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 Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas

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Danto
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MensagemAssunto: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   10/10/2017, 20:08


Quarto de Hans:
 
Local: Berlim, Köpenick Castle.
Data: 25 de dezembro de 1992: O Despertar.

O natal e suas celebrações haviam ocorrido durante toda a noite passada, as presenças de pessoas queridas que vinham diretamente do passado para o presente iluminaram seu coração e alegraram todos que compareceram a festividade que reuniu pela primeira a sua enorme família. Entretanto, o final da noite era marcado por outra situação, seu irmão mais novo: Hans.

O rapaz não conseguiu manter a postura firme quando o final da noite chegou, assim foi necessário que a sua presença se fizesse mais forte ao lado do mesmo, ao ponto de vocês dois terem dormidos juntos. Afinal, o rapaz acabava por chorar até dormir em uma sinfonia silenciosa e dolorosa. A sua pequena ficava especialmente preocupada com a situação de seu irmão, atentando-se as feridas que ele tinha nos pulsos. O passado amargo do mesmo parecia ter voltado para assombrá-lo após o termino do árduo casamento que ele havia vivenciado ao longo dos anos em Berlim. A sua presença o ajudava a manter-se são, mas as lágrimas foram inevitáveis...

Todavia, o começo de uma nova noite se apresentava de maneira esperançosa. Você abria seus olhos para sentir o corpo morno de Hans nos seus braços, a primeira visão era a da face do rapaz. Seus delicados cabelos dourados, os traços finos e suaves, as manchas de sangue e uma sensação inesperada da presença da mãe de vocês, como se esta estivesse a observá-los de longe, preocupada.

A sua pequena estava abraçada nas costas de Hans, ainda com o cachecol de Yer no pescoço e feliz por estar ali cuidando da maior maçã que ela iria encontrar nesse mundo. Os olhos claros do rapaz começavam a se abrir, sem sequer lhe dar uma chance de se movimentar ou sair da cama, para assim que a vissem, já se encherem novamente de lágrimas. Todavia, agora a expressão do rapaz não era triste e sim feliz. Era um sensível e brevíssimo fascínio.

-Boa noite meu girassol, minha musa, minha inspiração, minha irmã... E não há mais como negar não é mesmo? Eu preciso de ajuda querida...
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Jess

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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   10/10/2017, 20:48

Aquele natal seria sempre uma lembrança magnifica de como meu passado reencontrará meu presente da melhor forma possível, as alegrias, pessoas e amores retornavam aos seus devidos lugares e meu coração transbordava de alegria com isso.

Porem a tristeza profunda de Hans se abaterá sem sinais de que o deixaria, não sem ajuda e era justamente isso que eu fazia sem pensar duas vezes, a tristeza de Hans me afetava, eu havia sido a causadora de suas feridas e muitas de suas dores, agora era meu dever cuidar de cada pequena ferida de meu amado irmão.

O despertar se dava de maneira gentil e graciosa, em meus braços o esguio corpo de Hans parecia menor do que já era, as marcas do choro me faziam suspirar enquanto minha pequena o abraçava com delicadeza pelas costas, a pequena sorria ao cuidar de sua preciosa maçã.

“Ele chorou até dormir... O termino com Erika pode ter sido bom para a amizade dos dois, mas para o coração de Hans...”

A presença de Violetta teria me feito levantar, mas os movimentos de Hans me impediram, nossa mãe estava dormindo e mesmo assim cuidava de nós, um cuidado que sempre estaria ali a nossa espera.

Novas lagrimas escorriam pelo rosto de Hans, mas essas eu podia ver que eram de alegria e um leve e breve fascínio, rindo eu apertava meu irmão para morde-lo no nariz e sorrir com carinho.

– Meu menino de cabelos dourados! Se me disseres que não precisas de ajuda puxarei suas orelhas!

Eu comentava de maneira suave enquanto minha pequena tentava se enfiar no meio de nosso abraço e morder as bochechas de Hans.
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Danto
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   10/10/2017, 21:10

O rapaz não deixava de sorrir, mas fechava os olhos quando recebia a mordida e deixava uma breve risada escapar quando a pequena rolava por cima dele, caindo entre vocês dois e se aninhando ali. Apenas é claro, para poder morder as bochechas do jovem. Seu irmão então respondia, com uma voz bem mais feliz se comparada a todas as vezes que você havia ouvido dele nessas últimas noites.

