WoD by Night

Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

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    Danto
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    Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 4/5/2017, 00:14

    Local: San Gimignano, 17 Via del Castello, nº 8.
    Data: 16 de Abril de 2016: Ateliê Salomè


    Galeria:

    Outra noite na toscana começava. Você acordava sem sequer saber como exatamente havia ido dormir, as memórias eram turvas e quentes, profundamente agradáveis e mesmo que você não fosse capaz de descrevê-las, o simples sentir lhe fazia bem. Seus olhos prontamente encontravam um quarto escuro, mas assim que seu corpo se levantava, luzes de sensores de movimento se ascendiam e revelaram a você um ambiente muito simples, onde havia apenas uma cama comum com lençóis amarelos já gastos. Essa cama estava dentro de um quarto minúsculo e bastante claustrofóbico.

    A porta de ferro que fechava o quarto estava fechada, mas não possuía trincos, portanto abrir a mesma não foi nenhum desafio. A sua frente havia um confuso complexo de corredores curtos e estreitos que levavam para outras portas de ferro, seis no total. No final dos corredores havia uma escadaria e no final dessa, o ateliê.

    Você estava sozinha ali e sobre a mesa central existia um bloquinho de notas rosa, em uma das folhas destacadas do mesmo havia uma mensagem:

    Mensagem:
    Boa noite querida!

    Espero que tenha dormindo muito bem, infelizmente tive que terminar a minha noite na mansão da família Verrochio. Entretanto, sinta-se a vontade para aproveitar sua estadia em meu ateliê o tempo de desejar.

    Atenciosamento, Salomè.


    Última edição por Danto em 4/5/2017, 13:48, editado 1 vez(es)
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 4/5/2017, 12:44

    Abria meus olhos de maneira calma e ali permanecia por alguns minutos, não pelo simples fato de aguardar que minha vitae preenchesse cada parte do meu corpo para assim acionar toda a minha musculatura, permaneço assim a modo de tentar relembrar e dar forma ao que sentia naquele momento, colocando a mão no rosto e sorrindo fazendo um sinal negativo com a cabeça eu me levantava olhando o pequeno quarto que estava.

    " Realmente me parece que Salomé não costuma receber visitas em seu atelie, ou realmente a peguei desprevenida de mais ontem, tadinha!"

    Não me importo com o estado da roupa de cama que ali era utilizado, mas a necessidade de sair do pequeno quarto falou mais alto, andava pelos corredores arrumando os cabelos e o prendendo de maneira alta, sem ter muito cuidado como ficaria, ao observar o bilhete e o lendo suspirava feliz e pegava o bloco e escrevia o meu próprio.

    Mensagem:

    A tempos não tinha um sono tão confortável e revigorante assim, é uma pena que não esteja aqui para que eu pudesse lhe dar um beijo de "bom dia".

    Um beijo de sua amiga, Gabriele.

    Olhando para os lados começava a retornar o caminho até as portas que estavam fechadas e batia em uma falando cuidadosamente.

    - Boa noite, alguém?

    " Não é do meu feitio ficar bisbilhotando por ai, mas algo me intrigou, disso eu me lembro, Salomé falou que ela seria minha passagem para Berlim, não compreendi isso ainda e qual é a relação dela com o principado de lá? Será que Katarina a contactou para que ficasse de olho em mim e Marie sabe disso!...uhm...muitas perguntas e poucas respostas por enquanto."
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 5/5/2017, 01:07


    Andando por aqueles corredores escuros e tortuosos do sótão, você parava em frente a uma das portas e batia na mesma perguntando por alguém sem resposta alguma, não inicialmente. Porque segundos depois uma voz fina e inocente de uma criança ressoava pelo ambiente.

    -O que eu vejo com meus pequenos olhos? Vejo uma curiosa a perturbar a caverna de monstros, estaria ela a procura de seus espólios?

    Uma segunda voz, de uma mulher velha e rouca ressoava em resposta.

    -Não, querida. Ela não está atrás de espólios... É uma perdida! O que nós fazemos com as perdidas querida?

    A primeira voz responde animada:

    -Eu já sei! Eu já sei! Nelas nós causamos uma enorme ferida!

    A idosa complementava:

    -Não a deixe esperando pequenina, leve a ela um presente e abra a ferida!

    Logo em seguida um forte barulho a assustava, alguma criatura corria muito rápido na sua direção carregando consigo um saco preto. Era uma criança, uma menina de cabelos ruivos e um sorriso meigo, mas o saco preto fedia muito a algo podre e deixava para trás um rastro enorme de sangue. Abrindo o saco na sua frente, despejando o corpo de uma idosa cujo interior havia sido totalmente devorado, como se uma besta faminta tivesse comido seus órgãos internos. A criança sorria, com a face lambuzada de sangue, as presas cainitas à mostra e uma assustadora postura meiga.

    -Moça feia perdida a importunar os que aqui descansam, você causou mais uma morte! Acostume-se, pois eles não se cansam! É uma guerra, não que eu me importe! Quero brincar, vens comigo de bom grado ou terei que lhe forçar?!

    Garota:
    [Off: Teste de Coragem, dificuldade 6. Teste de Consciência, dificuldade 5.
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 5/5/2017, 11:46

    Testes:
    Teste de coragem dif 6 = 3d10

    Teste de consciência dif 5 = 4d10
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Dados em 5/5/2017, 11:46

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    #1 'D10' : 3, 2, 6

    --------------------------------

    #2 'D10' : 9, 6, 1, 10
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 5/5/2017, 12:24

    Aguardo um pouco esperando uma resposta, talvez encontrar um vassalo ou outras obras, mas a voz me chamava a atenção e de começo solto um leve sorriso na direção da mesma esperando saudar quem quer que fosse.

    Só que a etiqueta não me permitia interromper as falas, um semblante de dúvida tomava meu rosto com a primeira pergunta e a voz da velha me fazia procurar com olhos de onde ela vinha também.

    " Espólios? Não estou atrás disso, na verdade eu não tenho nenhum parente morto para receber seus pertences, uhm...como assim ferida? Não, não é isso que desejei causar, não quero perturbar o descanso de ninguém..."

