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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

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    Danto
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    Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 9/6/2017, 10:06


    Imagem de referência da entrada do elísio:
    Local: San Gimignano, Galeria Gagliardi, Elísio.
    Data: 16 de Abril de 2016: Retorno em Segurança

    A sua mente estava uma verdadeira torrente de pensamentos, dentro daquele carro guiado pelo vassalo da família malkaviana local, você encontrava uma profunda dificuldade de desenhar a linha que separava a sua mente da mente perturbadora e violenta daquele homem que já não existia mais. Os detalhes da cidade passavam como borrões desfocados pelos seus olhos, até que eles se fechavam e a sua consciência desistia de lutar.

    Despertando novamente, você sentia um toque quente em sua face. Um contato afoito que a puxava daquele pesadelo, uma mão amiga e familiar que acalantava seus males. Aquele calor tateava a sua face, procurando por feridas para então pegá-la no colo com baste cuidado e trocar algumas palavras com o vassalo que havia lhe ajudado tanto.

    A sua consciência finalmente retornava, ali estava você no colo de Ulisses. Ele a levava para o interior do elísio passando pela entrada principal mas não seguindo até o grande salão, havia uma notória movimentação! Eram times de procura, gritos e várias correrias de membros para todos os lados, mas tudo parecia parar com a sua entrada nos braços do vassalo da Arauto. Afinal, a Torre de Marfim da Toscana estava à usa procura!

    Todos boquiabertos em vê-la adentrar daquela maneira, se entreolhavam abismados. Mas foi Ulisses que prontamente a conduziu até o closet privado de Marie e Lorena, colocando-a em uma cadeira com delicadeza e ajoelhando-se na sua frente.

    -Gabrielle? Gabi? Pelo amor de Deus, fale algo! Hoje deveria ser nosso dia livre lembra?! O que aconteceu? Digo eu pude ler brevemente esses papeis e ouvi algo do vassalo Abbiati, mas diga algo, faça algo por favor querida!


    Última edição por Danto em 12/6/2017, 16:53, editado 1 vez(es)
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 9/6/2017, 16:21

    Eram diversas lembranças e coisas que jamais vivi que vinham e iam como ondas em minhas memorias, tentando se apoderar delas ou até mesmo impregnar nas antigas, aquelas que sabia que eram as minhas mesmas, é uma luta interna cansativa e perigosa, me encolho no banco, minha cabeça repousa levemente observando o vidro, meus olhos começavam a fechar enquanto via meu reflexo.

    " Estou tão cansada disso tudo. Gostaria apenas de poder relaxar um pouco, dormir e mais nada. A violência, dor e turbilhão de emoções que está dentro de mim é algo que ainda não consigo controlar, não quero pensar sobre isso no momento!"

    Me prendo a sensação quente que vinha em meu rosto, era reconfortante, e me trazia boas lembranças era a isso que eu deveria me prender as lembranças felizes e essa sensação de segurança que tenho. Meus olhos abriam lentamente, era como se tudo a minha volta estivesse em câmera lenta, viro meu rosto para Edberto e sorrio timidamente. Os sons estavam longe e ao mesmo tempo perto, conseguia ver os rostos e olhava para o número máximo que conseguia.

    " Então estavam todos a me procurar! Parece que não deveria nem mesmo ter dormido fora de casa...quantos problemas eu causei para tantas pessoas..."

    Sentando na cadeira solto um sorriso fraco e cansado para Ulisses, com os olhos vazios fico a ver aquele bondoso homem que se demonstrava tão preocupado, de uma forma gentil coloco minha mão em seu rosto.

    - Como eu poderia esquecer disso! Me perdoe por não ter feito como combinamos...Eu estou bem Ulisses!

    Enquanto eu lhe olhava me vinha uma vontade imensa de chorar, respirava fundo uma, duas, três e me esforçava para não chorar, em meio aos soluços em cada pausa de minha respiração falo de uma maneira mais fria e fragilizada.

    - Me quebraram Ulisses, não sou igual em nada com um humano,percebi isso, ainda quero ajudar a todos, mas primeiro eu preciso aprender a controlar um demônio que vive dentro de mim, um ser de olhar malicioso, violento e faminto, que deseja devorar meus semelhantes!

    Retirava a mão de seu rosto como se não merecesse toca-ló, a lembrança das garras se formando em minhas mãos eram ainda muito recentes e tão frescas que sem me esforçar poderia lembrar da dor, abaixo a cabeça receosa e falo de maneira baixa segurando minhas mãos.

    - Conversei com Salomé como informei. Foi tudo ótimo e optei por dormir lá, já estava tarde. Quando acordei decidir ver se tinha mais alguém no lugar e lá estava Cassandra Abbiati...ela me disse que estava me salvando dos Sforza, não acreditei de inicio. Fui até a mansão de Tito e depois iria para a de Bruno, vi o que as famílias são capazes de fazer, não me machucaram fisicamente...

    Faço uma leve pausa, começo a tremer com a lembrança que vinha, não dos Abbiatis e sim do Sforza, meu peito começava a subir e descer rapidamente, olhava fixamente para as minhas mãos abertas em minha frente e os olhos a demonstrar um horror indescritível.

    - Do maninho da mansão de Tito até a de Bruno fomos atacados por Adalberto Sforza, tão violento e agressivo como nas historias que ouvi sobre ele...já estava frágil e cansada de mais, Edberto feriu o peito de Adalberto com uma bala incendiaria, acho que é assim o nome e por fim explodiu seu próprio carro. As ofensas, o desrespeito com a vida e tudo que havia engolido naquela noite vieram com tanta força que não consegui segura-lá, eu arranquei a espinha daquele Sforza e devorei seu coração Ulisses, não conseguia parar Ulisses...eu não parei de suga-lo mesmo quando não havia mais sangue...

    Me abraço fortemente e começo a chorar com a cabeça baixa.
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 12/6/2017, 17:05

    -Gabrielle... eu deveria ter a levado direto para casa...

    Era a primeira fala que saia dos lábios de Ulisses, o homem então tomava a iniciativa de te abraçar com carinho, envolvendo-a com os braços e beijando sua cabeça de maneira breve. Sussurrando ele voltava a falar:

    -Querida, não posso deixá-la permanecer aqui dessa maneira. Irei levá-la para um local seguro está bem? Lá conversaremos até a chegada de Marie...

    Ulisses então se afastava para deixar sobre a bancada central do closet os papeis que você havia trago consigo, fechando os olhos ele parecia se concentrar para atrair a atenção da poderosa anciã que fazia dele um vassalo de habilidades fantásticas. Por alguns instantes você chegava a sentir a presença de Marie ressoar pelas paredes do ambiente em que você se encontrava, todavia era rápido e logo em seguida, Ulisses chegava outra vez para pegá-la no colo sem dizer nenhuma única palavra. Ele estava determinado a cuidar de ti e em uma fração de segundos vocês já estavam na garagem do elisio, a adentrar juntos o banco de trás de um veículo. O motorista do veículo era um dos vassalos menores que serviam a Camarilla local e ele parecia alvo de algum tipo de controle mental, isso garantia que você e Ulisses estivessem literalmente à sós dentro do veículo em movimento.

