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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Ato XVII - Natal de 1992

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    Danto
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    Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 20/9/2017, 23:15


    Köpenick Castle:
    Gps:
    Área do Castelo:
    Entrada:
    Edifício Principal:
    Local: Berlim, Köpenick Castle.
    Data: 24 de dezembro de 1992: A Noite de Natal.

    Evangeline não tardava para pegar Loretta pela mão de uma maneira extremamente alegre e ativa, tomando para si a responsabilidade de guiar a experiente anciã Giovanni para o andar superior e levá-la diretamente para o closet dela afim de auxiliar a mesma. Alfonsus levava os olhos mais preocupados na direção de Loretta, comportando-se até mesmo como um Pai, o homem observava a própria rosa sumir do campo de visão junto de sua amada musa.

    Por outro lado, Friedeirch sorria calmo ao observar a naturalidade que Lucinde demonstrava naquela situação. Porem foi a ação de Sebastian que pegou todos de surpresa, ele prontamente se levantava ansioso e afirmava:

    -Minhas filhas chegaram!

    E era assustadoramente sincronizado com o som de um veículo estacionando, o homem sorria na sua direção e em seguida fazia uma curta reverência a todos como se pedisse licença. Assim ele corria para abrir a porta, a besta que por sua vez estava interessadíssima, corria junto de Bash para saudar as rosas do poeta. Enfim, as duas adentravam a sala de estar e Sebastian as apresentava:

    -Essas são minhas queridas filhas! Leona e Elisa Levett! Leona é a minha rosa branca e Elisa a minha rosa negra. Queridas essa linda mulher de cabelos dourados é Lucinde Maddie! Seguida de Friderich e bem, vocês já estão cansadas de ver o tio de vocês né? Porque então não saúdam a tia de vocês?!

    A rosa negra era a que reagia com uma explosão de energia, correndo na sua direção como se estivesse a ver algo fantástico! Sem pedir nenhuma autorização, ela tateava a sua face, tentando acreditar que tudo era verdade.

    -Pietra! Minha tia! Você parece ter sido esculpida pelos Deuses! Que emoção fantástica!

    Em contrapartida, Leona ia cuidadosamente apresentando-se e saudando todos os ali presentes, um por um, com uma etiqueta perfeita e uma suavidade digna de uma experiente harpia.

    As Filhas de Sebastian:
    Leona Levett:

    Roupas:
    Elisa Levett:

    Roupas:
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    Jess

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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 20/9/2017, 23:39

    Era com um suspiro calmo e feliz que eu via Eva guiar Loretta, a simples visão das duas juntas me deixava feliz embora eu pudesse ver a preocupação de Alfonsus estampada em seus olhos. Ainda sorrindo eu sentia minha pequena observar e farejar Fiore com interesse, mas a jovem não ganhava do colo de Sebastian.

    “Espero que Eva se comporte. Torço para que ela se comporte.”

    Sorrindo para Friedrich e Lucinde, eu teria puxado algum assunto se Sebastian não chamasse minha atenção, a pequena pulou de seu colo eufórica para acompanha-lo e isso me fez rir, colocando-me de pé eu andava até Fredy para beijar-lhe a face e esperar ao lado deste.

    “Florescer... Será que é o que eu estou pensando? Loretta tem algo grande planejado para Fiore, e isso está começando a tomar forma de uma rosa.”

    Eu pensava comigo ao observar de leve a figura da jovem Giovanni e o gigante ao seu lado, os pensamentos porem foram sobrepostos a presença das duas jovens a energética Eliza logo ganhou meu abraço, eu podia ver Leona reagir de forma educada e suave, mas Eliza me fazia rir ouvindo seus elogios, ainda mais quando impulsivamente eu lhe mordia as bochechas rindo.

    – Yer! Como elas são lindas!
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    Danto
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 21/9/2017, 11:20

    Era a primeira vez que você conseguia ver na face de Sebasitan, o semblante de Pai orgulhoso. Ainda mais diante do seu elogio, teu irmão mais novo tinha dificuldades para disfarçar uma lágrima alegre que escorria por um dos olhos. Já a jovem nos seus braços soltava um suspiro após a mordida que recebia e paralisava em um fascínio delicado e breve, a mão esquerda dela tocava nos seus cabelos e ela ali ficava quietinha. Alfonsus comentava com a outra filha de Bash:

    -Leona, que história é essa de vocês já terem se cansado de minha presença?

    A moça então respondia:

    -Isso não se aplica a mim, sabes disso tio. A verdade é que eu estou com saudades e o Senhor saiu sem dar muitas notícias, mas vejo que é algo que os homens dessa família fazem com frequência. Não é mesmo?