    Mas logo o medo me tomou a face ao perceber que algo se aproximava rapidamente, minha mão cobria minha boca por causa do cheiro e ao ver a criança em minha frente meus olhos brilhavam em esperança, mas essa era logo dilacerada ao ver o que foi uma pessoa um dia ser jogada como lixo em minha frente, meu corpo tremia e uma sensação de náuseas remoía meu estomago, um grito silencioso subia em minha garganta e minha mente gritava desesperada, minha mão tateava o ar procurando apoio e assim que o encontro minha cabeça girava como se estivesse sendo mantida em uma centrifuga, o gosto de sangue vinha em minha boca e apoiada na parede vomito no chão, lagrimas de sangue escorriam de meus olhos como a água brotava de uma nascente, com as costas da mão limpava a boca e minha mão tremia descontroladamente.

    - Sou...Gabriele Pugliese! Acredito...que no momento eu esteja incapacitada de poder brincar com você, a Senhorita seria?

    Minha fala era algumas vezes pausada, estava com medo e não tinha como esconder aquilo, mesmo assim tentava a todo custo manter o controle de mim mesma agarrando minha consciência com todas as minhas forças.

    " De novo me sinto incapaz de fazer algo...e como uma criança pode fazer isso! Ela comeu aquela pessoa...como alguém pode ser tão ruim assim e ainda brincar com os restos mortais de um humano."
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 7/5/2017, 02:33

    A menina olhava para seu choro e toda sua reação consecutiva de forma que você nunca viu antes. Ela não se mostrava estar triste, desgostosa, irritada, como também não aparentava estar alegre. Parecia estar exitada, de um jeito nunca antes visto pelos teus olhos. Era uma visão depravada que consumia seu amago aterrorizado por compreender isso. Aquele sorriso estranho dela por entre as presas compridas paralisavam tua alma. Paralisada você permaneceu quando ela, ignorando sua apresentação, se agachava na carcaça da idosa e puxava o último órgão ali presente. O coração, ainda pulsante. Assim esticando a mão com aquele objeto vermelho e borbulhante na sua direção.

    -Sou uma pessoa sem nenhum pingo de etiqueta, que tristeza. Como pôde ver, comecei sozinha a me alimentar. Mas vou concertar meu erros e honrar sua beleza. Pegue este coração e devore até a sua fome matar.

    Os olhos daquela garota brilharam de forma intensa. Ressoando contra seu corpo como nunca antes. A besta dela era avassaladora e aquela ordem ia contra a tua besta da forma mais latente possível. Pois tua força interna se sentia compelida a agir contra a sua vontade. Tomando liberdade de usufruir de seus músculos, para então, com sua mão esquerda segurar o coração da idosa com força. Em seguida você o trazia na direção de sua boca. Suas presas involuntariamente eram expostas. Sua boca começava a salivar gradativamente enquanto o objeto, o qual esquentava tua mão, se aproximava. Era possível sentir o pulsar por seu tato em cada segundo desta ação. Até finalmente tocar pegajosamente em seus lábios e a mordida ocorrer.

    Todos os seus dentes, não só tuas presas, cravavam naquela carne crua. Naquela carne fresca e fedida. Seu olfato ardia com o cheiro. Mas o seu paladar agia de forma mais repugnante. Pois a viscosidade roçava contra sua língua e ia adentrando tua garganta ferozmente. Aquela carne humana. Não apenas o sangue entrava em você como sempre ocorrera em seu estado cainita, mas a carne vinha junto. Aquele puro e explícito ato de canibalismo. Pois esta era a verdade, você estava comendo o coração da velha senhora morta. Uma humana. Enquanto aqueles olhos juvenis pareciam lhe consumir em puro prazer da cena. Assim a carne ia lentamente entrando em seu estômago. Seguindo fielmente a ordem seguida.

    O coração já estava pela metade quando a vontade de manter a ordem foi cessando. Para só então uma nova força dominar seu corpo. Era mais um vômito vindo. Dessa fez, compelido pelo seu próprio corpo de forma violenta. Afinal nenhuma comida era para adentrar seu estômago, a maldição não permitia e lhe punia por isso. Fazendo aquela carne imunda voltar pelo seu esófago e sair com intensidade de teu corpo. Não só pela boca, mas pelo nariz. Escorrendo uma cascata de sangue. Que lhe fazia um baque ao ponto de você cair de joelho enquanto finalmente largava o coração meio devorado. Paralelamente, a ruiva pequenina apenas lhe observava ali em seu sofrimento, dentro daquela poça de sangue vomitado. Enquanto sua mente lhe deixava claro o tamanho do pecado que você acabara de fazer.

    [Off: Teste de Consciência, dificuldade 9.

    Informações Off:
    Menos um ponto de sangue por vômito forçado.
    Pontos de Sangue 11/14
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 7/5/2017, 15:53

    Teste:
    Teste de consciência dif9 = 4d10
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Dados em 7/5/2017, 15:53

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    'D10' : 9, 8, 3, 4
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 7/5/2017, 16:22

    Já ajoelhada no chão e com os olhos marejados de sangue olho o coração pela metade, meu olhar era vazio como minha alma agora, não conseguia encontrar um sentido naquilo, não conseguia entender a crueldade que daquela pequena criatura brotava, observo a palma de minhas mãos cheia de sangue, o sangue daquele humano, um lapso e algo que guardava em mim era forçado para fora com força, fecho os olhos de maneira forte e me apoio no chão, como se estivesse a puxar o ar com força.

    " Se acalme...no momento apenas se acalme, você é melhor que isso Gabriele, você é muito mais forte que sua besta, se ela ganhar de você nunca mais terá o direito de tentar algo em sua vida, você pensa e ela não, se acalme!"

    Tento levantar uma vez escorregando por causa da mão suja de sangue, fecho os olhos novamente engolindo tudo que aconteceu comigo, eu tinha que ser superior a aquilo que me acontecia, me sentia tão pequena e incapaz de fazer algo ali, ela tinha conseguido descobrir meu ponto fraco e isso a vazia superior naquele instante pois ela usaria isso a seu favor, tinha que tentar reverter aquilo.

    - Compreendi, eu irei com você!

    Olhando novamente a poça de sangue curvo meus dedos como se quisesse força minha mão a fechar mas não o faço, respiro mais uma vez e olho para a pequena cainita que para mim agora não possuía nenhum traço inocente ou angelical que uma criança daquela idade deveria ter, conseguia ver apenas maldade e uma vontade imensa de causar danos psicológicos a pessoas a sua volta.

    Mas em meu intimo a tristeza era muito mais forte e destrutiva ela, fui forçada a realizar um ato que não tinha perdão, para o mundo talvez, mas e meu julgamento sobre aquilo onde ficaria! Mais uma vez me forço a manter a calma e falar de maneira passiva.