    -Primeiro você precisar tomar um banho e trocar de roupas, não consigo imaginar os horrores pelos quais tenha passado, mas Gab, por favor me deixe ajudá-la! Eu posso ajudá-la a controlar a sua besta, só nunca repita essas palavras... Você não quebrou, ainda é a linda e cativante jovem que me ensinou o sentido da palavra "fofo" e achou que usar jeans rasgados poderiam ser uma boa ideia! Essa garota nunca quebrará... Você me dará essa chance Gabi?!
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 13/6/2017, 10:45

    Com um sorriso fraco no rosto e os olhos marejados pelas lagrimas olho para Ulisses após o abraço, apoio minha mão em seu rosto a modo de lhe fazer um doce e inocente carinho, não havia segundas intenções mas ali eu sabia que aquele homem não era apenas o Vassalo de Marie, ele era a humanidade dela materializado em um corpo masculino, aquele que me fazia sentir a segurança que idealizava em minha mente, apenas uma coisa soava em minha mente em meio a minha fala ficando mais alegre.

    " Será que eu gosto dele como um amigo ou estou me apaixonando por ele? Não é momento para pensar nisso!"

    - Não diga isso! Tinha que passar por isso doce Ulisses para entender o quão distante eu estava do humanos, posso ser a salvação de muitos e a ruína de todos. Você fez o que eu pedi e essas foram minhas escolhas. Aceito, são muitos rostos a me olhar, não estou em condições de dialogar com eles.

    Soltado seu rosto fico a lhe olhar se afastar e se concentrar, sinto a presença de Marie e abaixo a cabeça envergonhada pois sabia e tinha a certeza de que havia feito algo de ruim, algo que não conseguia compreender por total, mas que me deixaria marcada para sempre.

    "Não só matei um cainita, não importa o que eu diga, eu matei e ponto. Só que foi algo pior...não consigo entender e aceitarei as punições para essa crueldade que fiz. Não foi a culpa dos Abbiatis e nem dos Sforzas, fui eu que fraquejei e fui inocente de mais em não me conhecer e saber que dentro de mim existe algo que vai para o lado oposto do caminho que desejo trilhar. "

    Me deixo ser levada por ele e deseja permanecer o resto da noite abraçada com aquele homem, sem nenhuma palavra, som externo, apenas sentindo o leve quente de sua pele e sua respiração que raramente era sentida. Ao adentrar ao carro vejo o outro Vassalo que estava completamente dominado a dirigir, não sentia incomodo com aquilo pela primeira vez via que era o certo a se fazer.

    Ouço Ulisses falar com atenção, sorrio de maneira espontânea e como um soluço dou uma curta risada e apoio minhas mãos nas dele.

    - Eu amaria um bom e demorado banho, queria poder não ver mais ninguém essa noite. Mas não seria educado, e veja o que vocês fizeram para me ter de novo, devo agradecer Marie e a todos que se moveram para isso.

    Me arrumo no banco mais próximo a ele e me aconchego em seus braços apoiando minha cabeça em seu peito o abraçando de forma confortável e intensa, com a fala mais calma fico a acariciar a mão dele enquanto voltava a falar.

    - Você ainda tende a perguntar se pode me ajudar! Sua pergunta de agora já foi respondida no momento que entendeu o significado do "fofo" e me impediu de usar o jeans rasgado. Aquela garota ainda está aqui, frágil e confusa consigo mesma, apenas com a convicção que mais do que nunca vai usar sua alma e toda força que achar para não se inclinar mais a seu outro eu.

    Olho para cima procurando o rosto daquele homem que me dava tanta confiança e forças para continuar, lhe dou um demorado beijo no rosto e falo de maneira tímida.

    -Eu sempre me sinto segura com você! Eu amo o que você faz é tão significativo...e não fique envergonhado, mesmo sendo tão lindo quando faz isso, meu fofo Ulisses.
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 16/6/2017, 10:47

    A Mansão:

    Quarto de convidados:
    banheiro:
    Local: San Gimignano, aproximadamente 700 metros da cidade, Domínio do Arauto.
    Data: 16 de Abril de 2016: A Mansão de Marie

    Ulisses não precisou falar mais nada, apenas a puxou para um abraço mais carinhoso e quente e a manteve dentro dele durante todo o curto caminho que o veículo fazia, um percurso bem curto que tomava uma saída à leste da cidade, saindo não mais do que cinco minutos de dentro da mesma e já iniciando a entrada em uma lindíssima propriedade.

    Já com o carro estacionado, o homem beijou sua cabeça indicando que vocês haviam chegado ao destino e desfazia aquele carinhoso abraço. Abrindo então a porta e a ajudando a sair do veículo, assim ele te oferecia o braço e a escoltava para dentro da mansão, era um local extremamente luxuoso mas os detalhes inicias ainda lhe escapavam, sua mente estava confusa e mentalizava os objetos ao seu arredor em um dialeto estranho aos seus próprios ouvidos... Todavia, sua percepção retornava quando vocês adentravam um quarto, Ulisses fechava a porta e a levava até o banheiro.

    -Irei preparar seu banho querida, espere um pouco sim?

    Dizia ele, soltando-se vagarosamente de seu braço para ir até a banheira e abrir o fluxo de água quente da mesma, controlando a temperatura com o fluxo gelado e usando sais de banhos perfumados e relaxantes. Ele então verificava a banheira quando a mesma estava pronta e dizia:

    -Você só precisará ver alguém hoje se assim desejar Gab, ninguém irá forçá-la a uma situação de desconforto, és uma sobrevivente. Agora, por favor, tome seu banho e me diga o queres vestir está bem?
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 17/6/2017, 14:54

    Fecho os olhos confortando-me nos braços de Ulisses, aquilo me fazia bem. Fechando meus olhos nem mesmo consegui notar o tempo que havia passado. Já olhando para a grande mansão fico a observar ela por alguns segundos enquanto minha mão apoiava no antebraço de Ulisses.

    " É uma casa lindíssima por fora...Marie tem diversas propriedade assim?"

    Me mantenho confusa tentando entender os objetos que decoravam seu interior. Forçava a vista para tentar entender as formas e até mesmo o nome daquelas coisas, era o que pareciam naquele breve momento coisas que não sabia o que eram e não conseguia dar um nome ou forma para elas.

    " Ainda é muito confuso tudo...sei que já vi esses objetos, só que não consigo pensar direito!"

    Ao notar que já estava dentro do quarto me viro para a porta vendo que Ulisses já estava fechando a mesma, e sorrio para ele me dirigindo ao pequeno sofá que ficava a frente da cama, me sento na ponta com medo de suja-ló e falo calmamente com a cabeça abaixada.

    - Sim. Lhe esperarei.

