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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

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    Danto
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    Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 7/7/2017, 17:36


    Quarto:
    Local: Monteriggioni,Castel Pietraio.
    Data: 16 de Abril de 2016: O quarto de Bash e Nina.

    Bash não verbalizava mais nenhuma única palavra, eram as suas mãos agora que guiavam vocês para um nova experiência. A inversão dos papeis era curiosa e gerava uma sensação especial para ambos, afinal, era de se esperar que o sempre criativo Toreador fosse aquele que ensinaria absolutamente tudo para sua mais nova prole. Aos olhos dela, ele apresentou a Europa e poderosos cainitas, a levou em viagens maravilhosas e inesquecíveis e a permitiu ver e vivenciar situações únicas. Porem, na mais importante de todas as viagens que ambos fariam juntos, Bash era o que deslumbrado, observava e tentava aprender o mais rápido possível! Talvez tenha sido essa a verdadeira intenção do homem ao abraça-la!

    Enfim, ele prontamente atendia aos seus movimentos e em poucos instantes vocês dois estavam lado a lado a caminhar pela mansão a procura do quarto que seria dedicado à vocês. Bash fazia uma pequena pausa, afinal alguém estava no corredor dos quartos! Ele ria baixo e levava o dedo na frente dos próprios lábios, por sorte era apenas um dos serviçais de Loretta e o mesmo prontamente apenas se aproximou para entregar uma chave a seu Senhor e seguir seu rumo, sem falar ou sequer olhar diretamente para vocês.

    -Ela sabia!?

    Perguntava a si mesmo Bash com a chave nas mãos! E finalmente ele parecia voltar, tendo certeza agora do caminho a ser seguido ele segurava com firmeza a sua mão, sem sequer notar que o seu vestido já estava quase a cair! Eufórico ele adentrava contigo um lindo e espaçoso quarto de casal, uma suíte que estava lindamente preparada com alguns jarros de flores, além das malas de Sebastian justapostas ao armário que antecedia a porta dupla de acesso ao banheiro da suite. Bash adentrava o quarto e prontamente se virava para fechar a porta, trancando-a com a chave e deixando a chave ainda conectada à fechadura da maçaneta. Inocentemente ele a questionava:

    -Agora que a festa começa?!

    Virando-se para olhar na sua direção, o homem a encontrava despida de seu vestido. Os olhos dele brilhavam de uma maneira diferente, um sorriso abobalhado surgia na expressão do homem que claramente vencia o domínio de um fascínio! Sim, a sua beleza o atentava ao fascínio! Não havia um elogio mais sincero e o casal sabia disso, a alegria foi então ao seu climax, já que Bash não conseguia parar de sorrir!

    Andando lentamente na sua direção, ele não avançava prontamente como havia feito nas primeiras situações. Ele fazia uma breve caminhada ao seu arredor, um circulo perfeito, que terminava a sua frente.

    -Como pode haver tamanha perfeição nesse mundo? É como se eu pudesse simplesmente esticar a minha mão e tocar o divino! Como se eu pudesse esticar minha mão e tocar...

    Ele então, literalmente esticava a mão e tocava na sua face, fazendo um gentil carinho em sua bochecha direita.

    -Meu novo amor! E é por isso que eu preciso de ti!

    Enfim ele se aproximava outra vez, as mãos dele conquistavam agora as suas costas. Uma se firmava precisamente no centro dela enquanto a outra descia cada vez mais, empurrando suavemente as pontas dos dedos para debaixo do tecido da sua peça de roupa inferior e tocar diretamente em sua nádega esquerda. Um toque que simbolizava um convite real para algo muito mais íntimo e verdadeiramente intenso.

    Finalmente o homem começava a beijá-la, mas não eram seus lábios os alvos desses beijos, mas sim o teu pescoço. Posteriormente o seu colo e o espaço entre seus seios e sua barriga. A mão que antes estava na suas costas começava a descer para firmar em sua cintura, os beijos seguiam descendo a cada instante que se passava, até tocarem a superfície de sua intimidade, ainda por cima daquele fino tecido. Ali o homem respirava algumas vezes, para rapidamente se colocar de pé com um sorriso maroto na face.

    -Que incrível sensação de querer tudo ao mesmo tempo! Me acompanhe...

    Animado o homem retirava a própria calça e tomava a sua mão, conduzindo vocês até a cama e sentando-se sobre a mesma. Ali na sua frente estava Bash de uma forma que nem seus mais criativos sonhos poderiam imaginar! Lindo, desejando-a e com uma ereção que parecia prestes a escapar a qualquer instante de tanta animação e força que ela fazia contra aquele tecido vinho.

    Finalmente, Bash a convidava para se sentar sobre o colo dele. Tomando a sua cintura pelas mãos e encaixando o teu corpo no dele, fazendo-a sentir o contato com o membro ereto dele, finalmente ele a beijava outra vez nos lábios, levando as mãos na direção da sua peça intima superior, em uma clara intenção de remove-la.
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 7/7/2017, 21:48

    Aquela pequena aventura de mudar de cômodo fazia realmente parecer que eramos jovens apaixonados tendo a primeira experiência de casal. Tirando pela parte do ‘jovens’, aquilo era a mais pura verdade. A transição ‘furtiva’ era uma cena divertida e cômica de se ver e ao ouvir a indagação de Soyer quando recebia a chave do quarto, eu tentava conter com a mão uma pequena gargalhada. Entretanto, aquilo ainda ecoava em minha mente e só de imaginar como aquela serviçal estava naquele canto, naquela situação e esperando a gente, a sensação de vergonha ameaçava me dominar, mas só ameaçava, pois nada poderia vencer a segurança, prazer e admiração que explodia dentro de mim pelo homem que me guiava até o quarto que marcaria nossas vidas.

    “Obrigada moça, por mais que isso tenha sido estranho e embaraçoso, nos te devomos uma!”

