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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

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    Danto
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    Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 8/6/2017, 17:20

    -Até mais querida! E cuidado com o horário! Começa às onze mas tua entrada é a meia noite em ponto!

    Assim vocês se despediam brevemente, para posteriormente já estarem adentrando o carro que aguardava por Alexia. O motorista era um homem claramente de origens argelinas, possuía um longo nariz e usava um terno fechado com um cravo branco que curiosamente, perfumava o interior do carro.

    Alexia tocava o ombro do mesmo e dizia cuidadosamente e de maneira simpática para o homem:

    -Vamos à casa do Senhor Bernier sim?! Dirija com cuidado querido estamos a carregar conosco uma joia!

    O homem de cabelos curtos e perfeitamente aparados de tons escuros, concordava suavemente com a cabeça e sem verbalizar nada apenas ligava aquele luxoso sedan no qual vocês se encontravam. O percurso então acontecia, Alexia mantinha um curto silêncio mas esticava a mão direita para você, em um claro pedido para segurar a sua mão. Enquanto isso os olhos dela iam para a janela, assim ficava muito claro o quanto a anciã amava Paris.

    O percurso de vocês passou pelo cemitério de Montmartre, posteriormente pelo parque Monceau e circundou o Arco do Triunfo, diante desse Alexia chegou a suspirar suavemente e comentar:

    -Em pensar que foram necessárias tantas reuniões cansativas para que essa beleza fosse finalmente autorizada, é uma pena que o arquiteto dela não fora escolhido por ninguém como prole. Ele seria o Toreador mais orgulhoso de Paris não achas?!

    Após a sua resposta, sua amiga suspirava por alguns instantes e então voltava a apenas sorrir em silêncio. Entretanto, não demorou muito para que o veículo finalmente parasse em frente a um lindo prédio, o relógio interno do painel do veículo lhe mostrava a hora: 21:32. Ainda lhe restava um bom tempo de folga até o começo do festival em sua homenagem.





    Imagens de Referência:
    Faixada do Prédio:
    Faixada do predio:
    GPS:

    Local: 32, avenue Pierre Ier de Serbie. Paris 8th.
    Data: 20 de Setembro de 2016: A Pré Noite.

    Alexia então tocava novamente no ombro do vassalo sentado a frente do volante e dando dois tapinhas ali, ela indicava ao mesmo para que esperasse. A mulher então saia e aguardava para fazer a travessia ao seu lado, vocês duas então adentravam a recepção do lindo prédio, mas era bem obvio que os funcionários ali prontamente identificavam a figura de Alexia e apenas a saudavam com formais "boa noite senhora". Assim ela subia o primeiro e curto lance de escadas que levava até o elevador e apertava o botão, aguardando que as portas negras desse abriam.

    -Ansiosa para ver Florian apenas de roupão, prontinho para ser conduzido apenas por ti querida?! Lembre-se é seu dever escolher as roupas dele e eu gostaria que você libertasse toda a sua criatividade sim? Sei que tens um belíssimo senso de moda!

    As portas então se abriam e vocês duas adentravam o elevador, ela pressionava o botão referente a cobertura e ali dentro era a sua chance para respondê-la. Finalmente o elevador parava, Alexia saia na sua frente e andava sorridente até a porta da cobertura. Era um curto corredor e você via que só existiam duas portas, todas na mesma direção! Ela ia até a primeira e abria a mesma sem tocar nenhuma campainha ou se anunciar!

    -Vamos querida! Quem sabe pegamos ele desavisado!

    Comentava Alexia com uma voz divertidíssima! Ela então tirava os saltos e os jogava para cima do sofá, para andar na ponta dos pés na direção de um corredor, até uma porta dupla de madeira e abria a mesma de maneira brusca.

    -Florian! Querido, venha cá! Conheça sua dama!

    O homem estava de pé, saindo da porta do banheiro daquele luxoso quarto. Fechando o roupão azul que usava, ele observava vocês duas com atenção. Com os cabelos ainda molhados ele parecia ter claramente acabado de sair do banho! Assim ele andava até vocês duas e saudava a própria senhora com beijos carinhosos na face, para então parar na sua frente e fazer uma curta reverência, tomar-lhe a mão esquerda e beijar a mesma com carinho e cuidado.

    -Boa noite senhoritas. Bem vindas à minha casa, é um prazer saber que minha dama será vossa pessoa, querida Lady Bonnet!

    Alexia passava por trás daquele homem de postura forte e firme, ombros largos e um porte físico exemplar. Cochichando algo em seu ouvido, o homem abria mais os lindos olhos que possuía e balançava a cabeça positivamente.

    -Entendi... Jack fique a vontade querida. Sinta-se em casa, não ouse usar de formalidades e me chame apenas pelo nome sim? Serei tua companhia pela noite inteira e espero que possamos nos divertir está bem?! Bom, sou todo seu. Por onde começamos?

    Imagens de referência para o interior da cobertura:
    Primeria Sala:
    corredor:
    Quarto de Florian:
    Florian:

    Roupão:
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    King Jogador

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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 9/6/2017, 11:33

    Após me despedir de minha pequena, cumprimentava o motorista argeliano com um leve movimento da cabeça e entrava no carro. Ficava ali dentro observando pela a outra janela a cidade, como Alexia fazia. Não era só ela que amava aquele lugar. "Se existe algo realmente bom sobre ser uma cainita é a permissão divina de eu poder ver essa cidade florescer e crescer eternamente." Prontamente eu escutava as palavras dela enquanto observava o belo Arco com aquele charme clássico misturado com o divino ar parisiense.

    - Uma pena de fato. Pelo menos ele deixou um legado para servir de inspiração para todas as rosas que se sentirem a desbotar. Trazendo cores novamente, da mesma forma que ele fizeste com esta nossa linda cidade.

    Dava uma leve suspirada alegre, enquanto a imagem do Arco do trinfo se afastava da gente. Assim prosseguia com minha linha de raciocínio, olhando sorridente para Alex. Para só depois voltar a apreciar a vista.

    - Claro que suas lembranças são mais longas e mais entendidas. Só que eu me lembro da cidade antes de meu abraço e da revolução. Como sair dos palácios que minha família trabalhava era como um andar dentro da maior miséria, cheio de lama, sujeira, doença e muito sofrimento. Fico orgulhosa em saber que conseguimos por em todas as nossas ruas as belezas que só haviam dentro das casas de poucos afortunados.

    Me dava mais alguns minutos para contemplar toda a vista enquanto o carro ia fazendo seu caminho até a casa de Florian. Já olhava para a faixada da casa ainda de dentro do carro. Imaginando o quão belo seria dentro. Assim, antes de sair notava a hora, me alegrando em saber que ainda tínhamos tempo. O toque de Alexia em seu motorista me desanimou um pouco. "Quer dizer que vamos ficar pouco tempo? Que pena." Mas foi um curto sentimento. Pois logo estava na rua sentindo o clima da cidade alcançando seu último dia de verão. Logo nos adiantávamos até o elevador. Dentro do qual prontamente respondia à minha amiga.

    - Obrigada pelo elogio. Meu senso é bom sim, só que nada se compara com o da minha pequena. E sim. Estou bem ansiosa de fato. Mas vou tentar me comportar, prometo.

    Fazia um olhar travesso para ela e dava uma curta risada. Assim saíamos do elevador. Podendo então andar pelo corredor. Notava o quão a vontade ela estava entrando ali dentro de fininho. Assim, imitava seus passos silenciosos com uma face em divertimento. Enquanto isso ia contemplando todos os detalhes de luxo da casa. Inicialmente me apaixonando pelo lustre e os anjos no espelho. Como também amando o dourado em extravagância no quarto de Florian. Assim finalmente focava minha atenção nele.

    Minha primeira reação ao notar a presença dele era olhar para baixo. Mas não por vergonha e sim para o notar descalço abaixo do roupão. "Dizem que costuma ser do mesmo tamanho do pé..." Levantava a cabeça então exibindo um legítimo sorriso alegre. Observava cada detalhe do rosto dele como também de seu porte físico enquanto estendia minha mão para ser beijada. Assim respondia.