    Seguro meus joelhos enquanto ouvia o bagulho da água que enchia a banheira, a fumaça com o odor dos sais de banho eram agradáveis de se sentir. Forçava minha respiração com força para que aquele doce aroma adentrasse em meus pulmões morto e de alguma maneira me trouxesse um pouco mais de vida. Algo limpo, sereno e confortante. Aquilo já fazia meu corpo se relaxar.

    - Quero só você aqui até o termino da noite, ao meu lado. Mas se não quiser eu lhe entenderei Ulisses.

    Aperto os joelhos com força, minha fala era carregada de angustia, ainda não compreendia o que tinha feito, as lembranças que brotavam, os sentimentos negativos e as dores que sentia eram um sinal de que eu não estava bem. Estava cansada de mais para me importar com etiqueta, me levanto e começo a caminhar até o banheiro já retirando minhas roupas imundas, porém ainda respeitava Ulisses como um amigo e homem e ficando assim apenas com as roupas intimas.

    Paro em sua frente e faço um gesto para que ele abaixasse sua cabeça um pouco e lhe dava doce e suave beijo no rosto, com um sorriso a brotar de minha face volto a falar.

    - Espero que não se importe de me ver assim! Queria estar radiante para você, em grande maioria você sempre me vê debilitada, vou para o meu banho e com as roupas algo leve, até as roupas estão pesadas e sufocantes.
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 17/6/2017, 17:11

    Aguardando a sua entrada já de pé dentro do banheiro quando você fazia a sua entrada vestida apenas com suas roupas intimas, os olhos dele cuidadosamente passavam pelo seu corpo a procura de qualquer tipo de machucado ou ferida exposta, assim, gentilmente Ulisses se aproximava e fazia um quente e delicado carinho na sua face direita, beijando a parte alta da tua testa.

    -Gab, seremos apenas nós dois aqui até o seu adormecer. Não se preocupe com nada está bem? E não seja boba querida, eu nunca a vi debilitada. Eu só a vejo a sentir o peso de existir e todos sentem isso, sem exceção... Permita-me aliviar o teu peso essa noite. Por tanto, fique a vontade Gab...

    Após a fala, Ulisses remove o blazer, deixando-o cair no chão sem cerimônia, subindo posteriormente as mangas da camisa social até os cotovelos e tirando os sapatos. Finalmente o homem toca seus ombros e a vira na direção do chuveiro, conduzindo você até a etrada do box, removendo uma mão de ti para empurrar a porta de vidro e se verificar da temperatura correta antes de abrir o fluxo que caia como uma cascata relaxante da parte alta do box, dando a você agora um espaço para se movimentar.

    -Primeiro querida, permita-se livrar-se do excesso da sujeira, é importante não entrar com manchas da sangue na banheira... E sobre suas roupas, não se preocupe Gab. Você é linda e não há mal algum em aproveitar um pouco disso, irei lhe arrumar um roupão quando terminar o banho, sim?!
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 17/6/2017, 19:26

    Com um sorriso tímido no rosto arrumo meu cabelo atrás da orelha e coloco meus braços para trás, fico a me movimentar subindo e descendo, colocando o peso de meu corpo nos calcanhares e ponta dos dedos, revirava meus olhos assim como movimentava minha cabeça para olhar o banheiro.

    Eu estava com os pensamentos tão longes e agora eles se firmavam ali naquele momento. Era como se nem mesmo minha besta pudesse ousar a tentar algo contra aquele homem, uma dor estranha na barriga e um frio na ponta de meus dedos me faziam ficar um pouco nervosa com aquela situação, não de uma maneira negativa, eu estava gostando daquilo.

    " Me sinto uma adolescente perto dele...é como se estivesse viva, não sei o que falar e nem como agir perto dele! Seu feio...Ulisses seu...seu...ahhhh...seu lindo feio fofo!"

    Com o quente toque de sua mão fecho os olhos e inclino meu rosto para o lado. Sem falar nada e ainda com os olhos fechados fico a confirmar sua primeira fala em um sinal positivo com a cabeça. Meu olhos se abrem e ao ver que ele retirava o blazer eu sinto algo dentro de meu peito, algo quente e vivo, respiro mais fundo e mordo inconscientemente o lábio inferior de minha boca. Era como se só existisse ele dentro daquele comodo. Rapidamente olho para o box e falo de maneira rapida como se tivesse sido pega de surpresa com os olhos arregalados de vergonha.

    - Uhhhhh...o box né! É tó toda mundrunguenta. Água, preciso de água...muita água para essa sujeira toda.

    Com uma risada forçada entro no box já adentrando para de baixo da água, ficando de costas para a entrada do box, ficando imóvel agora sentindo o calor da mesma percorrer meu corpo, começo a retirar minhas roupas intimas, permanecia completamente calada naqueles primeiros minutos, usando todo tipo de sabonete, shampoo e produtos para a higiene, lavava e esfregava com vontade todas as partes de meu corpo que alcançava.

    " Não sei o que deu na minha cabeça! Ele é muito mais velho que eu, e era o ficante de Lorena...o que eu conseguiria com ele? Nada, sou só alguém que teve a oportunidade de ficar ao lado da Arauto...estamos em patamares diferentes e estou tão suja...tão suja...se limpa, tira esse sangue do corpo, sai...sai...sai..."

    A insegurança era uma marca registrada minha, só que a vida inteira fui tão passiva e aquilo me irritou por um momento, não consegui entender, talvez fosse minha outra eu ali falando e em minha cabeça comecei a lhe entender um pouco.

    " Não preciso ser assim o tempo todo, não sou inferior a ninguém! Sou dona do meu próprio destino e assumi a responsabilidade pela vida e ordem dos humanos dessa cidade que tem contato com seres como eu!"

    Terminando de lavar meu cabelo eu o puxava para frente deixando escorrer pelo meu pescoço e colo, olhando para frente e vendo a minha imagem retorcida no lindo azulejo branco falo mais relaxada.

    - Ulisses! Poderia por favor esfregar minhas costas? Infelizmente eu não alcanço.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 17/6/2017, 21:37

    A face de Ulisses ficava avermelhada diante as suas expressões faciais, todavia, respeitosamente ele desviava os olhos do seu corpo quando você finalmente adentrava a água. Permanecendo assim até que o nome dele era pronunciado, no exato momento que ele a via despida e debaixo do chuveiro, a respiração dele acelerava ao ponto dos seus ouvidos escutarem.

    -Er, sim Senh...digo, sim Gab...me dê apenas um espaço sim?!

    O box não era de fato muito amplo, para que ele entrasse era necessário que você chegasse mais perto da parede, enquanto você abria o lugar para o homem, esse rapidamente tirava a camisa e a calça. Eram roupas sociais e molhá-las de fato poderiam prejudicá-las, ficando então apenas de uma cueca box azul marinho, o vassalo adentrava o box.

    -Bem, venha cá.

    A vergonha dele parecia sumir, determinado a cumprir o que lhe foi pedido. Ulisses esticava-se sem receio de ser molhado e tomava a esponja de banho, molhando-a e aplicando sabonete liquido sobre a mesma. Finalmente ele começava a esfregar as suas costas.