    Entrava no quarto com certa pressa e logo dava alguns passos me distanciar dele. Me posicionava em uma linha reta para as costas de Soyer e, enquanto ele fechava a porta, eu comprimia meu corpo, juntando meus braços para junto deste, deixando meu vestido escorrer até o chão. Permanecia no centro da peça de roupa e colocava as mãos entrelaçadas atrás de meu corpo, enchendo meu peito de ar e com um sorriso empolgado estampado em meu rosto, esperando pela reação de meu senhor ao me ver semidespida. Aquele poucos segundos esperando foram o suficiente para a ansiedade me consumir e trazer aquela sensação de frio na barriga, sentida quando eu finalmente havia dado meu primeiro beijo em Sebastian. Porém, agora aquela sensação vinha em uma escala e maneira diferente, sendo até nostálgica, pois a primeira e última vez que havia sentido algo assim havia sido antes de meu abraço, ainda quando era uma jovem exploradora das belezas naturais da sardenha.

    Meu sorriso alegre, misturado com ansiedade, rapidamente desaparecia quando o homem se virava e quase entrava em fascínio, mas não para dar lugar a uma expressão triste e sim de surpresa agradável. A sensação de frio na barriga migrava de lugar e se tornava um aperto gostoso no coração, que parecia o fazer, novamente, pulsar o sangue em meu corpo e com muito mais vigor. Por muito pouco algumas lagrimas não saíram e meu sorriso de alegria retornava atingindo proporções nunca antes vistas, assim como a inquietação e descontrole que acontecia dentro de meu corpo. Minha respiração ficava descompassada e ofegante quando ele finalmente começava a se aproximar. Meus olhos não piscavam e não conseguiam ver nada mais além do homem a minha frente, fazendo o resto da sala ficar embaraçado, e mesmo quando este começava a me arrodear, eu girava meu rosto até o máximo que podia para acompanhar sua movimentação.

    Como de costume, as palavras dele eram impecáveis e ele sabia exatamente como fazer meu corpo tremer e ficar vermelho de vergonha e ao sentir seu toque em meu rosto eu levava minha mão até a dele, segurando-a carinhosamente contra meu rosto, para, em seguida, dar um beijo na mão dele. Agora olhando em seus olhos, minha outra mão ia na direção de seu peito quando ele se aproximava e, quando suas mãos finalmente alcançavam minhas costas, eu o respondia de maneira tímida e em meu bom e velho dialeto sardenho. Afinal, naquele momento eu não conseguia de maneira nenhuma falar em outra língua.

    – Eu retribuirei todo o amor que você me der e muito mais. Farei de você o homem mais feliz da toscana e do mundo, Sebastian Soyer, pois você é a única pessoa que meus olhos admiram, meu coração ama e meu corpo deseja!

    Logo após dizer essas palavras, eu sentia suas mãos descendo por minhas costas até finalmente ultrapassar minha última peça de roupa e tatear meu glúteo. Aquele simples toque já me proporcionava uma sensação maravilhosa e me forçava a revirar os olhos e erguer levemente minha cabeça, mas quando ele começava a beijar meu corpo, minhas mãos ia até sua cabeça e meus dedos se esparramavam entre seu belíssimo cabelo, acariciando seu couro cabeludo a medida que seus lábios se aproximavam de minha intimidade. Foi então que ele finalmente encostou lá, dando um único beijo, e novamente me forçando a morder meus lábios para conter um leve gemido e o desejo absoluto de continuar a ser beijada naquele local. Porém, não eram beijos e sim o choque da sua respiração conta minha intimidade que me proporcionava um arrepio intenso que subia pela minha espinha e sacava minhas presas para fora.

    Por um segundo eu contia aquele impulso por mais algum tempo e voltava meus olhos para o homem, que agora já estava de pé e sem as calças. Meus olhos logo batiam no vigoroso membro sob sua última peça de roupa e ali ficavam impressionados com o tamanho da coisa provocando um intenso sentimento dentro de mim. Eu não sabia se aquele sentimento era medo ou desejo, talvez os dois misturados, mas, com certeza, o desejo era maior e logo meus olhos voltavam se encontrar com os dele, vendo-o ir até a cama e se sentar.

    – Estou realmente impressionada…

    Falava em um certo tom de brincadeira, mas logo começava a caminhar na direção dele. Com passadas largas e sensuais eu me aproximava do homem e me colocava a sua frente, vendo-o de cima por um instante. Em seguida eu colocava ambas as mãos em seus ombros e lentamente passava minhas pernas em volta do quadril dele, para então me sentar, colocando nossas intimidades em contato, sendo separadas apenas pelos finos tecidos de nossas roupas, e retribuindo o beijo do mesmo. Porém, quando ele tentava tirar meu sutiã eu colocava a mão em seu peito e o empurrava com força, forçando-o a se deitar na cama, e me deitando por cima dele, mas sem encostar nossos corpos.

    “Vamos brincar um pouco antes de irmos para os finalmente…”

    Eu não dizia nada, apenas fazia um sinal negativo com a cabeça deixando implícito que não era para ele se mexer. Em seguida, sensualmente voltava a erguer meu tronco passando minhas unhas em todo o seu tórax, indo da base do pescoço até o chegar na ponta de sua cueca e para assim o olhar de cima e abrir um sorriso safado. Agora estava novamente sentada sobre órgão sexual dele e logo eu começava a bem suavemente mexer meu quadril para frente e para trás para roçar em seu membro inferior. Ao mesmo tempo, eu lentamente retirava meu sutiã para poder provocá-lo bem muito e uma vez que a peça estava solta na parte de trás, eu soltava uma das mãos e deixava ele lentamente cair, tombando para o lado, e despindo meus seios aos olhos dele. Pouco tempo depois eu voltava a inclinar meu corpo sobre o dele. Meu rosto ficava rente com o dele, milímetros de distância, e assim ficava durante alguns segundos, ameaçando um beijo e retirando antes de encostar os lábios para atiçá-lo ainda mais, até que finalmente eu dava um selinho no canto de sua boca e ia beijando-o até chegar perto de seu ouvido para sussurrar com a voz fraca.

    – O que você vai fazer agora?
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 7/7/2017, 22:29

    Seu primeiro comentário sobre o corpo de Bash arrancava do mesmo apenas um breve riso nasal e algumas contrações da barriga em umas risadas mais baixinhas e divertidas, todavia, o clima mais divertido ia suavemente desaparecendo diante a sua iniciativa.