    - Um prazer Sir Bernier.

    No instante seguinte notava a mudança de atitude do mesmo. Sorria então de forma mais relaxada abaixando um pouco os ombros eretos. Olhava de relance para a Alex fazendo um sorriso divertido. Assim voltava meu olhar para Florian. O olhando de cima abaixo de forma curiosa. Com um rosto divertido. Então lentamente eu começava a me aproximar e prontamente eu falava de forma enigmática com uma feição ainda divertida.

    - Acredito que vamos poder nos divertir bastante Florian. Vai ser um prazer escolher uma boa roupa. Afinal sua fisionomia combina com muitos modelos interessantes de vestimenta. Mas antes... Se querer mesmo passar a noite com a Sereia do Cabaret, precisa mostrar seus passo. Venha, vamos dançar um pouco. Não precisa trocar de roupa ainda. O roupão é o suficiente.
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    Danto
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 9/6/2017, 13:11

    Alex contornava a figura alta daquele homem que continuava de pé na sua frente a usar apenas um roupão que devido ao corpo robusto dele, ficava justíssimo ao seu corpo forte. A anciã subia então o vestido até a panturrilha, o vestido que tinha algumas manjas e imperfeições que certamente a impediria de usá-lo nas festividades, mas isso não parecia incomodá-la de maneira alguma, até porque essa olhava para a suas reações iniciais com Florian e gargalhava divertidamente sobre a cama, caindo sobre os travesseiros.

    Florian sem entender, olhava brevemente para a própria senhora, mas alguns segundos depois estava novamente a olhar unicamente para ti. Era a primeira vez que os olhos dele buscavam o seu daquela maneira tão empática. Desenhando um curto sorriso nos lábios, ele finalmente falava:

    -Será uma honra acompanhar a grande Sereia em uma dança, espero estar a sua altura querida. Devemos então começar?

    Indagava o homem que agora eliminava a distância que havia previamente entre vocês, ficando a apenas um único passo de distância de ti ao alcance de suas mãos.
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 9/6/2017, 14:11


    Observava a reação curiosa de Alex por um instante. Achando divertido a forma como ela estava agindo. Só que logo depois o foco dos meus olhos eram apenas Florian. Minha face ficava concentrada agora, meu corpo entrava no modo proficional por assim dizer. Apenas começando a mentalizar sobre o que ele estava prestes a fazer.

    - Com certeza, agora mesmo! Vamos com alguns movimentos nacionais que aprendi de tango. Graças a minha querida Émilie-Thérèse, que Deus a tenha, nós franceses temos nosso próprio e único tango.

    Minha cabeça viajava um pouco em minhas memórias de algumas décadas atrás. Me recordando daquela bela humana de meu passado. "É triste lembrar do falecimento de uma amiga. Mas é a vida seguindo seu caminho. E como com o Arco do Triunfo, o que esses humanos artistas deixaram como legado, é que nós devemos usar para nos inspirar."

    - Alex, coloque uma música em seu celular para tocar por favor.

    Eu saía rapidamente daquela linha de pensamento para olhar para a Alex e fazer aquele pedido com um tom bem coloquial enquanto fazia um breve movimento com a mão. Mas ao mesmo tempo eu já estava muito concentrada. Pois dança sempre foi algo especial para mim. Assim olhava nos olhos de Florian mais uma vez consumida pela minha concentração. Já visualizando cada passo que eu faria. Então começava a falar.

    - Agora Florian. Seu papel é me guiar, contudo sou eu que sei todos os passos requintados. Logo peço que escute minha mente com atenção, pode entrar sem se preocupar. Pois pensarei em cada movimento esperado seu. Seu raciocínio será requerido para conseguir assimilar o que for escutado e poder assim me conduzir de imediato. Pois muito bem, vamos?

    Então eu pegava uma mão dele com a minha esquerda, enquanto a direta ia de encontro com o ombro dele. Deixava as minhas costas eretas e inspirando bastante ar para fazer meu pulmão ficar cheio por toda a dança. O soltando lentamente conforme meu corpo for pedindo. Claro que era uma ação psicológica, pois não precisava de fôlego, contudo as danças e seus movimentos foram construídos sob o conceito do fôlego e é importante incorporá-lo. Assim com meus dedos em seu ombro fazia um gesto para ele começar a conduzir. Já com meus pensamentos focados nos passos que ele deveria fazer. Preparada para corresponder.

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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Dados em 9/6/2017, 14:11

    O membro 'King Jogador' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


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    Danto
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 9/6/2017, 14:31

    -Claro, claro. Apenas me dê um instante sim!?

    Respondia Alex sentada sobre a cama, controlando os risos ela esticava a mão até o criado mudo, pegando um celular próximo ao abajur ali colocado. Para fazer uma rápida pesquisa no mesmo e deixar uma música a ser executada. A mulher então se levantava e ia até o banheiro em uma breve corrida, voltando quando a dança de vocês já estava a acontecer, ela agora usava um roupão exatamente nas medidas corporais dela e de cor amarelo bem claro. Ela então sentava na beirada da cama para assisti-los de pertinho.


    Florian não verbalizava nenhuma única palavra, os olhos dele apenas se conectavam aos seus e você sentia uma sensação nova e inusitada, a presença dele dentro da sua mente. Era suave, mas poderosa e grandiosa! Assim, ele prontamente encadeava todas as ações seguindo o que você havia planejado, revelando-se ser um dançarino experiente. Claro que não era essa a arte daquele homem, o toque mais aspero e forte das mãos dele revelavam ao seu âmago que ele deveria executar trabalhos manuais pesados, como esculturas em mármore ou até carpintaria.

    Mas a agilidade dele era surpreendente, ele certamente não era desafiado por suas ações e ainda se dava a fazer suaves sutilezas como manter sempre uma formidável confiança na face, uma sincronia exata com a música o que exigia um ouvido treinado e especialmente um toque mais morno. Não era tão quente quanto o de Alex fora em seu corpo anteriormente, mas ele claramente se preocupava em não ser uma verdadeira pedra de gelo como era aguardado ao tocar em anciões.
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 9/6/2017, 15:31

    Não havia como negar de forma alguma por toda a superfície de meu corpo e de minha face o quanto eu amava aquilo. Não era apenas meu talento, era um profundo e legítimo amor pela dança. Fora este amor que proporcionara alegria nos últimos duzentos anos. Entre todos os momentos tristes, todas as surras e todas as opressões. Estava aqui o motivo de eu ter sobrevivido a tudo. Meu corpo quase que ignorava a gravidade enquanto eu me movimentava de forma serena em alto ritmo. Usando as vezes apenas as pontas do pé para me manter suspensa.

    Claro que esse trabalho não era solitário. Junto de mim estava Florian acompanhando cada passo. Estando a frente de cada movimento meu alguns milésimos preciosos de segundos. Permitindo que todos os movimentos que eu fizesse fossem explorados e compartilhados por ele. Era como uma extensão de meu corpo agora. Minha mente fluia em branco, apenas pensando nos segundo seguintes. Permitindo que todas as informações fossem compartilhadas da mesma forma como meu corpo se mostrava ser.

    Assim o instrui a me guiar por todo o comprimento da canção. Gradativamente acelerando os passos na medida que o ritmo ia se aproximando do fim. Cada vez com passadas mais intensas, soltando a musculatura para ser movida com tanta facilidade pelo meu condutor. Só então quando sentia que a música estava próxima do fim apagava minha mente ao preto. Deixando Florian na posição inicial, soltando a mão dele, deixando a última energia imposta em meu corpo fazer este causar um rodopio que minhas pernas ajudavam a preservar.

    Apenas um giro eu fiz solta na frente de meu par de dança. A energia em meus passos me fizeram me afastar dele ainda em rodopios para mais de um passo de distância. Com minha mão esquerda dava equilíbrio ao meu giro corporal, enquanto com a direita segurava na cinta do roupão dele e puxava rapidamente na medida que me afastava do mesmo. Assim com aquele tecido fino e comprido em mãos fazia um curta final para minha dança em rodopios, fazendo o fio azul desenhar uma grande espiral em cinco giros que fazia até finalmente terminar.