    O tom dela era sério, as palavras não pareciam muito alegres, mas mesmo assim faziam Alfonsus sorrir como se o mesmo sentisse falta daquela sinceridade visceral da jovem. O abraço entre os dois então ocorreu, claramente bem amoroso e verdadeiro. Em seguida, a própria Lorena ia até a figura de Sebastian, depois de é claro saudar Frideirch e Lucinde com todo o respeito possível.

    Ali ela dava um tapa no ombro do pai e cruzava os braços exibindo descontentamento:

    -Pai! Seu desnaturado! Eu fiz um quarto só para você e o Senhor faz o que? Uma viagem pra Inglaterra e some esses anos todos! Sabe como eu descobri que o Senhor fez outra prole? Por Claudia! Nossa que vontade de arrancar as suas orelhas, nossa que raiva! Se eu pudesse eu...

    Bash interrompia a própria filha, abraçando-a com bastante carinho e falava para a mesma:

    -Desculpe filha... tenha um pouco de paciência com seu imperfeito pai. Obrigado por ter vindo, leu minhas cartas?

    A jovem se encolhia nos braços do Pai, não só se acalmando mas especialmente sorrindo e demonstrando toda a beleza delicada que possuía.

    -Todas elas, obrigada Pai.
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    Jess

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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 21/9/2017, 13:13

    Ter Eliza em meus braços me fazia sorrir de felicidade, a jovem era encantadora e o sorriso orgulhoso de Soyer me enchiam a alma, o leve paralisar de Eliza e o toque gentil em meus cabelos fizeram minha pequena suspirar, abraçando Alfonsus a pequena sorria feliz e encantada.

    “Tão lindas, Sebastian tem filhas simplesmente magnificas.”

    Cuidando para que Eliza sentasse com delicadeza em um dos sofás, eu cuidadosamente beijava a mão da jovem, aquele era um dos maiores e puros elogios que eu poderia receber, um elogio sincero e especial.

    Acompanhando Leona eu sorria com a clara educação da jovem, uma exemplar rosa branca vinda diretamente de meu menino, mas o tapa em Sebastian me fez rir carinhosamente, Leona podia ser uma rosa branca, mas também possuía uma personalidade forte e seus espinhos.

    – Não bata muito minha querida, Claudia ainda tem que puxar as orelhas de seu pai, e ao meu ver ela tem mãos pesadas, e digamos que dessa vez eu não vou protege-lo.

    Me aproximando eu esperava que o abraço entre pai e filha terminasse para então abraçar Leona.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 21/9/2017, 18:06

    A pequena prontamente aproveitava-se que nenhuma das filhas de Yer iriam vê-la para se direcionar até a figura de Lucinde, puxando a mão da mesma e abrindo um sorriso manhoso. Claramente pedindo por algum agrado, a francesa não resistia e abraçava com força a pequena e cochichava algo para a mesma. Enquanto isso, Frederich e Alfonsus riam da cena que ocorria, especialmente porque Yer levava uma mão na orelha e se encolhia com medo da fúria de Claúdia.

    -Mas se deu tudo certo porque eu tenho que sentir os puxões de Claudia? Não vejo justiça nenhuma nisso...

    Lorena beliscava o braço do próprio Pai e respondia:

    -Porque o Senhor insiste nessa sua utopia de que tudo vai dar certo e sempre esquece que nem todo mundo é tão positivo quanto você! Besta, agora vá cuidar da sua filha seu desnaturado!

    Yer só reparava agora que Elisa estava em fascínio e corria na direção da mesma, como um Pai extremamente carinhoso que era. Em contrapartida, era agora a vez de Lorena caminhar na sua direção. A mesma parava a um passo de distância, por alguns instantes.

    -Você não parece a bruxa ingrata que meu Avô vive a nos contar a respeito. Sinceramente, eu sempre achei ele exagerado, porque diabos fazer tanto barulho porque a filha resolveu amar uma moça. Que coisa retrógrada pra alguém que gosta de rapazes não? Enfim, prazer em finalmente conhecê-la Tia... Não sou tão fofinha quanto minha irmã, espero que isso não seja um problema.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 21/9/2017, 21:03

    A pequena gemia para Lucinde, eu podia sentir isso muito bem, afinal eu sentia bem o desejo da pequena por um belo e saboroso pêssego vindo diretamente das mãos de Lucinde, e conhecendo a francesa eu sabia que ela não resistiria ao pedido manhoso da pequena.

    – Sim deu tudo certo, mas poderia ter dado errado e você não estava aqui para ajudar espertinho! Convença Claudia a não puxar suas orelhas, se você conseguir dobrar ela suas orelhinhas ficam onde estão Yer.

    Eu respondia ao meu irmão de forma suave mas sincera, as ações de Leona me fizeram rir com suavidade, era interessante ver como Sebastian podia ser muito bem a prole da jovem rosa de personalidade forte, mas a realidade inversa deixava a cena interessante e bonita.

    “Ela é tão forte quanto Claudia, curioso como esses dois tem rosas destemidas como filhas!”