    Tua mão empurrava o tronco do homem que ia prontamente de encontro ao colchão, os olhos dele prontamente buscavam pelos seus. O experiente Toreador observava curiosamente a sua indicação negativa e se mantinha totalmente parado, exceto pela movimentação dos braços que tateavam a cama em busca de qualquer coisa para agarrar, uma falha tentativa que terminava com as mãos dele se abrindo totalmente e se chocando contra o colchão quando o teu quadril começava a se movimentar. Os olhos de Sebasitan se fechavam e a boca dele era aberta contra a vontade dele, já que as presas se expunham com enorme intensidade!

    Finalmente ele conseguia abrir os olhos e observá-la se mover sobre o ereto membro dele que demonstrava uma dureza fantástica naquele contato tão próximo e intimo, adorando ver os teus lindos seios e balançando a cabeça negativamente em reação a sua fala provocativa, Bash a respondia no idioma nativo da sua ilha:

    -Então você é uma mulher cruel, por essa eu não esperava! O que eu vou fazer agora? Nina...

    A voz de Sebastian atravessava o ambiente inteiro de uma maneira diferente, era difícil para a sua percepção compreender exatamente o que estava ocorrendo. Mas o restante da frase dele terminava com a boca dele fechada e a voz dele dentro da sua mente!

    "Vou fazer o teu corpo e a tua mente implorarem por mim!"

    Um sorriso malicioso surgia na face de Bash! Você havia finalmente o provocado a um ponto sem volta, sem mais nervosismos ou inseguranças! As mãos dele firmaram com força nas suas pernas, enquanto ele com uma maestria que apenas os mais atléticos homens poderiam exibir, forçava uma ação de giro que terminava com as suas costas sobre a cama e ele sobre o teu corpo.

    Sem mais rodeios, Bash fazia uma rápida descida por entre as suas pernas e puxava a sua única peça de roupa para o lado com um dos dedos, para enfim tocar a sua intimidade com os próprios lábios. A língua então entrava em cena e provocava uma potente e incomparável onda de prazeres, afinal a sensação de dormência e formigamento causada pela presença das presas era aliada a um tesão indescritível! E não parava por ai! A sua mente era invadida por impulsos inebriantes, eram os sentimentos de Bash!

    Você conseguia ate ouvir os instintos dele o obrigando a levar a mão livre para o pênis e libertá-lo para em seguida estimulá-lo! Era incrível, os seus impulsos se mesclavam aos dele dentro da sua mente e ambos estavam sincronizados em uma só direção: O prazer sexual dos corpos ali presentes.

    Era confuso e maravilhoso ao mesmo tempo, era possível sentir o toque e a textura do membro ereto e pulsante de Soyer na sua mão direita, mesmo ele não estando lá! Afinal era a mão dele que fazia os movimentos de ir e vir por toda a extensão daquele grosso e viril membro! E ao mesmo tempo, você conseguia ouvi-lo pensar:

    "Faça ela gozar, faça ela feliz! Faça dela sua, finalmente e completamente sua! Dê a ela tudo que ela pedir e desejar, você é dela e ela tua!"
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 9/7/2017, 14:48

    Ver o comportamento de Sebastian, tateando por alguma coisa que pudesse se agarrar, enquanto pressionava e estimulava meu órgão sexual contra o dele, me fazia, impulsivamente, aumentar um pouco a intensidade do movimento, mas não só para tentar provocá-lo, afinal, aquele movimento estava me dando tanto prazer quanto para o homem. A sensação de seu enorme membro, ainda que com duas camadas de tecido, passando entre os lábios de minha genitália me fazia fechar os olhos, para me concentrar naquela sensação, e soltar suspiros pesados de prazer. Meu desejo era continuar naquela posição por mais algum tempo, mas minhas provocações finalmente atingiam o resultado esperado.

    Aquelas foram as últimas palavras necessárias para resgatar a confiança que Sebastian precisava e ao ouvi sua fala em meu dialeto meu sorriso voltava a aparecer, porém, algo a mais acontecia. Era algo inesperado, que inicialmente me fazia parar de surpresa, mas que me excitava ainda mais, pois agora não haviam mais barreiras entre nos dois. Foi então, quando eu estava distraída, absorvendo aquele novo elemento, que ele me pegava de surpresa mais uma vez e agilmente me derrubava na cama, me jogando para baixo dele, e me cobrando um pequeno grito que se seguia de uma risada divertida.

    “Não se preocupe, Bash, eles já estão implorando a muito tempo!”

    Sentindo seu corpo pressionar o meu por cima. Minhas mãos instantaneamente iam na direção da cabeça dele, entretanto, ele rapidamente começava a descer na direção de minha intimidade e forçava minhas mãos a fazerem a mesma coisa que a dele fazia segundos antes. O toque de seus lábios em minha intimidade, seguida de sua língua, me proporcionava uma sensação extrema de prazer. Minhas pernas se retraiam um pouco e meus joelhos se flexionavam, deixando a sola de meus pés em contato com o tecido da cama. Meu peito se enchia de ar novamente até o ponto de descolar minhas costas da cama e minhas mãos apertavam o lençol com força. Minha boca se abria para soltar um gemido alto, mas nenhum som saia dela e em compensação minha mente tremia de prazer que consumia meu corpo.

    Era a primeira vez que aquilo acontecia comigo. Acho que por que desta vez meus verdadeiros sentimentos estavam envolvidos. Na verdade, não eram apenas os meus, mas também os dele que invadiam e se misturavam aos meus, transformando aquele momento em algo mágico. Eu me entregava totalmente. Todos os músculos de meu corpo respondiam a aquela sensação e logo meu sangue começava a fluir mais intensamente na direção deles, fortificando-os para perdurar aquela sensação por mais tempo.

    Minha mão direita que apertava o lençol agora podia sentir o viril membro de Soyer e sem que eu percebesse ela tomava a forma de como estivesse o segurando em uma pegada forte. Já minha mão esquerda ia até meu seio e o agarrava com força no primeiro aperto. Em seguida, começava a estimular a região alternando entre apertos mais fortes e delicados toques no mamilo. Agora eu já não conseguia segurar mais minha voz como antes e logo alguns gemidos fracos começavam a sair, indo no mesmo ritmo de nossas ações. Foi então quando os pensamentos dele me invadiram novamente, provocando um sorriso bobo no meio do intenso prazer carnal que me consumia.