    - Anteriormente me chamou de feia e agora já honrou minha educação, espero que estejamos nos entendendo, não tem o do por quê se redimir, fui tão cruel quanto você, afinal, lhe interrompi o descanso e essa é uma falha minha, não devo pedir seu perdão, mas peço que desculpe essa jovem criança!
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 9/5/2017, 19:53

    Aquela garota não aparentava estar feliz. Só que ao mesmo tempo deixou clara que parecia satisfeita com o que via. Ela se mostrava a ignorar o que você dizia, afinal enquanto você falava ela foi até a velha e segurou o tornozelo direito dela. Para então puxar pelo corredor na direção de uma saída. Assim menina de leve olhou para você esperando que a acompanhasse, o que prontamente você o fez. Então as levando para fora daquele atelier. Passando por alguns corredores e portas laterais.

    -Estou cansada desses quadros feios e sem vida, quero brincar! Deixe de ficar constrangida, apenas me mandaram vir te salvar. Vamos então para minha morada, para nos divertir. Pois esse trabalho me deixa canada, deixemos os sequestrador para trás e vamos seguir.

    Prontamente vocês chegaram na rua. Estava misteriosamente vazia aquela calçada, mesmo não sendo muito tarde e vocês estando no centro da cidade. Algo estava muito errado. Contudo sua atenção logo ia para o Sedan 41 verde escuro que estava estacionado logo na frente de vocês, ali na saída dos fundos do Ateliê da Salomè. Saindo do carro antigo, porém impecável, estava um estranho homem de terno. O mesmo usava uma cartola. A qual imediatamente tirou quando as viu. Assim revelando conturbadoras cicatrizes em sua cabeça. O olhar dele ficava apenas naquela que aparentava ser sua senhora, enquanto essa falava.

    -Trouxe uma amiga que ira com a gente, assim terei minha nova boneca. Jogue esse corpo no porta mala pra alegrar nosso ambiente, vamos rápido e te deixarei tirar uma soneca.

    Após falado a pequena menina prontamente se direcionou para a porta de trás do carro. Enquanto o homem rapidamente respondia com muita educação na voz.

    -Claro que Edberto fará como desejar, Pequena Grande Senhora. Assim logo Edberto poderá descansar, enquanto você brinca como nos tempo de outrora.

    Imediatamente depois de falar, Edberto pegou e jogou o cadáver da idosa dentro do porta-malas. Onde quando aberto lhe revelou haver mais um corpo lá dentro, tão devorado que era difícil descrever que tipo de pessoa seria. Agora era apenas carne morta. Distraída com aquela cena repugnante lhe demorou a fazer notar que a porta de trás havia se fechado e agora o motorista abria a outra porta lateral traseira do carro para que você entrasse e fosse para seu inferno astral.

    Objetos e NPCs em Cena:
    Carro:
    Vassalo:
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 9/5/2017, 21:28

    De maneira letárgica fico vendo aquela cena da velha que agora era um corpo sem vida sendo arrastado, a unica coisa que vinha em minha cabeça era como alguém poderia ser tão desumano e caótico ao mesmo tempo, em nenhum momento ela se apresentou ou demonstrou querer conversar, deveria forçar ela indiretamente a isso, minha atenção voltava para a criança quando ela parou e assim eu lhe segui, mas meus olhos desviavam da cena para que as náuseas não voltassem.

    - Bom...eu agradeço a preocupação que esta tento por mim, só que vim aqui por vontade própria, não vim para cá contra a minha vontade, e quem pediu que me salvasse?

    Mantinha a fala calma e firme, limpava as manchas de sangue de meu rosto com as costas da mão, ao chegar na rua vejo que as coisas estavam realmente estranhas, o fato de não ter ninguém passando por ali me deu um calafrio tremendo na espinha e assim eu prosseguia.

    " Ela veio aqui á pedido de alguém! Devo ter atraído olhares que não desejei, de uma forma imparcial eu já estou envolvida em tudo que acontece na cidade indiretamente...preciso saber quem ela é e quem pediu que ela viesse. Não tem como ela ser aliada de Salomé, então foi uma invasão?"

    Ao ver o homem forço um sorriso balançando a cabeça de modo sutil para lhe cumprimentar, mas vendo que estava sendo ignorada apenas reviro os olhos e permanecia calada, mas um semblante de compaixão me tomava ao ver que aquele homem possuía aquelas feridas na cabeça, aquela cainita abusava dele e lhe causava danos severos no corpo e eu acredito que psicologicamente.

    " Não serei boneca de ninguém se essa for sua intenção...e coitado desse homem, ele deve sofrer muito nas mãos dela..."

    Não que eu já esteja acostumada com mortes, mas ao ver o segundo corpo apenas viro o rosto fechando os olhos, esperando ouvir o barulho do porta malas se fechando para assim abri-lós novamente, com calma caminho até a porta, parando na frente da mesma olhando para o Vassalo e falando diretamente de uma forma educada e gentil para ele antes de entrar no carro.

    - Boa noite! Muito obrigado Edberto.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 11/5/2017, 00:30

    Quando você entrou dentro do carro o vassalo prontamente fechou a porta para você. Lhe deixando no banco de trás junto da menina ruiva. Que ficava balançando as pernas enquanto ficava de costas ereta sem relaxar na poltrona. Mesmo esta sendo incrivelmente confortável. Era um carro de luxo que tinha até porte para taças. Junto de dois rifles automáticos presos no teto do carro, os quais lhe davam um pequeno calafrio. Concluindo o cenário estava um cheiro fortíssimo de formol ali. Então em seguida, o motorista ligava o carro e acelerava para fora da cidade. Mas um pouco distraído com o que fazia, ele se virava para trás e finalmente falava diretamente com você.

    -Edberto está feliz que a Senhorita está bem. Edberto e sua Pequena Grande Senhora vieram o mais rápido que podiam quando descobriram de seu possível futuro sequestro. Mas agora pode relaxar junto da Pequena Grande Senhora. Ninguém mais virá atrás de você.


    O carro deu algumas voltas pelas mesmas quadras da cidade. Talvez como se estivesse perdido ou se estivesse tentando despistar alguém. Passou nessa situação quase vinte minutos. Para só então finalmente o veículo adentrar as campinas do interior. A seguir, a tua assustadora acompanhante começou a murmurar uma canção. De forma nada calmante para teus instintos. Por mais tranquilas que foram as palavras de Edberto, ainda estava claro que você estava em caminho para um terrível pesadelo. Os minutos iam passando naquele cômodo silencioso apenas ressoando o murmúrio macabro. O escuro do lado de fora deixava claro o quão perto da floresta vocês estavam. Assim a velocidade do carro ia então levemente diminuindo quando vocês se aproximavam de uma residência no fim da estrada que agora era de cascalho. Era uma casa de pedra toda iluminada ocupando a propriedade. Se mostrava ser no fim daquela pista. O fim de linha.