    Ver Sebastian correr para cuidar de Eliza me fez suspirar, a frente de Leona eu podia sentir a força da jovem e suas palavras sinceras, estendendo minhas mãos a minha sobrinha eu a convidava para um abraço carinhoso.

    – Você não precisa ser tão fofinha quanto sua irmã, só precisa ser você mesma e continuar a cuidar de seu pai. Ele é um sonhador incorrigível e se machuca fácil por isso. Não importa o que seu avô lhe contou, veja por você mesma minha querida, eu sinceramente espero que você goste de mim, é um dos meus maiores desejos agora.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 22/9/2017, 00:54

    Terminando o abraço, Leona olhava no fundo dos seus olhos, sem nenhum receio e afirmava algo que faria você se lembrar para sempre da sua mais forte sobrinha:

    -Ninguém jamais vai ser capaz de em dizer como eu devo me sentir ou o que eu devo fazer para agradar, cabe a minha decidir e construir em torno de todas as minhas relações. Porque no fim, são as minhas raízes e não a desses falastrões, por tanto... Eu vou sim querer conhecê-la e ver quem realmente és. Espero sinceramente poder encontrar em ti a figura feminina que sempre senti que faltou em nossa família.

    Friederich observava a jovem agora com uma admiração notória. Chegando até a suspirar, enquanto isso, Lucinde não conseguindo mais se conter olhava na sua direção como se pedisse permissão para levar a sua pequena até a cozinha.

    -Leona, você é maravilhosa minha pequena.

    Dizia Alfonsus que recebia um lindo sorriso da sobrinha, Leona logo então corria para abraçar novamente o tio, dessa vez se entregando mais ao abraço do mesmo e rindo baixinho quando era tirada do chão pelo mesmo. No meio tempo, Yer comentava:

    -Pita, a Elisa tá voltando mas está chamando por você... Venha aqui irmã, por favor?!
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 22/9/2017, 09:26

    As palavras de Leona me faziam sorrir com carinho, não havia como negar o amor que nascia em meu coração, a jovem rosa a minha frente deixava bem claro onde estavam seus espinhos e suas petá-las, isso me fazia ama-la com carinho e respeito.

    - O tempo nos dirá isso minha querida, até lá nos daremos todas as chances para nos conhecer. Saiba que tu e tua irmã sempre terão um lugar aqui, e em qualquer lugar que eu estiver.

    Eu respondia ao beijar a testa de Leona e sorrir com carinho, o suspiro de Fredy chamou minha atenção para meu amado, o pedido silencioso de Lucinde foi respondido com um acenar suave, no momento que Leona corria até Alfonsus eu me aproximava para beijar Fredy com carinho, mas o chamado de Sebastian era impossivel de se negar.

    - Venha Fredy, vamos cuidar de nossa sobrinha!

    Puxando-o pela mão eu seguia até meu querido irmão para cuidar de Elisa junto de Sebastian e Friedrich.

    "Que e possa entrar em seus corações da forma mais bela posssivel, da mesma forma que elas já conquistaram o meu!"
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 22/9/2017, 13:22

    Lucide sorria alegre e pegava a pequena pela mão, para assim sair rapidamente com a mesma afim de roubar algumas frutas da cozinha. Em seguida você e Fredy seguiam até a figura de Elisa que estava agora sentada ao lado de Yer.

    -Como você se sente querida?

    Questionava Fredy com uma expressão preocupada, tocando com carinho e suavidade no ombro da jovem que respirava com dificuldades. A mesma focava o olhar na figura do Lorde e em seguida olhava diretamente nos seus olhos.

    -É verdade, eu estou aqui... Com a minha tia. Eu sonhei tanto com isso!

    Yer comentava:

    -Ela costumava ameaçar Elonzo com uma possível fuga para encontrá-la Pietra, de certa forma você sempre foi importante pra ela, um santuário que ela sempre sonhou em ver.

    Enquanto isso acontecia, Alfonsus e Lorena conversam algo baixinho entre eles. Mas interrompiam a conversa quando alguém batia a porta, o gigante então conduzia a sobrinha na direção da porta para receber quem havia chegado.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 22/9/2017, 14:04

    A saída de Lucinde com minha pequena me fez rir, era claro que a pequena comeria o quanto quisesse do lado da francesa, nada que uma cara manhosa não pudesse conquistar.

    Caminhando até Eliza com Friedrich eu sorria para a preocupação de meu Lorde, as reações da jovem rosa continuavam a ser um belíssimo elogio a minha pessoa, ainda mais quando as palavras de Sebastian se fizeram presentes.

    – Não é um sonho minha querida, sorte nossa não é?! Ah minha pequena, como eu amo você!

    Com carinho eu puxava as mãos de Eliza beijando-as, os movimentos de Alfonsus e Leona me fizeram atentar para a porta, mas de forma alguma eu saia de perto de minha sobrinha.

