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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

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    Danto
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    Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 7/7/2017, 17:36


    Quarto:
    Local: Monteriggioni,Castel Pietraio.
    Data: 16 de Abril de 2016: O quarto de Bash e Nina.

    Bash não verbalizava mais nenhuma única palavra, eram as suas mãos agora que guiavam vocês para um nova experiência. A inversão dos papeis era curiosa e gerava uma sensação especial para ambos, afinal, era de se esperar que o sempre criativo Toreador fosse aquele que ensinaria absolutamente tudo para sua mais nova prole. Aos olhos dela, ele apresentou a Europa e poderosos cainitas, a levou em viagens maravilhosas e inesquecíveis e a permitiu ver e vivenciar situações únicas. Porem, na mais importante de todas as viagens que ambos fariam juntos, Bash era o que deslumbrado, observava e tentava aprender o mais rápido possível! Talvez tenha sido essa a verdadeira intenção do homem ao abraça-la!

    Enfim, ele prontamente atendia aos seus movimentos e em poucos instantes vocês dois estavam lado a lado a caminhar pela mansão a procura do quarto que seria dedicado à vocês. Bash fazia uma pequena pausa, afinal alguém estava no corredor dos quartos! Ele ria baixo e levava o dedo na frente dos próprios lábios, por sorte era apenas um dos serviçais de Loretta e o mesmo prontamente apenas se aproximou para entregar uma chave a seu Senhor e seguir seu rumo, sem falar ou sequer olhar diretamente para vocês.

    -Ela sabia!?

    Perguntava a si mesmo Bash com a chave nas mãos! E finalmente ele parecia voltar, tendo certeza agora do caminho a ser seguido ele segurava com firmeza a sua mão, sem sequer notar que o seu vestido já estava quase a cair! Eufórico ele adentrava contigo um lindo e espaçoso quarto de casal, uma suíte que estava lindamente preparada com alguns jarros de flores, além das malas de Sebastian justapostas ao armário que antecedia a porta dupla de acesso ao banheiro da suite. Bash adentrava o quarto e prontamente se virava para fechar a porta, trancando-a com a chave e deixando a chave ainda conectada à fechadura da maçaneta. Inocentemente ele a questionava:

    -Agora que a festa começa?!

    Virando-se para olhar na sua direção, o homem a encontrava despida de seu vestido. Os olhos dele brilhavam de uma maneira diferente, um sorriso abobalhado surgia na expressão do homem que claramente vencia o domínio de um fascínio! Sim, a sua beleza o atentava ao fascínio! Não havia um elogio mais sincero e o casal sabia disso, a alegria foi então ao seu climax, já que Bash não conseguia parar de sorrir!

    Andando lentamente na sua direção, ele não avançava prontamente como havia feito nas primeiras situações. Ele fazia uma breve caminhada ao seu arredor, um circulo perfeito, que terminava a sua frente.

    -Como pode haver tamanha perfeição nesse mundo? É como se eu pudesse simplesmente esticar a minha mão e tocar o divino! Como se eu pudesse esticar minha mão e tocar...

    Ele então, literalmente esticava a mão e tocava na sua face, fazendo um gentil carinho em sua bochecha direita.

    -Meu novo amor! E é por isso que eu preciso de ti!

    Enfim ele se aproximava outra vez, as mãos dele conquistavam agora as suas costas. Uma se firmava precisamente no centro dela enquanto a outra descia cada vez mais, empurrando suavemente as pontas dos dedos para debaixo do tecido da sua peça de roupa inferior e tocar diretamente em sua nádega esquerda. Um toque que simbolizava um convite real para algo muito mais íntimo e verdadeiramente intenso.

    Finalmente o homem começava a beijá-la, mas não eram seus lábios os alvos desses beijos, mas sim o teu pescoço. Posteriormente o seu colo e o espaço entre seus seios e sua barriga. A mão que antes estava na suas costas começava a descer para firmar em sua cintura, os beijos seguiam descendo a cada instante que se passava, até tocarem a superfície de sua intimidade, ainda por cima daquele fino tecido. Ali o homem respirava algumas vezes, para rapidamente se colocar de pé com um sorriso maroto na face.

    -Que incrível sensação de querer tudo ao mesmo tempo! Me acompanhe...

    Animado o homem retirava a própria calça e tomava a sua mão, conduzindo vocês até a cama e sentando-se sobre a mesma. Ali na sua frente estava Bash de uma forma que nem seus mais criativos sonhos poderiam imaginar! Lindo, desejando-a e com uma ereção que parecia prestes a escapar a qualquer instante de tanta animação e força que ela fazia contra aquele tecido vinho.

    Finalmente, Bash a convidava para se sentar sobre o colo dele. Tomando a sua cintura pelas mãos e encaixando o teu corpo no dele, fazendo-a sentir o contato com o membro ereto dele, finalmente ele a beijava outra vez nos lábios, levando as mãos na direção da sua peça intima superior, em uma clara intenção de remove-la.
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 7/7/2017, 21:48

    Aquela pequena aventura de mudar de cômodo fazia realmente parecer que eramos jovens apaixonados tendo a primeira experiência de casal. Tirando pela parte do ‘jovens’, aquilo era a mais pura verdade. A transição ‘furtiva’ era uma cena divertida e cômica de se ver e ao ouvir a indagação de Soyer quando recebia a chave do quarto, eu tentava conter com a mão uma pequena gargalhada. Entretanto, aquilo ainda ecoava em minha mente e só de imaginar como aquela serviçal estava naquele canto, naquela situação e esperando a gente, a sensação de vergonha ameaçava me dominar, mas só ameaçava, pois nada poderia vencer a segurança, prazer e admiração que explodia dentro de mim pelo homem que me guiava até o quarto que marcaria nossas vidas.

    “Obrigada moça, por mais que isso tenha sido estranho e embaraçoso, nos te devomos uma!”

    Entrava no quarto com certa pressa e logo dava alguns passos me distanciar dele. Me posicionava em uma linha reta para as costas de Soyer e, enquanto ele fechava a porta, eu comprimia meu corpo, juntando meus braços para junto deste, deixando meu vestido escorrer até o chão. Permanecia no centro da peça de roupa e colocava as mãos entrelaçadas atrás de meu corpo, enchendo meu peito de ar e com um sorriso empolgado estampado em meu rosto, esperando pela reação de meu senhor ao me ver semidespida. Aquele poucos segundos esperando foram o suficiente para a ansiedade me consumir e trazer aquela sensação de frio na barriga, sentida quando eu finalmente havia dado meu primeiro beijo em Sebastian. Porém, agora aquela sensação vinha em uma escala e maneira diferente, sendo até nostálgica, pois a primeira e última vez que havia sentido algo assim havia sido antes de meu abraço, ainda quando era uma jovem exploradora das belezas naturais da sardenha.

    Meu sorriso alegre, misturado com ansiedade, rapidamente desaparecia quando o homem se virava e quase entrava em fascínio, mas não para dar lugar a uma expressão triste e sim de surpresa agradável. A sensação de frio na barriga migrava de lugar e se tornava um aperto gostoso no coração, que parecia o fazer, novamente, pulsar o sangue em meu corpo e com muito mais vigor. Por muito pouco algumas lagrimas não saíram e meu sorriso de alegria retornava atingindo proporções nunca antes vistas, assim como a inquietação e descontrole que acontecia dentro de meu corpo. Minha respiração ficava descompassada e ofegante quando ele finalmente começava a se aproximar. Meus olhos não piscavam e não conseguiam ver nada mais além do homem a minha frente, fazendo o resto da sala ficar embaraçado, e mesmo quando este começava a me arrodear, eu girava meu rosto até o máximo que podia para acompanhar sua movimentação.

    Como de costume, as palavras dele eram impecáveis e ele sabia exatamente como fazer meu corpo tremer e ficar vermelho de vergonha e ao sentir seu toque em meu rosto eu levava minha mão até a dele, segurando-a carinhosamente contra meu rosto, para, em seguida, dar um beijo na mão dele. Agora olhando em seus olhos, minha outra mão ia na direção de seu peito quando ele se aproximava e, quando suas mãos finalmente alcançavam minhas costas, eu o respondia de maneira tímida e em meu bom e velho dialeto sardenho. Afinal, naquele momento eu não conseguia de maneira nenhuma falar em outra língua.

    – Eu retribuirei todo o amor que você me der e muito mais. Farei de você o homem mais feliz da toscana e do mundo, Sebastian Soyer, pois você é a única pessoa que meus olhos admiram, meu coração ama e meu corpo deseja!

    Logo após dizer essas palavras, eu sentia suas mãos descendo por minhas costas até finalmente ultrapassar minha última peça de roupa e tatear meu glúteo. Aquele simples toque já me proporcionava uma sensação maravilhosa e me forçava a revirar os olhos e erguer levemente minha cabeça, mas quando ele começava a beijar meu corpo, minhas mãos ia até sua cabeça e meus dedos se esparramavam entre seu belíssimo cabelo, acariciando seu couro cabeludo a medida que seus lábios se aproximavam de minha intimidade. Foi então que ele finalmente encostou lá, dando um único beijo, e novamente me forçando a morder meus lábios para conter um leve gemido e o desejo absoluto de continuar a ser beijada naquele local. Porém, não eram beijos e sim o choque da sua respiração conta minha intimidade que me proporcionava um arrepio intenso que subia pela minha espinha e sacava minhas presas para fora.

    Por um segundo eu contia aquele impulso por mais algum tempo e voltava meus olhos para o homem, que agora já estava de pé e sem as calças. Meus olhos logo batiam no vigoroso membro sob sua última peça de roupa e ali ficavam impressionados com o tamanho da coisa provocando um intenso sentimento dentro de mim. Eu não sabia se aquele sentimento era medo ou desejo, talvez os dois misturados, mas, com certeza, o desejo era maior e logo meus olhos voltavam se encontrar com os dele, vendo-o ir até a cama e se sentar.

    – Estou realmente impressionada…

    Falava em um certo tom de brincadeira, mas logo começava a caminhar na direção dele. Com passadas largas e sensuais eu me aproximava do homem e me colocava a sua frente, vendo-o de cima por um instante. Em seguida eu colocava ambas as mãos em seus ombros e lentamente passava minhas pernas em volta do quadril dele, para então me sentar, colocando nossas intimidades em contato, sendo separadas apenas pelos finos tecidos de nossas roupas, e retribuindo o beijo do mesmo. Porém, quando ele tentava tirar meu sutiã eu colocava a mão em seu peito e o empurrava com força, forçando-o a se deitar na cama, e me deitando por cima dele, mas sem encostar nossos corpos.