    Meu movimento final era fazer uma leve mesura para Florian em respeito a dança que terminara. Enquanto olhava com um sorriso maroto que logo terminava sob a Alexia. A qual eu estava interessada em ver a reação dela após meu ousado movimento. Com uma curta risada então eu sacudia de leve a cinta azul, fazendo um pequeno estalo no chão como uma curta chicotada. Para só então terminar aquela cena de silêncio para começar a falar novamente com um tom bastante animado.

    - Acho que o aquecimento foi perfeito. Vamos começar?
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 9/6/2017, 16:02

    Off - Teste de Consciência 4d10
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Dados em 9/6/2017, 16:02

    O membro 'King Jogador' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 9/6/2017, 16:07

    Teste de Aparência + Sedução, 7d10, dif 5
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Dados em 9/6/2017, 16:07

    O membro 'King Jogador' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    'D10' : 5, 1, 10, 10, 6, 6, 2
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 9/6/2017, 18:20

    Os cinco giros eram feitos e na sua mão aquela fita azul girava no ar em uma linda espiral perfeita, finalizando com aquele forte chicotear sobre o carpete que forrava todo o piso do quarto. Você sentia assim que começava a sua fala, as suas presas totalmente expostas. Era comum encontrar alivio na dança mas não um sentimento tão forte quanto essa havia sido, seus olhos azuis então se chocavam com a figura de Florian.

    O homem de pé a olhar intensamente na sua direção, com o roupão aberto permitindo que seus olhos pudessem ver um enorme retângulo daquele corpo nu, não era como olhar o corpo de um rapaz cuja força vinha da academia, mas sim de um homem que tirou aqueles músculos irregulares e poderosos do trabalho pesado que executara no passado. Um tórax extremante masculino e com uma suave camada de pelos claros, ombros largos e uma  barriga claramente sólida, na realidade todo o tronco dele possuía uma aparência robusta e quase rochosa. Sua mente até se via em dúvidas, afinal era como se cada centímetro daquele corpo tivesse sido esculpido para o cultuar de um poderoso deus grego. Seus olhos continuavam a descer, vendo as coxas grossas daquele alto varão, todavia o maior de todos os destaques estava abaixo da linha da cintura, um membro rígido e totalmente exposto aos seus olhos.

    Não havia um pingo de vergonha em Florian, isso ficava claro e um olhar lascivo a devorava cuidadosamente. Assim sua visão era conduzida exclusivamente até aquela "rola" como diria a própria Alex. Um pênis como poucos que você já havia visto na vida! Era sem dúvida o único daquela dimensão e espessura. O arqueamento demonstrava uma força e potência divina, a glande exposta, as veias... Era difícil desviar os olhos!

    A voz de Alexia então saiu um pouco fraca, ofegante e levemente risonha. Assim que a mulher começava a falar, Florian puxava o roupão em uma vã tentativa de esconder aquela poderosa e imensa ereção, que parecia pulsar por de trás do pano azul que agora a encobria.

    -Nossa, isso que eu chamo de um grand finale de uma dança! Mas nada de... fazer isso em público crianças, seria um escândalo!

    Ela estava de pé na frente da cama, havia no olhar dela uma delicada pitada de excitação sexual que era disfarçada por um sorriso largo e feliz. A anciã então olhava para a situação da própria prole e brincava com ele.

    -Você costumava demorar um pouquinho para se animar tanto querido, ela está só aquecendo!

    Florian forçava uma profunda respiração. Observar aquele tórax forte se mover era interessantíssimo,  ele não tinha nenhum traço dessa nova masculinidade delicada e forjada por cosméticos, era a definição mais arcaica e pura da figura de um homem. Segurando com as duas mãos o roupão na altura da cintura, ele comentava.

    -Uma nova experiência, eu de fato não esperava tamanha naturalidade dentro dessa sensualidade pura, peço perdão pela falta de controle. Existem reações corporais que simplesmente saem de nosso controle não é mesmo? Todavia, sigo a dizer, estou a sua disposição minha Sereia. Isso é, se eu fui um par a sua altura é claro... Terei o direito de saber qual será o próximo passo a ser dado?

    Alex sentava na cama outra vez e cruzava as pernas, apoiando as mãos na cama e abrindo um sorriso largo na face. Ela olhava para aquele volumoso detalhe que era impossível de ser ignorado e posteriormente para você, curiosa com toda aquela reação e seus desencadeamentos imprevistos.


    Última edição por Danto em 9/6/2017, 19:54, editado 1 vez(es)
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    King Jogador

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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 9/6/2017, 19:16

    "Uau! Meu corpo me dominou agora. Que experiência maravilhosa!" Tateava minhas presas com a minha língua, sentindo um pouco da surpresa de como meu corpo reagira. Meus passos finalmente paravam e eu podia observar a vista estática. Sem demonstrar um pingo de vergonha de onde meus olhos estavam focados. Observando cada detalhe com intensidade. Aproveitando aqueles momentos de liberdade que meu corpo experimentava. Um lado meu queria logo falar sobre qual gravata iria combinas com os olhos dele. Só que a vontade de olhar ganhava drasticamente. Apenas depois de Florian falar que eu o respondia com uma voz mergulhada ainda no prazer que eu sentira.

    - A dança sempre nos permite explorar novas experiências. Não se preocupe com seu descontrole, todos nós temos nossas necessidade. Eu apenas não posso lhe saciar como você merece pois possuo alguns bloqueios com o corpo de um Membro. Virtude de uma situação que saiu do controle a muito tempo.

    Aquele misto de coragem e desejo me ajudava a falar de forma bem aberta e sincera. Tentando deixar claro meus limites. Pois era claro que eu não iria quebrar a barreira da minha linha de conforto só por causa de algumas emoções prazerosas. Contudo observá-lo da forma que eu fazia agora era magnífico. Eu poderia fazer isso a noite toda na verdade. Infelizmente aquela outra vozinha na minha cabeça me lembrava da hora. Assim eu tinha de focar no objetivo.

    - Acredito que agora o melhor a fazer é começar a lhe vestir. Infelizmente... Qualquer calça que eu coloque em você iria lhe torturar bastante agora. Precisamos resolver esse problema então.

    Minha cabeça rapidamente conseguia encontrar a desculpa ideal. Como um pedido de "mais cinco minutos" antes do bom senso lhe fazer acordar. Havia muito prazer naquela cena, que eu podia aproveitar agora, sem me arrepender depois de ter negado. Afinal já possuo muitos arrependimentos assim em minha não-vida e agora estou me sentindo corajosa o suficiente para não negar.

    - Eu posso te ajudar com isso... Afinal as ressalvas que eu tenho, não incluem todos os tipos de satisfação masculina.

    Assim, ao mesmo tempo que largava a fita azul, eu caía de joelhos. Fazendo uma profunda respiração para poder apreciar cada segundo daquela situação que me fazia querer derreter de tanto prazer. Morrendo de medo que fosse apenas um sonho. Meu amago pedia que eu aproveitasse enquanto eu ainda tivesse tempo. Afinal o relógio corria e eu tinha muitas coisas para fazer e não queria desapontar ninguém. Eu não queria falhar esta noite e não me perdoaria se fosse culpa de uma ação voluntária minha. Assim eu precisava ser breve. Mas não é por causa disso que eu não poderia saborear. Eu então encolhia minhas presas enquanto falava. Fazendo uma curta risada divertida no final.

    - Porque você não se aproxima? Não se preocupa, eu não vou morder...
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    Danto
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 9/6/2017, 19:54

    Sentada diante aquela cena, Alex observava tudo com bastante curiosidade. As suas palavras causavam uma preocupação inicial na face dela, a mesma se ajustava como se ameaçasse se levantar e poupá-la de qualquer tipo de situação desconfortável.

    Mas foi na face de Florian que você viu algo inusitado, ele concordava contigo. Suavemente com a cabeça, com um empático sorriso na face o homem parecia verdadeiramente compreender os seus bloqueios e respeitá-los de forma honrável.