-Não quero ter minhas orelhas puxadas, não mesmo! Nem por você nem por nossa mãe! Por tanto, não vou mais fingir que está tudo bem, eu preciso de ajuda irmã. Não consigo desenhar nada, sequer tocar algum instrumento... A dor é muito forte, eu só consigo chorar e ter medo de me tornar cinza e amargurado para sempre.

Confessava Hans, que puxava a pequena para um abraço mais forte. Agarrando-se a ela pra obter a coragem necessária para se abrir daquela forma, recebendo em resposta um abraço de urso muito forte da pequenina que ronronava baixinho em alegria de poder estar enfim, conseguindo ajudar.
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   10/10/2017, 21:29

Abrindo espaço para que a pequena tivesse sua maçã dourada, eu sorria ao ve-la morder Hans e ali se aninhar como um gato, feliz a pequena ronronava abraçando meu irmão, este por sua vez criava coragem para se abrir.

– Esse é o maior medo de todas as rosas meu querido.

Eu comentava ao beijar sua testa com carinho e brincar com seus cabelos dourados, eu simplesmente amava Hans e sua alma delicada, uma alma tão bela e sensível, uma alma que havia sofrido tanto mas ainda se mantinha pura.

– Voce não se tonará cinza, não se eu puder evitar. Agora que você pediu ajuda é meu dever te fazer feliz meu querido irmão!

Abraçando o corpo de minha pequena e Hans eu ficava ali sorrindo para meu menino enquanto brincava com seus cabelos dourados.

“ A tulipa ainda está dormindo, por sorte ela ainda irá demorar a acordar. Ela fará um papel essencial na cura de Hans, sei que fará.”
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Danto
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   10/10/2017, 23:50

Hans respirava fundo, sentindo o perfume que você e a sua pequena tinham enquanto sorria dentro daquele abraço cheio de amor e carinho. Aproveitando-se do mesmo o máximo que podia, aos poucos vocês sentiam a presença de Violetta diminuindo, até sumir. Nesse instante ele dizia:

-Se ela acordar e me encontrar cinza será um golpe tão duro nela Pietra... Eu sei que ela exagerou em algumas situações, mas foi tudo feito por tanto amor. Amor é o que a define! Eu pensei que era o que me definia também, mas eu... Pita, eu não quero voltar pra casa... Posso ficar aqui até conseguir sentir minhas pétalas e voltar a tocar?

A pequenina então beijava a face de Hans com muito amor e falava:

-Vamos cuidar de você, maçã de ouro!

Os olhos claros de Hans se surpreendiam! Ele logo tratava de morder a bochecha da sua pequena e apertar ela com muito amor e força, fazendo-a gemer por falta de ar e então, soltando-a ele dizia:

-Que coisa mais linda de se ouvir! Obrigado! Muito obrigado! Meu deus eu vou chorar de novo!

E de fato, as lágrimas voltavam a verter da face do rapaz. Ele chorava emocionado, feliz por se sentir seguro e acolhido por ti.
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 00:39

Ali abraçada com meu querido irmão eu me permetia brincar com suas madeixas douradas, a pequena ronronava alto demonstrando o quão feliz ela estava, talvez por saber que Hans estaria em boas mãos Violetta se recolhia, algo que me fazia suspirar de saudades, mas as palavras de Hans me chamavam a atenção.

O pedido prontamente respondido por minha pequena me fazia rir, apertando as bochechas de meu irmão que voltava a chorar eu ria com carinho e felicidade.

– Você não vai estar cinza seu bobo! Eu juro que não vai estar! Ela é a essência do amor meu querido, e o amor as vezes é doloroso e não reconhece bem os limites.

Sentando-me na cama eu delicadamente puxava Hans para meu colo, embalando-o com carinho como faria com uma criança, como um dia eu fizera com Athos.

– Eu o proíbo de sair dessa casa enquanto suas pétalas não estiverem fortes e sua musica viva! Considere-se raptado, Elsa vai ter que aceitar isso, e quando Agnes e Emily voltarem quero elas aqui, por alguns dias se não a Elsa me arranca as orelhas!