    “Vamos brincar um pouco antes de irmos para os finalmente…”

    Eu não dizia nada, apenas fazia um sinal negativo com a cabeça deixando implícito que não era para ele se mexer. Em seguida, sensualmente voltava a erguer meu tronco passando minhas unhas em todo o seu tórax, indo da base do pescoço até o chegar na ponta de sua cueca e para assim o olhar de cima e abrir um sorriso safado. Agora estava novamente sentada sobre órgão sexual dele e logo eu começava a bem suavemente mexer meu quadril para frente e para trás para roçar em seu membro inferior. Ao mesmo tempo, eu lentamente retirava meu sutiã para poder provocá-lo bem muito e uma vez que a peça estava solta na parte de trás, eu soltava uma das mãos e deixava ele lentamente cair, tombando para o lado, e despindo meus seios aos olhos dele. Pouco tempo depois eu voltava a inclinar meu corpo sobre o dele. Meu rosto ficava rente com o dele, milímetros de distância, e assim ficava durante alguns segundos, ameaçando um beijo e retirando antes de encostar os lábios para atiçá-lo ainda mais, até que finalmente eu dava um selinho no canto de sua boca e ia beijando-o até chegar perto de seu ouvido para sussurrar com a voz fraca.

    – O que você vai fazer agora?
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 7/7/2017, 22:29

    Seu primeiro comentário sobre o corpo de Bash arrancava do mesmo apenas um breve riso nasal e algumas contrações da barriga em umas risadas mais baixinhas e divertidas, todavia, o clima mais divertido ia suavemente desaparecendo diante a sua iniciativa.

    Tua mão empurrava o tronco do homem que ia prontamente de encontro ao colchão, os olhos dele prontamente buscavam pelos seus. O experiente Toreador observava curiosamente a sua indicação negativa e se mantinha totalmente parado, exceto pela movimentação dos braços que tateavam a cama em busca de qualquer coisa para agarrar, uma falha tentativa que terminava com as mãos dele se abrindo totalmente e se chocando contra o colchão quando o teu quadril começava a se movimentar. Os olhos de Sebasitan se fechavam e a boca dele era aberta contra a vontade dele, já que as presas se expunham com enorme intensidade!

    Finalmente ele conseguia abrir os olhos e observá-la se mover sobre o ereto membro dele que demonstrava uma dureza fantástica naquele contato tão próximo e intimo, adorando ver os teus lindos seios e balançando a cabeça negativamente em reação a sua fala provocativa, Bash a respondia no idioma nativo da sua ilha:

    -Então você é uma mulher cruel, por essa eu não esperava! O que eu vou fazer agora? Nina...

    A voz de Sebastian atravessava o ambiente inteiro de uma maneira diferente, era difícil para a sua percepção compreender exatamente o que estava ocorrendo. Mas o restante da frase dele terminava com a boca dele fechada e a voz dele dentro da sua mente!

    "Vou fazer o teu corpo e a tua mente implorarem por mim!"

    Um sorriso malicioso surgia na face de Bash! Você havia finalmente o provocado a um ponto sem volta, sem mais nervosismos ou inseguranças! As mãos dele firmaram com força nas suas pernas, enquanto ele com uma maestria que apenas os mais atléticos homens poderiam exibir, forçava uma ação de giro que terminava com as suas costas sobre a cama e ele sobre o teu corpo.

    Sem mais rodeios, Bash fazia uma rápida descida por entre as suas pernas e puxava a sua única peça de roupa para o lado com um dos dedos, para enfim tocar a sua intimidade com os próprios lábios. A língua então entrava em cena e provocava uma potente e incomparável onda de prazeres, afinal a sensação de dormência e formigamento causada pela presença das presas era aliada a um tesão indescritível! E não parava por ai! A sua mente era invadida por impulsos inebriantes, eram os sentimentos de Bash!

    Você conseguia ate ouvir os instintos dele o obrigando a levar a mão livre para o pênis e libertá-lo para em seguida estimulá-lo! Era incrível, os seus impulsos se mesclavam aos dele dentro da sua mente e ambos estavam sincronizados em uma só direção: O prazer sexual dos corpos ali presentes.

    Era confuso e maravilhoso ao mesmo tempo, era possível sentir o toque e a textura do membro ereto e pulsante de Soyer na sua mão direita, mesmo ele não estando lá! Afinal era a mão dele que fazia os movimentos de ir e vir por toda a extensão daquele grosso e viril membro! E ao mesmo tempo, você conseguia ouvi-lo pensar:

    "Faça ela gozar, faça ela feliz! Faça dela sua, finalmente e completamente sua! Dê a ela tudo que ela pedir e desejar, você é dela e ela tua!"
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 9/7/2017, 14:48

    Ver o comportamento de Sebastian, tateando por alguma coisa que pudesse se agarrar, enquanto pressionava e estimulava meu órgão sexual contra o dele, me fazia, impulsivamente, aumentar um pouco a intensidade do movimento, mas não só para tentar provocá-lo, afinal, aquele movimento estava me dando tanto prazer quanto para o homem. A sensação de seu enorme membro, ainda que com duas camadas de tecido, passando entre os lábios de minha genitália me fazia fechar os olhos, para me concentrar naquela sensação, e soltar suspiros pesados de prazer. Meu desejo era continuar naquela posição por mais algum tempo, mas minhas provocações finalmente atingiam o resultado esperado.

    Aquelas foram as últimas palavras necessárias para resgatar a confiança que Sebastian precisava e ao ouvi sua fala em meu dialeto meu sorriso voltava a aparecer, porém, algo a mais acontecia. Era algo inesperado, que inicialmente me fazia parar de surpresa, mas que me excitava ainda mais, pois agora não haviam mais barreiras entre nos dois. Foi então, quando eu estava distraída, absorvendo aquele novo elemento, que ele me pegava de surpresa mais uma vez e agilmente me derrubava na cama, me jogando para baixo dele, e me cobrando um pequeno grito que se seguia de uma risada divertida.

    “Não se preocupe, Bash, eles já estão implorando a muito tempo!”

    Sentindo seu corpo pressionar o meu por cima. Minhas mãos instantaneamente iam na direção da cabeça dele, entretanto, ele rapidamente começava a descer na direção de minha intimidade e forçava minhas mãos a fazerem a mesma coisa que a dele fazia segundos antes. O toque de seus lábios em minha intimidade, seguida de sua língua, me proporcionava uma sensação extrema de prazer. Minhas pernas se retraiam um pouco e meus joelhos se flexionavam, deixando a sola de meus pés em contato com o tecido da cama. Meu peito se enchia de ar novamente até o ponto de descolar minhas costas da cama e minhas mãos apertavam o lençol com força. Minha boca se abria para soltar um gemido alto, mas nenhum som saia dela e em compensação minha mente tremia de prazer que consumia meu corpo.

    Era a primeira vez que aquilo acontecia comigo. Acho que por que desta vez meus verdadeiros sentimentos estavam envolvidos. Na verdade, não eram apenas os meus, mas também os dele que invadiam e se misturavam aos meus, transformando aquele momento em algo mágico. Eu me entregava totalmente. Todos os músculos de meu corpo respondiam a aquela sensação e logo meu sangue começava a fluir mais intensamente na direção deles, fortificando-os para perdurar aquela sensação por mais tempo.

    Minha mão direita que apertava o lençol agora podia sentir o viril membro de Soyer e sem que eu percebesse ela tomava a forma de como estivesse o segurando em uma pegada forte. Já minha mão esquerda ia até meu seio e o agarrava com força no primeiro aperto. Em seguida, começava a estimular a região alternando entre apertos mais fortes e delicados toques no mamilo. Agora eu já não conseguia segurar mais minha voz como antes e logo alguns gemidos fracos começavam a sair, indo no mesmo ritmo de nossas ações. Foi então quando os pensamentos dele me invadiram novamente, provocando um sorriso bobo no meio do intenso prazer carnal que me consumia.

    “Me preencha com seu amor, me preencha toda, e serei sua e somente sua!”
    Off:
    Gasto 3 pontos de sangue: 2 em Força e 1 em Vigor.


    Última edição por Lugo em 10/7/2017, 21:21, editado 1 vez(es)
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 10/7/2017, 13:30

    Enfim suas mentes juntas encontravam um perfeito e harmonioso silêncio, esse era o resultado de uma explosão úmida e vibrante que corria por todo o seu corpo. Um inesperado orgasmo era alcançado por causa de tantos poderosos estímulos e sensações compartilhadas, Bash encostava suavemente a face contra a sua coxa esquerda, beijando-a brevemente enquanto as suas mentes se separavam outra vez. Era interessante perceber que o seu orgasmo havia causado uma espécie de eco em Bash, afinal ele demonstrava a mais satisfatória postura que você naqueles instantes.

    Alguns breves segundos se passaram até que o homem enfim se colocou de pé outra vez, dessa vez completamente despido diante seus olhos e com uma latente ereção. De pé a sua frente, Bash a observou e abriu um pequeno sorriso maroto na face.

    -Ainda impressionada?

    A pergunta dele vinha junto de uma pequena ação das mãos que vinham na direção da sua cintura, deslizando suavemente para segurarem com firmeza a lateral da sua última peça de roupa intima e fazerem rapidamente a ação de removê-la. Conduzindo você naquela cena, obrigando-a à subir as pernas. Para em seguida firmar as mãos em suas panturrilhas e buscar diretamente os seus olhos.

    Não havia mais espaços para nervosismos ou inseguranças, não era isso que estava a brilhar nos olhos de Bash, mas sim um sentimento muito mais puro e magnífico. Parecia algo como o mais intenso tesão que um homem poderia sentir, mas transcendia aos limites carnais... Por fim as mãos dele liberavam as suas pernas e Bash se entregava totalmente a necessidade de possuí-la. Tomando a sua cintura com as mãos outra vez, o homem usava da própria força para subir o seu corpo, removendo-o quase que totalmente da cama e a jogava para cima da mesma. Afinal, você estava posicionada até agora na beirada desta. Era a primeira vez que o lado mais forte e agressivo de Bash se mostrava e o seu corpo tremia de prazer por finalmente conhecê-lo! Com as presas a mostra o homem subia na cama enquanto o colchão ainda se acostumava com o impacto causado pela ação de Bash de "jogá-la" para cima, na direção dos travesseiros.