    Casarão:
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 11/5/2017, 07:52

    Me sento de maneira um pouco receosa, minha atenção ficava para a "menina" era como se a própria postura dela me incomodasse, aquilo tudo estava me deixando com um nó na garganta e cada vez com mais medo, mas ao ver que o Vassalo falava comigo olho para o banco da frente e respondo de maneira educada, mas dessa vez não sorria.

    - Agradeço a preocupação Edberto. Obrigado por ter me salvado.

    " Se eu for muito educada com ele sinto que ela vai usa-lo contra mim, e mesmo me afastando assim ela não se daria o luxo de pegar mais leve...e esse cheiro de formol está me deixando ainda mais nervosa..."

    Prestava atenção no caminho e por alguma razão repensava em tudo que tinha feito até aquele presente momento, uma simples batida na porta me causou tudo isso, mas ainda tinha a questão desse sequestro ou futuro sequestro, mas meus pensamentos não se afirmavam por causa da cantoria macabra daquela cainita em corpo de anjo e alma de demônio.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 12/5/2017, 15:13

    O carro foi prontamente estacionando logo na varanda gramada em frente àquela misteriosa casa de fazenda. Era possível ver logo ali na frente de vocês uma criança ruiva. De altura e idade visualmente parecida com a misteriosa jovem ao seu lado. Esse garoto estava com um controle na mão controlando um drone de brinquedo que ia lentamente aterrizando enquanto vocês saíam do carro. Assim o rapaz largou o aparelho no gramado e correu sorridente até vocês. Parou a três passos de ti enquanto tua acompanhante ia se aproximando dele de cabeça baixa. O motorista ficava para trás. Então, a voz juvenil e energética do pequeno a recebeu na casa dele.

    Tito:

    -Que fedor! Vou te chamar de Gabi Fedida. Chega mais, sou Tito e esse é meu apê. Aqui nenhum bobão arrombado Sfroza vai tentar te manjar não mina. Tu ta mais segura aqui que criança no Vaticano.

    Tito Abbiati, o segundo em comando daquela macabra família Malkaviana. Você já ouvira muitas coisas sobre ele e nenhuma era positiva. Afinal a mais terrível violência sempre esteve associada com esta família. Qualquer erro neste encontro e poderia significar sua morte, mesmo sendo ele o que aparentemente estava te salvando de um sequestro. A garota imediatamente em seguida, levantou a cabeça e se dirigiu para Tito com uma voz de impaciência.

    -Estou cansada de trabalhar pra essa feia careta! Quero sua pica na minha boceta!

    O garoto prontamente a respondeu se virando para ela. Agora com um sorriso nada ingênuo e tão estranho que lhe dava um terrível arrepio em tua espinha.

    -Mas é claro minha princesa. Te violarei com toda minha delicadeza.

    Em seguida Tito puxava com suas mãos a moça para um abraço e desferia um horrendo beijo de língua. Onde sequer havia a ternura dos lábios se tocarem, só a vulgaridade das línguas se roçando, em uma ação muito recíproca. Quando ele terminava o ato, era possível notar com muita facilidade o quão animada aquela pequena psicopata ficara. Não perdendo tempo, o menino dirigia sua voz para o mordomo. Em um tom bastante imperativo.

    -Edberto, imagino que vocês trouxeram carcaças né? Bom, separe na cozinha a parte deliça das sobras e leve estas para nossa salinha dos fundos. E Gabi Fedida! Vem com a gente, tu é minha convidada afinal!

    Suas últimas palavras eram para você novamente. Enquanto Tito começava a se dirigir para dentro da casa com sua companheira não desgrudando de sua sombra. Edberto no entanto apenas concordava com a cabeça e ia para a parte de trás do carro.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 15/5/2017, 13:34

    Meus olhos permaneciam fixos na grande casa, mas a figura da nova "criança" me fez ter os olhos voltados nele, forcei um pouco a vista enquanto o carro se aproximava. Saia do carro de maneira calma e sem nenhuma presa, com um olhar de desconfiada fico a observar o mesmo e logo que ele se apresenta escondo minha surpresa e prontamente falava na sequencia.

    - Boa noite Vossa Senhoria Tito, não era nessas condições que esperava lhe conhecer, mas infelizmente não tive opção, agradeço a preocupação!

    " Como fui imprudente em não associar as coisas, mas é claro que é um Abbatia, os cabelos e as sardas, mas não hora não me lembrei disso e fui pega por desconhecer que eles tinham mais crianças em seus membros...o que me leva a acreditar que nem todos estão cientes que estou aqui, afinal de contas Tito e Bruno estão em pé de guerra e já se percebia que não gostam em nada das leis da Camarilla e muito menos de Marie, agora compreendo o quão perigosa é esta situação"

    Perdida em meus pensamentos que começavam a ligar as coisas ouço a "menina" falar e meus olhos se arregalavam com a surpresa das palavras, quando Tito puxava a jovem viro meu rosto de maneira discreta como se estivesse observando o vasto gramado e o grande muro de plantas ao longe.

    Voltava meu olhar para Tito quando o mesmo se dirigia ao seu Vassalo e depois a mim. Acenando positivamente com a cabeça e lhe seguindo. Me forço para esconder meu medo, meu nojo e até mesmo uma certa raiva que estava sentindo de tudo aquilo, não havia um pingo de respeito ali e tudo era feito para o divertimento deles e nada mais.

    " Me preocupa o fato de ter ou não chamado a atenção dessa família e se for verdade dos Sforza, de todo modo devo me manter atenta aos detalhes pequenos e começar a questionar quando for a hora, até lá devo me manter firme..."
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 15/5/2017, 18:55

    Sala:

    A sala de entrada da casa era bastante modernosa. Muito limpa e com mobilha de alta qualidade. Bem diferente do perfil antigo visto do lado de fora. Havia ocorrido muitas reformas ali dentro. Fora compras bem ressentes de todo o tipo de objetos possíveis. Afinal no meio da sala estava alguns consoles de última geração. Junto com todo um home theatre e alguns notebooks como também câmeras espalhadas por algumas mesas, junto de três celulares. Havia muita tecnologia naquele salão. Assim vocês iam passando ao largo daquele recinto já adentrando um dos amplos corredores da casa. Tito ia falando pelo percurso.