    A tua segunda frase fazia Alexia arquear a sobrancelha, ela já mordiscava o próprio lábio inferior e assumia uma postura mais lasciva. E mesmo com aquela linda mulher claramente aceitando resolver o "problema", Florian continuava a te olhar. Você era o único foco que ele possuía, ele olhava para o próprio membro quando você mencionava uma calça e fazia uma pequena careta como se aquela possível dor fosse algo familiar à ele, mas foi apenas uma "checada" pois ele prontamente voltava te observar.

    A sua terceirava fala fazia Alex descruzar as pernas e inclinar o tronco para frente, abrindo os olhos ela se surpreendia e assim que você se ajoelhava ela não escondia o enorme desejo que aflorava dentro dela!

    Já Florian conseguia ver além daquela vontade, ele prestava atenção a cada palavra dita por ti e enquanto falava ele se aproximava de ti, passo a passo para que você pudesse tomar o seu tempo e sentir-se confortável naquela posição.

    -Compreendo seus limites Jack, fico feliz que não irás me morder minha cara. É um pequeno vicio que também não me agrada, apenas indique a temperatura que lhe for mais confortável sim?!

    Florian então soltava o roupão quando estava a dois passos de distância de ti, o órgão ereto dele saltava com vigor e balançava no ar na sua frente, assim ele seguia se aproximando e parava a milímetros da sua face. Ali na frente do teu nariz, aquele grosso e enorme órgão se apresentava e arrancava suspiros de Alex.

    -Acho que podemos ficar mais um tempinho aqui não é mesmo querida, prometo entregar vocês dois no horário! Apenas aproveite sim!? Ainda temos um horário folgado e ele é todinho seu!

    Comentava Alex que colocava uma mão suavemente entre as pernas, enquanto Florian gentilmente removia as mechas que estavam a frente da sua face, colocando-as para trás das suas orelhas e olhando diretamente nos seus olhos. Seguro e calmo, ele fazia questão de abrir parcialmente a boca para que você pudesse notar que ele retraia as próprias presas.
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 11/6/2017, 01:02

    - Fervendo.

    Não havia mais nada para ser dito agora. Minha voz tremia de prazer só com aquela única palavra pronunciada. Meus olhos sequer focavam agora no rosto de Florian e muito menos no de Alex. Não por vergonha e sim por puro desejo, afinal só havia um foco neste momento. Aquela cabeça roxa que balançava a cada passo e fazia minha boca salivar gradativamente. Trazendo uma sede que não era saciada a muito tempo. Uma eternidade me contendo fez meu corpo esquecer da dor da abstinência. Não mais, e por isso agora eu sentia aquela vontade contida a tanto tempo regressando a níveis alarmantes. Até a aproximação finalmente terminar a menos de um palma de distância. Já dava para sentir o cheiro e eu fantasiava sobre o gosto. Junto dos arrepios do carinho delicioso que recebia próximo da orelha.

    Olhei então uma última vez para o rosto de Florian. Apenas para ver suas presas sendo retraída. Assim dei um curto sorriso e voltei minha atenção para a frente mais uma vez. Aquele momento era mágico e ir devagar era um forma degustar cada milésimo de segundo. "Como eu quero isso. Como eu desejei por isso. Tanto tempo. Finalmente." Minha mente entrava em transe e parcialmente desligava para apenas meus desejos serem acionados. Assim eu fui lentamente me aproximando até poder beijar na glande dele. Começando com curtos beijos secos, até começarem a se umedecer. Para finalmente eu começar a passar a língua na medida que ela ia entrando dentro da fimose. Assim podendo em curtos movimentos expor todo aquele corpo roxo.

    Minha boca não resistiu mais aquela curta brincadeira com os beijos junto da língua e então abri a boca para mergulhar a glande inteira para dentro. Sentindo meus lábios se esticarem enquanto iam abrindo caminho até prazerosamente conquistarem todo ele. Passava em seguida a língua em circular por toda a cabeça roxeada. Fazendo inicialmente um movimento anti-horário e depois horário, invertendo a cada três voltas. Percebendo cada peculiaridade e cada detalhe do relevo daquele esplêndido pênis através do tato. Sentido cada uma das Glândulas de Tyson na medida que a língua passava nelas, logo em seguida contornando o frênulo enquanto o sentia tensionado. Não demorei muito então para retirar a boca novamente e começar a dar mais alguns beijos bastante molhados.

    Agora começava a correr pelo caule e descendo até a base. Só que ali eu parava um pouco com a boca. Para poder dar uma profunda cafungada logo abaixo da base daquele enorme pênis que ficava estendido deitado sobre todo meu rosto. Me impregnando daquele cheiro forte que quase me fazia desmaiar de prazer. Assim dava um curto relance para a face de Florian, enquanto seu membro dominava quase toda a visão dele de meu rosto. Então eu voltava a me mover. Indo agora na direção do testículo dele com minha boca desbravando o caminho a sua frente. Enquanto isso minhas mãos encontravam seu caminho pela perna dele. Subindo usando cada dedo para sentir o tato com aquela pele musculosa. Tocando de leve o suficiente para fazer os nervos sensoriais dele ficarem à flor da pele.

    Não perdia um segundo para por aquelas duas bolas dentro de minha boca. Agora brincando com a língua de forma mais cautelosa. Só que aproveitando meus dedos já na altura da coxa dele para trazerem alguns arrepios. Em seguida eu me afastava e com a língua apenas ia fazendo meu caminho de volta até a cabeça daquele pênis. Voltando a colocá-la por inteiro em minha boca. Agora colocando mais volume para dentro. Enquanto minhas mãos seguravam já a cintura dele para me ajudar no movimento. Fazendo mais e mais parte daquela digníssima rola adentrar minha boca. A língua não parava seu serviço delicado e rápido. Como minhas mãos agora começava a tocar usando mais suas pontas, fazendo o toque da unha dar um leve arrepio em uma suave arranhada. Mais uma vez olhava para cima. Seria difícil notar, mas eu estava sorrindo.

    Prosseguindo meus movimentos enquanto minha mente se congelava em uma pintura branca tomada pelo prazer. Assim, eu voltava para lambidas externas indo da ponta até a base, umedecendo toda a superfície do pênis e conhecendo todos os detalhes ali contido. O movimento mais chamativo eram das minhas mãos que subiam até perto do tórax. Subindo e descendo fazendo curtas arranhadas. Impossível de deixar marcas, pois eram suaves o suficiente para trazer inúmeros arrepios. Percorrendo os caminhos mais sensíveis dos nervos. Movimentos feitos em uma cadência rápida o suficiente para deixar a mente dele no maior misto possível de sensações simultâneas que eu poderia dar ao mesmo tempo.

    Fazia muito tempo que eu não aproveitava algo assim de forma tão lasciva. Era um tipo de prazer que eu havia abandonado por completo por muito tempo. Agora fazendo eu sentir na pele o quanto eu realmente sofrera por sonegar aquilo. Era algo natural que se tornava um tormento ao se afastar de mim em uma maneira tão abrupta. Finalmente de volta ao prazer, eu me dava ao luxo do egoísmo e focava principalmente nos meus sentidos naquele momento. Apreciando minha língua e minhas mãos por aquele corpo com todo o tempo do mundo. Sentindo o tato quente, o paladar único e o cheiro forte. Sons eram feitos apenas por uns curtos gemidos agudos que vinham de meu amago derretido de alegria.

    Passado alguns minutos naquele delicado movimento eu descia as mãos. Enquanto deixava a minha boca dominando apenas a glande, com a língua em repouso logo abaixo dela. Assim colocava meus braços se cruzando para trás do meu corpo. Me deixando em uma posição de equilíbrio. Então fazendo uma pequena sucção, deixando meu rosto naquele formato sensual, olhava para cima. Com um olhar lascivo. Tomada totalmente pelo prazer e agora com vontade de retribuir a altura. Assim meus olhos desciam uma última vez. Para cair sobre Alexia. Fazia para ela um sorriso difícil de ser notado com toda aquela rola na boca, mas ela entenderia meu olhar maroto. Pois logo em seguida olhava mais uma vez para cima. Me prendendo nos olhos de Florian e só assim começar.