Beijando a fronte de Hans eu ria baixinha abraçando-o com carinho.

“Meu menino, como eu o amo tanto!”
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 11:06

Naturalmente e como uma pequena criança faria, seu irmão mais novo se entregava ao convite que seus braços faziam, aninhando-se ali para ser embalado pelo ritmo dos seus braços amorosos. Fechando os olhos, o rapaz suspirava durante os primeiros instantes, balançando a cabeça positivamente em concordância com a sua fala antes de responder verbalmente:

-Elsa vai estranhar um pouquinho no começo,somos bem próximos sabe?! Houve até um período em que Will tinha uma insegurança comigo! Acredita nisso? Ele acreditava que eu e Elsa éramos um casal! Que bobo! Mas enfim... Nossa irmã mais velha sabe muito bem como nós dois somos não é? Afinal, depois de você me ajudar a retornar à música, devemos nos atentar a ela... Eu estive fraco de mais sozinho ao lado dela, mas conseguia ver as feridas profundas que ainda residem no coração dela. Devemos estar inteiros, para o futuro que nossa mãe está preparando para nós!

Ele afirmava sorridente, permanecendo ali nos seus braços por alguns minutos. Até que finalmente o rapaz olhava na sua direção, esticando a mão para tocar nos seus cabelos e dizer:

-Acredito que esteja na hora de despertar Cesco, quer que eu a espere aqui irmã?
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 11:54

Com Hans em meu colo eu o embalava com carinho, enterrando meu nariz em seus cabelos apenas para sentir melhor o doce aroma destes, as palavras de meu irmão me fizeram rir no começo, mas eu sabia que elas eram verdadeiras.

– Will é um fofo apaixonado, os dois formam um casal tão lindo. Sim, depois de cuidarmos de suas pétalas será a vez de Elsa, nossa mãe vai nos pedir muito quando acordar e sabemos bem que ela planeja muitas coisas, não é?!

Permanecendo assim com Hans eu sentia meu coração olhar cuidadosamente para o menino em meus braços, meus pensamentos se voltavam com carinho para a figura sempre atenta de Violetta, a saudades já se fazia presente, mas agora ela estava em meu alcance.

“ Elsa, espero que você não se importe de levar uns puxões de orelhas, mas você precisa de cuidados minha querida!

O toque em meu cabelo me fez sorrir, as palavras de Hans sempre gentis trouxeram uma negativa aos movimentos de minha cabeça.

– Não, você vem comigo, mas primeiro vai lavar o rosto. Hoje será um dia de preguiça pra nós dois então nem pense em tirar o pijama!
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 12:20

Hans concordava com a cabeça sobre a sua pergunta retórica acerca dos planos de Violetta, afinal, uma anciã da magnitude dela nunca se contentaria com pouco para sí ou para seus filhos e herdeiros. Assim os minutos se passavam até a sua fala final, ali a sua pequena pula alegre sobre a cama comemorando a noite de pijamas que você havia proposto. Hans ria da reação da pequena e novamente concordava com a cabeça, mas dessa vez ele fala em seguida:

-Certo, vou ali lavar o rosto e já volto!

Com carinho e calma ele saia dos seus braços para enfim se levantar da cama, espreguiçando-se e indo alegremente até o banheiro. Lá ele não demorava muito, era possível até ouvir o som da torneira se abrindo e do rapaz lavando a face, para em alguns instantes ele retornar com os cabelos úmidos e um sorriso largo no rosto.

-Pronto, mantive o pijama como pediu irmã. Agora, devemos ir acordar o Cesco né?! No caminho, você me explica uma coisinha... Quando é que você e ele vão se resolver eim? Sabe, é bem nítido pra quem passa dois minutos com vocês dois que existe algo! Tudo bem se não quiser responder, mas eu sempre quis perguntar isso! E bem, já como existe uma certa aposta e eu não participo dela, não acho que será desonesto obter essa resposta né?!

Pijamas de Hans:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 13:03

As reações de Hans me faziam sorrir, era claro que Violetta nos exigiria muito, mas em troca também nos daria muito, algo simples na visão de nossa amada e poderosa mãe. A empolgação de minha pequena me fazia rir, ainda mais quando Hans parecia gostar da ideia, com isso eu beijava a cabeça de meu irmão antes de solta-lo de meus braços.

