de fogo = 6d10 Diff 8 por mirar + 1will 5/6 fdv

    Queimo um ponto de sangue para ativar rapidez 12/14 vitae
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Dados em 11/10/2016, 13:59

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    'D10' : 3, 2, 4, 5, 2, 2
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 11/10/2016, 14:38

    Testes:

    Vigor - 3d10

    Convicção - 4d10

    Instinto - 2d10

    Coragem - 4d10
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Dados em 11/10/2016, 14:38

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    #1 'D10' : 4, 5, 8

    --------------------------------

    #2 'D10' : 10, 1, 8, 2

    --------------------------------

    #3 'D10' : 10, 1

    --------------------------------

    #4 'D10' : 4, 1, 8, 3
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 17/10/2016, 16:53


    Fogo ardia por todos os lados. Era um mar infinito de labaredas. Estas de todas as cores possíveis. Só que as mais fortes eram claramente as laranjas e as vermelhas escarlates. Simbolizando o próprio inferno que era a sua eternidade. Apenas chamas haviam em sua consciência. Era impossível raciocinar enquanto desfrutava das danças infinitas das labaredas. As quais tocavam em seu corpo como grandes dançarinas. Era possível sentar cada centelha de brasa que se colidia com sua pele. Agonia é uma palavra muito fraca para descrever a dor que aquele fogo lhe causava. Apenas a eternidade podia amenizar tamanha dor. Só que nem assim o fazia, a tortura se mostrava eterna. Lhe cegando e deixando a ver apenas o brilho da dor eterna. O calor demoníaco e infernal.

    Sua consciência voltava como um badalar de sino. Dor era o mais intenso dos sentimentos. Todo o seu corpo ardia em mais profunda dor. Seus olhos estavam abertos, escancarados, mas não viam nada, estava escuro. Todavia eles sentiam aquelas chamas infinitas, mesmo nada havendo ao seu redor. Parecia que você estava dentro de uma grande poça de lama profunda. Era possível sentir aquele elemento pegajoso por sua pele escorrendo pela mesma, entretanto não era possível sentir direito seu próprio corpo. Dores cobriam toda a superfície dele e dormências eram sentidas em todas suas extremidades. Apenas sua mão esquerda era capaz de se mover. Ela estava para cima, talvez perto da superfície, pois a mesma estava sendo puxada com intensidade por algo que parecia cravado nela causando mais agonia que o possível. Só que as dores em seu corpo eram grande demais para raciocinar direito. Apenas a sede lhe deve vontade de se mover. Seu corpo estava faminto. O medo também era um elemento forte, afinal seus sentidos ainda lhe avisavam sobre fogo se aproximando, tinha de fugir dali, tinha de corre. E mais importante, tinha de se alimentar.

    Vida: 1/7 - 6 de Dano Agravado
    Trilha do Poder e da Voz Interior: 3 - Menos 1 Ponto de Trilha
    Força de Vontade: 5 - Menos 1 ponto de Força de Vontade
    Pontos de Sangue: 3/14
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 18/10/2016, 13:03

    A maldição de não poder sentir o sol se demonstrava cruel agora, o que poderia matar até mesmo um ancião do Sabá foi o que lhe destruiu o corpo, ou pelo menos o danificou muito. A lama fresca e pegajosa mesmo sendo gelada não aliviava a sensação quente que seu corpo sentia, não uma sensação boa ou confortante, era como estar com o corpo inteiro dentro de uma caudeira inferna, fazendo com que o calor não sexasse.

    " Merda...onde fui parar...a outra válvula não fez a pressão diminuir...eu matei todos? Merda...merda...merda..."

    Sentindo a mão lhe puxar para cima o mesmo retirando forçar de onde podia segurava o ante braço que lhe auxiliava com força, lagrimas de sangue saiam de seus olhos pelo pensamento de ter matado seu bando ou ferido alguém, como ele poderia fazer aquilo com sua família...uma culpa que ele deveria carregar para todo o sempre agora, um grito de dor e raiva saia de sua garganta abafado pela lama que logo interrompia o som.
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 21/10/2016, 17:14

    A mão doía imensamente. Era possível agora sentir que sangue tinha sido inserido dentro do teu corpo por aquele tocar. Tocar este que estava lhe puxando para fora com força. A lama passava por seu corpo e a luz da noite chegava ao seu olho. Era como um clarão que demorava para ter sentido. Levou um tempo para seus olhos se acostumarem. Estava na verdade escuro e no meio do pântano. Não estava mais chovendo. A floresta estava bastante barulhenta com as típicas criaturas dos mangues. Então era possível finalmente você notar seu próprio corpo. O que lhe assustou drasticamente. Seu outro braço estava totalmente carbonizado, junto das duas pernas. Podia-se ver pouco de osso totalmente queimado junto com restos de carne e pele fazendo as pontas de seus três membros perdidos. O corpo inteiro estava sem um fio de epiderme ou roupas sequer. Totalmente queimado e destruído.