    “Me preencha com seu amor, me preencha toda, e serei sua e somente sua!”
    Off:
    Gasto 3 pontos de sangue: 2 em Força e 1 em Vigor.


    Última edição por Lugo em 10/7/2017, 21:21, editado 1 vez(es)
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 10/7/2017, 13:30

    Enfim suas mentes juntas encontravam um perfeito e harmonioso silêncio, esse era o resultado de uma explosão úmida e vibrante que corria por todo o seu corpo. Um inesperado orgasmo era alcançado por causa de tantos poderosos estímulos e sensações compartilhadas, Bash encostava suavemente a face contra a sua coxa esquerda, beijando-a brevemente enquanto as suas mentes se separavam outra vez. Era interessante perceber que o seu orgasmo havia causado uma espécie de eco em Bash, afinal ele demonstrava a mais satisfatória postura que você naqueles instantes.

    Alguns breves segundos se passaram até que o homem enfim se colocou de pé outra vez, dessa vez completamente despido diante seus olhos e com uma latente ereção. De pé a sua frente, Bash a observou e abriu um pequeno sorriso maroto na face.

    -Ainda impressionada?

    A pergunta dele vinha junto de uma pequena ação das mãos que vinham na direção da sua cintura, deslizando suavemente para segurarem com firmeza a lateral da sua última peça de roupa intima e fazerem rapidamente a ação de removê-la. Conduzindo você naquela cena, obrigando-a à subir as pernas. Para em seguida firmar as mãos em suas panturrilhas e buscar diretamente os seus olhos.

    Não havia mais espaços para nervosismos ou inseguranças, não era isso que estava a brilhar nos olhos de Bash, mas sim um sentimento muito mais puro e magnífico. Parecia algo como o mais intenso tesão que um homem poderia sentir, mas transcendia aos limites carnais... Por fim as mãos dele liberavam as suas pernas e Bash se entregava totalmente a necessidade de possuí-la. Tomando a sua cintura com as mãos outra vez, o homem usava da própria força para subir o seu corpo, removendo-o quase que totalmente da cama e a jogava para cima da mesma. Afinal, você estava posicionada até agora na beirada desta. Era a primeira vez que o lado mais forte e agressivo de Bash se mostrava e o seu corpo tremia de prazer por finalmente conhecê-lo! Com as presas a mostra o homem subia na cama enquanto o colchão ainda se acostumava com o impacto causado pela ação de Bash de "jogá-la" para cima, na direção dos travesseiros.

    Abrindo suas pernas com as mãos afim de posicionar o corpo entre elas, Bash aproximava-se com enorme velocidade. Ajoelhando-se ali, o membro dele enfim tocava a sua intimidade de maneira direta, para com a ponta fazer uma cruel brincadeira com os pequenos lábios e toda a região mais sensível, o ápice ocorria quando o clitóris era atingido, pois ali o tato frio era substituído por um calor poderoso! Uma novidade inesperada e deliciosa! E a penetração enfim ocorria, adentrando o seu corpo, aquele membro ereto e rígido irradiava um calor magnífico!

    Outro convite era então feito, Bash buscava as suas costas e com força fazia uma ação de alavanca a convidando para subir rapidamente e sentar sobre ele! Uma posição diferente e que iria exigir de ambos uma real dedicação física, mas proporcionaria aos dois uma romântica possibilidade de uma troca linda de olhares e beijos.
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 10/7/2017, 23:04

    O efeito proveniente do poder de Sebastian amplificava toda a sensação prazer que meu corpo e mente captavam e aquilo acelerava de maneira descomunal a vinda do meu primeiro orgasmo em anos! A sensação de sua boca e linha tocando passando por minha vagina, somado ao prazer que ele mesmo sentia e que ecoava em minha mente, me derrubavam facilmente ao atingirem o climax de maneira tão rápida. A sensação de formigamento em minha região pélvica rapidamente crescia e os músculos de meu corpo começavam a se tencionar, se preparando para o que estava por vir. Não demorou muito para que a explosão de prazer finalmente ocorresse, levando aquela intensa e insana onda prazer para todas as partes de meu corpo. A onda se propagava do ponto de minha vagina e ia gradativamente atingindo novos níveis.

    Meu corpo todo tremia ao sentir o impacto daquele orgasmo ímpar. Minhas mãos se agarravam a onde conseguiam. Minhas pernas e pés se contraiam. E, por último, minha cabeça se inclinava para trás, com uma expressão de felicidade plena estampada. Durante alguns segundos minha visão ficava turva e minha consciência parecia apagar, para poder absorver totalmente aquele sentimento puro de prazer. Com a respiração ofegante eu começava a me recuperar do potente orgasmo e logo sentia o rosto de Soyer contra minha coxa, dando alguns beijos. Não esperava muito tempo para erguer meu tronco e, ao mesmo tempo, perceber que a conexão entre nossas mentes sessava. Não havia entendido o por que, afinal aquele fator havia transformado aquela experiência em algo único, mas ao olhar em seu rosto pude perceber que ele também havia sentido o mesmo.

    Observar a expressão de prazer dele era ainda mais satisfatório, afinal, meu maior objetivo era dar todo os prazeres e alegrias a ele. Tudo que ele não conseguiu fazer durante todos esses anos e muito mais. Aquele era meu verdadeiro objetivo.

    “Quem diria em, Bash. Mas isso está longe de acabar!”

    Por pouco tempo pude admirar o homem naquele estado, pois logo ele se levantava com um sorriso provocante e com seu rígido membro despido. Aquela era a primeira vez que eu o olhava de frente e era impossível esconder minha cara de surpresa e desejo! Minha visão ficava fixa naquele membro ereto de frente para mim, mas suas palavras me chamavam a atenção e me forçavam a olhar novamente em seus olhos e brevemente repara que aquilo estava realmente longe de acabar.

    – Não há como não ficar impressionada com você!

    Minha resposta era rápida assim como sua ação, que era devidamente correspondida. Naquele momento eu já não tinha mais motivos para me conter e ao ver suas mãos indo em direção a minha última peça de roupa, eu retornava a deitar meu corpo, levantando minhas pernas para facilitar a saída da vestimenta. Meus olhos não conseguiam ter outro destino além dos olhos dele e assim como sua vontade de me possuir estava explicita, minha vontade de ser possuída pelo homem também estava escancarada por todo meu corpo e ações.