    Abrindo suas pernas com as mãos afim de posicionar o corpo entre elas, Bash aproximava-se com enorme velocidade. Ajoelhando-se ali, o membro dele enfim tocava a sua intimidade de maneira direta, para com a ponta fazer uma cruel brincadeira com os pequenos lábios e toda a região mais sensível, o ápice ocorria quando o clitóris era atingido, pois ali o tato frio era substituído por um calor poderoso! Uma novidade inesperada e deliciosa! E a penetração enfim ocorria, adentrando o seu corpo, aquele membro ereto e rígido irradiava um calor magnífico!

    Outro convite era então feito, Bash buscava as suas costas e com força fazia uma ação de alavanca a convidando para subir rapidamente e sentar sobre ele! Uma posição diferente e que iria exigir de ambos uma real dedicação física, mas proporcionaria aos dois uma romântica possibilidade de uma troca linda de olhares e beijos.
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 10/7/2017, 23:04

    O efeito proveniente do poder de Sebastian amplificava toda a sensação prazer que meu corpo e mente captavam e aquilo acelerava de maneira descomunal a vinda do meu primeiro orgasmo em anos! A sensação de sua boca e linha tocando passando por minha vagina, somado ao prazer que ele mesmo sentia e que ecoava em minha mente, me derrubavam facilmente ao atingirem o climax de maneira tão rápida. A sensação de formigamento em minha região pélvica rapidamente crescia e os músculos de meu corpo começavam a se tencionar, se preparando para o que estava por vir. Não demorou muito para que a explosão de prazer finalmente ocorresse, levando aquela intensa e insana onda prazer para todas as partes de meu corpo. A onda se propagava do ponto de minha vagina e ia gradativamente atingindo novos níveis.

    Meu corpo todo tremia ao sentir o impacto daquele orgasmo ímpar. Minhas mãos se agarravam a onde conseguiam. Minhas pernas e pés se contraiam. E, por último, minha cabeça se inclinava para trás, com uma expressão de felicidade plena estampada. Durante alguns segundos minha visão ficava turva e minha consciência parecia apagar, para poder absorver totalmente aquele sentimento puro de prazer. Com a respiração ofegante eu começava a me recuperar do potente orgasmo e logo sentia o rosto de Soyer contra minha coxa, dando alguns beijos. Não esperava muito tempo para erguer meu tronco e, ao mesmo tempo, perceber que a conexão entre nossas mentes sessava. Não havia entendido o por que, afinal aquele fator havia transformado aquela experiência em algo único, mas ao olhar em seu rosto pude perceber que ele também havia sentido o mesmo.

    Observar a expressão de prazer dele era ainda mais satisfatório, afinal, meu maior objetivo era dar todo os prazeres e alegrias a ele. Tudo que ele não conseguiu fazer durante todos esses anos e muito mais. Aquele era meu verdadeiro objetivo.

    “Quem diria em, Bash. Mas isso está longe de acabar!”

    Por pouco tempo pude admirar o homem naquele estado, pois logo ele se levantava com um sorriso provocante e com seu rígido membro despido. Aquela era a primeira vez que eu o olhava de frente e era impossível esconder minha cara de surpresa e desejo! Minha visão ficava fixa naquele membro ereto de frente para mim, mas suas palavras me chamavam a atenção e me forçavam a olhar novamente em seus olhos e brevemente repara que aquilo estava realmente longe de acabar.

    – Não há como não ficar impressionada com você!

    Minha resposta era rápida assim como sua ação, que era devidamente correspondida. Naquele momento eu já não tinha mais motivos para me conter e ao ver suas mãos indo em direção a minha última peça de roupa, eu retornava a deitar meu corpo, levantando minhas pernas para facilitar a saída da vestimenta. Meus olhos não conseguiam ter outro destino além dos olhos dele e assim como sua vontade de me possuir estava explicita, minha vontade de ser possuída pelo homem também estava escancarada por todo meu corpo e ações.

    “Venha! Venha!”

    O desejo carnal gritava em minha cabeça enquanto o homem fortemente me reposicionava na cama, me jogando para cima e me fazendo bater a nuca nos travesseiros. Uma pequena gargalhada saia indicando o quanto havia gostado daquele ato mais agressivo de Sebastian. Uma fração de segundo depois a figura do homem já se posicionava de joelhos a minha frente, fazendo minhas pernas instintivamente se abrirem para acolherem o mesmo. Meu rosto se inclinava um pouco para o lado, e minha mão ia ate minha face, levando um dedo até a boca para ser mordido, junto de um sorriso safado, enquanto observava o novo Soyer em ação. Foi então que a cabeça de seu membro inferior finalmente entrava em contato com minha vagina.

    Aquela era a vez dele me provocar e, de fato, ele conseguia. Minha respiração ficava mais pesada ao sentir o toque quente em toda meu órgão sexual, principalmente no clitóris, e meus olhos deixavam claro o quanto queria que ele finalmente me preenchesse de uma vez por todas. E em um piscar de olhos eu podia sentir aquele vigoroso membro rompendo minha intimidade e ocupar o espaço dentro de mim. Minha reação imediata, ao sentir o impacto da primeira penetração, era, novamente, me agarra em algo da cama, mas Sebastian era mais rápido e me puxava com força para cima dele, me fazendo sentar em suas coxas. Minhas pernas se envolviam em sua cintura, se cruzando em suas costas, e meus braços passavam cima de seu ombro, se agarrando em seu pescoço para me sustentar naquela posição. Aquele movimento rápido fazia o pênis dele adentrar profundamente em meu interior ao mesmo tempo que nossos olhos voltavam a se encontrar diretamente.

    Com o rosto a poucos centímetros do dele eu fazia questão de iniciar um caloroso beijo enquanto também começava a mexer meus quadris, para frente e para trás, para enfim dar início ao ritmo da penetração. Aquela era uma posição difícil, mas extremamente prazerosa, pois até meu clítoris era estimulado naquela posição. Eu não desperdiçava esforços naquela situação, tanto que meu sangue fluía rapidamente por meu corpo aprimorando a desenvoltura de meus movimentos enquanto que minha boca mantinha a dele ocupada com beijos e algumas mordidas em seus lábios.

    [Off: Gasto 1 ponto de sangue para ativar rapidez.]
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 12/7/2017, 08:56

    A mão esquerda de Bash encontrava na sua cintura um apoio firme para estabilizar-se com maior desenvoltura, enquanto seus lábios se tocavam em beijos carinhos e lascivos, foi a mão direita do homem que buscou pelos seu seios, conquistando-os com intensidade e encontrando neles uma maravilhosa oportunidade de estimular ainda mais o teu corpo.

    O vitae fluía pelo teu corpo e despertava dentro dele a agilidade sobre humana que a auxiliava a agir com maestria, as penetrações se tornavam cada vez mais profundas e o ritmo crescia gradativamente. As presas de Bash enfim se mostravam outra vez, interrompendo os beijos o homem não levava mais do que três segundos para cravar as presas no lado esquerdo do seu pescoço e iniciar a ação de sorver o teu vitae! Uma ação que intensificava ainda mais o prazer daquela cena, mas ainda não era tudo que ele poderia lhe oferecer! Inesperadamente, a musculatura do homem se modificava! Torando-se mais forte e rígida, especialmente na região pélvica e no membro que adentrava o teu corpo, tamanha era a força e a rigidez alcançadas, que a sensação de ser totalmente preenchida enfim era alcançada. O toque final foi feito pela mão que antes repousava em sua cintura, já que essa deslizava pelo seu corpo e com o dedo do meio, adentrava o teu corpo. Assim o pequeno frio daquele forte dedo contrastava com o enorme calor do membro de Bash e ambos iam e vinham para dentro de ti!

    O tempo então se dilatava tanto quanto o seu corpo era obrigado a fazer. Segundos, minutos, horas?! Nada disso de fato importava! O teu corpo passava pelo segundo estouro de prazer, ou talvez o terceiro? Era impossível de raciocinar e compreender o que de fato estava ocorrendo, já que a sua mente mergulhava em um delicioso apagão.

    As luzes eram reacendidas em sua mente quando um forte abraço era feito pelos braços de Bash entorno do seu corpo, ele beijava o seu pescoço com carinho e murmurava:

    -Nina, não consigo mais segurar... Devo liberar fora ou queres provar?
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 13/7/2017, 20:54

    A muito tempo atrás, quando ainda era pequena, minha mãe costumava dizer que: Se a vida é uma caixinha de surpresas, enfeite-a com rosas e verá que melhorará! E de fato, melhorou, afinal, eu havia encontrado a mais bela e amável de todas as rosas para minha caixinha e que me dava a maior e melhor de todas as surpresas: o seu amor.

    O tempo começava a desacelerar a medida que a intensidade do choque de nossos corpos aumentava. Algo mágico estava acontecendo e logo minha visão parecia se expandir, para enxergar além do que estava a minha frente: o maravilho homem que me levava ao ápice do prazer. Minha imaginação era posta a prova e de repente a imagem de todo o quarto estava em minha cabeça. Com nos dois no centro, abraçados, um quadro da cena começava a ser eternizado em minha mente à pinceladas pesadas, que esborrotavam a tela com tanto amor, e que retratavam o início de algo ainda mais mágico.

    E como um toque de mágica, minha cabeça explodia em uma mistura de cores e sentimentos que me preenchiam por todos os cantos de meu corpo, para depois apaga-las por completo, deixando apenas aquela fragrância encantadora que era o perfume dele. Entretanto, as luzes começavam a voltar assim sendo guiadas pelo som de sua voz. Assim meus sentidos retornavam e traziam novamente todas as sensações daquele momento. O toque de seu dedo gelado por trás junto do calor que me completava e, ainda, sendo complementados pela sensação de seus beijos.

    Minha cabeça parecia girar e tudo estava desfocado, menos a imagem de Bash, esta estava tão nítida como nunca havia ficado e logo um sorriso alegre se formava em meu rosto, mesmo que minha respiração ofegante relutasse em deixá-lo ali.

    – Solte dentro de mim, Bash!

    As palavras saiam com extrema dificuldades e por entre gemidos altos que já não conseguia conter a muito tempo. E assim como as palavras, minhas próprias ações pareciam difíceis de se fazer naquele momento, mas, ainda assim, com o resto de minhas forças, eu tentava impor meu ritmo para dar a ele o máximo prazer.

    Rapidamente minha mão direita agarrava nos cabelos da nuca dele, puxando-o com certa força para trás, tentando inclinar a cabeça dele para trás mas sem machucá-lo, para em seguida empurrar meu corpo contra o dele, tentando fazer com que ele ficasse inclinado para trás, para assim eu me sentar ainda mais em seu membro inferior e colocar minhas canelas em contato com a cama para me apoiar e conseguir segurar o corpo dele.