    Meu corpo ia rapidamente em um mergulho. Abrindo a boca o máximo que eu podia e jogando a cabeça para frente. Fazendo todo o pênis dele correr até minha garganta. Com meu nariz se chocando com a pele dele logo no talo. Ali eu fazia meus músculos funcionarem e puxava meu corpo de volta para a posição inicial. Não dando nenhum segundo de descanso eu mergulhava de novo. E de novo e de novo. Começava a fazer aquele movimente de forma síncrona, crescendo a velocidade de maneira exponencial. A língua ficava apenas em repouso podendo passar seu tato áspero por todo o comprimento daquele membro que corria por cima dela. Assim eu não dava trégua. Fazendo dos minutos seguintes o meu maior esforço em muito tempo para poder prover prazer alheio.

    Meu corpo estava longe de ser saciado. Só que eu amava sentir aquele tesão todo voltar. A tantos anos sem sentir, seria uma linda noite desfrutando de meu prazer. Mas para Florian estava para dar uma pausa. Pois eu não permitia que a resistência dele o segurasse. Assim não parei de forma alguma até finalmente sentir o corpo dele todo retesar enquanto os rígidos músculos pareciam dar uma amolecida. Então me surpreendi. Pois meu amago pediu para eu não tirar a boca do pênis dele ainda. Para poder sentir toda a secreção dele invadindo meu corpo. Não tinha como eu negar este pedido. Deixava minha mente explodir naquele prazer profundo. Apenas focando dentro de minha cabeça com toda minha força para que minhas prezas não saíssem. Mas que eu pudesse saborear cada gota daquele vitae que viria de forma única e especial. Só pararia depois que da última sucção nada mais saísse. Então iria me afastar sorridente, para poder observar o resultado.

    Off - Teste de Auto-Controle, 4d10 + FV
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Dados em 11/6/2017, 01:02

    O membro 'King Jogador' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 11/6/2017, 02:13

    Florian seguiu pelos instantes iniciais com uma expressão bem controlada na face, ele a admirava e usava a própria força para manter-se parado na sua frente sem sequer fraquejar por um único segundo. Todavia, cada vez que seu olhar buscava por ele, a face dele se modificava.

    O primeiro curto olhar na direção do homem era feito e ali você conseguia ver nos olhos dele um tesão incalculável! As dimensões do membro dele quase ocultavam a sua face por completo, mas mesmo assim ele olhava para ti e parecia estar hipnotizado pelas suas ações.

    O segundo olhar vinha após o toque das suas unhas, com todo aquele pênis enorme dentro da sua boca. A expressão de Florian era outra, mais intensa, os olhos ligeiramente fechados e com o tórax se movimentando intensamente, simulando uma respiração que não ocorria totalmente, mas que dentro da mente dele parecia estar descontrolada e ofegante. Era curioso como aquele calor febril dentro da sua boca contrastava com o toque gélido que as suas mãos também geladas sentiam, arrepios ali eram compartilhados de maneira intima e única.

    Seu terceiro olhar vinha e Florian abria bem os olhos, ele sorria! Um belíssimo sorriso ausente de presas e dominado apenas pelo tesão que ele sentia por ti. Toda a postura contida do homem se rompia ali e seus olhos se encontravam por poucos instantes, mas foi tempo suficiente para você ter a certeza de que ele só conseguia existir naquele momento para o seu prazer.

    Finalmente você voltava sua atenção para Alex, a anciã estava sentada na beira da cama, com as pernas abertas e as duas mãos no meio delas, estimulando as próprias intimidades sem nenhuma vergonha e soltando pequenos gemidos abafados. Ela sorria em resposta ao seu olhar, com as presas à mostra, totalmente dominada por uma onda poderosa de vontades!

    O quarto olhar ocorria, aquele que precedia o mergulho. Foi dentro desse que o mundo desaparecia, os gemidos de Alex, a textura do carpete onde seus joelhos estavam apoiados, a noção de tempo e espaço. Ali vocês se viam, se desejavam e se conectavam em uma perfeita sincronia. O corpo dele reagia ao seu, da mesma da mesma forma como reagia a dança, seus corpos bailavam em uma melodia especial que terminava quando todos os músculos de Florian reagiam em uma explosão.

    Ali na sua frente o ancião fraquejava, as pernas grosas e fortes tremiam e ele se via obrigado a dar um passo a frente, forçando que seu equilibro mais uma vez fosse desafiado! Sua boca era então tomada por um jorro quente, viscoso e inesperadamente delicioso de vitae! Não era como você imaginava que seria, nem por um único segundo seu corpo rejeitava aquele gozo que descia pela sua garganta, as sucussões feitas por ti ajudavam a extrair até a última gota!

    Afastando-se você poderia notar que Florian estava ainda a lhe admirar, a máscara dele também havia caído e ali o homem se mostrava sem nenhum receio ou dúvida na sua frente, o enorme membro dele ainda rígido pendia no ar, começando a gradativamente se acalmar, todavia você sabia que qualquer outro mínimo estimulo faria aquela montanha se erguer outra vez!

    Alex então comentava:

    -Minha nossa, Jack! Isso foi...

    A mulher era interrompida por Florian.

    -Uma experiencia única e especial.

    Alex reagia embasbacada, cruzando as pernas e arregalando os olhos, a expressão na face do homem intrigava a própria Senhora dele!

    -Florian, não vai me dizer que...

    O homem parecia simplesmente não ter olhos para a linda mulher que estava sentada ali na cama. Estendendo-lhe a mão ele oferecia uma apoio para que você se colocasse de pé.

    -Jack, vamos aos próximos passos sim? Mas antes, fico profundamente feliz que tenhas me permitido dessa forma, será difícil tirar o seu sorriso da minha mente sabia?!

    Alex suspirava e balançava a cabeça positivamente.

    -Jack, Jack. Você é a primeira em muitos séculos querida, sinta-se orgulhosa! Florian não é tão efusivo assim.


    Florian comentava, ainda olhando para ti.

    -Alex, eu me exponho para os que me fascinam, sabes disso. Bem, Jack qual é o próximo passo querida?
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 11/6/2017, 19:57

    Olhava para Florian dando mais um sorriso para ele. Agora com meu olhar drasticamente afastado da luxúria e dominado pela ternura. Era a segunda face minha que eu o oferecia agora. Meu corpo ainda desejava se divertir bastante, mas meu outro amago implorava por calma e delicadeza. Havia já sido dinâmica demais com ele. Precisava agora notar um pouco suas necessidades e priorizar a nossa missão. Em prol da construção de uma boa ligação para uma excelente amizade no futuro. Com esse pensamento em mãos, após ficar de pé eu me aproximava dele sem fazer movimentos rápidos. Dando tempo por todo o intermédio da ação para ser absorvida e compreendida. Assim indo pegar suas mãos, tocar com as minhas e trazer até perto dos meus lábios para eu poder dar dois beijos carinhosos. Logo mentalizando um profundo "Obrigada" onde paralelamente olhava em seus olhos antes de largar suas mãos e começar a falar em um tom menos corrido.

    - Bom Florian, acho que eu estou agitada demais. Não lhe dei um sossego nessa última meia hora. Você e a Alex devem estar com bastante sede inclusive. Eu até pegaria uma jarra com algumas taças se soubesse onde fica seu estoque. Infelizmente não sei onde achar. Não queria abusar dos seus bons modos, contudo seria bom se você fosse pegar um pouco antes de começarmos a ver suas roupas.

    Esperava a reação e resposta dele. Mantendo em todo o momento a forma mais compassiva e atenta às suas emoções. Revelando de completo meu modus operandis não lascivo. Aquele que eu sempre tive ao longo dos anos e o cultivei para ser realmente parte de mim e não uma máscara falsa. Era a mistura do que a etiqueta ordenava empregando com uma empatia única que nascera de mim e nunca fora lecionada por minha fria senhora. Após a contra ação de Florian, eu me direcionava até a cama, sentando ao lado de Alex tranquilamente. Ali esperava ele se afastar da sala. Para então voltar meus olhos na direção dela. Novamente totalmente dominados pela luxúria e junto de toda minha aura expansiva que eu havia expressado até um minuto anterior. De tal forma eu fazia meu sangue fervilhar o concentrando na ponta de dois dedos da minha mão direita, o do meio e o indicador. Delicadamente os colocando na coxa da Toreador. Fazendo os dois começarem a andar em um percurso iniciado um pouco acima do joelho e indo para cima de forma compassada na medida que eu começava a falar com ela.