    -Tens ombros firmes e largos, como suspeitei, você era uma atleta...

    O toque quente das mãos de Ulisses se fazia presente, afinal com uma ele ensaboava e com a outra ele literalmente tocava suas costas, primeiro firmando-a no seu ombro esquerdo e descendo ela até sua cintura. E sem pedir sua permissão, Ulisses a pegava com as duas mãos e puxando-a para debaixo do chuveiro, seguindo a esfregar suas costas para remover todas as impurezas e ao mesmo tempo, tocá-la com carinho, toques que uma mão amiga jamais faria...
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 17/6/2017, 22:47

    - Claro!

    Permaneço vem virar o meu rosto com um sorriso agora malicioso nos lábios, apoiando meus braços na parede e adorando ouvir a respiração de Ulisses. Viro meu rosto para ele com um olhar mais provocativo ao ver que ele estava se despindo. Dessa vez não me contive e analisei o corpo daquele homem dos pés a cabeça.

    " Ele tem uma cara de experiente, seu corpo ainda é rígido e seu grisalho cabelo e barba lhe dão um ar de homem tão interessante. E ele adora azul...é elegante até mesmo de cueca"

    - Uau! Você adora azul não é? Combina muito bem com você a cor...acho que tudo combina com você.Tá lindinho de com essa box.

    Com um sorriso inocente me viro novamente agora sentindo o mesmo lavar minhas costas e me acariciar. Viro meu pescoço para o lado deixando a água do chuveiro cair sobre ele, com os olhos fechados adorando sentir a mão de Ulisses volto a falar muito mais relaxada e ofegante agora.

    - Sim. Eu fazia box, me ajudava a desestressar e me mantinha focada. Minha mãe preferia os outros hobbies, etiqueta, dança e as aulas de linguística. Me apaixonei pelo esporte e a doutrina que nele me era passada, coitado do meu pai...me colocou para ver se me dava uma alavancada em minha personalidade o que o fazia morrer de vergonha quando me via chorando quando nocauteava ou machucava uma adversaria em algum evento. Nunca gostei de machucar ninguém...por mais cruel que essa fosse!

    Me desabafo com Ulisses e minha voz não estava carregada de angustia ou qualquer sentimento negativo, estava pensativa com aquilo que acabava de falar. Só que um arrepio gostoso me subia pela espinha ao sentir a mão dele me puxar pela cintura. Espero pacientemente a espuma escorrer de minhas costas e me desvencilhava das mãos dele, me viro calmamente olhando diretamente nos dele, meus olhos brilhavam com desejo para te-ló, pegando as mãos dele e colocando novamente em minha cintura falo com o rosto mais próximo ao dele e ficando na ponta dos pés.

    - Minha cabeça está uma zona só. O engraçado que só consigo pensar em você nesse momento. Como é mais velho que eu, como é charmoso e lindo seus cabelos e barba brancos, seus olhos mais fechados e as sobrancelhas desenhadas na base da testa...só que ainda sim nada disso importa. Pois sua personalidade me conquistou por completa, só peço que seja meu essa noite! Meu fofo.

    Ficando ainda mais na ponta dos pés me aproximo ainda mais de Ulisse apoiando meus braços em seu ombro lhe abraçando o pescoço para por fim assim poder lhe expressar todo meu carinho e afeto em um longo e demorado beijo.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 18/6/2017, 01:24


    Seu olhar provocativo intensificava a vermelhidão na face do homem que cuidava tão atenciosamente de ti, mas não o impedia de seguir a lhe ajudar com o banho. Suas palavras o faziam sorrir de maneira acanhada:

    -Azul é de fato minha cor favorita... Mas não se engane querida, todas as mãos são capazes de machucar. Todos já fizeram ou farão, das mais delicadas as mais violentas. O que as diferencia, é a capacidade delas de amar, cuidar e amparar. E as suas eu sempre soube, des do momento em que a vi chegar com um italiano embaralhado, eram mãos lindas e especiais. E me alegrei em saber que seria minha função cuidar delas...

    A face do homem começava a perder toda a vergonha de acordo com o andar das palavras, agora vocês estavam de fato frente a frente, você totalmente nua e ele a olhar apenas os seus olhos. Ele soltava a esponja sem se preocupar onde ela cairia e tomava a sua cintura com as duas mãos, movendo-a para mais perto, juntando seus corpos o máximo que era possível. Nesse abraço você sentia o calor vívido da pele de Ulisses e ele se arrepiada de um jeito fofo diante o seu toque mais gelado, deixando um apaixonado sorriso escapar.

    -Gab, eu serei seu essa noite e quantas outras forem possíveis.

    O tato era sem dúvida o sentido que mais vibrava diante aqueles estímulos, afinal o corpo forte e firme dele se encontrava contra o seu, a diferença de alturas fazia você sentir a virilidade de Ulisses crescer em resposta ao seu corpo. E ali, ele a beijava, envolvendo-a em um abraço completo, seguro e acima de tudo: Amável. Um toque que nutria, que limpava sua mente e a fazia sentir uma nova forma de felicidade.
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 18/6/2017, 02:13

    - Você deve ter um ponto no cérebro para falar sempre as coisas certas!

    Falo após o beijo, meu olhar brilha de uma forma diferente, estava limpo e vivo tão vivo quanto a mais bela paisagem que pudesse me lembrar, estava leve e limpa. Sinto que estava voando juntamente com ele. Deixava o mesmo me manter em seus braços ainda me apoiando em seus ombros, inclino minha cabeça para o lado com um sorriso sorriso apaixonado no rosto. Meu corpo começa a esquentar e mordo a linguá em meio ao sorriso e falo alegremente.

    - A pouco me vi no inferno. E agora estamos aqui! Se eu pudesse voltar no tempo e passar por tudo de novo para estar como estamos agora, eu quero que saiba que aceitaria o dobro. Você foi um amigo em primeiro lugar, o tempo foi passando e comecei a lhe enxergar como um homem, não como qualquer homem. Não sei se foi seu modo de falar ou agir, mas a cada encontro me sentia muito mais atraída por você.

    Desligo o chuveiro e sem nenhuma cerimonia dou outro beijo caloroso e amável em Ulisses, me jogando praticamente em cima dele, com uma gargalhada feliz e com os pés levantados falo enquanto me seguro nele.

    - Não só a noite meu fofo. Não o vejo como um pedaço de carne, quero que se sinta bem ao meu lado, que continue a pensar em minhas mãos sempre, a que inveja eu sinto delas agora!

    Fecho a cara como uma criança que segurava o riso sabendo que estava fazendo algo de errado e ao mesmo tempo se divertindo de verdade com aquilo. Coloco meus pés no chão e saia correndo para frente da banheira, animada e renovada dava um pulo girando meu corpo no ar e parando olhando para a entrada do box onde estava aquele que me renovava a vida, coloco minhas mãos para trás com um olhar sapeca pisco para ele e volto a falar com a mesma felicidade de antes.

    - Você preparou esse banho com tanto carinho que seria um pecado desperdiça-lo. Só que infelizmente os sais de banho que colocou aqui não combinam com azul...