    Já na posição, meu quadril começava a fazer movimentos mais amplos e fortes sobre o ereto membro dele ao mesmo tempo que minha boca ia na direção de seu pescoço para, assim como ele, cravar minhas presas e começar a tomar de seu vitae, para tentar proporcionar a ele o máximo de prazer, assim como ele havia feito comigo. Depois de alguns breves segundos, minhas presas saiam de seu pescoço, dedicando todas as minhas forças ao meu quadril e no ato que executava, para ir lentamente descendo, colada com o corpo dele e sem parar o movimento, até deitá-lo na cama e ficar por cima dele, para então falar com um sorriso malicioso.

    – Não se segure! Eu quero senti-lo por completo!
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 14/7/2017, 11:46

    Bash não demonstrava nenhuma necessidade de resistir as suas ações de controle da cena, inclinando suavemente para trás e fechando os olhos quando o viril membro dele adentrava mais profundamente o teu corpo. Abrindo suavemente a boca para soltar um pequeno som de prazer quando o seu quadril começava a dominá-lo, o homem já não era mais capaz de simplesmente controlar as presas que se faziam intensamente presentes.

    Assim ocorria a sua mordida, as suas presas abriam seu espaço no pescoço de Bash e o vitae dele então fluía rapidamente para a sua boca, inundando-a e descendo por sua garganta. Era um vitae saboroso, ferroso e especialmente forte! Foi esse vitae que a transformou em tudo que hoje você era, o mesmo vitae que seria seu para toda a eternidade. Enfim, outro pico de prazer acontecia, já que até a mais instintiva parte do seu ser, a sua besta, encontrava um prazer intenso e maravilhoso!

    O corpo dele estava totalmente entregue ao seu domínio, o homem deitava na cama, usando os cotovelos como base para que ele pudesse ao menos vê-la. Era tudo que ele queria fazer: Admirá-la. Seus sorrisos maliciosos enfim se encontravam, Bash realizava uma simples, tensionando o membro ainda quente e ereto dentro de ti, para ocasionar um total descontrole de seus corpos. Ali, em cima dele você tinha toda a liberdade para se movimentar, para conquistar todo o prazer que seu corpo poderia alcançar e acima de tudo: Possuir Bash.

    Ali, usando seus quadris com toda a agilidade que esses possuíam e com a ajuda da rapidez, você o conquistava. E resultado chegava: Bash fechava os olhos por breves instantes e sorria. O membro dele retesava dentro de ti, assim como toda a musculatura do homem reagia a algo poderoso que se aproximava. Um forte e quente jorrar ocorria, preenchendo sua intimidade como essa jamais havia sido. O corpo de Bash encontrava o mais profundo prazer através de um gozar pleno muito mais longo do que um mortal poderia fazer.

    Totalmente deitado na cama, Bash sorria ao dizer:

    -Posso fazer isso pela eternidade! Nina, uau! Você é... Tenho que buscar mais vitae, quero mais! Digo... Er... Você quer mais? Podemos tomar uma ducha, voltar pro festival, nos alimentar rapidinho e voltar!!

    Bash soava como um adolescente, tomado por uma libido que parecia infinita!
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 17/7/2017, 15:41

    O sabor daquele vitae acompanhado do aprofundamento do membro de Sebastian em meu interior, me fazia atordoava por um momento para poder sentir aquele novo ponto sendo alcançado. Meu corpo se esticava, levantando minha cabeça levemente e fechando os olhos, minhas mãos subiam para o tórax dele, fazendo minhas unhas pressionarem em a musculatura dele com força, ao mesmo tempo que minha cabeça chegava a poucos passos do limite, novamente, com o avanço profundo do pênis dele.

    “Bash… Como você…”

    Era difícil até mesmo de pensar naquela situação, afinal, minha cabeça estava cheia de sentimentos e sensações, que já não eram comuns a minha pessoa por um bom tempo, em níveis que jamais haviam chegado antes. Com o passar dos segundos, meu corpo ia se adaptando e assim permitiam a meus quadris poderem se movimentar novamente, mas, dessa vez meu impulso e dedicação eram maiores. O desejo de tê-lo e de nos proporcionar o maior dos prazeres me instigava ao ponto de sentir minha própria besta se mexer e deleitar-se do prazer que me consumia. A força de meus movimentos fazia com que o barulho do encontro de nossas coxas fosse alto o suficiente para disputar com meus gemidos.

    “Mais! Mais forte!”

    A cada batida de nossos corpos, mais forte e rápido meus movimentos ficavam. Minha cabeça já não conseguia ficar parada e descia, olhava para os lados, ainda com os olhos fechados, como se minha concentração estivesse sendo quebrada e minhas emoções não pudessem mais ser contidas, até que meus olhos se abriam e voltavam a enxergar a imagem de Sebastian que se preparava para finalmente chegar no ápice daquele ato. Ápice esse que não demorava muito, mas que ainda me pegava totalmente de surpresa e que me levava ao delírio.

    Era assustador, mas compreensível, a quantidade que inundava meu interior e, ao mesmo, tempo que ele se soltava, meu corpo sentia parava de se mexer completamente para sentir o calor proveniente daquele líquido. Era uma sensação incrível e aliviantes, que me permitia recuperar um pouco de minha consciência para poder processar as palavras de Sebastian e abrir um grande sorriso divertido. Era, de certa forma, cômico de ver aquela cena, onde ele demonstrava a vontade insaciável dele, como se fosse um jovem tendo sua primeira vez. Eu o olhava por alguns secundos, ainda atordoada pelo acontecido, recompondo minha respiração e passando meus cabelos por cima da orelha com meus dedos, para então o responder com um tom divertido e ainda com um sorriso feliz e atrevido no rosto.

    – Nos vamos ter a eternidade para fazer isso, nem se preocupe! Mas bem, eu quero mesmo voltar e fazer isso com você mais vezes ainda hoje, Bash, mas se a gente continuar nesse ritmo nos não vamos deixar ninguém dormir hoje… e, além do mais, você me surpreendeu além da conta e eu preciso me recuperar.

    Fazia uma breve pausa na fala para me lentamente abaixar meu corpo, parando um pouco a cima dele e me segurando colocando os braços na cama, para assim levar minha boca até a dele e dar mais um beijo caloroso em sua boca e, em seguida, erguer um pouco mais o corpo e falar dando uma piscadinha sensual com o olho esquerdo para ele.

    – Agora por que não vamos para o banho e me deixa te lavar um pouco.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 18/7/2017, 00:23

    -Mais vezes ainda hoje?! Minha mente já esta fervendo de ideias!

    Dizia Bash com um sorriso divertido na face, levando as mãos até as nádegas de Nina e as apertando com carinho e intensidade enquanto correspondia ao beijo.

    -Existe alguma forma que não falar: Claro! Para essa sua fala e essa piscada?

    Comentava Bash que logo em seguida girava o seu corpo pela cama, afim ficar por cima e roubar-lhe outro beijo para finalmente sair rapidamente da cama e já se adiantar para o banheiro.

    Imagem de referencia:

    Assim que você adentrava o charmoso e rústico banheiro da suíte separada para vocês dois no terceiro andar, seus olhos já encontravam a figura magnífica de Bash adentrando o box de vidro e olhando como funcionavam os registros de água. Era a primeira vez que você tinha a real oportunidade de observar toda a beleza daquele homem, uma perfeição jovem e saudável que lhe encantava profundamente.

    -Só pude reparar agora, estou realmente faminto! Acho que exagerei um pouquinho! Mas venha Nina, podemos tomar um ducha e depois disso eu saio para buscar vitae e uma troca de roupas para ti, afinal... Meu plano inicial foi totalmente frustrado pelos seus lindos e fascinantes olhos!

    Mantendo a porta do box aberta, Bash virava-se para estender uma mão ao convidá-la para adentrar o local.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 20/7/2017, 16:42

    Uma risadinha boba saia sem querer ao ouvir o comentário de Soyer e acaba se tornando em uma risada divertida após o movimento ágil feito pelo mesmo para me roubar um beijo e vê-lo sair da cama. Ainda com o sorriso em meu rosto, eu me sentava lentamente, ainda exausta depois do que havia acontecido, e o via ir em direção ao banheiro. Ficava sentada ainda por alguns segundos, tentando processar tudo que estava acontecendo e o que aconteceria, mas era muito difícil pois a única imagem que me aparecia na cabeça era a dele.

    “Meu deus, ele está mesmo parecendo um jovem na flor da idade! Mas comigo não é muito diferente… Me sinto tão viva como se tivesse voltado no tempo, para quando eu ainda não o conhecia. Na verdade, eu nunca me senti dessa maneira. Como você consegue fazer essas coisas comigo, Bash?”

    Sacudia a cabeça levemente, rindo comigo mesma, e soltando um suspiro rápido para, em seguida, olhar novamente na direção do banheiro e finalmente tomar coragem para me levantar com cuidado e seguir meu caminho atrás dele. Caminhando com delicadeza eu me aproximava da porta e olhava, antes de entrar, para o ver dentro do box do banheiro. Entretanto, bastava meus olhos encontrarem a imagem daquele maravilhoso homem para que a sensação de borboletas na barriga voltasse, mas dessa vez muito mais forte.

    “Você não sabe o quanto sonhei e o quanto estou feliz por poder te ver assim, desse jeito, mas, além disso, por fazer parte desse sonho.”

    Vendo-o naquele momento puro eu finalmente conseguia ver algo que nunca havia visto antes nele. Um semblante diferente, que irradiava alegria e quase me fazia chorar, mais uma vez. Parada na porta, eu o admirava durante algum tempo até que sua fala me libertava de meus pensamentos para prontamente aceitar o convite. Segurando sua mão, eu adentrava no box e rapidamente envolvia meus braços em sua cintura para abraçá-lo e pressionar meu corpo contra o dele de baixo da água que batia contra nossas cabeças.

    – Hmm… ‘Plano inicial’ é? Por que você não me fala qual era esse seu plano? E, alias, acho bom você me arrumar algumas roupas mesmo, afinal foi você quem me enganou e me fez não trazer mais roupas!

    Falava com um tom de brincadeira e aumentando um pouco a entonação da voz a medida que ia falando. Entretanto, não estava brava, na verdade estava o oposto, e logo minha expressão um pouco mais agressiva sumia e um sorriso meigo se fazia em meu rosto para continuar a falar antes mesmo dele responder.

    – Mas não se preocupe, eu o perdoo!