    “Elonzo não deve ter ficado feliz com uma rosa negra em sua casa, mas essa ele não podia simplesmente expulsar.”
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 22/9/2017, 16:42

    Fredy fazia um carinho gentil nos cabelos da pequena rosa negra que sorria alegremente enquanto ainda retomava as forças, assim que ela as conquistava, prontamente a abraçava. Yer lutava contra algumas lágrimas de felicidade que teimavam em escapar-lhe do cantos dos olhos quando a porta era aberta e por ela entravam duas mulheres e dois rapazes, uma delas você reconhecia como Claudia que já olhava enfurecida na direção de Yer.

    -Ainda bem que não é um sonho tia, mas acho melhor sairmos da beira do meu Pai, Porque minha prima tá com cara de quem não vai ter pena!

    Claudia só não vinha de imediato porque antes, ela tinha a chance de abraçar Lorena e aproveitar de um longo e apertado abraço de urso de Alfonsus. Aquela simples ação fazia a loira que havia chegado suspirar e enfrentar um fascínio brevíssimo. Lorena então tomava a iniciativa de apresentar os recém chegados:

    -Bem, queridos e queridas. Esses são os filhos de Claudia, começando pela Arconte Graziella Colleta e seus irmãos, em ordem cronológica, temos o modernista Taddeo Scribetta e o pirralho é Marco Olivieri.

    Todos faziam saudações, os rapazes se mostravam mais tímidos enquanto Graziella adentrava a casa com um largo e confiante sorriso no rosto e afirmava:

    -Que lugar lindo! Muito lindo! Elisa, deixe de monopolizar a Pietra, eu também quero um abraço!

    Claudia e suas rosas:
    Claudia Caccavale:

    Roupas:
    Graziella Colleta:

    Roupas:
    Taddeo Scribetta:

    Roupas:
    Marco Olivieri:

    Roupas:
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 22/9/2017, 18:32

    Ver aos poucos Eliza retomar sua consciência me deixa feliz, ainda mais com as lagrimas de Sebastian, aquele era um presente inesquecível e amoroso naquele encontro à muito esperado e desejado.

    A entrada de Claudia e seus filhos me chamou a atenção, assim como as palavras de Eliza, afinal Claudia tinha seus motivos para estar brava com Soyer e não seria eu a me impor contra ela.

    – Você está certa minha querida. Mas eu sei que depois você cuida das orelhas de seu pai não é mesmo?

    O abraço entre Alfonsus e Claudia me fez suspirar, aquele era um sonho constante a ser realizado, algo que eu podia me orgulhar, o mesmo abraço causava um breve fascínio em minha bela sobrinha o que de certa forma me deixava mais orgulhosa ainda.

    “Acho que essa foi uma das melhores coisas que eu já pude fazer. Sei que foi.”

    As apresentações de Leona me fizeram sorri ao responder com uma breve mensura, mas as palavras de Graziella trouxeram um riso suave ao meus lábios, ainda mais quando eu estendia os braços convidando-a para o abraço desejado.

    – Seu desejo uma ordem minha querida, venha cá!
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 23/9/2017, 14:11

    -Cuido sim, eu sempre cuido do meu papai.

    Responde Eliza com um tom mais discreto de voz, abrindo um pequenino sorriso nos lábios. Enquanto a figura loira de Grazi tomava a iniciativa de vir lhe abraçar, a rosa negra de Yer tomava seu tempo para apresentar-se ao lorde. A pequena loira não economizava a força no abraço, apertando-a com carinho e sorrindo.

    -Prazer Pietra, eu sou a Grazi. Netinha do Alfonsus!

    Alfonsus olhava para Grazi, ligeiramente acanhado o gigante parecia adorar ouvir a apresentação de sua neta. Ele até teria dito algo, se Claudia não tivesse tomado as rédeas da situação. Marchando na direção de Yer, a italiana tomava a orelha do rapaz com força depois de desferir um tapa bem forte na cabeça do mesmo.

    -Diabos! Sebastian Soyer, você já tem idade suficiente para se comportar como um adulto e não um rapazote inconsequente! Como pode me expor a uma vergonha dessas? E se algo tivesse saído errado?

    O seu irmão mais novo olhava com uma cara mais chorosa para Claudia e falava baixo:

    -Desculpa Claudia, eu tinha total confiança de que tudo daria certo. Eu não fiz por mal...

    Outro tapa era dado e em seguida, a própria Claudia puxava Yer pelas roupas, colocando-o de pé e abraçando-o com carinho.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 23/9/2017, 14:40

    Sorrindo com carinho para Eliza eu concordava com suas palavras, eu podia muito bem sentir o amor da jovem por Sebastian e isso me alegrava de maneira única, meu menino era um pai magnifico e cuidadoso, um pai que suas filhas sempre teriam ao seu lado.