    " Que tudo de ruim vá embora com essas águas e que me reste apenas as coisas boas que a vida tem a me oferecer e que eu as aceite com tanto carinho como aceito esse homem!"

    Me viro de uma forma provocativa e olho entre meu ombro para trás e adentro na banheira ficando em pé de costas para ele.
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 20/6/2017, 11:30

    Ulisses a segurava com cuidado e força necessária para mantê-la ali segura nos braços dele, o beijo então acontecia e era retribuído pelo homem de maneira quente e carregado por um sentimento muito positivo, alegre e amável.

    Em seguida a sua explosão de alegria era assistida pelos olhos curiosos do homem de cabelos grisalhos, achando até um pouco engraçado seu pequeno giro, ele sorria de maneira larga e começava a finalmente se mover junto de ti na direção da banheira.

    -Não combina com azul? Deixe-me ver isso...

    Respondia Ulisses que sorria divertidamente enquanto observava a água por alguns segundos, concordando positivamente com a cabeça, ele então resolvia a questão. Removendo a última peça de roupa que ainda encobria as intimidades dele e ali, ainda fora da banheira ele buscava admirar a o seu corpo. Esse era seu primeiro contato des do abraço com a nudez masculina novamente, e lá estava, abaixo da cintura dele... O pênis ereto e viril como aparentava estar anteriormente preso dentro daquela cueca azul que agora repousava no chão do banheiro.

    Ulisses finalmente tomou a iniciativa de adentrar a banheira, abraçando seu corpo que estava de costas para o dele, unindo-a ao dele. A diferença de alturas fazia com que aquele enorme membro que armazenava um calor tão intenso, que ao contato com as suas costas, fazia seu corpo inteiro se arrepiar. Daquela forma ele gentilmente aproveitava por alguns segundos o abraço e murmurava em seu ouvido:

    -Venha, a água está certamente deliciosa e lhe fará muito bem. Apenas aproveite o banho querida, eu cuidarei com carinho de ti...

    Assim ele a convidava para que vocês se sentassem na banheira, seria ele a ficar em contato direto com o assoalho e a ti restaria o colo do homem.
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 20/6/2017, 13:10

    Vendo Ulisses retirar sua cueca abro mais os olhos ainda sem virar o rosto e permanecendo de costas, minhas presas começavam a crescer de forma gradativa até alcançar o tamanho normal, fecho os olhos com força e inclino minha cabeça para o lado desejando aquele homem mais que tudo naquele momento.

    " Me toca...me toca...me toca!"

    Quando sinto as mãos e o membro dele encostarem em mim fico na posta dos pés, meu corpo tremeu por inteiro e ficou até mesmo mole naquele momento.

    " Isso é maldade Ulisses, a muito tempo não tenho um homem, e que HOMEM é você viu...tó com falta de ar seu malvado!"

    Quando ouso a voz do mesmo em meu ouvido as forças que me mantinham na ponta do pé falhavam por um segundo, abro os olhos os revirando de prazer e por pouco não sedia. Já podia sentir meu intimo ficar molhado, era tão quente e gostoso que era como se eu precisasse de ar naquele momento, meu peito subia e descia suavemente e com voz carregada de desejo e ansiedade viro meu rosto para poder olha-lo novamente.

    - Água? A única coisa deliciosa que vejo aqui é o Malvado Ulisses que diz para não sujar a banheira e ainda sim fica a me seduzir...não...na verdade ele já me seduziu! Não conte para ele, ok?

    De forma discreta acaricio o membro daquele homem, ao sentir o pênis do mesmo em minha mão quente e pulsante solto um leve gemido o que me fazia passar a mão na nuca para me manter controlada naquela situação. Me viro para ele o vendo deitar na banheira e sorrio com as pressas a mostra, passo a linguá na pressa direita a lhe olhar com muito mais desejo.

    Mordo meu lábio inferior com um pouco de força o puxando para dentro da boca e puxando o ar com força, não sabia e na verdade não conseguia retirar os olhos do sexo dele. Me aconchego sentada na barriga dele e desço até sentir novamente seu pênis o que me fazia dar um leve grito de prazer e me arrepiar novamente por inteira, subia novamente com os olhos fixos aos dele.

    -  Ainda não! Não na banheira. Você mesmo disse, é uma tortura toda essa virilidade e eu aqui querendo ser a correta. O que são poucos minutos de espera para o que estar por vir!

    Dessa vez lhe beijo com intensidade e desejo, seguro seus cabelos e relaxo o corpo descendo até o ponto de senti-lo novamente infelizmente não deixando acontecer a penetração. Fico a beija-lo sem me importar com o tempo que aquilo levaria.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 14:27

    O seu toque gelado arrancava um suspiro do homem e o fazia se arrepiar inteiro, mas logo ele se colocava dentro da água quente que estava ali dentro da banheira que vocês compartilhavam. As suas frases inciais só faziam o sorriso dele crescer, o mesmo sorriso desaparecia quando os olhos dele assistiam a sua movimentação. Ulisses fechava os olhos quando o toque intimo acontecia, mas as suas palavras o fazia respirar fundo, até um pouco frustrado, colocando as mãos na beira da banheira.

    -Caralho...

    Resmungava homem, o primeiro palavrão que você o ouvia dizer! Envergonhado, Ulisses se calava para poder aproveitar os seus beijos.

    -Pelo amor de deus vamos terminar esse banho logo!

    Dizia Ulisses quando o folego dos beijos terminava, ele ria e demonstrava uma enorme vergonha, afinal o membro dele estava extremamente ereto, deixando claro o quanto ele desejava o seu corpo. Prontamente ele tocou na sua cintura e a moveu para fora do colo dele, buscando a esponja para começar a limpar um dos seus braços e acelerar o mais rápido que poderia aquele banho.
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    Miac

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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 21/6/2017, 16:29

    Termino o beijo e olho para Ulisses com um ar de surpresa pelo palavrão virando minha cabeça para o lado esquerda, com um sorriso aberto no rosto solto uma divertida e carismática risada.

    - Tadinho do meu Ulisses, deve estar querendo me dar uns tapas não é? Fiz você falar um palavrão, devo ser muita má, acho que por ser mais velho deve me ensinar algumas coisas.

    Fico o olhando limpar meus braços,  inclino meu corpo para lhe dar uma mordida atrás da orelha e beijo onde havia mordido. Ainda me divertindo com toda aquela situação deito do outro lado da banheira e fico a passar os pés pelo membro e todo o resto do corpo daquele homem lindo. Fazia algumas caretas e soltava uns gemidos sentindo o corpo dele tão quente ao meu toque gélido.

    Meus olhos demonstravam uma malicia que não costumo demonstrar, eu o desejava mais que tudo ali, o que me fazia querer que ele apenas pensasse em mim e nada mais, e minhas provocações eram um sinal claro disso. Espero que ele passe a esponja em minha perna enquanto minhas mãos acariciavam as grandes pernas dele.