“Luana vai adorar a ideia, só espero que a estufa esteja quentinha caso ela queira visitar os patinhos!

Sentando-me na cama eu amarrava os cabelos enquanto esperava por Hans, a sua volta rápida e pronta me fez sorrir, levantando-me para entrelaçar meus braços com o de meu irmão eu não podia evitar de ficar vermelha diante de sua questão levantada.

– Aposta?! Foi a Eva ou a Lucinde... Não eu não quero saber!

Minha pequena atenta ronronava alto parecendo apreciar a ideia, isso me fazia lançar um nada surpreso para a mesma enquanto ria.

– Essa é uma questão delicada, bem delicada. Fredy já nos deu permissão e bom, não queremos que essa atração machuque ninguém, por isso ainda precisamos falar com Eva e Alfie, afinal eu tenho um relacionamento com os dois.

Eu respondia ao coçar a nuca de forma pensativa, guiando meu querido irmão para fora do quarto e na direção do quarto de Francesco.

Pijama Pietra:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 15:14

-A sua pequena aprova bastante a ideia eim!

Comentava seu irmão com um sorriso divertido na face. Vocês dois estavam caminhando na direção do quarto o próprio Francesco, sem muita pressa é claro afinal voces haviam acordado realmente muito cedo. Hans tocava na sua mão, fazendo um carinho na mesma para então falar:

-É muito bonito da parte de vocês se preocuparem com os corações dos outros. Mas eu aprendi, a severas mágoas, que também devemos cuidar dos nossos para que neles não sejam depositadas amarguras e infelicidades. Não imagino que Cesco irá tentar fazer parte do relacionamento que já existe entre todos vocês, não o vejo deitando-se com homens e os olhos dele brilham apenas por ti! Mas eu entendi, não irei postergar o assunto, só afirmar que Eva se mostrou bem alegre com a possibilidade. Resta saber como irá reagir o seu gigante...

Ele suavemente beijava tua mão e então, assim que a sua resposta fosse dada, ele abriria a porta do quarto de Cesco. E lá estava o próprio, deitado na cama com as proteções que sempre usava para adormecer durante grande parte do dia.

Quarto de Francesco:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 19:18

Rindo com o comentário de Hans eu puxava de leve uma de suas bochechas, era claro que a pequena sempre aprovaria esse tipo de coisa, ainda mais se fosse com alguém que ela amava.

- Não de liberdades a ela, ela sempre aproveita disso.

Acompanhando Hans para o quarto de Francesco eu concordava com suas palavras, descobrir que Eva aceitava bem a ideia me fazia rir, já que era bem capaz da própria Eva ter começado a aposta.

- Irei tratar desse assunto com cuidado com meu Gigante, eu sempre amei o brilho dos olhos de Francesco, na verdade era por isso que eu implicava tanto com ele.

Tendo a porta aberta eu sorria ao ver meu querido e amado amigo adormecido, aprontando para que Hans se sentasse eu retirava as proteções para despertar Cesco.

" Se todos perceberam talvez seja mais fácil de ter a permissão de Alfie. Isso nos faria felizes?!"
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 20:35

-Ele é bem bonito, charmoso e claramente vocês dois se agradam a muito tempo. Eu queria ter tido a chance de ficar mais velho, tomar mais forma sabe? Mas tudo bem, tenho esse ar de garoto e consigo usá-lo ao meu favor!

Comentava Hans com um tom bem leve, enquanto puxava a sua pequena para perto, afim de abraçá-la bem forte e rir quando recebia tinha a face abocanhada por a mesma. Enquanto Hans mimava a sua pequena, você tinha todos os cuidados necessários para acordar seu vassalo e eterno amigo.

-Boa noite Pita...

Dizia Cesco, para logo em seguida se espreguiçar e sentar-se na cama. Olhando na direção de Hans e da sua besta com uma expressão de aprovação.

-Pelo visto teremos a presença do grande maestro de Berlim por mais tempo, boa noite Hans!