    “Venha! Venha!”

    O desejo carnal gritava em minha cabeça enquanto o homem fortemente me reposicionava na cama, me jogando para cima e me fazendo bater a nuca nos travesseiros. Uma pequena gargalhada saia indicando o quanto havia gostado daquele ato mais agressivo de Sebastian. Uma fração de segundo depois a figura do homem já se posicionava de joelhos a minha frente, fazendo minhas pernas instintivamente se abrirem para acolherem o mesmo. Meu rosto se inclinava um pouco para o lado, e minha mão ia ate minha face, levando um dedo até a boca para ser mordido, junto de um sorriso safado, enquanto observava o novo Soyer em ação. Foi então que a cabeça de seu membro inferior finalmente entrava em contato com minha vagina.

    Aquela era a vez dele me provocar e, de fato, ele conseguia. Minha respiração ficava mais pesada ao sentir o toque quente em toda meu órgão sexual, principalmente no clitóris, e meus olhos deixavam claro o quanto queria que ele finalmente me preenchesse de uma vez por todas. E em um piscar de olhos eu podia sentir aquele vigoroso membro rompendo minha intimidade e ocupar o espaço dentro de mim. Minha reação imediata, ao sentir o impacto da primeira penetração, era, novamente, me agarra em algo da cama, mas Sebastian era mais rápido e me puxava com força para cima dele, me fazendo sentar em suas coxas. Minhas pernas se envolviam em sua cintura, se cruzando em suas costas, e meus braços passavam cima de seu ombro, se agarrando em seu pescoço para me sustentar naquela posição. Aquele movimento rápido fazia o pênis dele adentrar profundamente em meu interior ao mesmo tempo que nossos olhos voltavam a se encontrar diretamente.

    Com o rosto a poucos centímetros do dele eu fazia questão de iniciar um caloroso beijo enquanto também começava a mexer meus quadris, para frente e para trás, para enfim dar início ao ritmo da penetração. Aquela era uma posição difícil, mas extremamente prazerosa, pois até meu clítoris era estimulado naquela posição. Eu não desperdiçava esforços naquela situação, tanto que meu sangue fluía rapidamente por meu corpo aprimorando a desenvoltura de meus movimentos enquanto que minha boca mantinha a dele ocupada com beijos e algumas mordidas em seus lábios.

    [Off: Gasto 1 ponto de sangue para ativar rapidez.]
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 12/7/2017, 08:56

    A mão esquerda de Bash encontrava na sua cintura um apoio firme para estabilizar-se com maior desenvoltura, enquanto seus lábios se tocavam em beijos carinhos e lascivos, foi a mão direita do homem que buscou pelos seu seios, conquistando-os com intensidade e encontrando neles uma maravilhosa oportunidade de estimular ainda mais o teu corpo.

    O vitae fluía pelo teu corpo e despertava dentro dele a agilidade sobre humana que a auxiliava a agir com maestria, as penetrações se tornavam cada vez mais profundas e o ritmo crescia gradativamente. As presas de Bash enfim se mostravam outra vez, interrompendo os beijos o homem não levava mais do que três segundos para cravar as presas no lado esquerdo do seu pescoço e iniciar a ação de sorver o teu vitae! Uma ação que intensificava ainda mais o prazer daquela cena, mas ainda não era tudo que ele poderia lhe oferecer! Inesperadamente, a musculatura do homem se modificava! Torando-se mais forte e rígida, especialmente na região pélvica e no membro que adentrava o teu corpo, tamanha era a força e a rigidez alcançadas, que a sensação de ser totalmente preenchida enfim era alcançada. O toque final foi feito pela mão que antes repousava em sua cintura, já que essa deslizava pelo seu corpo e com o dedo do meio, adentrava o teu corpo. Assim o pequeno frio daquele forte dedo contrastava com o enorme calor do membro de Bash e ambos iam e vinham para dentro de ti!

    O tempo então se dilatava tanto quanto o seu corpo era obrigado a fazer. Segundos, minutos, horas?! Nada disso de fato importava! O teu corpo passava pelo segundo estouro de prazer, ou talvez o terceiro? Era impossível de raciocinar e compreender o que de fato estava ocorrendo, já que a sua mente mergulhava em um delicioso apagão.

    As luzes eram reacendidas em sua mente quando um forte abraço era feito pelos braços de Bash entorno do seu corpo, ele beijava o seu pescoço com carinho e murmurava:

    -Nina, não consigo mais segurar... Devo liberar fora ou queres provar?
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 13/7/2017, 20:54

    A muito tempo atrás, quando ainda era pequena, minha mãe costumava dizer que: Se a vida é uma caixinha de surpresas, enfeite-a com rosas e verá que melhorará! E de fato, melhorou, afinal, eu havia encontrado a mais bela e amável de todas as rosas para minha caixinha e que me dava a maior e melhor de todas as surpresas: o seu amor.

    O tempo começava a desacelerar a medida que a intensidade do choque de nossos corpos aumentava. Algo mágico estava acontecendo e logo minha visão parecia se expandir, para enxergar além do que estava a minha frente: o maravilho homem que me levava ao ápice do prazer. Minha imaginação era posta a prova e de repente a imagem de todo o quarto estava em minha cabeça. Com nos dois no centro, abraçados, um quadro da cena começava a ser eternizado em minha mente à pinceladas pesadas, que esborrotavam a tela com tanto amor, e que retratavam o início de algo ainda mais mágico.

    E como um toque de mágica, minha cabeça explodia em uma mistura de cores e sentimentos que me preenchiam por todos os cantos de meu corpo, para depois apaga-las por completo, deixando apenas aquela fragrância encantadora que era o perfume dele. Entretanto, as luzes começavam a voltar assim sendo guiadas pelo som de sua voz. Assim meus sentidos retornavam e traziam novamente todas as sensações daquele momento. O toque de seu dedo gelado por trás junto do calor que me completava e, ainda, sendo complementados pela sensação de seus beijos.