    - Você é o primeiro homem que vejo nu em décadas, e que grande homem viu!

    Mordo meu lábio olhando diretamente para ele enquanto escorria o pé novamente pelo corpo dele, seguro nas laterais da banheira e paro por um breve segundo arqueando a sobrancelha em um sinal de que não me levantaria. Pisco para Ulisses e me levanto calmamente rindo ao imaginar o que ele estava pensando naquele momento. Saindo da banheira pego uma toalha e apenas passo para retirar o excesso da água, a soltando após no chão continuo a caminha para o quarto parando na porta, viro para Ulisses e o chamo com o dedo indicador logo me virando e entrando no quarto.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 23/6/2017, 21:26

    Ulises não escondia as expressões de desejo e nervosismo, principalmente quando os seus toques era realmente muito íntimos e provocativos. Mas ele resistia bravamente aquela "tortura" para poder de fato limpar o teu corpo da melhor forma que ele conseguia naquela situação.

    Você então teve a chance de se colocar de pé e buscar uma toalha, Ulisses a acompanhava com os olhos e respirava fundo. Levantando-se calmamente da banheira ele também buscava por uma e enquanto se secava, via a sua ação com o indicador.

    Poucos passos eram dados pelos seus pés no interior do quarto, pois a figura de Ulisses chegava por trás de ti. Abraçando-a com força por trás e unindo seus corpos para levar os lábios no seu pescoço, beijando-o lascivamente enquanto a conduzia de encontro a cama.

    A pegada forte das mãos experientes e quentes do homem ia suavemente se afrouxando para que carinhos delicados fossem feitos em sua barriga e subindo em direção ao seus seios, para segurá-los totalmente, envolvendo-os com os dedos.

    -Gabriele Pugliese... Escute a minha voz, você está segura. Entendo que seu corpo está a passar por algo novo, por isso peço que respire fundo e que feche os olhos. Apenas sinta e relaxe, minhas mãos vão cuidar de ti Gab...

    As palavras dele tocavam o seu ouvido de maneira aveludada, gentil e calma. Entorpecendo a suas percepções por alguns breves segundos. E foi nessa janela temporal que uma mão dele deslizava pelo seu corpo inteiro para tocar-lhe a intimidade e invadi-la com dois dedos, tão fundo que seus pés perdiam as forças e o mundo inteiro parecia girar!

    -Encontre dentro de ti novamente a linda mulher que me conquistou, estou aqui para recebê-la com todo meu carinho... Não quero fazer nada que você realmente querida Gabrielle, eu a respeito e admiro, céus eu quase não consigo conter meus olhos quando a vejo! Mas por favor querida, me diga que é você que realmente está aqui comigo agora...
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 23/6/2017, 22:18

    Com um largo sorriso e uma risada feliz e gostosa sinto Ulisses me agarrar por trás, sentindo o seu beijo em meu pescoço estico meu corpo inteiro basicamente me forçando a andar na ponta dos pés, minhas presas já estavam a mostra pelo desejo que sentia por aquele homem, minha mão ia de encontro a nuca acariciando seus cabelos.

    Ouço as palavras dele enquanto ele segurava meus seios e respiro profundamente com um leve gemido, me deito na cama com os olhos fechados, tudo parecia girar em minha cabeça, não de uma forma negativa, era completamente o contrario, me sentia uma mulher de verdade naquele lindo momento com ele, desejada, amada e sexual ao ponto de ter total confiança em tudo que fosse fazer.

    " Suas mãos são tão fortes Ulisses, ah meu doce e fofo Ulisses...deveríamos ter feito isso muito antes, mas acho que não seria a mesma coisa, não teríamos nós entregados dessa forma eu acho!"

    No momento que sinto seu toque intimamente dentro de mim solto um gemido mais alto, coloco meu dedo indicador entre a boca e o mordo abafando meu som, meu corpo tremia de tesão, minhas pernas agarravam a cintura dele o envolvendo nelas, e meus dedos do pés ficavam a se comprimir com toda minha força, minhas costas saiam da cama ficando apoiada quase que inteiramente pela minha cabeça.

    Solto meu dedo abrindo os olhos que estavam a lagrimejar de tanta felicidade e amor, olho para Ulisses apoiando minhas costas novamente na cama, o olhava completamente apaixonada, novamente minhas mãos acariciavam os cabelos dele e descia para sua barba fazendo o mesmo gesto, respiro fundo e com uma ternura e sinceridade eu falava o olhando nos olhos.

    - Ela está aqui meu doce Ulisses, apenas um pouco confusa com o que fiz, mas saiba que não me perdoaria se deixasse minha outra metade ganhar agora. Não com você meu fofo. Seu toque, seu cheiro, o calor de teu corpo, são algo que só quero para mim. É meio possessivo né! Mas não quero te dividir com ninguém nem com a outra eu, tá. Se ela tentar algo dou na cara dela.

    Solto um largo sorriso e pisco para ele mostrando a linguá de uma maneira divertida e volto a soltar um leve gemido por ainda sentir seus dedos dentro de meu corpo.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 27/6/2017, 12:07

    Os olhos de Ulisses brilhavam ao ver as reações que o seu corpo demonstravam, o membro ereto do homem parecia pulsar devido ao desejo que irradiava por toda aquela linda figura masculina parada ali a sua frente e entre suas pernas. Entretanto, apesar dessas características, havia acima de tudo um sentimento latente de carinho que o fazia sorrir feliz em resposta a sua frase.

    -Minha Gabrielle...

    Finalmente a postura dele mudava, seus olhos viam a entrega de Ulisses ao desejo e seu corpo tremia excitado mesmo antes dele de fato tomar uma nova ação. Ação essa que não tardava! Flexionando os joelhos e abaixando em frente a cama, o homem tomava a parte de trás das suas coxas com força e a puxava para a beira da cama, abrindo as suas pernas e mergulhando a face em sua intimidade.

    Devorando-lhe com tamanha intensidade, seu corpo era dominado por uma verdadeira tempestade de desejos e espasmos musculares, nunca antes você havia sentido algo tão maravilhoso e a sua felicidade só aumentava porque algo lhe dizia que ele estava só começando!

    Dedos, língua, lábios. Beijos, lambidas e tato. Passavam-se segundos, passavam-se minutos e seu corpo explodia em orgasmos incríveis! Era surreal como não havia nenhuma vergonha naquele homem que não recuava nem por um miléssimo das reações inumanas do seu corpo cainita e dos líquidos que dele escapavam.

    Finalmente ele se levantava, com as presas expostas o homem buscava os seus olhos com os dele e fazia um breve avanço, tocando com a ponta do membro dele o ponto mais sensível da tua intimidade, mas era a vez dele de dominar aquela cena.

    -Você merece ser punida pelas maldades cometidas no banheiro! Achou que eu ia esquecer?

    Sorridente ele recuava e fechava as suas pernas, para subir na cama e andar por cima da mesma até chegar próximo aos travesseiros e chutá-los para fora da mesma. Sentando-se ali, para posteriormente se deitar, cruzando os braços para trás da cabeça e a apoiando nas próprias mãos.