    Na sua frente estava Bob. O mesmo estava de pé e claramente em um estado de longe melhor que o teu. Poucas queimaduras fortes pelo seu corpo e apenas uma mão absolutamente queimada. Um dos cifres estava rachado ao meio. Havia algumas cicatrizes fortes em seu rosto e o mesmo estava com uma cara seria. Quase uma mistura de pavor com tensão. Assim, o grande Tzimisce lhe soltou com calma no chão e sentou de pernas cruzadas na sua frente. Ele parecia um pouco mais aliviado em ver que seus olhos mexiam. Assim, com uma voz fraca ele finalmente falou.

    - É camarada... Tamos lascados... Deu merda braba...
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 21/10/2016, 19:08

    Era como um nascimento ao contrario, era a unica coisa que ele conseguia pensar naquele momento. Seus olhos se mantinham horrorizados com a cena de seu próprio corpo. Tentou mexer os dedos da mão carbonizada vendo a pele trincar um pouco e logo parando devido a agonia.

    " Me desculpa Bob...não queria machucar você! Eu juro por minha vitae e minha alma. O que fiz!"

    Um sorriso doloroso brotava em seu rosto ao ver Bob, seus olhos viam as feridas de seu companheiro e já no chão ele levantava a unica mão boa que tinha no momento em um claro sinal de companheirismo.

    - Eu pensei que a pressão da outra válvula iria fazer a pressão ser menor nos canos. Só queria ajudar todos...sei que gosta das suas modificações, desculpa por ter lhe ferido amigo...a culpa foi completamente minha e aceitarei as punições!

    Ele voltava os olhos para o céu se culpando por tudo aquilo, e sua frase era carregada de tristeza.

    - Eu matei alguém?
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 24/10/2016, 14:38

    - Apenas vi a porra do fogo vindo do cano que tu atirou. Você arriscou demais seu puto, nem sei como sobrevivemos. E não, não sei quem sobreviveu, passou uma noite. Consegui lhe tirar do navio por uma escotilha e viemos parar nesta praia antes do sol nascer. Andei hoje mais cedo o suficiente para achar uns animais de sangue quente e conseguir ficar de pé. Mas esta floresta ta cheia de lobos e temos que ser precavidos. Precisamos achar logo humanos, ou vamos morrer aqui.

    O seu companheiro estava claramente menos animado do que nunca o viu antes. Evidentemente ele ainda tentava se manter humorado, mas seu tom de voz esclarecia muito receio do lugar onde vocês estavam. Afinal aquela floresta densa nunca foi um lugar seguro. Ainda mais nestes dias tenebrosos de tempestade. O único ponto positivo era, que mesmo com a inundação sendo um grande problema ainda, a chuva havia acabado. O que permitia vocês escutarem com mais clarezas os sons da rica fauna do pântano com muita clareza. Seu companheiro estava agitado demais para lhe esperar falar muito. Como vós não tinha como se movimentar de forma alguma, ele lhe puxou e o colocou em seus ombros para começar a andar para fora dali. Caminhada esta difícil, afinal cada passo enfiava os pés dele profundamente dentro da lama.
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 25/10/2016, 11:49

    - Vou tentar ficar de ouvidos abertos para os barulhos então...tsc...

    Seus olhos estavam vagos com o pensamento de que ele havia matado todo seu bando, a tristeza lhe assolava o coração, e quando lembrava de Erika sua vontade era de arrancar as próprias entranhas por ter machucado sua companheira.

    "Agora é tentar se manter vivo e depois vejo o que faço...preciso de forças para procurar todos...mesmo que sejam seus pedaços...MALDITOS GIOVANNIS..."
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 26/10/2016, 15:22

    Ser carregado pela floresta escura não era uma sensação agradável. Ainda mais com seu corpo inteiro em profunda e alucinante dor. Era quase impossível esquivar sua mente de tanto incômodo, só que sua besta sempre lhe lembrava do quão forte era em conseguir estar vivo naquele momento. Infelizmente sua besta se calou instantes depois quando seus olhos viram incêndios pela floresta ao longe. Deveria haver algumas labaredas por entre a mata a alguns cinquenta metros. No entanto elas não iluminavam, o caminho a sua volta, mas mostravam um medo avassalador. Felizmente Bob tomava um caminho em oposição ao fogo e prosseguia adentrando na floresta negra.