Hans sorria de volta para Cesco e comentava:

-Pita me raptou, até eu me sentir melhor sou refém da fofura dessa pequenina e do amor da minha maravilhosa irmã.
Pijamas de Francesco:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   11/10/2017, 22:09

Rindo com as palavras de Hans eu não podia discordar dele, apesar de ter sido eternizado na face jovem que tinha, meu querido irmão sabia usar seus traços juvenis para encantar a todos.

– Você é lindo assim, sempre será meu menino!

Eu comentava com carinho e bagunçando os cabelos de Hans, enquanto meu irmão se sentava com minha pequena e brincava com ela eu despertava Francesco, o ritual simples ainda me fazia sorrir, ainda mais quando a voz de Cesco chegava aos meus ouvidos.

– Boa noite querido.

Abrindo espaço para que Francesco se sentar eu sorria feliz com a leve conversa dos dois, ainda mais quando a pequena parecia tão disposta a morder Hans tantas vezes que pudesse.

– Elsa pode reclamar o quanto quiser, mas quando você estiver melhor ela vai ter sua vez de cuidados e mimos! E você vai me ajudar nisso Hans!

Rindo eu me sentava na cama para olhar Francesco e comentar de maneira breve.

– Hans e eu estamos em uma noite de pijamas, achei que isso o animaria e ao meu ver deu certo!

“Elsa tem o Hans sempre, ela pode me deixar um pouco com ele, e assim ela pode nos visitar!”

Olhando para a porta do banheiro do quarto de Francesco eu perguntava de maneira divertida.

– Nosso cavaleiro de armadura dormiu bem Cesco?
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   15/10/2017, 10:47

-Vai ser um enorme prazer ajudar!

Comentava Hans que alegremente entregava os dedos para que a sua pequena mordiscasse, indicando para ela onde seria menos doloroso de morder, afinal, a mão do rapaz carregava alguns calos devido ao árduo treinamento musical pelo qual passara em sua vida mortal. Cesco por outro lado observava atenciosamente as suas ações, removendo as cobertas de cima de si, o italiano confirmava positivamente e já saia de cima da mesma enquanto falava:

-Sobre nosso cavaleiro, eu o deixei sob os cuidados de Thesa durante o dia, indicando a ela que o mesmo deveria ser posto no meu banheiro assim que a tarde aproximasse do final. Conhecendo nossa Thesa, acredito que ele tenha tido um dia formidável não concordas?

O homem enfim abria a porta do banheiro, nesse exato momento a besta que estava no colo de Hans virava-se atenta na direção do local, ela estaria com as orelhas de pé se isso fosse possível é claro. O italiano então entrava brevemente no banheiro para sair, sendo seguido de perto pelo Sir Lancelot.

-Nada melhor que a presença dessa criaturinha adorável numa noite de pijamas não é mesmo Pietra?

Era então lhe apresentado um desafio maravilhoso, comprar o brilho no olhar de Hans e o de sua pequena. Pois ambos reagiam como se tivessem recebido uma poderosa descarga de felicidade! Mas o pequeno animal se direcionava primeiramente até você, cheirando seus pés e sentando na sua frente.
Sir Lancelot:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   15/10/2017, 14:36

Ver Hans concordar com minha proposta de cuidar de nossa irmã depois me fazia sorrir, ainda mais quando ele entregava seus dedos a pequena que os roía sem medo de machucar.

“Será bom cuidar desses dois, isso deixaria Violetta feliz. Espero que ao menos ela acorde mais calma, isso já seria muito bom!”

Seguindo os movimentos de Cesco eu sorria, ainda mais quando suas palavras indicavam que a pequena surpresa havia sido bem cuidado por Thesa durante todo o dia.

– Perfeito!

Comentava enquanto me sentava melhor na cama, a simples ação de Francesco de abrir a porta do banheiro já alertava minha pequena, e a criaturinha que saia dali seguindo Cesco me fazia rir de alegria.

– Acho que é a melhor companhia para uma noite de pijamas Cesco!

Sorrindo para o pequeno Lancelot que se sentava a minha frente eu não pensava duas vezes em pega-lo no colo e beijar a ponta de seu nariz.

– Venha cá pequenino, logo logo você irá conhecer a sua princesinha!

A visão dos olhos brilhantes e alegres de Hans e minha pequena apenas me fez rir mais ainda, era claro o encanto que o pequeno cão podia causar e se a reação dos dois era essa eu mal podia imaginar a de Luana.