    Logo em seguida, meus braços subiam para ficar, novamente, sobre os ombros dele, e assim me colocar de ponta dos pés para dar-lhe mais um beijo longo.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 20/7/2017, 19:24

    As mãos de Bash tocavam gentilmente os seus cabelos, passando os dedos por eles que lavando-os com enorme delicadeza enquanto a observava dizer as palavras iniciais. Um lindo sorriso surgia na face do homem que prontamente a beijava de maneira apaixonada, para enfim explicar-se:

    -Sabe, eu pensei assim: Se a Nina não tivesse roupas, teria uma possibilidade maior de ter uma oportunidade a sós de conversar com ela. Ou seja, você ficaria surpresa ou nervosa e iria me indagar sobre a situação... Ou até mesmo ter que me pedir uma camisa para dormir, enfim, eu não sabia exatamente como dizer ou como agir, meu plano era bem ruim!

    Ria o homem durante e depois da própria explicação encontrando uma gostosa diversão dentro dela, iniciando logo em seguida as ações de realmente se banhar enquanto comentava:

    -Eu devo ir ao quarto de Lotta pegar uma muda de roupas para você e também farei com que Henry vá buscar umas duas malas de roupas só suas, que tal? E você por acaso está com muita fome? Porque, céus eu estou faminto!

    Comentava Bash, já terminando de limpar o sabão que havia passado no próprio corpo e gentilmente saindo debaixo da agua para se espreguiçar e poder apenas olhar a sua beleza, admirando seu corpo e todas as curvas do mesmo.

    -Nina, porque não relaxas um pouco na banheira enquanto eu faço tudo isso? Prometo que volto rapidinho!
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 21/7/2017, 16:38

    – Certamente não era um dos melhores planos!

    Comentava e o acompanhava em a risada divertida ao mesmo tempo que tirava meus braços dos ombros dele. Minhas mãos escorregavam pelo seu corpo e até seu peitoral para começar a ajudá-lo a se lavar. Meus olhos seguiam minhas mãos e apreciavam a visão do corpo dele por um momento para, então, complementar minha fala.

    – Talvez não desse certo mesmo… Mas eu provavelmente dormiria sim com uma camisa sua.

    “Na verdade, eu acho que ainda vou dormir com uma camisa dele! Elas são tão confortáveis e fáceis de colocar e… vai ter o cheirinho dele!”

    Depois de retificar minha fala em minha cabeça, um rápido sorriso singelo e devasso passava pelo meu rosto, mostrando minha animação em realmente querer dormir com uma roupa dele. Depois da pequena viajem mental, eu piscava os olhos algumas vezes, de maneira rápida, para retornar o foco ao que estava fazendo e, então, finalmente tornava a ajudar Sebastian a se lavar primeiro, já que ele havia ficado de sair primeiro. Durante o banho eu fazia questão de dar algumas apalpadas em seu corpo, principalmente em sua bunda para provocá-lo um pouco, e parando quando ele retornava a falar.

    “Duas malas!? Minha nossa! A gente vai passar quanto tempo aqui? Não que eu não tenha problemas com isso, na verdade, até prefiro… Afinal, essa parte da família do Bash já está com um lugar reservado em meu coração.”

    Não conseguia esconder a cara de surpresa ao ouvir o que Sebastian dizia, muito menos um risada rápida e um pouquinho debochada, mas depois fazia uma expressão pensativa para poder respondê-lo.

    – Bem, acho que duas malas vai ser roupa de mais, mas pode ser… talvez algo fora dos planos aconteça de novo, não é mesmo? E sim, por favor, estou com fome, mas pelo visto, não tanto quanto você…

    “Acho que ele realmente se empolgou bastante, mas, além disso, ele também me mostrou algumas coisas inusitadas que devem ter cobrado muito dele… Pensando bem, você está me dando novas ideias querido.”

    De fato não havia parado para pensar em como aquilo havia ocorrido e em quão diferente de como foi com Vincent aquilo havia sido. Aquilo me fazia parar um pouco para pensar em novas ideias, entretanto, esses pensamentos eram rapidamente quebrados quando Soyer decidia sair do box e me obrigava a abrir espaço para ele. Assim que ele saia do chuveiro, prontamente eu tomava seu lugar e sentia como estava a temperatura da água, deixando-a em uma temperatura mais quente caso fosse necessário.

    Já de baixo d’água, começava a me lavar e logo reparava que os olhos dele me observavam profundamente. Aquilo me deixava um pouco envergonhada, mas eu apenas retribuía com um sorriso seguido de um beijo a distância. Em seguida, ao ouvir suas palavras, eu olhava para a banheira vazia e, depois de relutar um pouco, eu finalmente concordava com a cabeça, ainda deixando a água do chuveiro me agraciar com aquela sensação da água batendo nas costas.

    – É uma boa ideia, pode deixar que eu tento me virar em preparar a banheira e… não demore, certo?

    Era estranho, mas havia sido um pouco difícil de dizer a última parte da frase pois de alguma maneira a sensação de não tê-lo por perto já me deixava aflita, mas, não deixava demonstrar nenhum sentimento negativo, afinal, naquele momento, era impossível qualquer sentimento negativo me atingir.

    Rapidamente desligava o chuveiro e deixava um pouco da água escorrer de meu corpo, enquanto o via partir. Em seguida, pegava uma toalha e enrolava-a em volta de meu corpo para enxuga o excesso e não molhar o banheiro todo e depois ia até a banheira para ligá-la e prepará-la para um banho.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 22/7/2017, 16:24

    Havia uma felicidade quase palpável em torno da figura de Sebastian, ele não se importava com as suas ações mais ousadas de apertar e tocar o corpo dele, pelo contrário, havia um claro prazer em sentir as suas mãos e os sorrisos deixavam isso bem claro. Todavia, a fome parecia realmente incomoda e já do lado de fora do box ele observava as suas ações com calma, simulando uma breve respiração, ouvido a sua última questão e andando na sua direção, puxando-a pela toalha com uma pegada mais forte e olhando no fundo dos seus olhos.

    -Se dependesse apenas de mim, eu nunca sairia desse quarto Nina. Mas eu tenho que me alimentar bem rápido ou poderei perder o controle, quero estar plenamente consciente para o final dessa noite.

    A mão livre do lindo inglês alcançava uma das suas nádegas e a apertava, para assim ele enfim se despedir e beijar-lhe os lábios com carinho. Em seguida ele apenas pegava uma muda de roupas no armário, deixando a porta do banheiro aberta e comentando antes de sair do quarto à passos rápidos, sem chance de você tentar pegá-lo.

    -Ah sim, prepare-se tá bem? Eu to meio afim de ser Príncipe da Toscana! Pense nisso, já volto!

    Apesar do tom divertido, você sabia que ele estava falando a verdade! E sem se explicar mais, agindo como um jovem inconsequente, Sebastian corria para fora do quarto e deixava sozinha para aproveitar o banho, recompor-se da maravilhosa descoberta e digerir a informação inesperada.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 24/7/2017, 15:52

    Quando pensava que não poderia ficar melhor, Sebastian conseguia me surpreender e superar minhas expectativas como ninguém conseguia fazer. Eu respondia a aproximação forçada dele envolvendo-o em meus braços, colocando-os em seus ombros e segurando com as mãos na parte posterior do pescoço, para, então, ver o olhar dele me adentrar a alma e sentir o peso daquelas palavras. Suas palavras atiçavam minha mente e estremecia meu corpo fazendo com que mordesse meus lábios inferiores, para conter um sorriso mais picante, e, em seguida, a falar suavemente.

    – Então vá, antes que eu perca o controle!

    Aquela curta resposta foi seguida, imediatamente, de um beijo de despedida que por pouco não se tornou em algo longo. Minhas mãos ainda relutaram um pouco em deixá-lo ir, mas com toda a agilidade e força de Soyer, ele conseguia escapar de minhas mãos e, não só isso, a sair rapidamente do banheiro, como se estivesse apressado. Ignorando a banheira por um tempo eu o segua até a porta do banheiro, onde me escorava com o ombro, e o observava, de braços cruzados, a se vestir rapidamente.

    “Coitado ele deve estar mesmo morrendo de fome, mas, como eu poderia deixar ele sair tão rápido depois do que aconteceu?”

    Uma pequena risada saia ao final de meu pensamento, enquanto fazia um leve sinal de negação com a cabeça, afinal, até era engraçado ver como ele estava agindo daquela forma jovial. Entretanto, foram necessárias apenas algumas palavras para mudar toda minha expressão facil, corporal e bagunçar todos os meus pensamentos.

    – Espere… O quê!?

    Sem aviso ou qualquer resposta, suas últimas palavras até tiravam meu equilíbrio quando tentava sair da posição que estava e a correr atrás dele para conseguir alguma explicação, mas, seria inútil a menos que eu quisesse correr pelada pela casa. Dessa forma, havia corrido o mais rápido que podia atrás dele, mas era parada pela porta fechada e pelo bom senso em minha cabeça, porém, ficava ali parada, com as duas mãos na porta segurando meu corpo e com a cabeça um pouco baixa, olhando para o chão de madeira.

    “Principe!? Ele disse Príncipe!? Meu deus, então… então… é por isso que o irmão dele está vindo para a Toscana? É por isso que ele estava um pouco diferente antes mesmo de virmos para o festival? Céus! Sebastian, o que mais você está planejando!?”

    Um mix de dúvida, surpresa e alegria estampava meu rosto enquanto processava todo o peso e extravagância daquelas palavras, mas, depois de alguns minutos, eu finalmente erguia minha cabeça e tomava uma longa respiração para me acalmar e pensar melhor.

    “Ele quer ser Principe… Incrível! Não acho que ele mereça menos do que isso e eu quero muito que ele consiga ser. Mas, não sei como posso ajudá-lo, afinal, ainda estou perdida por estas terras e os únicos cainitas que conheço por aqui são da família dele.”

    Já mais calma e pensando com clareza, me virava para retornar ao banheiro, terminar de preparar a banheira e, assim, começar meu banho quente. Tirava a toalha de meu corpo e a colocava no porta-toalhas para, em seguida, arrumar meu cabelo, amarrando-o para não molhar novamente, e, enfim, entrar na água lentamente. Imergia todo meu corpo, deixando somente minha cabeça do lado de fora para que ficasse escorada na ponta da banheira, me fazendo olhar para cima ainda com a respiração levemente descompassada.

    “Por falar em família. Isso me lembra que eu vou ter que conversar com Leona de novo, mas… como vou conseguir encará-la agora? Estou com medo de como ela vai reagir e do jeito que ela e a irmã são, de alguma maneira elas vão ficar sabendo antes que eu mesma possa dizer… Ah, meu Deus, me ajude nessa hora!”