    - Não ache que eu te abandonei amiga. O que acha de nos acariciarmos um pouquinho?

    Off - Queimo um ponto de sangue para aquecer os dedos.


    Última edição por King Jogador em 14/6/2017, 17:17, editado 1 vez(es)
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 12/6/2017, 12:10

    O seu sorriso empático era recebido por Florian com um delicado e breve movimento de sorrir feito com o canto esquerdo dos lábios, ali ele respirava duas vezes até que você se aproximava dele e beijando as mãos grossas e com alguns calos típicos e esperados. Olhando nos seus olhos, o homem respondia de maneira mais calma.

    -Não há nenhum abuso querida, retornarei em breve sim?! Além disso, acredito que não irá demorar para que você decore cada pequeno detalhe dessa casa, já que serás sempre muito bem vinda aqui. Por tanto, com sua licença...

    Florian gentilmente dava um passo a frente, ainda contigo a segurar as mãos dele e beijava com carinho a sua testa, olhando por alguns instantes na profundeza dos seus olhos azuis. Enquanto Alex a ouvia, Florian deixava muito claro que ele a via e a admirava. Assim ele se retirava, deixando-a sozinha com sua amiga.

    O seu toque na coxa de Alex a fazia tremer e suspirar, chegando a fechar brevemente os olhos. Ela então abria novamente os olhos amendoados dela e desenhava um sorriso maroto na face.

    -Jack, Jack! É uma peninha que você tenha algumas linhas de limite, ainda, porque eu queria fazer tantas coisas contigo e Florian! Uau! Você foi bem gulosa né querida?! Mas como não ser com tanta fartura!

    Alex falava com o tom que você estava ainda a se acostumar.

    -Então, claro que sim! Venha cá!

    Ela prontamente levava a mão até seu vestido, puxando-o com uma ação suave e deslizando a mão gelada pela sua coxa.

    -Então, vou te fazer uma pergunta e quero uma resposta sincera tá bem?!

    A anciã então pegava a sua mão livre e não aquecida pelo vitae, a levava na direção da boca dela, olhando no fundos dos seus olhos ela tomava a liberdade de começar a beijar seus dedos.

    -Querida, o que achastes dessa experiencia com nosso Florian? Tome seu tempo para responder sim?! Acho que você o conquistou e isso não acontece a mais de duzentos anos... Enquanto você pensa, deixa eu te mostrar um truque de como retribuir uma rola como a dele, sinta isso...

    Alex prontamente tomava seu dedo do meio com os lábios, juntamente com seu indicador. E envolvendo-os com a língua, a linda anciã toreador olhou na sua direção e forçou o vitae para que a face dele ficasse corada. Uma ação bem simples que muitos membro faziam, todavia, você sentia a mudança gradativa na temperatura dos lábios dela! Era algo suave, mas que tornava a experiência especial. Removendo então os seus dedos, a mulher sorria.

    -Entendeu?
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 12/6/2017, 23:16

    "Esses calos dão um tempero especial nele." Sentia um delicioso calafrio com aquele beijo especial e único em minha testa. Sorria para ele um pouco sem jeito, como se tivesse reaprendendo a sorrir. Ao mesmo tempo, refletia sobre o convite para que eu o visitasse mais, algo que me deixava alegre. O observava então sair com uma feição delicada na minha face. Assim finalmente estava a sentar do lado da Alex para adentrarmos nossa brincadeira. Prontamente respondia a primeira frase dela compartilhando aquele sorriso maroto no final de minha sentença.

    - Nunca gostei de ser mordida. Fiz uma tentativa e me arrependi. Corpo gélido, nenhuma tentativa de respirar. E aquelas infernais mordidas. Mas não chega a ser um trauma. Apenas uma ressalva. Pessoas podem sempre nos surpreender. E tenho de admitir que agora foi a maior engolida que já dei.

    Sentindo um prazer se aproximando de minhas partes íntimas, sentia como se estivesses perto de derreter. Na medida que meus dedos não paravam de ir até as dela. Chegando lentamente lá embaixo com muita curiosidade e prazer. Enquanto isso a escutava pensando profundamente em suas palavras. Para em seguida soltar com sinceridade minhas falas.

    - Eu fiz duas descobertas agora. Uma com o Florian. Que me mostrou que existe membros aos quais eu posso confiar e me entregar sem sofrer com isso. Eu já sentia isso por você, mas vir de um homem restaura minhas esperanças. A forma como ele se permitiu ser conduzido me cativou deveras. O que me leva a minha segunda descoberta. Descobri o quanto eu precisava disso. O quanto ainda preciso e o quanto eu acho que sempre vou precisar. Eu nasci para viver do prazer de meu corpo, não posso mais negar essa parte de minha personalidade. Nunca mais.

    Observava os olhos amendoados dela de forma contemplativa. Me deslumbrando com a ação que ela fazia. Impressionada com aquela bela habilidade que os dois sabiam demonstrar com tanta ternura e maestria. Eu de fato tinha de retribuir um pouco. Não era apenas uma mão quente que faria o serviço ideal. Só que era algo que nunca aprendi direito. Logo era requerido concentração. Tentando fazer meu vitae correr na direção da minha língua e lábio. Quase dava dor de cabeça o processo e não conseguia ter certeza se de fato fizera corretamente. Logo a respondia.

    - Hummm. Parece bem mais complexo do que o que eu sei fazer. Vem aqui para testar se eu consegui.

    Com a minha mão logo na frente dos lábios dela, fazia um olhar travesso antes de aprontar. Lentamente, esperando ela aprovar, colocava meu dedo novamente na boca dela. Então, como num anzol, puxava lentamente a cabeça dela na minha direção. Enquanto eu me inclinava na direção dela. Então tirava a mão da boca dela e ia para um beijo bastante quente de nossas duas bocas. Não era algo profundo e platônico, claro que não, apenas um misto de curiosidade com prazer.

    Off - Queimo um ponto de sangue para aquecer a boca.
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 13/6/2017, 11:51

    Os seu dedos quentes tateavam a fenda extremamente úmida, era um toque inesperadamente curioso pois toda a delicadeza esperada estava ali, mas a presença do vitae gerava uma lubrificação especial e indescritível. Alex era conduzida até a sua frente com um olhar curioso, uma curiosidade que desaparecia quando seu primeiro dedo fervente adentrava a intimidade dela e o beijo ocorria. Diante seus olhos você via algo extremamente familiar se passar, Alex mergulhava em uma onda tão intensa de tesão que simplesmente apagava durante alguns segundos.

    O beijo acontecia, os lábios quentes dela se chocavam contra os seus que não armazenavam propriamente uma temperatura elevada, oscilando em uma imprevisível e charmosa inexperiência. Alex se aproximava a cada instante, até terminar o beijo e olhar diretamente nos seus olhos.

    -Eu quero...

    A voz dela saia fraca, ofegante e tremula. Imediatamente ela empurrava o indicador e o dedo do meio profundamente dentro de ti, para após a sua reação corporal intensa e expansiva, literalmente puxar com tanta força o seu vestido branco que o rasgava de cima a baixo! Os dedos da mulher então se moviam com velocidade dentro de ti enquanto a base da palma da mão dela estimulava seu clitóris, seu corpo inteiro era tomado por uma maravilhosa e quente sensação, Alex queria você por inteira e não se importava com mais nada! A linda anciã começava a beijar seu corpo, começando pelos seus seios e descendo a cada instante que se passava até chegar exatamente onde a mão dela se encontrava, agora eram os lábios e a língua dela que cuidavam de seu clitóris enquanto os dedos a exploravam  mais profundamente.