    -Está vendo ele certo? É todo seu. Porque você não aproveita?!
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 27/6/2017, 18:19

    - Nossa...

    Ao sentir que ele me puxava solto um grito feliz e sorrio maliciosamente, sentindo os toques daquele homem em meu intimo minha musculatura não me respondia, minhas mãos puxavam com muita força o lençol da cama, forçava os dedos dos meus pés os comprimindo e depois soltando varias vezes, por vezes revirava minha cabeça a deixando segurar o peso do meu corpo e levantando meu tronco.

    Estava ofegante, colocava minha mão no rosto enquanto respirava e sentia que Ulisses parava, olho para ele com um sorriso cansado e muito feliz e satisfeita com tudo aquilo, quando sinto o sexo dele me tocar mordo o lábio inferior com força o desejando mais e mais, o que não aconteceu, meu olhos se arregalavam de medo naquele momento, o procurava desesperadamente e dessa vez quem perdia a educação era eu.

    - Caralho Ulisses...eu já tava quase de novo! Puta merda viu.

    Olho para ele censurando aquele ato, lhe dava um tapa na perna e sorria olhando para os travesseiros que estavam no chão agora, minhas mãos começavam a arranhar suas coxas, lhe mordia também enquanto ia subindo o olhando diretamente no olhos.

    - Como sou uma péssima mulher! Realmente devo ser punida, não? Deveria me jogar longe...

    Paro segurando firmemente o sexo dele fazendo movimentos de cima e baixo reperdidamente. Lhe mordia mais forte na barriga e seguia com os beijos até os testículos, lambia e o chupava sem parar o movimento com as mãos, chego na base daquele belo pênis e passava toda a linguá até chegar no topo.

    Olhava para Ulisses novamente enquanto assoprava levemente a cabeça de seu membro, para por fim o colocar por completo na boca, lhe chupava de todas as maneiras que conhecia, descendo, subindo, mordendo a base de seu pênis, testículos, com vontade e intensidade, queria senti-ló queria que ele sentisse o mesmo prazer que eu sentia a minutos atrás.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 29/6/2017, 18:47

    Ulisses assistia as suas ações tão intimas e sensuais com o membro ereto dele, fechando os olhos brevemente em alguma situações mas esforçando-se para conseguir ver o máximo possível com um sorriso na face.

    Para você era uma sensação nova, claro que não era a tua primeira vez, mas de certa forma parecia como se fosse! O calor natural daquele corpo aquecia a sua língua, o odor da masculinidade inebriava suas sensações e até os sabores eram únicos! Os minutos se passavam e o vigor físico daquele lindo homem começava a te surpreender, qualquer outro já teria cedido! Mas se havia algo que Ulisses havia lhe ensinado é que ele não era um homem qualquer.

    Um toque gentil foi feito na sua face, Ulisses a olhava nos olhos, desejando possuí-la por completo! Era como se com aquele simples olhar ele tomasse o controle de todo o teu corpo, sua percepção chegava a demorar a entender o que acontecia. Afinal, o homem agia rápido, puxando-a para cima e virando-a para que suas costas tocassem a cama. Subindo por cima de ti e adentrando pelo meio das suas pernas.

    -Você é tão linda...

    A glânde do homem tocava a sua fenda, provocando uma explosão dentro do teu corpo. Agora iria acontecer, você sabia que ia! Ulisses seria seu e você dele! E para sua surpresa, a gentileza e a cordialidade do lindo homem de cabelos grisalhos parecia não acompanhá-lo naquele momento inesquecível. Porque a estocada que era feita a forçava a gemer bem alto! As mãos dele iam de encontro a cabeceira da cama, usando-a como apoio para firmar os movimentos fortes, profundos e maravilhosos! O calor dele derretia o teu interior, sua mente falhava em conseguir raciocinar qualquer coisa além das ondas de tesão que a fazia delirar. O corpo de Ulises acelerava mais a cada segundo que se passava, a força dele aumentava e ele literalmente a tomava como nenhum homem havia sido capaz de fazer! Em seu interior, o membro dele parecia crescer e ficar ainda mais forte, as metidas faziam a cama ranger e empurravam o teu corpo para cima até o ponto em que a sua cabeça batia de encontro a cabeceira da cama!

    Segundos se passavam, minutos se uniam em dezenas e também se esvaiam. Sua conta de orgasmos já havia se perdido, mas como era possível alguém ter tanta saúde? Ele desafiava os limites do corpo humano sem dificuldades e você não tinha razão nenhuma para reclamar, apenas para adorar continuar na mais perfeita união dos seus corpos. Enfim seu parceiro forçava a última penetração e removia o membro do seu interior, para despejar sobre o seu corpo o líquido quente e semitransparente, que parecia ferver quando tocava a sua pele gelada e lhe provocava arrepios.

    -Gab, eu poderia me alimentar um pouco de ti? Apenas para me revigor e nós continuarmos um pouco mais?!

    Questionava Ulisses com um sorriso na face, já com as presas à mostra e um olhar tão lascivo que a surpreendia! Ele queria mais!
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 29/6/2017, 19:37

    Sinto a mão de Ulisses acariciar meu rosto com carinho, fecho os olhos e inclino meu rosto para sentir melhor todo seu toque, estava completamente entregue a ele aquela demora em me possuir e o vigor dele davam um ar completamente único para aquela situação tão deliciosa e sensual.

    " É como minha primeira vez, só que diferente, sei o que quero dele e ele sabe o que desejar de mim! É tão bom poder realocar meu amor e direcionar para ele. Saber e ter a certeza que não sou mais humana e ainda sim poder amar e ser amada dessa forma tão intensa e linda...você faz parte da minha humanidade meu Ulisses e isso não pode ser tirado de mim."

    Abrindo os olhos mordo o lábio inferior o admirando enquanto ele demonstrava me desejar ainda mais, sorrio de maneira tímida apenas para fazer um charme a mais, deixo que ele me conduza para a cama novamente e abro ainda mais o sorriso ao ouvir suas primeiras palavras. Meu corpo tremia de ansiedade com a aproximação dele, minha respiração cessava por um momento e quando eu o sentia por completo dentro de mim setia completamente, minha cabeça girava, minhas mãos apertavam o lençol com tamanha força que parecia que eu iria rasgar o mesmo, minhas pernas tremiam e um grito de prazer brotava de minha garganta, meus olhos fixavam nos dele com uma expressão de incentivo para que ele continuasse.

    - Assim...isso...não para! Eita!

    Ria com a mão na cabeça ao sentir que havia tocado a parede, minhas pernas cruzavam na cintura dele com força e minhas mãos apoiavam na cabeceira da cama não deixando que eu fosse jogada para lá novamente, minhas presas estavam a mostra e movia minha cintura de forma circular quando ele se afastava para poder voltar.