    De fato era preocupante só de imaginar como que essa nova conversa com Leona aconteceria, até por que a mesma já havia demonstrado as intenções dela com relação a uma nova prole e tudo que havia acontecido, com certeza, havia me deixado em uma posição ruim com irmã mais velha.

    – Espero que ela seja tão compreensiva comigo como Aloisitto foi.

    Soltava mais uma longa respiração e começava a me lavar apropriadamente dentro daquela banheira, pois queria ter terminado tudo antes mesmo de Sebastian ter voltado. Mesmo sendo rápida, ainda aproveitava o delicioso e acalmante banho por um tempinho e, assim que tivesse terminado, tratava de me levantar e me arrumar e ficar o mínimo apresentável novamente, mesmo que aquilo não fosse meu forte.

    “Bem, como você não me deixou outra escolha, Bash, vamos ver o que eu posso vestir por enquanto.”

    Logo que estava enxuta, me dirigia até o guarda-roupa de Sebastian, pegando minhas roupas íntimas antes e as vestindo novamente, e lá escolhia uma camisa social confortável para vestir e aguardar o retorno dele.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 24/7/2017, 19:04

    O banho havia terminado há alguns minutos, talvez cinco, talvez dez ou quem sabe trinta minutos? A realidade é que o tempo agora era um incomodo, uma presença que se estendia por tempo demais! Onde ele havia ido e porque demorava? Era estranho lembrar de que outrora fora possível manter uma distância de anos sem vê-lo e agora simples minutos pareciam insuportáveis! Ainda mais com tantas coisas ainda a passarem pela sua cabeça, como ele pode simplesmente dizer algo tão grande e correr feito um garoto pela casa afora?

    Mas enfim, a espera acabava. Os passos eram captados pelos seus ouvidos que já sabiam perfeitamente dizer que eram os de Bash! E eles estavam perfeitamente certos, pois o homem abria a porta com uma certa dificuldade. Trazendo consigo alguns objetos. Dois galões de cinco litros de aço e um vestido perfeitamente dobrado no braço direito, além de um largo sorriso na face. Ele adentrava e fechava a porta com os pés, sem se preocupar se a mesma iria bater ou não.

    A fome latente do homem parecia ter sido sanada, afinal havia uma maior tranquilidade em toda a expressão do homem. Ele então colocava os galões ali, verificando a selagem dos mesmo para dizer:

    -Tenho excelentes notícias Nina! Encontrei-me com minha mãe e ela cedeu um dos vestidos dela, assim como também trouxe um pouco de sangue para nós possamos pas...

    O eufórico rapaz parava diante a sua figura, enfim ele havia realmente olhado na sua direção. E ali um encadeamento de ações se iniciava, primeiro a respiração se mostrava agitada, em segundo um longo suspirar e um olhar lascivo que parecia arrancar as suas roupas!

    -Como você consegue ser tão linda?

    Ele então colocava o vestido com bastante cuidado na cama e se posicionando realmente a frente de você, para beijar apaixonadamente seus lábios e sorrir enquanto fazia um breve carinho em sua face.

    -Será que temos tempo pra mais alguma coisinha antes de irmos ao festival?

    Sussurrava Soyer, que nem sequer disfarçava o tesão que sentia por apenas vê-la ali sentada a usar uma das camisas que ele possuía.

    Imagens Referenciais:
    galões:
    Camisa escolhida por Nina:
    Vestido:
    Roupas de Sebastian:
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 26/7/2017, 20:21

    Era incrível como perder Sebastian de vista por apenas alguns minutos podiam transformar toda aquela sensação de paz e alegria, que fluia com facilidade dentro de mim, em um sentimento avassalador de saudade e insegurança.

    Após ter escolhido e vestido uma das camisas dele. Soltava meus cabelos, ainda um pouco úmidos, e me sentava na cama de pernas cruzadas para ficar olhando na direção da porta. Não fazia muito tempo desde que havia sentido aquela sensação ruim tomar conta de meu corpo e alma, mas ainda assim era difícil lutar contra, mesmo dando tudo de mim naquela batalha. Assim, com o passar do tempo, o medo e insegurança cresciam gradativamente dentro de mim e meu corpo começava a dar sinais de preocupação.

    Meus sorriso típico, alegre e apaixonado, de outrora não se fazia mais presente, deixando o espaço em meu rosto ser preenchido pela aflição que me afrontava. Minha coluna ficava um pouco curvada, demonstrando que o peso daquele sentimento também estava me puxando para baixo e, por fim, minhas mãos não conseguiam parar de se mexer, fazendo com que meus dedos se agarrarem no lençol com certa força, enquanto que eu repetia para mim mesma o óbvio a fim de combater toda aquela paranóia que tentava me consumir.

    “Calma Valentina, deixe disso! Ele não vai abandoná-la aqui, você sabe disso, ele não faria isso novamente! Mantenha a calma pois daqui a pouco ele irá aparecer.”

    Foi então quando a iluminação veio. Não como um brilho sobre meus olhos, mas sim com um som de passos fortes que se aproximavam do quarto e logo faziam minha respiração acelerar ainda mais. Foi então quando a porta finalmente começou a se abrir e meu peito se encheu de ar, esticando minha coluna e fazendo meu sorriso ansioso retornar para recebê-lo. E como um anjo ele aparecia carregando dois galões e um vestido no braço.

    Rapidamente eu me erguia indicando que iria me levantar para ajudá-lo, porém, quando o via entrar rapidamente  e sem muitas dificuldades, minhas ações eram  e cortadas e eu apenas me  sentava de joelhos, sobre minhas panturrilhas, esperando para que Sebastian de virasse e visse minha surpresinha. Foi então quando seus olhos se viraram e quebraram o raciocínio dele, me fazendo abrir ainda mais meu sorriso ao reparar em sua reação.

    - Isso é o mínimo que posso fazer quando seus belíssimos olhos me vêem dessa maneira.

    De certa forma as palavras dele haviam me deixado envergonhada e depois de o responder eu virava um pouco o rosto, com o rosto um pouco corado de vergonha por conta do elogio, e depois retornava a encontrar com seus olhos quando ele se aproximava mais uma vez para me dar mais um beijo, que era prontamente retribuído. Minhas mãos iam até às laterais de seu rosto e rapidamente meus dedos entravam em seus cabelos, agarrando-os de leve, mas dando intensidade para o beijo.

    Prolongada a duração daquele beijo o máximo que podia, pois aquilo era o que eu precisava para tirar a aflição de meu corpo. Logo que terminava conseguia sentir sua mão passar delicadamente em meu rosto enquanto que meus olhos olhavam profundamente nos dele para, então, respondê-lo com um sorriso safado.

    - Mas é claro!

    E em um segundo meus lábios novamente se encontravam com os dele, porém, com uma diferença: meu sangue fervia e logo meus lábios ficavam quentes enquanto minhas presas saltavam para fora. Ao mesmo tempo, minhas mãos rapidamente puxavam o corpo dele para próximo do meu. Mais uma vez uma onda de arrepios passava pelo meu corpo e arrepiava todos os pelos de meu corpo.

    Assim dava uma pausa no beijo para rapidamente puxa-lo para a cama, jogando-o na mesma, e me colocando por cima dele. Em seguida, minha boca começava a beijá-lo novamente com pequenos beijinho carinhosos e delicados. Partindo de sua boca e rapidamente descendo para o pescoço dele. Depois de alguns beijos minha boca ia até o ouvido dele e sussurrava algumas palavras com suavidade.

    - Relaxe e me deixe tomar conta de você.

    Logo em seguida eu me sentava sobre as partes íntimas dele e começava a desabotoar a camisa dele. Meus olhos estavam fixos nos dele enquanto minhas mãos iam tirando botão por botão de maneira lenta e delicada. Quando a camisa dele estava completamente aberta, novamente inclinava meu corpo sobre o dele e começava a beijar o mesmo, começando da base do pescoço e descendo lentamente até chegar em seu membro inferior.

    Parava por um segundo e observava-o com desejo para então dar um beijo seguido de uma leve mordida no membro inferior dele, porém parava por ali, pelo menos por enquanto. Assim erguia meu corpo e começava a tirar a camisa dele que havia vestido a pouco tempo, mostrando novamente minhas roupas íntimas, e, depois de jogar a camisa para fora da cama, começava a engatinhar sobre o corpo dele até que nossos rostos estavam frente a frente novamente. Meus olhos encaravam os dele enquanto mordia meu lábio inferior, para em seguida falar com uma voz doce e dando um leve sorriso malicioso.

    - Afinal, nos ainda vamos sair daqui hoje?
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 27/7/2017, 21:00

    O ardente beijo dado pelos seus lábios nos de Bash causavam um arrepio poderoso pelo corpo do homem que parecia perder todas as forças, ainda com os olhos levemente fechados e uma respiração ofegante, o mesmo era atirado por ti na cama sem oferecer a menor resistência. Olhando-a por breves segundos, apenas para conseguir ter um rápido deslumbrar dos seu sorriso e prontamente dedicar-se aos beijos trocados.

    O seu sussurrar o fez abrir os braços e buscar pelo contato direto dos olhos dele com os seus, silenciosamente Bash apenas aceitava suas ações, dominado por suas iniciativas. Mas algo parecia começar a mudar, afinal, assim que a sua face se aproximava do pênis de Bash que ainda estava dentro da própria calça e escondido pelos tecidos e zíper, já havia um notório volume que crescia exponencialmente após a sua mordida.

    O sorriso mais passivo de Bash desaparecia, diante da sua nudez parcial as presas dele surgiam, forçando-o a abrir a boca e uma expressão rápida de dor o fazia franzir a face, era um sinal de que a ereção fora totalmente alcançada. E enfim, Sebastian sussurrou:

    -Nós temos que sair daqui sim Nina, eu realmente tenho que me reunir com algumas pessoas. Mas, é impossível... Se eu sair como estou agora não poderei alcançar nossos objetivos, você disse que ia cuidar de mim, por isso eu tenho que pedir desculpas. Isso terá que ficar para mais tarde.

    A mão direita dele enfim conquistava a sua nádega direita, um toque suave que era interrompido por um tapa estalado. E ali a face dele mudava para algo que a fazia tremer inteira!

    -Eu vou cuidar desse seu sorrisinho safado!

    Enquanto falava, Bash retirava os sapatos apenas com só pés e em seguida a sobrepujava, invertendo as posições sobre a cama! Dessa vez ele usava um pouco de força, apenas para a pegada ser realmente firme, masculina e potente. Ele não estava dedicado a fazer amor, era algo muito mais carnal que a fazia tremer! Nunca um homem a desejou tanto, ao ponto de arrancar a própria camisa e remover o cinto com tanta força que a fivela do mesmo se rompia. Assim ele se levantava e tirava a própria calça, revelando a ausência da última peça de roupa.