    Minha cabeça parecia girar e tudo estava desfocado, menos a imagem de Bash, esta estava tão nítida como nunca havia ficado e logo um sorriso alegre se formava em meu rosto, mesmo que minha respiração ofegante relutasse em deixá-lo ali.

    – Solte dentro de mim, Bash!

    As palavras saiam com extrema dificuldades e por entre gemidos altos que já não conseguia conter a muito tempo. E assim como as palavras, minhas próprias ações pareciam difíceis de se fazer naquele momento, mas, ainda assim, com o resto de minhas forças, eu tentava impor meu ritmo para dar a ele o máximo prazer.

    Rapidamente minha mão direita agarrava nos cabelos da nuca dele, puxando-o com certa força para trás, tentando inclinar a cabeça dele para trás mas sem machucá-lo, para em seguida empurrar meu corpo contra o dele, tentando fazer com que ele ficasse inclinado para trás, para assim eu me sentar ainda mais em seu membro inferior e colocar minhas canelas em contato com a cama para me apoiar e conseguir segurar o corpo dele.

    Já na posição, meu quadril começava a fazer movimentos mais amplos e fortes sobre o ereto membro dele ao mesmo tempo que minha boca ia na direção de seu pescoço para, assim como ele, cravar minhas presas e começar a tomar de seu vitae, para tentar proporcionar a ele o máximo de prazer, assim como ele havia feito comigo. Depois de alguns breves segundos, minhas presas saiam de seu pescoço, dedicando todas as minhas forças ao meu quadril e no ato que executava, para ir lentamente descendo, colada com o corpo dele e sem parar o movimento, até deitá-lo na cama e ficar por cima dele, para então falar com um sorriso malicioso.

    – Não se segure! Eu quero senti-lo por completo!
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 14/7/2017, 11:46

    Bash não demonstrava nenhuma necessidade de resistir as suas ações de controle da cena, inclinando suavemente para trás e fechando os olhos quando o viril membro dele adentrava mais profundamente o teu corpo. Abrindo suavemente a boca para soltar um pequeno som de prazer quando o seu quadril começava a dominá-lo, o homem já não era mais capaz de simplesmente controlar as presas que se faziam intensamente presentes.

    Assim ocorria a sua mordida, as suas presas abriam seu espaço no pescoço de Bash e o vitae dele então fluía rapidamente para a sua boca, inundando-a e descendo por sua garganta. Era um vitae saboroso, ferroso e especialmente forte! Foi esse vitae que a transformou em tudo que hoje você era, o mesmo vitae que seria seu para toda a eternidade. Enfim, outro pico de prazer acontecia, já que até a mais instintiva parte do seu ser, a sua besta, encontrava um prazer intenso e maravilhoso!

    O corpo dele estava totalmente entregue ao seu domínio, o homem deitava na cama, usando os cotovelos como base para que ele pudesse ao menos vê-la. Era tudo que ele queria fazer: Admirá-la. Seus sorrisos maliciosos enfim se encontravam, Bash realizava uma simples, tensionando o membro ainda quente e ereto dentro de ti, para ocasionar um total descontrole de seus corpos. Ali, em cima dele você tinha toda a liberdade para se movimentar, para conquistar todo o prazer que seu corpo poderia alcançar e acima de tudo: Possuir Bash.

    Ali, usando seus quadris com toda a agilidade que esses possuíam e com a ajuda da rapidez, você o conquistava. E resultado chegava: Bash fechava os olhos por breves instantes e sorria. O membro dele retesava dentro de ti, assim como toda a musculatura do homem reagia a algo poderoso que se aproximava. Um forte e quente jorrar ocorria, preenchendo sua intimidade como essa jamais havia sido. O corpo de Bash encontrava o mais profundo prazer através de um gozar pleno muito mais longo do que um mortal poderia fazer.

    Totalmente deitado na cama, Bash sorria ao dizer:

    -Posso fazer isso pela eternidade! Nina, uau! Você é... Tenho que buscar mais vitae, quero mais! Digo... Er... Você quer mais? Podemos tomar uma ducha, voltar pro festival, nos alimentar rapidinho e voltar!!

    Bash soava como um adolescente, tomado por uma libido que parecia infinita!
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 17/7/2017, 15:41

    O sabor daquele vitae acompanhado do aprofundamento do membro de Sebastian em meu interior, me fazia atordoava por um momento para poder sentir aquele novo ponto sendo alcançado. Meu corpo se esticava, levantando minha cabeça levemente e fechando os olhos, minhas mãos subiam para o tórax dele, fazendo minhas unhas pressionarem em a musculatura dele com força, ao mesmo tempo que minha cabeça chegava a poucos passos do limite, novamente, com o avanço profundo do pênis dele.

    “Bash… Como você…”

    Era difícil até mesmo de pensar naquela situação, afinal, minha cabeça estava cheia de sentimentos e sensações, que já não eram comuns a minha pessoa por um bom tempo, em níveis que jamais haviam chegado antes. Com o passar dos segundos, meu corpo ia se adaptando e assim permitiam a meus quadris poderem se movimentar novamente, mas, dessa vez meu impulso e dedicação eram maiores. O desejo de tê-lo e de nos proporcionar o maior dos prazeres me instigava ao ponto de sentir minha própria besta se mexer e deleitar-se do prazer que me consumia. A força de meus movimentos fazia com que o barulho do encontro de nossas coxas fosse alto o suficiente para disputar com meus gemidos.

    “Mais! Mais forte!”

    A cada batida de nossos corpos, mais forte e rápido meus movimentos ficavam. Minha cabeça já não conseguia ficar parada e descia, olhava para os lados, ainda com os olhos fechados, como se minha concentração estivesse sendo quebrada e minhas emoções não pudessem mais ser contidas, até que meus olhos se abriam e voltavam a enxergar a imagem de Sebastian que se preparava para finalmente chegar no ápice daquele ato. Ápice esse que não demorava muito, mas que ainda me pegava totalmente de surpresa e que me levava ao delírio.