    O abraço de Grazi me fez rir, apertando-a com força eu beijava sua testa para logo depois apertar-lhe o nariz com delicadeza apenas para aperta-la mais ainda em meus braços.

    - Com toda a certeza Alfonsus se orgulha de ter uma neta tão linda!

    Ainda com Grazi em meus braços pude presenciar a cena entre Claudia e Sebastian, a forma como meu irmão mais novo se escondia de manheira manhosa me teria feito rir, mas dessa vez eu apoiava Claudia sem remorso nenhum, afinal a sorte nos sorrira em nosso encontro e principalmente no puxão de orelha que eu tiverá que dar em Alfonsus.

    “Uma perfeita família italiana! Minha mãe se orgulharia disso, isso depois de puxar minhas orelhas é claro!”

    O abraço de Claudia em Sebastian me fez rir, tomando a mão de Grazi eu as beijava pedindo de forma suave.

    – Vá acalmar sua mãe, não queremos Sebastian sem orelhas não é?

    Esperando as reações de Grazi eu enfim me aproximava de Taddeo e Marco.

    – Meninos, eu ganho um abraço de vocês?
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 23/9/2017, 17:56

    Grazi gentilmente concordava com a sua fala e ia praticamente saltitante até a mãe, aproveitando-se para literalmente enfiar-se por dentro do abraço de Yer e Claudia, era bem fácil notar como a presença de Grazi acalmava Cluadia e deixava Alfonsus a cada instante mais sorridente.

    Os jovens estavam em um processo curioso de espanto e encanto, eram claramente novos demais para já terem dominado todos os detalhes do cainismo, todavia, pareciam mais experientes que os seus filhos. O primeiro a reagir à ti foi Taddeo, o jovem que era bem branco por natureza passava a mão no cabelo escuro e sorria para se aproximar de ti e abraçá-la, o mesmo era alguns centímetros menor que você e tinha um corpo bem magro, todavia, seus olhos atentos viam nas mãos do mesmo as mãos de um artesão e artista dedicado.

    -Olá tia!

    O mesmo a abraçava e cochichava:

    -Minha mãe disse que seria falta de educação, mas eu preciso muito perguntar. É a sua face que está na capela sistina?! Eu não pude deixar de notar as semelhanças!

    Marco começava a se aproximar, ajustando os cabelos loiros para trás das orelhas e escondendo uma mão para trás do próprio corpo em uma reação corporal que significava insegurança e especialmente vergonha. Com o canto dos olhos, você conseguia ver uma breve aproximação de Fredy até o gigante, tocando com carinho nas costas do homem mais alto, o Lorde sorria e murmurava algo que o fazia sorrir bem orgulhoso e feliz.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 23/9/2017, 18:53

    Ver os movimentos suave e alegres de Grazi me fez rir, ainda mais quando a jovem se enfiava no meio do abraço da mesma forma que minha pequena faria, porem o efeito era o desejado.

    “Tão fofa, deixe só minha pequena ver ela!”

    Meus olhos experiente podiam perceber a juventude dos dois filhos de Claudia, isso os dava um encanto curioso e belo, algo que só os mais novos cainitas conseguiam possuir e com o tempo perdiam.

    Recebendo o abraço de Taddeo eu sorria ao beijar sua testa com carinho, magro e esguio o rapaz escondia seu tesouro em suas mãos, eram mãos de um artesão, o mesmo tipo de mão calosa que eu possuía, esse detalhe me fez sorrir sem nenhum medo e diante da pergunta de Taddeo eu concordei com alegria.

    – Você meu menino tem bons olhos, já te disseram isso? Sim minha face está lá meu querido, foi feita por meu primeiro professor. Não se preocupe essa é uma pergunta linda não acha?

    O aproximar de Marco me fez sorrir com carinho, acostumada a ler os movimentos de todos eu podia notar a insegurança deste, sorrindo eu me aproximava para abraça-lo com delicadeza e carinho, meus olhos sorriram ao ver Friedrich sussurrar algo para Alfonsus, o sorriso de meu gigante apenas me deixava mais feliz ainda.

    – Venha cá meu querido, juro que não mordo. Pelo menos não com força.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 24/9/2017, 18:46

    Com o canto dos olhos você podia notar que Fiore, a única mortal ali presente, cochichava algo com Alfonsus depois de fazer uma reverência extremamente bem feita à Fredy, como se pedisse autorização para falar com o gigante. Um diálogo era mantido ali e ela tomava a mão de Alfonsus, levando-o para o lado de fora da mansão. Tudo era prontamente analisado por Claudia que sorria em aprovação, ela parecia já conhecer Fiore!

    -Seu primeiro professor? UAU! Digo, desculpe a falta de educação, meu deus! Pietra você deve ser uma artista tão...

    Quem completava a fala dele era Leona:

    -Especial.

    Eliza retrucava:

    -Fantástica.