    Andando sobre o seu corpo e abaixando-se afim de deixar o seu tórax entre as coxas, seus olhos eram surpreendidos pelo ereto e viril pênis de Bash. Com a glande arroxeada totalmente à mostra e levemente achatada em sua ponta. A curva era sutil e o caimento tendia à direita, o formato cilíndrico não realizava um movimento claro de afunilamento, a grossura era quase uniforme, exceto é claro pela separação da feita por aquela avermelhada coroa que deixava as esbranquiçadas glândulas de tyson à mostra, pequenas bolinhas que circundavam em um desenho hipnotizante. As dimensões daquele pênis ficariam eternamente memorizadas em sua mente, mas Bash não parava, prontamente batendo a glande suavemente na ponta do teu nariz, para que o aroma também fosse aproveitado por ti. Era uma estimulação diferente, forte e marcante! Posteriormente, ele depositava o membro inteiro pela sua face, esfregando-o e dizendo:

    -Se eu ver esse sorriso no meio do baile, não vou conseguir lidar, é melhor acabar com ele por agora!

    Com a mão esquerda, Bash tocava seus lábios em um convite para que esses se abrissem. No exato momento em que isso ocorria, o pênis dele conquistava o interior da sua boca, trazendo consigo um amargor único e inebriante. Movendo a cintura, ele ia mais fundo e voltava por várias vezes, até enfim adentrar até onde a sua garganta pudesse aguentar. Mesmo sem precisar respirar, seus instintos a protegiam e suas mãos batiam contra as coxas de Bash. Ele insistia até que o seu pânico pela "falta de ar" a obrigava a arranha-lo, verdadeiramente arranhar! E só assim ele recuava, esfregando o pênis umidificado pelo seu próprio vitae pela sua face e levantando-se.

    Ele respirava fundo e dava alguns passos para trás, para abaixar-se outra vez e girar o teu corpo, depois de agarrá-lo pelos calcanhares. Deixando-a de bruços e arrancando a sua calcinha com velocidade, mas cuidado para não danificá-la. Bash então, com toda sua virilidade que a dominava por completo, firmava as mãos na sua cintura, levantando-a e a empinando com veemência. Aproximando-se para fazer uma rápida e funda penetração em sua vagina, o baque era tão forte que o estalo dos seus corpos superava o gemido que era expelido por seus lábios. Em seguida, o membro dele saia do seu corpo, sua besta prontamente a ordenava: Era melhor proteger-se com toda a força que o vitae poderia lhe fornecer porque Bash estava determinado!

    E assim que isso ocorria, era a sua outra cavidade que era explorada pela glande de Bash. Aquela grossa e achatada cabeça adentrava o seu orifício sem pedir permissão e seguia a penetrar, cada vez mais fundo! Até que fosse possível começar a ação de ir e vir, era algo novo, grosseiro e até mesmo agressivo. Mas era deliciosamente forte, inexprimível e revelador! Pois ali os limites humanos eram deixados de lado, as ações de Bash começavam a ficar fortes e rápidas, a dor se fazia presente ao fundo, como uma coadjuvante ao prazer.

    A cama rangia ao ponto de parecer estar prestes a quebrar a qualquer instante! O membro dele já adentrava profundidades que nem você mesma sabia que seu corpo possuía! Ali Bash a dominava, mas ao mesmo tempo, ali Bash se libertava de séculos de frustração, séculos de pura dor, ausências e incertezas. Por nenhum momento, havia a real intenção de causar-lhe dor, ou humilhações, era apenas um desabafo desesperado de um homem que havia se proibido à amar por séculos afinco! Um homem que preferia sofrer sozinho, em sua solidão. Bash implorava por ajuda e a besta dele deixava o quão claramente ele precisava poder simplesmente se provar masculina.

    O inenarrável sexo entre vocês dois culminava em uma explosão de Bash, que liberava o gozo dele dentro de ti e começava a ceder o corpo por cima do seu, revelando toda a real fraqueza que ele estava a sentir naquela situação. Até que enfim, ele parava... Beijando suas costas apenas uma vez e deitando-se para o lado, encobrindo as faces com as mãos, lutando contra uma avassaladora vontade de chorar.

    -Perdoe-me Nina... por favor... eu... pensei que nunca mais fosse ser capaz de ser novamente... um homem.
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 31/7/2017, 16:22

    Não havia entendido no que aquilo havia se tornado, mas foi em um piscar de olhos que aquele momento ganhou um novo elemento. Tudo acontecia muito rápido e, ao mesmo tempo, muito devagar. Era como se estivesse em câmera lenta, mas, mesmo assim, meu olhos não conseguiam acompanhar e minha reação simplesmente não acontecia, ficando rendida as ações de Sebastian.

    “Bash, o que está acontecendo!?”

    Estava completamente atônita com a mudança de comportamento dele, mas, de certa forma, excitada como nunca antes. Assim como o novo nível de excitação, o novo Sebastian que se apresentava a minha frente conseguia com facilidade me possuir com sua maneira agressiva e imponente, me usando e ordenando a fazer seus desejos mais carnais como bem quisesse. De fato, ele não precisaria usar de toda aquela agressividade para conseguir aquilo, mas, não tirava o ponto de que satisfazia uma de minhas pequenas fantasias sexuais.

    O tempo passava de maneira incompreensível em minha cabeça e meus pensamentos ficavam deturpados, logo, sendo conduzida por suas ações, rapidamente todos os meus buracos haviam sido invadidos pelo ereto e viril membro inferior dele. Porém, o último foi de longe o mais agressivo e prazeroso. O pênis dele adentrava com uma proporção inimaginável e parecia alcançar uma nova profundidade a cada estocada desferida, provocando uma explosão em minha cabeça que mesclava prazer e dor.

    – Não pare! Mais forte! Mais…

    As palavras saiam com dificuldade de minha boca, como um suspiro em meio aos gritos e estalos, provocados pelo encontro de nossos corpos, e logo minha concentração toda estava em absorver aquela onda de prazer que pulsava do meu ânus para o resto do corpo, bem como a força do choque que parecia me arremessar para frente a cada impacto que recebia na retaguarda. Devido a isso, minha mão direita ficava agarrada firmemente na cama, enquanto a esquerda tentava alcançar meu clítoris, porém eu simplesmente não conseguia.

    Por um momento, ouve um estalo em minha cabeça me mostrando qual era o elemento a mais que havia entrado naquele ato e que havia mudado todo o comportamento de Sebastian. E, assim, meu coração ficou coberto com o sentimento de aflição, a aflição que ele carregava e que acabava por despejar dentro de mim. O jato forte de sua vitae em meu interior me avisava que havia acabado, ou quase isso, e por alguns segundos eu não consegui sequer me mexer. Foi então quando o singelo beijo em minhas costas seguido da imagem dele cobrindo o rosto, e contendo as lágrimas, me libertou. Assim como ele, uma vontade fulminante de chorar me atingia, porém, minha vontade de me manter forte naquele momento me fazia restringir a maior parte das lágrimas.

    – Bash…

    Falava já me movendo, com dificuldades ainda, para mais próximo dele e tirando as mãos da frente de seu rosto, colocando as minhas no lugar.

    – Você não precisa se desculpar, Bash. Eu entendo sua dor, eu realmente entendo, mas você tem que tirar isso de sua cabeça. Você nunca deixou de ser um homem, nunca! Você foi o homem que me abraçou, o homem que me ensinou e o homem pelo qual sempre admirei. Agora, mais do que nunca, você é o homem que eu amo e que tem meu coração, você é meu Principe!

    Era impossível de conter as lágrimas, assim como um sorriso acolhedor e carinhoso que precedia um beijo demorado nos lábios dele. Em seguida, rapidamente enxugava as lágrimas de meus olhos com as costas da mão e me deitava ao lado dele, mas colocando o braço esquerdo dele em baixo de minha cabeça, para assim o envolvê-lo em um abraço frontal. Assim minha mão direita suavemente também limpava os olhos dele, caso ele também tivesse chorado, para, então, falar com uma voz tímida e divertida e tentar quebrar um pouco o clima e deixá-lo mais confortável.

    – Agora, meu homem, quando você quiser ir pela porta dos fundos me avise antes, ok?
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 1/8/2017, 19:57


    Ao remover as mãos de Bash da face do mesmo enquanto as lágrimas escorriam dos seus olhos, você pode ver pela primeira vez o quão ferido e assustado ele realmente estava. A face sempre linda e confiante dele se desmanchava em um choro forte, as suas lágrimas intensificavam a dele como poderoso combustível. Era possível ver o peito do mesmo chegar a tremer, pequenos soluços se faziam presentes ele não conseguia reagir. Apenas tentando olhar na sua direção enquanto as lágrimas de sangue escorriam.

    Assim suas palavras eram ditas e a sua mão direita buscava a face dele, gentilmente limpando aquelas dolorosas gotas de vitae. Enfim, ele parava de chorar, respirando fundo e desenhando um sorriso delicado e constrangido na face.

    -Você é tão perfeita que eu fico assustado com a simples possibilidade de nunca ser o suficiente, como pode haver alguém suficiente para a sua perfeição querida? Eu sou tão pequeno, sempre fui... Eu vi meu Senhor banir minha irmã inocente e não fiz nada de útil. Eu vi meus próprios filhos virarem monstros e não fiz anda de útil. Eu estão tão farto de não poder ser feliz, de não ser nunca forte o suficiente... Nina eu estou exausto em só sobreviver!

    Suavemente ele se expressava, para enfim convidá-la para um abraço verdadeiramente amoroso. Beijando sua testa e respirando profundamente o seu perfume.

    -Eu me convenci de que nunca mais amaria ninguém. Mas foi na noite em que eu a vi chorar, no enterro de sua mãe que eu percebi, eu jamais poderia permitir que suas lágrimas caissem novamente. E aqui estou eu, o culpado dessas lágrimas. Ah Nina... eu sou tão imperfeito, eu tenho tantos medos, sou tão inseguro. Mas mesmo assim, você diz que eu sou o seu homem. E eu acredito nisso! Eu a amo com todas as forças que tenho e é por esse amor que eu irei me libertar de todas essas malditas algemas!

    Bash enfim sorria, usando a mão livre para fazer um gentil carinho em sua face e dizer confiante.