    Era assustador, mas compreensível, a quantidade que inundava meu interior e, ao mesmo, tempo que ele se soltava, meu corpo sentia parava de se mexer completamente para sentir o calor proveniente daquele líquido. Era uma sensação incrível e aliviantes, que me permitia recuperar um pouco de minha consciência para poder processar as palavras de Sebastian e abrir um grande sorriso divertido. Era, de certa forma, cômico de ver aquela cena, onde ele demonstrava a vontade insaciável dele, como se fosse um jovem tendo sua primeira vez. Eu o olhava por alguns secundos, ainda atordoada pelo acontecido, recompondo minha respiração e passando meus cabelos por cima da orelha com meus dedos, para então o responder com um tom divertido e ainda com um sorriso feliz e atrevido no rosto.

    – Nos vamos ter a eternidade para fazer isso, nem se preocupe! Mas bem, eu quero mesmo voltar e fazer isso com você mais vezes ainda hoje, Bash, mas se a gente continuar nesse ritmo nos não vamos deixar ninguém dormir hoje… e, além do mais, você me surpreendeu além da conta e eu preciso me recuperar.

    Fazia uma breve pausa na fala para me lentamente abaixar meu corpo, parando um pouco a cima dele e me segurando colocando os braços na cama, para assim levar minha boca até a dele e dar mais um beijo caloroso em sua boca e, em seguida, erguer um pouco mais o corpo e falar dando uma piscadinha sensual com o olho esquerdo para ele.

    – Agora por que não vamos para o banho e me deixa te lavar um pouco.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 18/7/2017, 00:23

    -Mais vezes ainda hoje?! Minha mente já esta fervendo de ideias!

    Dizia Bash com um sorriso divertido na face, levando as mãos até as nádegas de Nina e as apertando com carinho e intensidade enquanto correspondia ao beijo.

    -Existe alguma forma que não falar: Claro! Para essa sua fala e essa piscada?

    Comentava Bash que logo em seguida girava o seu corpo pela cama, afim ficar por cima e roubar-lhe outro beijo para finalmente sair rapidamente da cama e já se adiantar para o banheiro.

    Imagem de referencia:

    Assim que você adentrava o charmoso e rústico banheiro da suíte separada para vocês dois no terceiro andar, seus olhos já encontravam a figura magnífica de Bash adentrando o box de vidro e olhando como funcionavam os registros de água. Era a primeira vez que você tinha a real oportunidade de observar toda a beleza daquele homem, uma perfeição jovem e saudável que lhe encantava profundamente.

    -Só pude reparar agora, estou realmente faminto! Acho que exagerei um pouquinho! Mas venha Nina, podemos tomar um ducha e depois disso eu saio para buscar vitae e uma troca de roupas para ti, afinal... Meu plano inicial foi totalmente frustrado pelos seus lindos e fascinantes olhos!

    Mantendo a porta do box aberta, Bash virava-se para estender uma mão ao convidá-la para adentrar o local.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 20/7/2017, 16:42

    Uma risadinha boba saia sem querer ao ouvir o comentário de Soyer e acaba se tornando em uma risada divertida após o movimento ágil feito pelo mesmo para me roubar um beijo e vê-lo sair da cama. Ainda com o sorriso em meu rosto, eu me sentava lentamente, ainda exausta depois do que havia acontecido, e o via ir em direção ao banheiro. Ficava sentada ainda por alguns segundos, tentando processar tudo que estava acontecendo e o que aconteceria, mas era muito difícil pois a única imagem que me aparecia na cabeça era a dele.

    “Meu deus, ele está mesmo parecendo um jovem na flor da idade! Mas comigo não é muito diferente… Me sinto tão viva como se tivesse voltado no tempo, para quando eu ainda não o conhecia. Na verdade, eu nunca me senti dessa maneira. Como você consegue fazer essas coisas comigo, Bash?”

    Sacudia a cabeça levemente, rindo comigo mesma, e soltando um suspiro rápido para, em seguida, olhar novamente na direção do banheiro e finalmente tomar coragem para me levantar com cuidado e seguir meu caminho atrás dele. Caminhando com delicadeza eu me aproximava da porta e olhava, antes de entrar, para o ver dentro do box do banheiro. Entretanto, bastava meus olhos encontrarem a imagem daquele maravilhoso homem para que a sensação de borboletas na barriga voltasse, mas dessa vez muito mais forte.

    “Você não sabe o quanto sonhei e o quanto estou feliz por poder te ver assim, desse jeito, mas, além disso, por fazer parte desse sonho.”

    Vendo-o naquele momento puro eu finalmente conseguia ver algo que nunca havia visto antes nele. Um semblante diferente, que irradiava alegria e quase me fazia chorar, mais uma vez. Parada na porta, eu o admirava durante algum tempo até que sua fala me libertava de meus pensamentos para prontamente aceitar o convite. Segurando sua mão, eu adentrava no box e rapidamente envolvia meus braços em sua cintura para abraçá-lo e pressionar meu corpo contra o dele de baixo da água que batia contra nossas cabeças.

    – Hmm… ‘Plano inicial’ é? Por que você não me fala qual era esse seu plano? E, alias, acho bom você me arrumar algumas roupas mesmo, afinal foi você quem me enganou e me fez não trazer mais roupas!

    Falava com um tom de brincadeira e aumentando um pouco a entonação da voz a medida que ia falando. Entretanto, não estava brava, na verdade estava o oposto, e logo minha expressão um pouco mais agressiva sumia e um sorriso meigo se fazia em meu rosto para continuar a falar antes mesmo dele responder.

    – Mas não se preocupe, eu o perdoo!

    Logo em seguida, meus braços subiam para ficar, novamente, sobre os ombros dele, e assim me colocar de ponta dos pés para dar-lhe mais um beijo longo.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 20/7/2017, 19:24

    As mãos de Bash tocavam gentilmente os seus cabelos, passando os dedos por eles que lavando-os com enorme delicadeza enquanto a observava dizer as palavras iniciais. Um lindo sorriso surgia na face do homem que prontamente a beijava de maneira apaixonada, para enfim explicar-se:

    -Sabe, eu pensei assim: Se a Nina não tivesse roupas, teria uma possibilidade maior de ter uma oportunidade a sós de conversar com ela. Ou seja, você ficaria surpresa ou nervosa e iria me indagar sobre a situação... Ou até mesmo ter que me pedir uma camisa para dormir, enfim, eu não sabia exatamente como dizer ou como agir, meu plano era bem ruim!