– Você quer segurar ele Hans?
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   15/10/2017, 17:25

Hans abria um sorriso maravilhoso na face enquanto o pequeno cão estava no seu colo, o seu irmão saia do controle da sua besta apenas depois de beijar a testa da mesma, ele corria então até a sua direção e estendia os braços para receber Sir Lancelot e apertá-lo. O pequeno animal se divertia com a situação e aproveitava-se para lamber a face de Hans, uma ação que recebia a aprovação da sua pequena que incentivava o pequeno animal a seguir lambendo a maçã dourada dela.

-Vamos até Luana querida?

Convidava Cesco, estendendo-lhe a mão. Ele a ajudava a sair da cama com bastante educação e gentilezas, para enfim vocês três e o pequeno cãozinho seguirem na direção do quarto de Luana.

Quarto de Luana:
 

A pequena corria na frente, empolgadíssima e farejando o perfume da Tulipa que ela tanto amava. Enfim ela abria a porta e já corria para pular na cama de Luana, a mesma resmungava em holandes:

-Não tá muito cedinho ainda, não quero tomar banho, tá frio, muito frio eu vou congelar se for tomar banho...

A pequena tulipa enfiava a cabeça nos travesseiros, ainda dormindo sem entender exatamente que vocês haviam entrado no quarto dela. O corpo pequeno e delicado da mesma estava totalmente coberto por uma pesada coberta.
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   15/10/2017, 17:57

A simples ação de Hans ao beijar minha pequena e se divertir com o filhote no colo me fazia rir, Lancelot lambia alegre o rosto de Hans e isso deixava a cena apenas mais divertida do que já era.

Ouvindo o convite de Cesco eu me levantava ao comentar de leve para meu querido amigo e sorrir com carinho.

– Acho que essa é a prova que Sir Lancelot vai fazer bem seu trabalho.

Acompanhada de Francesco e Hans, eramos guiados pela pequena que corria a nossa frente farejando a sua tulipa, uma cena que aos meus olhos nunca perdia sua beleza. Adentrando no quarto eu sorria diante das palavras de Luana, a pequena que pulava na cama estava simplesmente alegre demais para se importar se sua tulipa ainda estava dormindo ou não.

“Acalma-se, assim você vai estragar a surpresa!”

Fazendo sinal para que Hans sentasse na cama com Lancelot, eu andava até a ponta da cama descobrindo os pés de Luana e carinhosamente puxava os dedos dela afim de acorda-la.

– Mijn kleine, acorde tulipa. Temos uma surpresa para você!
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   15/10/2017, 23:09

Francesco fechava suavemente a porta para evitar barulhos enquanto Hans fazia um sinal de silencio para o pequeno cachorro que estava claramente confortável e alegre no colo dele. Assim, a sua besta ficava de joelhos sobre a cama, dando pequenos pulinhos agitados enquanto você puxava delicadamente os dedos dos pés de Luana. O primeiro som que escapava da jovem Malkaviana era uma baforada desajeitada que abria uma gargalhada maravilhosa, em meio a risadas ela se virava, saindo das cobertas e perguntando:

-Mammie! Cesco! Hans! Boa noite, qual é a surpresa?!

Ela perguntava sorrindo enquanto ainda esfregava os olhos e bocejava. Hans então soltava o pequeno animal sobre a cama, o mesmo corria na direção de Luana para farejá-la. O toque gelado do focinho de Sir Lancelot fazia a tulipa olhar para o mesmo. Imediatamente ela soltava um grito agudo, os olhos dela brilhavam já avermelhados e prestes a caírem em um choro, que só não ocorria porque ela segurava para não assustar o animal. Assim, Luana abria os braços e o pegava, enchendo-o de beijos e abraços.

-Ain que fofura! Mammie! Ele é meu? Diz que sim, diz que sim! Eu adorei! Amei! Ele vai proteger os patinhos e ser meu escudeiro! Qual é o nome dele?

Hans sorria alegre, ver Luana radiante daquele jeito era uma dádiva que iluminava qualquer coração.

-Luana esse é o Sir Lancelot!