    Longos minutos, talvez horas, se passaram até um vestígio de civilização aparecer. Era uma pequena cabana de madeira branca sem luz. Assim, sem perder tempo, o Tzimisce lhe colocou no chão com cuidado e avançou até a porta do lugar. A fúria tomava os olhos dele que entrou na casa com um poderoso chute. Gritos tomaram conta do ar instante seguintes, mas após um rápido conflito se silenciaram. Silêncio este que se postergou por mais um minuto, até o seu aliado sair do casebre. Ele puxava em uma de suas mãos pelos cabelos negros, uma mulher um pouco ferida e inconsciente, talvez morta ou desmaiada. Deveria ter em torno dos seus vinte anos. Assim, Bob, que já estava todo sujo sangue, a soltou na sua frente.

    - Vamos! Beba ela até sarar um pouco suas feridas. Acho que quebrei o pescoço dela, logo se alimente antes do sangue esfriar. Deve beber tudo, pois não sei quando teremos outra oportunidade como esta tão cedo. Afinal estamos em território garou...

    OFF - Você pode beber e restaurar 10 pontos de sangue, ou só restaurar 5 e curar 1 de dano agravado.
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 1/11/2016, 11:42

    O mesmo segurava a vontade de ficar lamentando suas feriadas a cada passo que Bob dava em meio a floresta completamente escura. O que lhe mantinha consciente era a sua besta que parecia um Gorila enfurecido dentro de uma jaula de vidro. Violento e ameaçador.

    Tentava manter os olhos atentos aos arredores, mas por vezes perdia a concentração pela dor. O medo aflorava em seu rosto ao ver as chamas...aquilo o perturbaria para sempre depois daquele incidente.

    Já no chão o jovem Pander apenas ficou olhando e ouvindo os gritos que vinha de fora da casa. Estava com fome e ferido, desejava ele mesmo poder entrar lá e beber da vitae de alguém. Os minutos se passaram e o mesmo logo sorriu quando viu seu parceiro.

    - Obrigado pela refeição...

    O cainita com a mão boa agarrou o rosto da mulher a puxando para si e logo cravando os caninos entre o pescoço e o ombro da vitima drenando todo seu sangue o mais rápido que podia.

    OFF: 5 e 1 agravado
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 8/11/2016, 16:40

    A alimentação era ideal para aquele momento. Um sangue ainda quente e quase doce trazia uma ternura apreciada por sua garganta, um profundo alívio. Era possível sentir seu estômago absorvendo aquele néctar de vida em questão de instantes. Seu corpo lentamente ia ganhando movimento novamente. Sua epiderme ia ficando suavemente menos destruída, muito longe de algo próximo do normal, mas pelo menos mostrava que sua carne ainda era capaz de regenerar. Assim seus caninos foram terminando de sugar por completo aquele corpo. Era um pouco frustante e irritava sua besta interior sentir a fonte secar. Felizmente a sede estava mais saciada. Largando o corpo para o lado o Tzimisce começou a observa o mesmo por um tempo com uma expressão meditativa até concluir seu pensamento e falar em tom sério.

    - É... Não vou mais carregar seu corpo não... Isso vai dar pro gasto...

    As mãos de seu companheiro começaram a ter garras afloradas novamente, as quais entraram na carne morta daquela jovem com precisão milimétrica. Os dedos dele pareciam tesouras cortando a carne, a pele e até os ossos. Assim o braço direito da moça junto com suas pernas separadamente foram arrancadas de seu corpo. O chão só não se tornou uma poça de sangue pelo fato de já não haver nada líquido dentro daquele cadáver. Só que ver toda aquele carne e ossos exposta era assustador. Mas não parava por ai. Seu companheiro se aproximava de ti, agora com uma saliva quase esverdeada escorrendo de sua boca. Sem parar por um segundo ele soltou aquele líquido em sua própria mão e começou a esfregar nas pontas de teus membros destruídos. Lhe causando uma dor absurda. Para em seguida ele juntar ao teu corpo aquelas partes da mulher. A dor era alucinante, mas só mental, pois agora era possível sentir teus membros faltantes de novo. Seus dedos dos pés e das pernas ganhavam vida novamente. Claro que não eram seus membros de verdade e havia uma diferença de cor de pele e cicatrizes enormes, só que era um problema de cada vez.