    -Obrigado por me aceitar Nina. E não se preocupe, jamais irei me forçar sobre você novamente, jamais! Minha princesa...
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 4/8/2017, 16:10

    Por alguns segundos meus olhos conseguiam somente olhar na direção dos dele, observando suas pesadas lágrimas escorrerem pelos olhos enquanto minha respiração acompanhava a dele em descompasso. Minha primeira reação era agarrar as costas dele com mais força, apertando o abraço, mas depois que suas mãos tocavam suavemente meu rosto a calma retornava aos poucos e rapidamente encostava a lateral de minha cabeça em seu peito para tentar acalmá-lo também, mas foi então que suas belas palavras me chamavam a atenção e me fazia levantar a cabeça para poder olhá-lo novamente.

    Não conseguia deixar de ficar envergonhada com todos os elogios feitos a minha pessoa e logo um largo sorriso se fazia presente em meu rosto, que também voltava a ficar vermelho. Entretanto, não demorava muito para aquele sorriso diminuir ao ouvir dos lamentos de Sebastian e, em seguida, retribuir o abraço carinhoso do mesmo, colocando minha cabeça de volta em seu peito, para retribuir o beijo recebido em minha testa.

    “Com certeza você cometeu erros Bash, afinal ainda somos humanos e erramos, mas nada disso diminui o fato do homem que você é e do que é capaz.”

    Permanecia calada, ouvindo o resto de suas palavras e lutando continuamente para não chorar mais uma vez, por mais que fosse uma tarefa ainda mais difícil vê-lo chorar. A segunda parte de sua fala foi ainda mais importante para mim. Aquela revelação me abalava mais do que eu podia tentar segurar e assim as lágrimas voltavam a cair, em um volume muito maior, mas sem tirar o sorriso que ia de uma ponta a outra em meu rosto.

    Após o gentil toque da mão dele, a minha própria ia limpar as lágrimas que voltavam a escorrer e, em seguida, uma de minhas mãos passava pelo rosto dele e se agarrava a nuca do homem me preparando para um beijo e aproximando ainda mais meu rosto do dele. Antes de realmente beijá-lo, voltava a falar ainda com o peso dos sentimentos gerados ao ouvir tudo que ele havia dito.

    – Eu não sou perfeita, Bash. Perfeita são as suas palavras que sempre me encantam e você não é somente o culpado de minhas lágrimas, é também a rasão dos meus sorrisos.

    Era mais um beijo intenso que se concretizava e que durava por algum tempo, até a sensação de falta de ar retornar, mas, desta vez, eu evitava prolongar mais e parava o beijo, colocando meu dedo indicador na frente dos lábios dele, caso ele ainda quisesse continuar, para então começar a erguer meu corpo e me levantar com calma para retornar ao banho.

    – Bem, como ainda temos coisas para fazer hoje a noite eu vou tomar meu banho e me arrumar para podermos finalmente sair do quarto, me de alguns minutos querido.

    Falava enquanto saia andando de costas, ainda falando com o homem deitado, e pegando minha calcinha jogada no chão para ir em direção ao banheiro e me lavar, mais uma vez. Apesar de tudo que havia acontecido e meu corpo estar cansado fisicamente, minha mente estava tão ativa e limpa como nunca. Repleta por um sentimento de felicidade, paz, amor e animação que somente uma garota apaixonada poderia ter e por isso nem sequer lembrava de fechar a porta do banheiro. Tomaria um banho rápido, apenas para me limpar e ficar cheirosa novamente para poder enfim vestir o vestido que havia sido escolhido para mim. Enxugava os cabelos apenas um pouco e passava um dos perfumes, o que tivesse o cheiro que mais se parecesse com o de Sebastian e em seguida saia do banheiro.

    – Estou pronta! Vamos?

    Falava ainda com os cabelos um pouco úmidos e arrumados bem de leve, e sem nenhum pedaço de maquiagem no rosto, nem mesmo batom. Estava do jeito que me sentia a vontade, afinal, tudo a minha volta estava favorável e muito mais colorido, entretanto, um pequeno ruído quebrava o momento e puxava minha atenção para meu celular que estava jogado no chão, junto de meu vestido que ainda estava próximo a porta.

    Olhava-o por um momento e meu sorriso sumia um pouco, afinal, só tinha usado o celular para falar com duas pessoas naquela noite e não estava com o menor humor para responder a essas duas. Mas, após um suspiro simulado eu finalmente ia até o aparelho e o apanhava para ver rapidamente a mensagem.

    “Pelo menos já está no caminho…”
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 5/8/2017, 20:07

    Sebastian não dizia muito, mas acalmava-se bastante com as suas palavras, até enfim parar de chorar e preocupar-se apenas em admirar a sua beleza.

    -Claro, tome seu tempo querida, irei me alimentar um pouco mais enquanto isso está bem?!

    Afirmava Bash que enfim, lhe dava tempo para que você pudesse se banhar e relaxar um pouco mais o seu corpo que apesar do cansaço ao qual fora submetido, estava ainda a curtir uma verdadeira onda constante de adrenalina pelos sentimentos alegres que ali haviam.

    Enfim, pronta você retornava para encontrar o quarto já com os lençóis da cama retirados e separados para serem levados pelos serviçais da casa. Bash estava de pé e muito mais tranquilo, os olhos dele encontravam a sua presença e pareciam sorrir alegres.

    -Claro, vamos!

    Dizia Bash ao se aproximar bem devagar e apenas dar-lhe um selinho breve nos lábios, sorrindo ele então se colocava em movimentação. Vocês saiam do quarto e com o celular em mãos, você poderia notar de que era um número desconhecido. Todavia, o número inicial indicava que era da Inglaterra e apenas uma pessoa de lá poderia estar entrando em contato contigo: Miriam! Logo seus dedos moveram-se pela tela confusa de touchscreen, encontrando a mensagem que era na realidade um áudio:

    -Ei! Oi oi, gravando né? Sim, perfeito! LINDA! Amorzinho da minha vida, estou com saudades e cheguei agora na cidade, me passa o endereço? Já estou cheia de malas e odiei o avião! Logo você não me escapa! Tô chegando! Com ou sem endereço, eu te acho!

    Sebastian ria da situação e comentava:

    -Pelo visto a sua querida amiga não está disposta a negociar né. Bem, envie a ele o endereço eu cuido para que o nome dela esteja na lista de convidados e ela possa adentrar a festa. Isso é claro, se você quiser vê-la Nina.


    Última edição por Danto em 8/8/2017, 19:23, editado 3 vez(es)
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Lugo em 6/8/2017, 00:22

    Assim que lia o início do número, meu corpo parava de se mover do mesmo jeito que minha respiração cessava por completo. Por um breve segundo meu corpo travava e parecia realmente estar morto, mas algo acontecia dentro de mim. Uma epifania acontecia! Explodindo de felicidade o sangue dentro de meu corpo se remexia como se estivesse sendo bombeado pelo meu coração e um grito de felicidade saia de minha boca ao ouvir as primeiras palavras da minha querida amiga.

    “Meu Deus! Você é quem eu acho que é!? É você M…”

    – Mipaaa!

    Meu pensamento era completado em alto e bom som, na verdade, era um grito empolgado que poderia ter acordado todos da casa. Minhas mãos não respondiam direito, assim como minha cabeça se confundia e me custava alguns minutos decidindo entre mandar uma mensagem de texto, respondê-la por voz, ou ligar diretamente para ela.

    “Não acredito que isso está acontecendo! Como que eu mecho nisso!? Qual era mesmo o botão pra mandar o áudio? Ahhh, como eu sou burra com esse negócio de celular!”

    Era uma indecisão grande e que me atrapalhava toda e mesmo decidindo que ia respondê-la com um áudio, tinha que cancelar algumas vezes pois acabava por me enrolar, até mesmo por que não sabia o que responder imediatamente. Porém, quando a voz de Sebastian se apresentava mostrando o caminho a ser tomado e meu sorriso largo minha respiração começava a retornar ao ritmo normal que sempre adotava e, após algumas respiradas longas, finalmente me concentrava para poder responder a mensagem.

    – Mipa, sua louca! Só você mesmo para aparecer desse jeito! Já estou ansiosa para te apertar toda! Vou te mandar o endereço pelo celular e venha o mais rápido que puder pois está tendo uma festa maravilhosa aqui… Vamos reviver os velhos tempos! Hihihi.

    Depois de mandar o áudio fazia uma pequena dancinha animada, sem sair do lugar, onde balançava a cabeça de leve para os lados e dava pequenos saltos alternando os pés, em uma demonstração clara de alegria. Logo em seguida tratava de prontamente enviar a localização pelo GPS do celular e depois me virava para Sebastian para pular na direção dele e abraçá-lo de maneira forte.

    – Eu sabia que ela ia aparecer! Eu sonhei com ela! Ah, Bash, se eu ficar mais feliz do que isso eu vou ter um treco. Somente estar ao seu lado já me deixa completamente viva, agora ter vocês dois aqui…

    Finalizava dando-o mais um beijo, um pouco mais demorado que um selinho, e logo em seguida o puxava aceleradamente para a direção do festival.

    – Preciso beber alguma coisa pra me acalmar! Vamos!
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    Re: Primeiro Arco de Valentina: Ato III - A Interminável Noite

    Mensagem por Danto em 6/8/2017, 00:47

    Sebastian ria junto contigo, claro que ele não sentia a mesma forvoroza euforia, mas a notícia obviamente o deixava alegre. Segurando-a para que o seu pulo não causasse um efeito desajeitado, o homem seguia dando breves risadas divertidas até retribuir seu beijo e tomar a sua mão com carinho, entrelaçando os dedos mas fazendo uma suave força que a obrigava a parar de andar, assim ele a puxava para exibir diante dos seus olhos uma expressão totalmente nova: Ciúmes.

    -Que história é essa de reviver os velhos tempo com a Miriam?! Não sei se gostei muito disso não viu!

    A expressão emburrada de Bash era algo novo e profundamente maravilhoso! Só a ideia de você e Mipa aprontando no festival o fazia realmente morrer de ciúmes! Claro que havia um enorme drama sendo feito ali, mas isso só deixava a situação mais divertida.

    -Agora eu fiquei preocupado! Eu boto vocês duas de castigo eim, prendo vocês no pé da cama!

    A face de Bash começava a ficar vermelha e ele soltava a sua mão para esconder a própria face. Pelo visto o sentimento era algo muito novo para ele e isso o pegava desprevenido. Ele respirava e arregalava os olhos como se algo tivesse passado pela mente dele, algo que o fazia ficar vermelho como um tomate!

    -Meu deus...

    Murmurava o homem que parecia derreter de tanta vergonha pelo ciúmes e principalmente, pelo que havia passado dentro da própria mente.

      Data/hora atual: 23/9/2017, 11:35