A jovem soltava outro gritinho animado, segurando o animal no colo ela ficava de pé na cama e pula na mesma, para então soltar o cachorrinho e segurar as duas mãos, sem mais conseguir, ela se atirava nos seus braços enquanto chorava de mais pura alegria.

Pijamas de Luana:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   15/10/2017, 23:29

Quando todo estavam prontos eu puxava de leve os dedos dos pés de Luana, o riso abafado meu fez sorrir enquanto a pequena pulava mais devagar na cama, o levantar suave e sua pergunta logo foram respondidos pelo próprio filhote que corria pela cama até Luana.

– Levante e veja kleine, juro que você vai amar!

O gritinho abafado e o abraço no cão apenas me deixaram mais felizes, o claro pedido de Luana era uma confirmação de que o pequeno Lancelot havia conquistado seu coração sem problema nenhum, até mesmo Hans se deixava encantar pela jovem e seu belo sorriso alegre.

A reação de Luana ao descobrir o nome do pequeno cão me fez rir enquanto minha pequena se derretia na cama e brincava ela mesma com Lancelot, me adiantando para receber Luana em meus braços eu a pegava ainda no ar para embala-la em um abraço carinhoso.

– Shhhh, pronto minha pequenina, pronto. Eu sei que você está feliz, sei sim.

Olhando para meu amado irmão e amigo eu sorria com carinho, colocando-a sentada na cama para beijar sua testa,

– Já que os patinhos não podem correr pelos corredores com você, pensei que Lancelot seria um companheiro perfeito para essas corridas. Acertei pequenina?
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Danto
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   16/10/2017, 00:05

-Existem poucas coisas nesse mundo que possam se aproximar da beleza dessa cena...

Comentava Francesco em seu mais medieval e tradicional italiano de Florença, Hans olhava na direção do experiente vassalo para concordar positivamente com o mesmo. O rapaz então subia na cama, sentando-se próximo de sua pequena e de Sir Lancelot que virava de barriga para cima para receber carinho dos dois.

-Obrigada Mammie! Obrigada, por tudo! Esse é o ano mais especial da minha vida! Você me salvou das trevas, me trouxe para seu lar, me adotou... Eu... Você é tudo que eu sonhei todos os anos da minha vida, obrigada Mammie! Você acertou, claro que acertou! Desculpa não dá pra parar de chorar!

Ela só conseguia se comunicar no idioma natal dela, totalmente entregue as emoções, ela se comportava como a jovem que aparentava ser, aninhando-se no seus braços e escondendo a face com vergonha do choro que não cessava, um choro de pura emoção e felicidade. Hans enfim esticava a mão, para tocar a mão esquerda de Luana e falar:

-Não esconda sua face querida, não há porque se envergonhar da sua alegria, sinta-a por completo e aproveite-a com todo seu coração e verás o quão magnífico é o mundo em que vives agora.

Luana removia suavemente as mãos da face e olhava para Hans, sorrindo a jovem beijava a sua face e saia suavemente dos seus braços, para então abrir os braços dela e pedir bem manhosa:

-Quero um abraço seu também tá?!

Hans não resistia e prontamente puxava Luana para abraçá-la com muito carinho. Você enfim sentia um toque gentil no ombro, era a mão de Cesco. O experiente homem observa tudo agora bem de perto, com uma feliz expressão na face, enquanto isso a sua pequena não parava um segundo sequer de fazer carinho no Sir Lancelot.
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Jess

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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   16/10/2017, 00:31

Com Luana em meus braços eu sorria diante do comentário de Francesco, a pequena filha da lua era um tesouro descoberto ao acaso, mas aos poucos sua importância na família havia se revelado assim como sua alma doce.

- Você é um anjo minha querida, um ano que precisava de abrigo e proteção! Obrigada por cuidar de nós pequenina, cuidar para que Fredy não tivesse medo de estar ao nosso lado, por ser essa menina doce que todos amamos.

Ver Hans se sentar e brincar com o cão me fez sorrir, minha pequena estava simplesmente extasiada, afinal havia encontrado um companheiro de brincadeiras, um bem fofo por sinal. Os cuidados de meu irmão com Luana me deixam feliz, ali os dois eram as almas mais sensíveis que eu já havia visto,

" Essa alegria toda, como essa pequena pode ter tanta alegria e partilhar tanto conosco?