    OFF - Depois de postar faça quatro testes de Vigor separadamente sem uso de FV. Dificuldade 7. Para cada teste que falhar, faça um teste de Força de Vontade separadamente. Seu vigor é 3 e sua FV 5.
    Vida: 2/7
    Pontos de Sangue: 8/14
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 9/11/2016, 10:46

    O mesmo se alimentava de maneira voraz, não desgrudando as presas de sua vitima, mesmo ela estando já morta era como um animal que não largava a caça por nada. A vitae nutria seu corpo novamente o fazendo desejar mais e mais sangue, mas a fonte tinha um limite e essa esvaziou mais rápido que o esperado. Uma certa irritação lhe tomou o corpo e o mesmo apertou a terra com a mão e empurrando o corpo para o lado o mesmo ficou deitado virado para cima.

    - Como assim...eu ainda não tenho uma perna...merda! Ei o que você está fazendo...BOB!

    O mesmo soltava um grito de dor devido a manobra cirúrgica se assim ele poderia disser aquilo. Seus olhos estavam completamente arregalados com uma expressão apreensiva e receosa com tudo aquilo.

    " Merda...grrrr...mais que merda é essa? PORRA BOB!"
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Dados em 9/11/2016, 10:46

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    #1 'D10' : 5, 8, 9

    --------------------------------

    #2 'D10' : 7, 1, 4

    --------------------------------

    #3 'D10' : 1, 7, 1

    --------------------------------

    #4 'D10' : 3, 5, 1
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 9/11/2016, 10:47

    3 teste de fdv. 5d10
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Dados em 9/11/2016, 10:47

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    #1 'D10' : 2, 7, 8, 10, 7

    --------------------------------

    #2 'D10' : 6, 2, 1, 8, 10

    --------------------------------

    #3 'D10' : 4, 7, 2, 7, 5
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por King Narrador em 17/11/2016, 17:57

    Era possível sentir aqueles membros com muita sensibilidade, quase perfeita, nítida. Eram seus agora. Mesmo sendo claramente femininos, eram uma extensão sua. Era possível movimentá-los com toda a sua liberdade. Mesmo que as cicatrizes doíam absurdamente. A sensação era absurdamente estranha. Seus músculos pareciam fortes demais para aquela carne nova. Quase como se você estivesse para dilacerá ela apenas por fazer força para se levantar. Felizmente não havia mais um formigamento bem definido. Era um misto de dor e regeneração promovendo um certo alívio. Bob parecia olhar satisfeito para ti, como se o mesmo estivesse tentando ignorar o fogo que queimava em algumas árvores à uma certa distância de vocês. Era como se a queimada não parasse de se alastrar pela floresta. Assim o Tzimisce finalmente começou a falar com uma voz mais aliviada.

    - Pronto, melhor irmos logo. Temos que regressar para o outro lado do rio. Sem o resto do bando estamos alvos fáceis. Ainda mais com esse aroma de sangue no ar que causamos. Infelizmente to tão perdido quanto tu, pra onde ir?
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    Re: Nicolas B. Collins - Ato II - Catastrophe

    Mensagem por Miac em 17/11/2016, 21:24

    Sentindo cada nervo e camada de carne sendo ligados daquela maneira estranha, a sensação era de ter uma parasita em seu corpo, não por invasão, e sim pelo simples fato de algo novo estar em seu corpo. Seu olhar para os novos membros eram de duvida e receio se suportariam seu próprio peso.

    - Eu tenho pernas de mulher agora...ai ai ai ai...puta merda essa coisa vai estourar.

    Falou ao se levantar, colocando as mãos próximo as cicatrizes, demonstrava seus caninos de uma maneira a demonstrar a dor, assim como as veias negras ficavam levemente inchadas para assim circular o sangue amaldiçoado as novas aquisições.

    - As estrelas...aprendemos isso na policia caso nos percamos na floresta! Vou lhe mostrar!

    Pegando dois gravetos praticamente do mesmo tamanho e os cravando no chão, um estava a cerca de uns 90 sentimentos um do outro, alinhado a uma estrela no céu que brilhava mais ou era mais fácil de se notar, deitando no chão o cainita alinha seu olho direito por cima das pontas dos gravetos deixando a estrela sendo vista por cima.

    - A terra gira de oeste para leste, assim a estrela vai se movimentar ao contrario. Se a estrela se mover para cima, estamos no leste, descer é oeste, esquerda é norte e baixo é sul. Finalmente to usando isso...

    " Será que elas estão bem?...droga...eu fodi com tudo...merda...merda...merda..."

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