    Ria o homem durante e depois da própria explicação encontrando uma gostosa diversão dentro dela, iniciando logo em seguida as ações de realmente se banhar enquanto comentava:

    -Eu devo ir ao quarto de Lotta pegar uma muda de roupas para você e também farei com que Henry vá buscar umas duas malas de roupas só suas, que tal? E você por acaso está com muita fome? Porque, céus eu estou faminto!

    Comentava Bash, já terminando de limpar o sabão que havia passado no próprio corpo e gentilmente saindo debaixo da agua para se espreguiçar e poder apenas olhar a sua beleza, admirando seu corpo e todas as curvas do mesmo.

    -Nina, porque não relaxas um pouco na banheira enquanto eu faço tudo isso? Prometo que volto rapidinho!
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo Ontem à(s) 16:38

    – Certamente não era um dos melhores planos!

    Comentava e o acompanhava em a risada divertida ao mesmo tempo que tirava meus braços dos ombros dele. Minhas mãos escorregavam pelo seu corpo e até seu peitoral para começar a ajudá-lo a se lavar. Meus olhos seguiam minhas mãos e apreciavam a visão do corpo dele por um momento para, então, complementar minha fala.

    – Talvez não desse certo mesmo… Mas eu provavelmente dormiria sim com uma camisa sua.

    “Na verdade, eu acho que ainda vou dormir com uma camisa dele! Elas são tão confortáveis e fáceis de colocar e… vai ter o cheirinho dele!”

    Depois de retificar minha fala em minha cabeça, um rápido sorriso singelo e devasso passava pelo meu rosto, mostrando minha animação em realmente querer dormir com uma roupa dele. Depois da pequena viajem mental, eu piscava os olhos algumas vezes, de maneira rápida, para retornar o foco ao que estava fazendo e, então, finalmente tornava a ajudar Sebastian a se lavar primeiro, já que ele havia ficado de sair primeiro. Durante o banho eu fazia questão de dar algumas apalpadas em seu corpo, principalmente em sua bunda para provocá-lo um pouco, e parando quando ele retornava a falar.

    “Duas malas!? Minha nossa! A gente vai passar quanto tempo aqui? Não que eu não tenha problemas com isso, na verdade, até prefiro… Afinal, essa parte da família do Bash já está com um lugar reservado em meu coração.”

    Não conseguia esconder a cara de surpresa ao ouvir o que Sebastian dizia, muito menos um risada rápida e um pouquinho debochada, mas depois fazia uma expressão pensativa para poder respondê-lo.

    – Bem, acho que duas malas vai ser roupa de mais, mas pode ser… talvez algo fora dos planos aconteça de novo, não é mesmo? E sim, por favor, estou com fome, mas pelo visto, não tanto quanto você…

    “Acho que ele realmente se empolgou bastante, mas, além disso, ele também me mostrou algumas coisas inusitadas que devem ter cobrado muito dele… Pensando bem, você está me dando novas ideias querido.”

    De fato não havia parado para pensar em como aquilo havia ocorrido e em quão diferente de como foi com Vincent aquilo havia sido. Aquilo me fazia parar um pouco para pensar em novas ideias, entretanto, esses pensamentos eram rapidamente quebrados quando Soyer decidia sair do box e me obrigava a abrir espaço para ele. Assim que ele saia do chuveiro, prontamente eu tomava seu lugar e sentia como estava a temperatura da água, deixando-a em uma temperatura mais quente caso fosse necessário.

    Já de baixo d’água, começava a me lavar e logo reparava que os olhos dele me observavam profundamente. Aquilo me deixava um pouco envergonhada, mas eu apenas retribuía com um sorriso seguido de um beijo a distância. Em seguida, ao ouvir suas palavras, eu olhava para a banheira vazia e, depois de relutar um pouco, eu finalmente concordava com a cabeça, ainda deixando a água do chuveiro me agraciar com aquela sensação da água batendo nas costas.

    – É uma boa ideia, pode deixar que eu tento me virar em preparar a banheira e… não demore, certo?

    Era estranho, mas havia sido um pouco difícil de dizer a última parte da frase pois de alguma maneira a sensação de não tê-lo por perto já me deixava aflita, mas, não deixava demonstrar nenhum sentimento negativo, afinal, naquele momento, era impossível qualquer sentimento negativo me atingir.

    Rapidamente desligava o chuveiro e deixava um pouco da água escorrer de meu corpo, enquanto o via partir. Em seguida, pegava uma toalha e enrolava-a em volta de meu corpo para enxuga o excesso e não molhar o banheiro todo e depois ia até a banheira para ligá-la e prepará-la para um banho.
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto Hoje à(s) 16:24

    Havia uma felicidade quase palpável em torno da figura de Sebastian, ele não se importava com as suas ações mais ousadas de apertar e tocar o corpo dele, pelo contrário, havia um claro prazer em sentir as suas mãos e os sorrisos deixavam isso bem claro. Todavia, a fome parecia realmente incomoda e já do lado de fora do box ele observava as suas ações com calma, simulando uma breve respiração, ouvido a sua última questão e andando na sua direção, puxando-a pela toalha com uma pegada mais forte e olhando no fundo dos seus olhos.

    -Se dependesse apenas de mim, eu nunca sairia desse quarto Nina. Mas eu tenho que me alimentar bem rápido ou poderei perder o controle, quero estar plenamente consciente para o final dessa noite.

    A mão livre do lindo inglês alcançava uma das suas nádegas e a apertava, para assim ele enfim se despedir e beijar-lhe os lábios com carinho. Em seguida ele apenas pegava uma muda de roupas no armário, deixando a porta do banheiro aberta e comentando antes de sair do quarto à passos rápidos, sem chance de você tentar pegá-lo.

    -Ah sim, prepare-se tá bem? Eu to meio afim de ser Príncipe da Toscana! Pense nisso, já volto!

    Apesar do tom divertido, você sabia que ele estava falando a verdade! E sem se explicar mais, agindo como um jovem inconsequente, Sebastian corria para fora do quarto e deixava sozinha para aproveitar o banho, recompor-se da maravilhosa descoberta e digerir a informação inesperada.

      Data/hora atual: 22/7/2017, 19:35