    Os demais assistiam ao pequeno debate com sorrisos na face, enquanto isso o tímido rapaz de cabelos amarelos se aproximava. Olhando para o chão antes de responder:

    -Desculpe Senhora, eu não quis soar mal educado. Só não esperava que você fosse tão bela... Estou com medo de entrar em fascínio.

    O irmão do próprio rapaz tomava a iniciativa de puxá-lo e conduzir ele na sua direção, assim o abraço ocorre e de uma maneira similar a de Lorenz, o jovem Marco olhava seus olhos e caia em um fascínio suave que o paralisava em uma mistura de vergonha e encantamento.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 24/9/2017, 22:48

    Os movimentos de Fiore com Alfonsus me faziam sorrir, era claro que Loretta tinha algo em mente para a jovem e aos poucos se tornava mais claro que esse algo em mente envolvia Alfonsus, a conversa dos dois não me preocupava, mas mesmo assim meus olhos se mantinham atentos.

    “Se Claudia não se incomoda eu não preciso ficar. Será que o desejo de Alfie vai se realizar em dobro?”

    As palavras de Taddeo me deixaram extremamente feliz, e o simples fato de Leona e Eliza completarem o pequeno debate trazia risos aos meus lábios.

    – Vou ficar mal acostumada com tantos elogios. Não se preocupe meu querido, terás a oportunidade de ver minhas obras, e quem sabe eu não possa te ensinar um pouco?

    A forma tímida de Marco me fez rir com carinho, suas palavras eram encantadoras, assim como seu fascínio tão parecido com o de Lorenz.

    “Tão lindos! Nossa famílias está completa, embora ainda falte a mais nova de Yer.”

    Com carinho eu abraçava Marco, para beija-lo na testa e segurar suas faces com ternura.

    – Seu bobinho, esse é um dos maiores elogios que eu poderia receber, não tenha medo, cuidaremos de você meu querido.
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    Danto
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 25/9/2017, 10:18

    Taddeo ouvia a sua fala sobre ensiná-lo e se mostrava incapaz de responder verbalmente, afinal, em meio a uma euforia divertida, o rapaz se virava e olhava pra a própria mãe, como um filho a implorar por autorização. Claudia sorria para o jovem e concordava positivamente, o mesmo logo corria até a mãe para abraçá-la como forma de agradecimento. Enquanto isso, Grazzi se aproximava de ti para gentilmente acolher Marco que estava parado em meio a própria vergonha e o fascínio.

    -Meu irmãozinho é bem sensível ainda Pita, deixe cuidar dele...

    Comentava a loira que pegava a mão do próprio irmão e o levava até um dos sofás. Você também conseguia notar que Yer se sentava junto das filhas, Eliza prontamente começava a ajustar as roupas dele, até mesmo verificar se os cabelos dele estavam alinhados. Enquanto Leona cruzava as pernas e ficava a observar todos que ali estavam.

    Pelo acesso da cozinha, retornavam então a figura de Lucinde e da sua pequena. A mesma sorria por trazer nas mãos uma maçã enorme! Além disso você era capaz de sentir o sabor de uvas recém devoradas pela própria. Mas junto delas, havia a figura de Lorenz, seu querido filho sorria na sua direção e logo notava que haviam muitas faces desconhecidas ali.

    -Boa noite a todos, sou Lorenz Niamh Aigner, filho de Pietra e é uma enorme honra fazer parte desta linda família.

    O rapaz fazia uma breve reverência e vinha primeiro falar contigo e como de costume, Lorenz sempre arrancava olhares interessados das mais jovens, especialmente de Eliza que se encantava com o teu filho.

    -Mãe, Cesco me pediu para avisá-la que está tudo pronto na sala de jantar. E Enzo pediu-me para alertá-la que os demais convidados já estão a caminho...
    Roupas de Lorenz:
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    Jess

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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 25/9/2017, 11:39

    As reações tão naturais e encantadoras de Taddeo me faziam sorrir, ainda mais quando Claudia o permitia aprender comigo, afinal um aprendiz sempre era um poço interminável de novas ideias e novos modos de aprendizado, ainda com Marco em meus braços eu concordava com Grazi, não havia o porque deixar o jovem mais envergonhado do que já estava, isso seria uma maldade desnecessária.

    - Obrigada Grazi, eles são tão fofos nessa época, mas não é bom abusar disso.

    Eu comentava com carinho, estendendo as mãos de Marco para que sua irmã cuida-se deste, olhando a minha volta eu observava com carinho todas as interações que ocorriam, os cuidados de Eliza com Sebastian, as observações de Leona e a linda família de Claudia, tudo enchia meu coração de amor, com cuidado eu me colocava ao lado de meu Lorde abraçando seu braço e beijando sua face para murmurar com leveza.

    - Te amo Fredy, obrigada por me ajudar a criar esse lindo jardim!