    -Não precisa ficar nenhum pouco preocupada ou com essa cara de medrosa. Já disse Gabi Fedida. Você está segura aqui. É nossa convidada e a manteremos aqui até termos certeza que os merdões dos Sfroza abandonaram a tentativa de lhe sequestrar. Ai lhe enviaremos para a Arauto em total segurança. Enquanto isso apenas aproveite o tempo. Até jogaria um Street Fight contigo agora. Mas sexo com a minha Cassandra é melhor.

    Quadros nas Paredes:
    Primeiro Quadro:
    Segundo Quadro:

    O olhar do jovem lhe dava mais uma vez arrepio e nojo ao longo da caminhada. Agora no corredor, era possível ver alguns quadros únicos nas paredes. Revelando claramente um gosto mais duvidoso vindo daquela estranha família. O que lhe fazia pensar e se relembrar dos belos quadros do ateliê da Salomè, uma pena você não estar mais ali. Enquanto isso a garota voltava a falar em seu tom quase que sem paciência, praticamente cortando a frase de Tito.

    -Todo esse falatório está me deixando profundamente entediada. Vamos logo pra cama para deixar minha bunda toda assada.

    O guia de vocês deu uma curta risada enquanto rapidamente abria uma porta para um quarto. Fazendo uma mesura irônica para vocês entrarem. Este em seguida acendia as luzes interna, que eram todas vermelhas. O quarto se mostrava muito peculiar. Com aquela cama redonda e vários espelhos pelas paredes. Era um reduto erótico que logo lhe dava alguns calafrios. Enquanto isso a jovem se mostrava profundamente mais alegra e se virava para você uma última vez. Enquanto apontava para uma poltrona roxa logo de frente para a cama.

    Quarto:

    -Fique ai só olhando e sentada. É sua vez de ficar parada. Veja se consegue aprender algo enquanto estiver nessa poltrona. Afinal uma feia como você deve ser toda virjona.

    A voz de Cassandra era forte e potente mais uma vez. Estava claro que sua besta não conseguia discordar e apenas obedecer iria. Assim seu corpo logo se direcionou para a poltrona. Junto do fato de suas musculaturas, inclusive suas palpebradas lhe mantinham paralisada para observar o que iria acontecer. Isso enquanto os dois lentamente iam na direção da cama.
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 15/5/2017, 19:58

    Caminho de forma lenta, realmente estava apreciando a casa, era um ar realmente e moderno, escondia completamente a idade de seu dono, em poucas noite pude perceber a diferença dos anciões daquela cidade, nem todos são iguais, era obvio, só que no momento eu estava vivenciando aquilo como uma experiencia minha, não uma das mais agradáveis.

    Com atenção ouvia o que Tito me dizia e em seguida falava com a mesma cordialidade de antes, mudava um pouco meu semblante, esconder meu medo seria uma das melhores opções naquele momento e assim eu o guardava fundo em meu intimo assim como o nojo que sentia por aquele ser, mas Cassandra interrompia Tito e não me deixou espaço para começar minha fala, respiro fundo e me nego a olhar para ela naquele momento.

    " Sua malcriada, masoquista, prepotente e arrogante. Se eu pudesse lhe mostraria o que se ganha com tais birras de onde vim...céus...o que estou pensando, se acalme Gabriele,  você não pode se deixar ser consumida por isso!"

    Mas com o olhar desviado notava os quadros e apertava com firmeza meu próprio braço, fecho os olhos com calma na intenção de esconder o frio e o pavor que sentia com tais imagens, assim ouço o barulho da porta se abrir e aceno com a cabeça positivamente para poder entrar no mesmo, mas ao chegar na porta e notar a decoração um grito de não ecoava em minha cabeça como um tiro sendo disparado do lado de minha cabeça.

    " Não, não, não, isso é um quarto de motel...o que eles querem de mim agora..."

    Parada na porta penso em me virar e sair dali de imediato, mas Cassandra parecia ler meus pensamentos e me ordenava para ficar, aquilo foi a segunda humilhação que sofria por parte dela, era como estar nua em uma floresta escura e ouvir um eco tenebroso que vinha de uma parte de mim que nem eu mesmo sabia, algo que eu já tive em vida, algo que escondi de todos e tento sempre lutar contra, não tinha dúvidas daquilo, eu sentia ódio e desprezo por aquela cainita.

    " Não por favor, não faça isso comigo, pelo amor de Deus, eu não quero ver isso...eu não preciso ver isso, o que lhe fiz de mal? Nunca lhe fiz nada para me tratar assim e ser humilhada dessa forma..."

    Sem ter controle sobre meu próprio corpo e engolindo amargamente o orgulho que pensava ser pouco dentro de mim me sento na poltrona, minhas unhas gravavam no couro do apoio de braço e com os olhos abertos e sem poder fecha-lós ou desviar o olhar segurava firmemente meu próprio choro.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 17/5/2017, 21:18


    Seus olhos lentamente iam captando o movimento dos dois jovens. Cassandra andava mais rápido para o meio da cama. Subindo nesta com sapato e tudo. Enquanto isso Tito ia tirando sua camisa lentamente. Só em seguida retirou os sapatos. Enquanto isso a jovem ansiosa ia rasgando a própria camisa. Repetia o processo com as calças enquanto balançando as pernas tentava jogar os sapatos para longe. Assim era vez do Abbiati finalmente tirar suas calças olhando para a jovem nua de pé na cama, ele sorria. Ela então cruzava os braços e fazia uma careta divertida na espera de seu amado se aproximar. Assim o rapaz lentamente ia para cima do colchão oval. Podia sentir que estava prestes a ocorrer. Teu coração quase palpitava enquanto esperava o começo daquela cena abominável com os dois jovens nu de pé na cama.

    Então um calafrio tomou conta de sua espinha. Era um calafrio dolorido, como se alguém estivesse arrancando suas vértebras lentamente. Pois a pressão na sala começou a cresce insanamente. Era um frio latente que ia resgando sua pele. Como se a congelasse até a pele rachar e começar a descascar. Contudo nada físico ocorria com seu corpo. Era psicológico, num nível nunca antes sentido. Era a potência da presença de Tito. Os olhos dele brilhavam de forma insana. Como dois holofotes vermelhos. Similar a um demônio de verdade naquele meigo e delicado corpo. Era uma potência de sangue surreal. Tão forte que fazia você ver o medo corroendo a face da desafiadora Cassandra. Ela parecia estar sentindo um terror legítimo e profundo. Mas ao mesmo tempo ela aceitava aquele sentimento como um todo.