    Fazendo uma curta pausa com a boca, Alex decidia beijar as suas coxas enquanto intensificava o ritmo de entrada e saída dos dedos, todavia entre os beijos você sentiu que o corpo de Alex inteiro paralisava, ela buscava seus olhos e não disfarçava as presas brancas expostas. Conduzindo a face até a sua coxa direita, criando um enorme suspense!

    A toreador a beijava com carinho, retirando os dedos de dentro de ti, aproveitando novamente para beijar seu corpo inteiro até que as presas finalmente se retraíssem. Cuidadosamente Alex a conduzia pela cama, afim de preservar o seu cabelo a mulher a levava até a cabeceira da cama e encostava suas costas nos travesseiros. Recuando ela retirava o roupão, exibindo-se totalmente ao seus olhos e abrindo um sorriso limpo, sem presas.

    -Agora nós podemos começar!

    Afirmava ela em um animadíssimo tom de voz, aquela linda e nua mulher engatinhava até se aproximar totalmente de ti, beijando lascivamente os seus lábios enquanto tomava uma das suas mãos e a conduzia para o meio das pernas dela, implorando por estímulos e pelo seu toque. Ela prontamente retomava os beijos nos seus lábios e a estimular o seu clitóris com muito mais intensidade do que anteriormente.

    E assim que esses começavam, a porta do quarto era aberta suavemente, Florian adentrava o quarto com dois enorme jarros de prata em mãos. Florian fazia um sinal de silêncio para você, sorrindo de maneira suave o homem posicionava as jarras e retornava ao corredor, regressando ao quarto com três taças em mãos, organizando suavemente os objetos sobre a mesa que ficava na parte do fundo do quarto. Assim ele calmamente voltava até a proximidade da cama.

    -Alex, você não consegue mesmo se segurar! Alias, eu trouxe tudo que me pediu querida Jack, como posso ajudá-la agora?

    Alex estava tão distraída que só notava Florian quando o mesmo falava, rindo baixinho ela olhava apenas para você. Na realidade, os dois estavam apenas olhando para a sua face, todavia, Alex com um maroto sorriso na face, empurrava os dedos inteiros para dentro do seu corpo e beijava seu pescoço.

    -Ele quer saber o que você quer Jack...

    Sussurrava Alex. Enquanto Florian se posicionava na lateral da cama, com o roupão ainda aberto e com o membro a mostra, todo marcado pelos tons do seu batom e ainda suavemente sujo pelo líquido do interior da sua garganta. Seus olhos testemunhavam o gradativo crescer de toda aquele enorme pênis.
    Objetos em cena:
    Taças:
    Jarras:


    Última edição por Danto em 14/6/2017, 16:37, editado 1 vez(es) (Razão : Narrador não decorou a música dos dedinhos da Eliana.)
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 14/6/2017, 17:18

    Depois do primeiro beijo eu me entregava. Apenas focando em manter meus dedos quentes dentro dela. Tentando fazer um tentador movimento giratório. Mas quando a minha roupa era puxada, me entregava totalmente para ela. Me deixando como uma boneca nas mãos da Harpia. Sentindo cada delicioso beijo pela a extensão do meu corpo. Até esses chegarem na minha vagina. Fazendo eu morder meus lábios por todo o processo que estes ficaram lá. Só que quando sentia aquele toque úmido na minha coxa, uma tremedeira gostosa vinha. Olhava para ela derramada no tesão. Sem sequer me sentir incomodada com aquelas presas para fora. Afinal meus desejos carnais estava agora acima de meus receios. Mas ficava mais alegre ainda quando notava o esforço dela. Assim me arrumando na cama com a ajuda da Alex. No final eu abria totalmente as pernas num convite para ela me tomar por completo.

    Quando ela finalmente se aproximava, eu realizava meu desejo antes dela chegar aos meus lábios. Colocava meus lábios no seu seio esquerdo e mamava de leve. Fazendo uma curta sucção tentando sentir aquele tato especial. Para só depois a deixar me tomar por completo. Minha mão direita, já conduzida por ela, retornava para o seu interior. Fazendo uma sincronia com os dois dedos balançarem, similar ao movimento de simular um andar. Enquanto isso minha outra mão a abraçava com ternura. Lentamente descendo pelas costas dela. Passando por suas nádegas. Até se aproximar daquele pequeno buraco no meio delas. Com o dedo do meio, ficava o buscando até tê-lo totalmente em meu tato. Assim observava a reação da Alex enquanto ia muito lentamente afundando aquele dedo ali. Agora com três dedos meus no interior dela. Minha face se transbordava de tesão vendo a sua reação.

    Finalmente notava a presença de Florian. Sorria ao observar que ele trazia tudo que era pedido. Por um milésimo de segundo fazia uma expressão leve de vergonha dele me ver assim. Porém, em seguida regressei a sorrir para ele. Assim permanecia naquele transe delicioso até ele finalmente se pronunciar. Era Alex que o respondia. Me trazendo então um intenso calafrio ao se direcionar ao meu pescoço. Contudo meu foco agora era nele. O observava por completo. Porém, que meu olhar havia mais do que apenas tesão. Havia um agradável sentimento que me fazia apenas o ficar apreciando. Só que não era apenas isso que eu queria. Assim firmava meu olho contra o dele. Implorando que ele tentasse sentir novamente meus desejos e minhas intenções. Apenas uma fraze corria na minha mente agora. "Me complete".
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 14/6/2017, 18:50

    Os seus corpos se tocavam em uma perfeita e lasciva dança, toques delicados e suaves eram trocados por vocês duas e a cada instante que se passava a sensação gelada do tato ia se tornando apenas um detalhe pequeno, pois ali se havia muito mais para sentir. Especialmente quando a sua mão deslisava pelas nádegas de Alex, a linda anciã Toreador imediatamente buscava os seus olhos, desejando que você testemunhasse todas as reações que ela sabia que teria.

    Entretanto, independente de o quão experiente ela poderia de fato ser, ela claramente não esperava um estimulo tão potente. Cada milimetro do seu dedo arrancava dela uma expressão, cada nova reação encaixava com harmonia e sincronia naquela linda face que se deliciava a sua frente. Primeiro foram os lábios que se abriam, movendo-se delicadamente como se a mulher estivesse a respirar pela boca, era então a boca a segunda a se revelar, abrindo-se para permitir que um delicioso gemido fosse expelido. A língua da mulher se chocava contra os dentes superiores frontais e mais outro gemido se fazia presente, ecoando pelo interior do quarto sem nenhuma vergonha. Finalmente seus três dedos adentravam o corpo de Alex e essa se perdia totalmente, o tronco dela fraquejava e se arqueava em alguns graus, isso fazia com que a cintura da mesma subisse e as pernas dela se abrissem totalmente. Os olhos reagiam em uma batalha homérica para se manterem abertos.

    Qualquer homem teria uma latente ereção diante as reações que você provocava em Alex, todavia, eram as suas ações que causavam os maiores estímulos em Florian naquela cena. Seu sorriso envergonhado, seguido de outro mais lascivo o deixavam completamente rígido! A sua mentalização parecia finalmente alcançar Florian, esse iniciava então uma movimentação. Enquanto ele a fazia, Alex empurrava totalmente os dois dedos para dentro da sua vagina, quando finalmente adentrava ela, faziam uma movimentação similar a de um gancho, atingindo os pontos mais intensos e prazerosos de sua intimidade.

    O homem cuidadosamente ajeitava os travesseiros ao seu arredor, removendo os que estavam a separá-la do contato direto com a cabeceira estofada daquela enorme e luxuosa cama, subindo sobre a mesma e seguir cuidadosamente até o teu lado. Com as mãos, então, movê-la para frente de modo bastante suave. Alex sentia a presença de Florian sobre a cama e sorria, aprovando que iria ocorrer. A mulher então agarrava as suas nádegas e a puxava para frente, sem nenhuma delicadeza ou cerimônia forçando-a a ficar de joelhos sobre a cama. Ela posteriormente a copiava, dessa forma vocês ficavam praticamente na mesma altura e trocavam beijos cheios de tesão e energia.