    Suspirando eu observo a entrada de meu filho, um sorriso largo, era inevitável os olhares para Lorenz ainda mais diante de sua apresentação, mas os olhares femininos sempre recaiam sobre Lorenz, olhares que apenas seriam respondidos com carinho e respeito.

    "Ele sempre arrancará suspiros, uma pena que moças partam seus corações."

    Tomando as faces de Lorenz eu beijava com carinho sua testa, ouvindo suas palavras eu sorria para convida-lo a ficar do meu lado.

    - Obrigada por me avisar querido. Onde estão suas irmãs? Seria bom apresenta-las antes de todos chegarem.

    Com cuidado eu puxava Lorenz para mais perto Friedrich afim de não deixa-lo sozinho.
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    Danto
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 25/9/2017, 16:05

    Friederich olhava profundamente emocionado na sua direção, o Lorde apenas não chorava por que a rígida etiqueta Ventrue o impedia de cometer esse deslize na frente dos convidados. Ele sequer conseguia verbalizar uma resposta, apenas tocava com todo o carinho que tinha na sua face e beijava brevemente os seus lábios.

    Posteriormente, assim que Lorenz se apresentava e se aproximava, seu filho gentilmente tocava de maneira curtíssima e discreta na mão de Freddy. Dando-lhe forças pra manter a compostura, para então sorrir na sua direção e responder:

    -Minhas irmãs já estão prontas, Yalin só esta um pouquinho envergonhada e acabei chamando por Luana, a pequenina sempre consegue nos inspirar de maneiras inusitadas. Aliás, ela acordou hoje de novo sonhando com patinhos...

    Claudia fazia um sinal para Leona e Eliza, convidando-as a se levantarem e prontamente seguirem até vocês, afinal, Lorenz era teu filho e estava no mesmo patamar que as três na linhagem. Todavia, elas ali aguardavam por você formalmente apresentá-las ao teu filho.

    A sua pequena logo se agitava, puxando Lucinde e apontando para as escadas, avisando que haviam três moças descendo e a alegria era típica de quando Luana estava por perto!
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    Jess

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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 25/9/2017, 16:50

    Os olhos de Fredy me fizeram sorrir, eu o amo e o entendo, da mesma forma que sou amada e entendida por ele, algo que meu coração simplesmente se regozija-va por ter. O beijo suave e o apertar de minha mao me fez rir, era um riso feliz e alegre, até mesmo o cuidado de Lorenz com Fredy era o reflexo de nosso convívio amoroso.

    "Tu tiveste uma família, espero que está possa ajudar a sanar a falta deles."

    As palavras de Lorenz me fazem sorrir concordando com o mesmo, ainda apertando a mão de Fredy eu sorria imaginando a pequena Luana animando Yalin, a jovem exótica e bela tinha seus medos, mas com a ajuda de suas irmãs Yalin cresceria de forma explendorosa.

    - Fez bem meu querido, fez bem. A pequena é perfeita para ajudar nessas horas.Patinhos, até parece que ela está lendo meus pensamentos,!

    Os movimentos de Cláudia me deixaram atenta, fazendo um convite para as três primas de Lorenz eu o apresentava com carinho.

    - Meninas, este é Lorenz minha primeira rosa branca e filho. Lorenz estás são duas primas, Cláudia a rosa branca de Alfonsus, Leona e Eliza as rosas de Yer.

    A animação de minha pequena e o gosto latente de frutas em sua boca me indicavam que as meninas por fim desciam, com carinho eu apertava a mão de Friedrich indicando os movimentos da escada,Luana deveria ter se cansado de esperar e trazia consigo Lotte e Yalin.
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 25/9/2017, 19:03

    -É um prazer poder finalmente conversar contigo de uma maneira apropriada querido primo, sei que nossas idades são díspares mas entenda, somos nós os herdeiros desse vasto jardim. Mas por hora, posso?

    Dizia Claudia, sorrindo ao abrir os braços no final da própria fala. Lorenz não tardava em corresponder ao pedido da própria prima, em seguida foi a vez de Lorenz olhar para Lorena e a firme italiana retribuía o olhar do mesmo com uma postura inicialmente agressiva e arisca, mas Lorenz tinha uma vasta experiência com comportamentos tempestuosos e logo entendia o que deveria fazer.

    -É uma verdadeira alegria poder conhecê-las, ainda sou muito jovem como cainita, mas fui o vassalo de Pietra por muitos anos aqui em Berlim. Por exemplo, sei que ocupam cargos de destaque na Camarilla da Toscana, Claudia é a estimadíssima primogênita. Enquanto tu, Leona é a harpia das harpias da torre local, sua irmã é a segunda harpia do clã. Grande parte de todas as acomodações oferecidas à vocês foram preparadas por mim, por tanto, espero sinceramente que tenham apreciado o vôo e o hotel que passaram o final da noite de ontem e o começo desta.