    Assim foi a vez dela. Mais rápido que as presas dele, as dela desciam em um piscar de olhos, todas afiadíssimas. Seus glóbulos estavam totalmente escarlates e o corpo dela inteiro ficava cheio de veias e absurdamente musculoso. Uma aberração física para o corpo despido da pequena garota. Era uma energia sobre-humana que fazia o teu corpo se sufocar. Como se todo o oxigênio do quarto houvesse acabado. Porém, seu corpo morto impedia de desmaiar e apenas sentia a pressão do ar lhe comprimindo na poltrona de cor violeta. Assim, congelada de olhos abertos, chegando a lacrimejar de dor, você podia apenas ver e sentir aquele poder ser despertado. De longe a presença da garota era inferior da de Tito. Contudo ela renegara de própria sanidade. Era a besta dela ali presente. Como se fosse um frenesis sem controle.

    O pênis minusculo do garoto ia ganhando substância na medida que o sangue ia subindo por todas suas musculaturas. Aquela sala já estava gélida e com uma pressão surreal. Contudo parecia que era apenas um começo. Pois agora que não havia mais a sanidade da cassandra para ferir, o garoto estava livre para extrapolar seus limites. Assim sendo, esses limites foram extrapolados de forma explosiva. O frenesis consumiu seu corpo como havia consumido o dela. Qualquer deslize e os dois te devorariam enquanto você não conseguia ainda piscar. Felizmente o alvo de um era o outro. Então, com todos os músculos retorcidos, os dois se prepararam para um poderoso bote letal. Era a luta de duas bestas, dois demônios.

    As duas crianças pularam ao mesmo tempo. Podia notar que a velocidade deles estava absurdamente maior que o possível. Mesmo assim foi o jovem que alcançou ela primeiro. Desferindo suas garras contra seu peitoral e seus minúsculos seios. Fazendo dois profundos cortes. Para em seguida a jogar para baixo. Enquanto isso ela reagia com chutes poderosos com suas garras inferiores rasgando cruelmente a perna do rapaz. Mas este parecia ignorar a própria dor e forçava seu corpo contra o dela. Pondo toda sua energia para comprimi-la na cama. A força dela combatia incansavelmente. Enquanto suas presas tentavam estraçalhar o rosto do Abbiati, Contudo esse evitava a tentativa e então, com total controle da situação, usou suas pernas para escancarar as dela.

    Cassandra lutava com todas as forças para sair de baixo do poderoso ancião. Isso se fosse de fato a Cassandra ali, pois apenas uma besta alucinante era vista por seus assustados e arregalados olhos. Com as mãos e pernas presas, a jovem não conseguiu fazer nada enquanto Tito fincava seu pênis para dentro do ânus dela. A face dele sorria de forma perversa. Ia de uma vez só. Como se estivesse tentando empalar ela. Neste instante o corpo dela deu uma aliviada e parou de conter a força do dominante. Para então como em um bote prendê-lo com suas penas e braços. Fazendo o órgão exterior dele penetrar mais e mais a fundo. Assim um movimento ritmado animalesco começou a ocorrer ininterruptamente.

    Os movimentos de entrar e sair iam ficando cada vez mais fortes. Enquanto aquelas garras abomináveis nas mãos das crianças iam rasgando suas próprias pelas. Uma dilacerando a da outra sem dó ou piedade. Fazendo o sangue escorrer pela cama toda de forma pegajosa. Assim Tito rapidamente retirou seu pênis do ânus dela e penetrou finalmente em sua vagina. Para só então poderosos e horrendos urros tomarem os ecos da sala de forma ensurdecedora. Os dois faziam profundos grunhidos enquanto a frequência ia ficando cada vez mais rápida e intensa. Não dando um segundo de folga para seus olhos já ardentes observarem aquela horrenda cena. Aquela deterioração completa dos corpos juvenis.

    Agora que as partes íntimas da jovem haviam sido totalmente violadas, havia apenas sangue escorrendo ali. A carne estava meio viva de tanta fora a esfoliação entre as peles rígidas de ambas as criaturas. Contudo não aparentava estar sequer chegando o começo do fim. As bestas estavam tão alucinantes e poderosas como antes. junto dos terríveis grunhidos, rugidos e urros. Assim finalmente Tito deu uma brecha e Cassandra atacou seu pescoço com todos os seus dentes. Fazendo um rasgo terrível enquanto arrancava um pouco de carne. O mesmo decidiu se mostrar recíproco. Mordendo os seios praticamente inexistentes dela com toda sua força. Deixando dois profundos furos ali. Assim ele logo repetiu no braço dela, no pescoço, no ombro.

    Cada um ia mordendo o outro de forma insana e rápida. Fazendo ambos se lambuzarem do sangue um do outro. Mesmo que Cassandra e Tito não fossem ruivos, seria impossível determinar isso agora. Pois o escarlate era a cor que dominava toda a cena. Inclusive seus outrora belos cabelos. Os movimentos não se mostravam parar. As mordidas alternadas prosseguiam. Da mesma forma que a penetração em ambos os buracos, revesando. Como também os fortes movimentos das garras. A velocidade ia apenas chegando em seu clímax. Mostrando que não havia mais energia nas duas bestas que haviam dilacerado aqueles puros e inocentes corpos para duas poças de sangue. Assim a velocidade ia diminuindo enquanto ambos apenas drenavam com suavidade o sangue um do outro.

    Seu corpo já não aguentava mais ver aquela cena. A pior cena de toda sua vida. Todos os seus músculos estavam doloridos e sua cabeça zonza, conquistada por uma ardência horrorosa. Era um dor surreal e hedionda. Tão física quanto psicológica. Poder sentir que a maldição que corria em tuas veias era possível de fazer duas crianças se destruírem daquela forma era assustador. Claro que elas não haviam morrido. Muito pelo contrário, estavam se levantando e usando as partes ainda limpas das fronhas para se limparem. Contudo, tudo estava errado naquela cena. O mundo estava errado e seus olhos ardiam profundamente. Junto de todos os cantos de sua alma. Para só quando a Cassandra olhou finalmente para você, com um rosto sem mais aquele brilho vermelho, mas com um alegre e estranho sorriso, o comando se desfez. O alívio tomou conta de seu corpo que podia reagir novamente. Você podia se mexer mais uma vez. Mas sua mente, nunca mais esqueceria daquilo. Nunca mais.