    Houve então a certeza de que Florian estava posicionado atrás de ti, afinal o enorme pênis do homem tocava suas costas, causando-lhe um arrepio diferente e intenso, já que o mesmo ainda estava gélido. Tudo então pareceu ocorrer em um milésimo de segundo, um único flash, um só frame...

    A glande que você ainda conseguia se lembrar perfeitamente do sabor, tocava na entrada do seu anus. A pressão era feita, seu corpo inteiro parecia responder a ela e Alex gemia alto e exibia as presas. A dor então se fez presente, uma única explosão que irradiava e desencadeava um tesão que você nunca havia sentido em toda sua vida! A resistência era rompida pelo enorme e grosso órgão de Florian, que avançava centímetro por centímetro...e eram muitos centímetros! A sensação gelada era rapidamente substituída pelo calor que ardia dentro de ti. Seu corpo inteiro parecia derreter, incendiado por tantos sentimentos e desejos, sua mente esquecia de tudo e só implorava por mais.

    Finalmente ocorria a grande surpresa! FLorian conseguia a entender com maestria e atendendo a seus desejos, o mesmo se movimentava. O pênis dele então começava a se aquecer e a sua garganta não mais era capaz de impedir os gemidos que ecoavam dentro de ti, ali você era livre! Mas Florian não parava, em uma ação só, ele empurrava a própria cintura e uma nova onda da mais prazerosa das dores lhe dominava, o pênis dele estava inteiro dentro de ti e ele sussurrava em sua mente: "Como desejas querida, assim farei".

    Tomando os seus seios com as duas mãos, Florian inciava os movimentos de ir e vir, esses começavam brandos e cuidadosos para que você pudesse se acostumar. Cada segundo se passava e o ritmo crescia, junto dele a intensidade e a profundidade que as empaladas alcançavam. Alex simplesmente não se aguentava e tinha um maravilhoso orgasmo na sua frente, soltando altos gemidos e tremendo, parando inclusive de estimular a sua vagina enquanto se entregava aquele gozar.
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    King Jogador

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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por King Jogador em 16/6/2017, 19:26

    Ser conduzida pelos dois dentro da cama era uma sensação nova. Perder o controle da cena sem sentir incômodo ou medo era algo especial. Assim apenas me derramava em emoção com aquela movimentação. Só que ao sentir aquele delicioso pênis nas minhas costas, era como sentir a respiração congelar. Porque todo o tesão que eu tinha parecia gritar como nunca. Não tinha mais como aguentar esperar. Os segundos pareciam durar uma eternidade enquanto eu aguardava para ser preenchida. Não desgrudava meus olhos da Alex. Soltando nela todo aquele olhar lascivo que eu tinha, a consumindo por completo. Deixando explícito todo meu desejo e emoção. Fazendo meus olhos reagirem a cada centímetro que me adentrava enquanto mordia meus lábios com firmeza.

    Assim finalmente ocorria. Depois de tanto tempo, tantos anos, sequer ousando pensar no assunto. "Eu estou transando novamente. Depois de todos esses anos. Finalmente." Era um alívio a primeira sensação que vinha. Me deixando muito feliz em ouvir as palavras dele, mais que feliz. De fato eu me sentia completa agora. Só que eu não tinha muito tempo para sentimentalismos. Afinal havia algo gigante dentro de mim e era difícil manter a cabeça funcional. Era nítida a minha alegria, só que o tesão a ofuscava. Fazendo agora eu focar apenas no total e absoluto prazer. Enquanto aquelas fortes e ásperas mãos com calos seguravam em meus seios. Tomando por completo meu corpo para si. Eu apenas conseguia responder em gemidos. Começando baixos, mas gradativamente subindo, tomando minha garganta por completo. Eles se tornavam quase uma canção. A medida que meu prazer se intensificava. Em uma profunda torrente de gemidos e suspiros que não poupavam a altura, sendo tão altos quanto a minha vontade de aproveitar aquele momento permitia.

    Minha mente estava quase derretendo no meio de todo aquele furacão. Meu corpo inteiro estava fora de meu controle e eu amava profundamente esta sensação. Era o sentimento mais puro de liberdade. Que esparecia de minha mente todas as minhas aflições. Enquanto só conseguia focar no agora. Vendo as mãos da Alex saindo de dentro de mim na hora do clímax dela, não perdi um segundo. Comecei a esfregar minhas próprias mãos sobre meus lábios inferiores. Tentando chegar no ápice da minha sensibilidade. Enquanto isso, meu quadril começava a rebolar, como seguindo a canção que eu estava entoando com minha voz derretida em gemidos. Deslizando no colo de Florian. A cadência dos meus movimentos foi seguindo ritmicamente. Me segurando um pouco para aproveitar cada instante, até de fato meu corpo não aguentar mais. Me levando para um urro final em profundo esplendor enquanto minhas termas ficavam bambas e dava meu corpo inteiro por vencido. O deixando leve e me entregando para os momentos finais. Apenas esperando Florian me soltar para eu poder me deitar ao lado da minha amiga enquanto recuperaria minhas forças.
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    Re: Prólogo de Jacqueline Bonnet: Ato II

    Mensagem por Danto em 16/6/2017, 22:46

    Alex não escondia os sorriso satisfeito que completava a própria faca. A linda anciã nua se deitava de lado na cama para poder visualizar vocês dois. Claramente havia encontrado o clímax, mas para sua sorte e deleite, Florian ainda não e aquele forte homem estava determinado a oferecer à ti uma experiência libertadora completa e inesquecível.

    Seus primeiros movimentos circulares com o quadril provocaram uma resposta do ancião, as mãos dele se movimentavam em direções opostas, a esquerda descia até abaixo da do seu umbigo firmando-se ali. A direita subia até seu pescoço, os ásperos dedos dele o tomavam com precisão e uma tensão suficiente para que ele assumisse todo o controle, mas ao mesmo tempo a mantivesse firme e sua cabeça não se movimentasse me excesso. Dessa forma, ele forçava o pênis inteiro para dentro de ti e a deixava rebolar ali por alguns momentos, seu corpo e a sua besta agradeciam em uníssono pela permissão, você se libertava e sua explosão chegava quando Florian retomava as ações.

    Fortes estocadas que ecoavam por todo seu corpo, faziam seus seios subirem e descerem e seus olhos se fecharem contra a sua vontade. Entre os relances de abertura, eles encontravam a figura de Alex em fascínio diante a cena que vocês dois protagonizavam sobre a cama. Você chegava no teu clímax e o homem seguia, exibindo um vigor maravilhoso! O teu corpo pertencia ao pênis de Florian e não havia sensação melhor, porque o homem não só a preenchia como cuidava de ti...

    O tempo se dilatava, muito mais do que o seu orifício fazia para suportar tudo que por ele entrava e quando sua percepção sensorial voltava, um arrepio subia sua espinha. Florian havia virado a sua face para o lado direito e beijava delicadamente seus lábios, para finalmente liberar o gozo dentro do teu corpo, completando-a após tantos anos de ausência. E como um verdadeiro cavalheiro, Florian a deitava ao lado de Alex que já fora do fascínio a abraçava com carinho.

    -Você voltou querida!

    Brincava a anciã, enquanto Florian jogava o corpo cansado para trás, sentando-se sobre os travesseiros e encostando na cabeceira estofada da cama que estava agora, levemente tingida pelo vitae que havia respingado dos seus corpos durante todo aquele sexo memorável.

    -Estou faminto...

    Murmurava o homem que levava os olhos na direção dos jarros de sangue e ameaçava um movimento para ir buscá-los. Todavia era Alex que se levantava, depois de lhe dar um carinho beijo na testa, a anciã buscava um jarro e servia duas taças, colocando então a taça próxima da cama e estendendo uma taça a ti e a outra para o homem.

    -Queridos, eu tenho que fazer uma rápida ligação e tomarei uma ducha. Sem lavar o rosto é claro, Nick fez uma obra de arte aqui! E já volto tá bem?

    Comentava a anciã, apenas aguardando pela sua confirmação para se retirar brevemente e deixá-los para seus preparativos e momentos de relaxamento.

      Data/hora atual: 22/7/2017, 19:36