    Lorena arqueava a sobrancelha esquerda, claramente surpresa com o primo mais novo que era na realidade bem experiente! Ela não deixava de sorrir e agradecê-lo antes de abraçá-lo.

    -Fostes muito atencioso querido, obrigada! Especialmente com o carinho para com as roupas e perfumes!

    Assim que houvesse espaço, Eliza atirava-se nos braços de Lorenz com uma expressão de admiração encanto, algo que era retribuído com carinho e respeito, mas nada além disso. Leona entendia rapidamente e não disfarçava a risada que dava da irmã.

    Entretanto, sua atenção era agora voltada para a ação da sua pequena que corria em disparada para frente das escadas e comemorava a chegada das suas queridas. A exótica Yalin descia no centro e um degrau a frente de Luana que estava a esquerda da patrício e Lotte à direita dela.

    -Boa noite a todos. É com uma enorme honra e alegria que apresento-me diante vossos olhares nesta noite. Compreendo perfeitamente que esta reunião é um sonho que torna-se verdade para esta família e linhagem, eu no entanto sou a prole do grande Senhor desse castelo e domínios, sua única herdeira e Sacerdotisa do novo bando da Espada de Berlim. Meu nome é Yalin Zrinka Kizilkaya, à sete passos de Caim e futura regente da Espada de Berlim.

    A apresentação de Yalin era impecável! Tão perfeita que surpreendia a todos, especialmente Freddy que apoiava-se discretamente em Lorenz para não aplaudir ou fazer algo mais espalhafatoso como o Pai que era. Luana por outro lado, corria animadíssima na sua direção, atirando-se no seus braços como faria em qualquer situação!

    As Jovens:
    Roupas de Yalin:
    Roupas de Luana:
    Roupas de Lotte:
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    Jess

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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Jess em 25/9/2017, 22:07

    Ao lado de Friedrich eu acompanhava com curiosidade a interação de minhas sobrinhas e meu filho, o respeito de Claudia era lindo e magnifico, algo que parecia emanar de minha sobrinha sem muitos problemas, já Leona se mostrava um desafio. Um desafio para o qual Lorenz já tinha as respostas, afinal meu filho havia convivido durante muitos anos com a tempestuosa Evangeline.

    “Minhas sobrinhas já tem postos consideráveis na Torre, mal posso esperar para ver meus filhos crescendo em seus caminhos. Isso nos deixaria tão orgulhosos.”

    A extrema animação de minha pequena me preparou para alguma coisa que estava por vir, eu podia sentir isso no ar e na doçura da maça que ela estava a devorar sem pudor nenhum.

    Nada poderia me preparar para a entrada de minhas filhas, a beleza contrastante de cada uma delas era coroada pelas palavras de Yalin, palavras que me faziam suspirar de amores. A herança patrícia ecoava pela jovem que se apresentava com força e decisão, herdados diretamente de meu amado Friedrich.

    “Minha rainha, se orgulharás desse jardim?”

    Ao termino da apresentação de Yalin, não pude conter o sorriso, ainda mais quando a pequena Luana corria para meus braços, rindo eu a tomava para apertar-lhe e morder de leve suas bochechas.

    – Minj Kleine, obrigada por ajudar sua irmã!
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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

    Mensagem por Danto em 26/9/2017, 09:28

    Luana não se importava se haveria uma multidão ao teu arredor ou se você estivesse sozinha, ela sempre iria lhe abraçar e beijar com todo o amor que tinha dentro daquele corpinho pequenino e alegre dela. Algumas risadinhas dela antecediam o beijo carinhoso que ela depositava em sua face, já fazendo o movimento de soltar de ti e responder:

    -Mammie ela tá linda não tá? Foi o Renz que escolheu a roupa, mas eu que escolhi os calçados. Ah, tenho uma notícia boa, mas eu conto depois por hora acho que a sua filha vai tentar vencer a aposta!

    Lotte estava nesse exato momento atravessando a sala e indo diretamente até a figura de Sebastian, afim de tomar a face do mesmo e morder a bochecha do mesmo. Uma cena que deixava as filhas dele um pouco confusas, mas arrancava um sorriso de Claudia e Grazi. Lucinde era outra que não segurava o risinho baixo e divertido. Yer claramente ficava sem graça, especialmente quando a segunda mordida era dada, essa vinha ainda mais forte e acompanhada da ação de Lotte sentar-se no colo do tio. Seu irmão mais novo então revidava e o lindo e charmoso barulho típico da jovem era feito.

    -Olá para você também querida! Gostaria de conhecer suas primas ou vai só ficar aqui me mordendo mesmo eim?

    Indagava Yer que recebia a resposta em forma de mais mordidas. Yalin ia enquanto isso saudar a todos para enfim correr para um abraço bem apertado no próprio Pai.

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    Re: Ato XVII - Natal de 1992

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