    [Off: Teste de Coragem, dificuldade 7. Teste de Consciência, dificuldade 7 se falhar no primeiro teste ou 9 se passar no primeiro teste.
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 17/5/2017, 22:51

    Testes:
    Teste de coragem dif 7 = 3d10

    Teste de consciência dif 7 = 4d10
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Dados em 17/5/2017, 22:51

    O membro 'Miac' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    #1 'D10' : 4, 6, 10

    --------------------------------

    #2 'D10' : 10, 5, 7, 2
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 18/5/2017, 00:07

    Muitas pessoas definem dor como algo desagradável, um leve desconforto ou algo excruciante, e foi assim que começou comigo, de algo leve ao extremo.

    Me mantenho sentada com as unhas gravadas no couro do sofá, uma luta perdida e injusta para tentar sair do controle de Cassandra, era nítido a diferença de poder sanguíneo ali, cada fibra de meus muculos respondiam ao comando dado por ela e não mais me obedeciam, e assim eu permanecia naquele martírio assombroso e desumano.

    Apenas gritos ecoavam em minha mente, não consigo pensar em nada e muito menos formular algo em minha cabeça, mas o frio consumia minha pele e a falta de ar no ambiente me faz ter náuseas tão fortes e dolorosas que é indiscriminável conseguir dar uma forma ou explicação sobre ela. Sinto que até mesmo meu medo se calava diante da cena que estava vendo, repugnante, asqueroso, não tinha definição, não consigo encontrar em meus conhecimentos a melhor palavra para descrever isso.

    Em uma falha tentativa de virar meu rosto, vejo o sangue, sinto seu cheiro e com ele a digladiação de dois cainitas preso nos corpos de duas crianças, cada célula minha doía, meu peito puxava o ar com força, mesmo tendo pulmões mortos, o ar parecia rasgar minhas vias respiratórias, era como ser cortada de dentro para fora, uma bola se formava em minha garganta como se desejasse vomitar, a visão deles se tornava turva, as paredes pareciam dançar atrás deles, o som ou grunhidos que eles soltavam pareciam mais baixos e começavam a ficar longe, era como desmaiar, mesmo sabendo que minha vitae não deixaria que isso acontecesse.

    Estava de dia, estava estudando para uma prova da faculdade, conseguia me ver ali,era como ser uma espectadora de meu passado, percebo que meu pai estava vindo para meu quarto e escondo atrás da porta quando ele entra chamando meu nome pulo em suas costas, sorridente como sempre, ele caia na cama comigo e começávamos a rir por ele comentar que estava velho de mais para esse tipo de brincadeira, minha mãe vinha correndo para o quarto por causa do grito do susto que ele tomou e junto dela meus cachorros vinham latindo a acompanhando, ela parava na porta e cruzava os braços enquanto os cachorros pulavam na cama e começavam a nós lamber, ela tentava ser seria mas ria de tudo aquilo...era uma boa lembrança, na verdade era uma ótima lembrança.

    Minhas mãos afrouxavam e o som do couro que estava retorcido em minhas mãos eram um gatilho para minha mente perceber que tinha total controle de meu corpo agora, não conseguia expressar nada naquele momento, pisco meus olhos e quase se forma uma gota de sangue neles devido ao horror passado, meu peito sessava a respiração e era como se eu fosse um manequim sem vida ali, parada, abaixo a cabeça lentamente, meus cabelos cobriam parte de meu rosto, meu corpo inteiro doía muito assim como minha cabeça, ela pulsava e eu posso sentir pontadas na nuca, falo de maneira cansada.

    - Vossa Senhoria Abbiati, peço permissão para poder me retirar! Gostaria poder lavar minhas mãos e rosto e me sentir mais limpa em sua presença, não é assim que se deve o respeito á um anfitrião e salvador!
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 20/5/2017, 15:07

    O tempo passava agora como curtos flashes. As memórias terríveis ficavam grudadas em sua mente, enquanto o resto do mundo parecia estar desfocado agora. Era possível se lembrar que Tito falou algo enquanto deixava você se retirar. Mas nada muito preciso estava em sua cabeça. Passadas rápida. Segunda porta a esquerda. Um banheiro, uma pia, uma torneira, água e então você lava se rosto. Foi uma jogada de água contra sua face. Duas, três, cinco, dez. Impossível contar, pois as memórias vinha vindo esperadas. Afinal sua mente ainda estava travada naquele inferno que você presenciara. Felizmente sua mente se mostrava mais forte do que nunca, mesmo exausta. Assim, quando já havia jogado água o suficiente no rosto, o mundo parecia ir tomando forma.

    Sua respiração forçada vinha em seguida, nada regular e lhe dando alguns curtos soluços. Enquanto com as duas mãos você segurava na borda da pia com bastante força. Força o suficiente para te manter de pé, afinal suas pernas estavam bambas, quase escorregando como pedaços soltos de madeira. Seu corpo todo estava fraco, mesmo assim sua mente lhe forçava a ficar de pé. Lhe forçava a olhar para o espelho e ver seu rosto. O rosto de uma criatura da noite, uma cainita, mas que recusava a virar um demônio. Podia haver uma besta dentro de você, mas sua mente acabava de mostrar que você era diferente daqueles jovens conturbados. Você era Gabrielle, uma cainita que podia viver com humanos. Isso nada neste mundo mudaria

    Assim, enquanto você ia se esforçando a se sentir melhor consigo mesma, a porta lentamente ia abrindo. Era uma entrada suave no aposento. Garantido que não lhe pegaria desprevenida. Era Tito a entrar. O rapaz estava com uma vestimenta nova. Sem uma gota de sangue no rosto e os cabelos molhados. Aparentava que ele havia acabado de tomar banho. Felizmente os olhos dele estavam normais, só que isso não era o suficiente para impedir um profundo medo, junto de um gelar na espinha. Ainda mais com aquele estranho sorriso inda na sua direção. A voz dele parecia bastante alegre enquanto ele lhe convidava a o acompanhar.

    -Minha querida Cassandra foi descansar um pouco. Mas você, Gabi Fedida, é minha convidada e não posso te deixar entediada. Vamos para a sala! Faz muito tempo que não jogo Mario Kart com alguém que não conhece meus combos!
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Miac em 20/5/2017, 16:37

    Tento me lembrar do que Tito havia falado, não que fosse relevante para mim, era mais uma reação letárgica para assumir o controle, o som da água escorrendo na porcelana da pia era alto devido a pressão da água, me encarava com severidade, uma face que não sabia que poderia ter, estava mais seria, sem sorrisos ou felicidade nos olhos, queria ver o que se escondia atrás de minha própria mascara, pois desde o meu abraço eu havia mudado.