    Arranho o estofado da cabeceira quando sinto o membro dele pulsar ainda mais, soltava sua cintura que prendia com minhas pernas ficando completamente mole e sentia o mesmo ser retirado de mim, praticamente pulava de encontro a ele o abraçando com força e lhe acariciando as costas lhe passando as unhas por ela em alguns momentos, lhe mordia no pescoço sem sugar seu sangue, queria que ele sentisse mais e mais prazer, por fim o soltava sentindo seu sêmen escorrer por minha barriga me deito ofegante e revirando o rosto para um lado e para o outro enquanto ele falava.

    - Deus! Isso é bom, como é bom. Você é mais que perfeito Ulisses, esse seu olhar é tão...tão...céus, como você é gostoso!

    Pulava novamente em cima dele o deitando agora, lhe olhava com os olhos arregalado e o peito a subir e descer rapidamente pela minha respiração descompassada, arrumava meu cabelo de forma rápida fazendo um coque mal feito alto e mordia minha linguá ao ponto de faze-lá sangrar, descia meu rosto lentamente para poder lhe tocar os lábios e começar a lhe beijar carinhosamente. Lhe sedendo todo meu corpo para que ele o usasse da forma que desejasse.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 30/6/2017, 13:54

    O beijo acontecia e o teu vitae nutria o corpo de Ulisses, mas não era só um beijo cheio de desejos e intimidades. Era um contato mais profundo, entre dois corações apaixonados que buscavam por abrigo. O amor daquele homem curava as feridas expostas anteriormente pela tua besta e o teu curava todas as ansiedades e inseguranças que haviam devorado Ulisses nessa terrível noite longe de ti.

    O fogo no entanto parecia nunca parar de arder! Horas se passaram, as posições entram trocadas e alternadas, estímulos surreais e tão poderosos que faziam o seu corpo tremer. Ele a possuía por completo, fazendo de ti a mulher mais amada e completa desse mundo! Ulisses era perfeito, carinhoso e atencioso, forte e vigoroso. E como ele a desejava! Nunca antes um homem demonstrava tanto prazer em sentir o seu toque, em estar dentro de ti e acima de tudo, olhar nos seus olhos com tanta sinceridade.
    -


    Local: San Gimignano, Domínio do Arauto.
    Data: 17 de Abril de 2016: A noite seguinte.

    -Você está segura agora, apenas me deixe fazer parte de sua vida...

    Essa era a última memória que você tinha em sua mente daquele fervoroso final de noite. A memória da voz de Ulisses murmurando essa linda frase quando a sua consciência já era entorpecida pelo sono do começo do amanhecer.

    Exausta e tranquila você dormia o mais maravilhoso de todos os seus sonos. Pequenos flashs da face de Ulisses, do cheiro do corpo do homem, do sorriso e muito mais vinha aos seus sonhos e os deixavam perfeitamente amáveis. Mas o começo de outra noite chegava e seus olhos prontamente se abriam, sem nenhuma dificuldade ou letargia. Você estava mais viva do que nunca!

    Ansiosamente a tatear a cama em busca da presença de Ulisses, para se lembrar que seria improvável encontrá-lo ali. Todavia, antes de pudesse tomar qualquer outra atitude, a voz do homem se fazia presente no quarto.

    -Já está a sentir tanta saudade de mim Gabrielle? Sente-se querida, trouxe teu desejum...

    Afirmava Ulisses com um sorriso na face. O homem estava a usar apenas um roupão branco, com uma bandeja em mãos, montando-a a sua frente na cama. Seus olhos encontravam uma linda e grande taça de cristal com sangue em seu interior.

    Ele então tomava a liberdade de se sentar na cama e puxar um dos seus pés para as mãos dele, fazendo nele uma massagem delicada e reconfortante. Os olhos dele no entanto não desviavam da sua face, ele parecia encantado pela sua beleza. O sorriso dele também parecia nunca ter fim! Uma alegria que quase se solidificava em torno da face do homem.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Miac em 30/6/2017, 15:31

    Me entrego por completa a Ulisses, caricias, beijos e o sexo mais prazeroso que já tive em toda minha vida descreviam muito bem meu fim de noite, já estava amanhecendo o que me fazia querer lutar para ficar acordada, não por perigo, queria permanecer com ele, nem que fosse apenas ao seu lado o olhando apenas se fosse possível, só que novamente ele com suas palavras lindas me tranquilizava, me acomodo em seu peito e fecho os olhos com um sorriso feliz e radiante na face.

    Abro meus olhos me lembrando de meu sonho com um sorriso largo no rosto, não sentir que meu corpo estava lendo era algo maravilhoso e me fazia sentir tão viva, bela, limpa e radiante. Quando ouço a voz daquele homem me levanto rapidamente o procurando por todo o quarto com ansiedade, ao vê-ló começo a bater palmas como uma menina que acabará de ganhar um presente tão desejado, minha voz soava com alegria.

    - Boa noite Homão!

    Me sentava na cama com um pulo nenhum pouco preocupada que estava nua, pegando a taça e bebendo a mesma toda, a deposito na mesinha ao lado e revirava os olhos tentando demonstrar um deboche tão falso que chegava a ser engraçado.

    - EUUUUUUUUU? Com saudade de você, já está se achando de mais né! Psiu...obrigada pela noite linda que me proporcionou. Você estava perfeito de mais, aquela força toda, aquele vigor...nossa, da calor só de lembrar.

    Termino de falar me abanando e assoprando meu colo, deixo meu pé no colo dele para que continuasse a massagem e me posiciono em suas costas o abraçando lhe dando diversos beijos nas costas, por fim fico com o rosto apoiado nele tentando ouvir seu coração, com a fala mais tranquila, falo de uma forma pensativa.

    - Ei...aquilo que disse ao amanhecer é o que quer mesmo? Foi tão profundo e intenso que só conseguia pensar em você enquanto dormia. Sou toda atrapalhada, meio boba e não chego perto da beleza das outras cainitas por ai...sinto algo por você e só quero de ver bem. De verdade mesmo Ulisses...nem que seja longe.
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    Re: Primeiro Arco de Gabrielle: Ato IV - As razões

    Mensagem por Danto em 3/7/2017, 13:18

    Ulisses se divertia com as suas ações inciais, soltando alguns breves risos diante a forma descontraída que você o saudava naquele começo de noite e mantendo um lindo sorriso na face durante toda a conversa que se seguia.

    Todavia, quando você o questionava, era possível ouvir a aceleração do coração do homem. A respiração dele ficava mais funda e ele parecia ansioso, até mesmo nervoso antes de começar a falar.

    -O que disse... Então você não estava dormindo, maravilha Ulisses...

    O homem estava a falar consigo mesmo! Era engraçado vê-lo se atrapalhar daquela maneira tão sincera na sua frente.

    -Não ouse sequer criar em sua mente um cenário de distância! Digo, eu... sim é o que eu realmente quero. Não sirvo para essas relações modernas, sequer consigo entender a brevidade delas. Me desculpe se estou a ultrapassar limites, mas não consigo conceber a ideia de não fazer parte de tua vida! Mas sei que caberá a ti escolher como...

      Data/hora atual: 20/8/2017, 19:58