    " Eles não iram me transformar naquilo que não quero ser, sou Gabriele Pugliesi, filha de Heidi Adam Ismar, uma cainita, em mim corre o sangue Ventrue nunca irei perder para minha besta, não posso e não devo, disse que ajudaria os humanos dessa cidade e é assim que será feito, não aceito menos de você Gabriele, olhe para si mesmo e veja que todos estão rindo agora, mas isso é um grito disfarçado, sou o ponto mais fraco para atingir a Camarilla e Marie aos olhos deles, apenas mostre que isso foi um erro..."

    Falar consigo mesmo ajudava a minimizar o rancor e despreço que sentia dentro de mim, eles falavam que estavam me salvando, mas os danos psicológicos causados seriam eternos, nunca me esqueceria daquelas cenas, mesmo elas sendo meio turvas agora. Segurando a pia com firmeza sentia vontade de sentar ali mesmo no chão.

    Com o abrir da porta, sem virar o rosto olho para meu ombro no espelho e vejo Tito pela porta do banheiro que esqueci de fechar, fecho a torneira, não respondia de imediato e puxava uma toalha para poder secar meu rosto e mãos, ainda sinto medo da presença e dos olhares daquele cainita.

    Deixo a toalha de lado e abro as mangas de minha camiseta e começo as dobrando até acima dos cotovelos, solto meu cabelo e o alinho novamente rapidamente, girando um rabo de cavalo e fazendo um coque alto prendendo com o próprio cabelo, sorrio de forma educada e falo em tom normal.

    - Não sou engajada em jogos eletrônicos, mas se puder me disser como são feito os comandos aceito sim jogar com Vossa Senhoria.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato III - Quem Está Aí?

    Mensagem por Danto em 23/5/2017, 00:37

    Tito logo levantou um sorriso estranho. Mais uma feição que lhe assustava. Só que ele não esperou você reagir mais que isso. Apenas com um agitado "vamos", ele lhe guiou para fora do banheiro. Fazia isso enquanto tocava em seu pulso sem demostrar muita força fora lhe levar até a sala. O ancião dava passadas rápidas para lhe acompanhar, dado o tamanho pequeno dele. Assim, atravessando aquele corredor, como também o quarto onde estavam suas piores memórias, com a porta entre aberta, você logo chegou na sala. Foi um alívio conseguir desviar os olhos daquele cômodo macabro de antes. Felizmente adentrava agora naquele lugar mais iluminado e moderno, o clima parecia menos pesado.

    A seguir, os minutos então se passaram de forma muito confusa. Afinal aquele antigo Abbiati se mostrava muito mais moderno que você. Lecionando a usar um complexo controle com onze botões e uma alavanca. Era difícil memorizar o que cada comendo fazia. Assim você fez um árduo esforço para interagir com a tela da televisão, onde o jogo eletrônico ocorria. Teoricamente era uma corrida reproduzida no monitor ao qual você tentava controlar um dos veículos. Contudo era frustante a dificuldade disto ocorrer. A tela provia tantas luzes e informações diferentes que deixava aquela ação longa e angustiante. Mesmo sendo possível poder ver como animado Tito estava. Pois ele conseguia se mostrar estar entendendo aquele jogo bastante. Só depois de possíveis oito partidas ele parou.

    -Você é muito lenta! Vamos para algo mais legal. Deixa eu pegar o Mortal...

    Enquanto ele começava a falar, Tito olhava nitidamente para os seus olhos. Assim os dele deram um curto brilhinho. Um pequeno arrepio lhe tocava. Só que antes da frase terminar, o telefone tocou. Fazendo prontamente pegar o telefone. Para então engajar em uma complexa conversa. A qual ele se demonstrava estar se irritando a cada palavra que dizia. O assunto claramente era sobre você e a conversa não se mostrava positiva para seu anfitrião que ia perdendo toda a felicidade anterior.

    -Pois não? ... A droga! O que você quer? ... Sim, eu estou com ela. O que tu esperava? ... Também está aqui, afinal sua prole me ama!

    Era possível ver que seu anfitrião fazia um sorriso meio malicioso no rosto. Parecia estar satisfeito com a última frase.

    -Adoro quando você fala isso! ... Vou levá-la para o principado lá para o fim da noite. ... Não! Você não fez nada! ... Não venha com esse papo, seu velho! ... Seu escroto, isso é ameaça!

    Tito dava uma curta parada, aparentando sem saber ao certo o que falar. Como se tivesse numa encruzilhada. O rosto dele se mostrava hesitante. Um pouco aflito. O tom da voz dele mudava drasticamente para algo mais cuidadoso.

    -Eu entendo essa parte. Mas eu...

    Os olhos dele ficaram serrados. A expressão irritava tomava seu rosto revelando puro incômodo. Os dentes dele serravam e a mão livre fechava o punho. Era como se ele quisesse dar um soco. Infelizmente seu alvo estava longe.

    -Droga! Droga! Entendi! Leva a porra dela então! ... Sim, eu envio ela para seu domínio agora! ... Isso seu merda! A arauto vai até lhe dar um beijo nessa sua cara de taxo! ... Fica peixe, ela vai em segurança... Fui!

    Tito então desligava o telefone com força. Havia acabado totalmente com a alegria dele aquela conversa. A irritação o dominava. Felizmente ele ainda se mostrava polito quando dirigiu a voz para você.

    -Uma pena Gabi Fedida, mas nosso jogo vai acabar aqui. A vossa majestade Abbiati que sua presença na casa dele. Afinal se tem algo que o Bruno é bom em fazer, é roubar o mérito dos outros. Logo vou pedir para o Edberto te levar até a mansão Abbiati. Não se preocupe, é perto daqui.

    Em seguida o ancião colocava uma mão na boca para desferir um agudo assobio. O qual fazia em menos de um minuto depois o vassalo, que você já conhecia, se direcionar até vocês de forma serviçal. Ele parava a cinco passos de vocês, esperando ordens, as quias foram prontamente ditas.

    -Certo Edberto. Leve a Senhorita Fedida até a mansão da família. Seja rápido.

    Ele então se vira mais uma vez para você.

    -Tchau tchau. Nos esbarramos em breve. E vê se toma um banho da próxima vez!

      Data/hora atual: 28/6/2017, 12:58