O toque gentil de Francesco me fez levantar enquanto Luana ia para o colo de Hans, abraçando o corpo de meu amigo eu observava meus dois queridos com carinho e amor

- Hans porque não conta a Luana o quão espécie é essa noite? Depois podemos acompanhar Cesco em seu jantar e ver se Lancelot não aceita um pouco de comida.
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Danto
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   16/10/2017, 16:13

Luana amava ouvir as suas palavras, para lhe responder enquanto ainda se ajeitava dentro dos braços de Hans, a voz da jovem saia ligeiramente abafada e com um tom bastante alegre:

-Eu vou abrir minhas asas, Mammie, abrir elas bastante pra poder acolher todos vocês dentro delas. Porque foi assim que vocês fizeram por mim!

Ela sorria, mas tinha a face beijada por Hans logo em seguida e se avermelhava um pouco, encolhendo-se novamente nos braços do seu irmão. Enquanto isso, você sentia o carinho de Francesco, que a segurava em um cavalheiresco abraço.

-Noite especial? Será mesmo que devo contar para ela Pita?

Respondia Hans, deixando a pequenina tulipa agitada. Ela se debatia no colo de Hans e o mordia na bochecha para então protestar:

-É bom o senhor ir logo contando viu! Se não eu vou lhe proibir de brincar com o Sir Lancelot!

Hans ria da reação de Luana e logo falava:

-Tá, calma! Não precisa ameaçar assim! Hoje a noite é especial por ser uma noite do pijama!

Luana soltava outro grito animado, saindo dos braços de Hans para então agarrar Sir Lancelot, beijando-o algumas vezes para enfim colocá-lo no chão. Ela então dava a mão para a sua besta, sorridente, convidando-a para sair da cama. A pequena vibrava em alegria e segurava a mão de Luana, as duas juntas então começavam a correr, sendo perseguidas afinco por Sir Lancelot. Era assim que Luana comemorava a notícia, rindo em total alegria!
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Jess

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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   16/10/2017, 17:15

Ali abraçada a Francesco eu sorria diante das palavras de Luana, a bela cena da Tulipa e meu irmão enchiam meu coração de amor, assim como eu esperava que enchesse o de Hans também.

" Eu não podia deixar que uma alma tão brilhante se perder, não quando ela veio até minha pessoa e pediu por ajuda. Tenho de voltar a ser ativa na espada, consolidar o que Altea me mostrou real! Mas essa noite não, nesta noite sou de meus queridos!"

Rindo diante das ameaças de Luana a Hans eu os observava com carinho, quando a pequena tulipa deu as mãos a minha pequena eu pude sentir completamente toda a felicidade da pequena, finalmente ela era vista por sua amada tulipa, finalmente ela poderia morder e abraçar a vontade sua tulipa dourada e mais do que nunca rir junto desta.

- Sim essa é nossa noite de pijamas! Agora vá lavar esse rosto e vamos alimentar Sir Lancelot e Cesco, afinal eles devem estar com fome.

Eu comentava ao bater palmas de leve para chamar a atenção de Luana e minha pequena, já que uma coisa era certa, Cesco deveria estar com fome.
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Danto
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MensagemAssunto: Re: Ato XVIII - A Rosa Sem Pétalas   16/10/2017, 21:17

-Noite do pijama! Adorei, vou lá lavar meu rosto e que sorte eim! Ia dormir sem nada, mas como ainda tem gente em casa resolvi ser educadinha, imagina só que vergonha seria?! Ser vista sem roupas por esse lindo menino de família que é o Sir Lancelot?!

Respondia Luana com um largo sorriso na face, correndo ainda de mãos dadas a sua pequena para o banheiro. A ação dela fazia tanto Hans, quanto Francesco rirem despreocupados. O pequeno cachorro então se aproximava de Francesco, o italiano logo se abaixava para pegar o mesmo no colo e falar:

-Vamos comer Sir Lancelot! Estou faminto e você?!

O cachorro batia o rabo animado, entendendo parcialmente que era hora de comer. Logo então vocês quatro estavam em movimento para a cozinha.

Cozinha:
 

Quem ia na frente agora eram você e Francesco. Hans seguia logo atrás e por ultimo vinham as duas pequenas que não paravam nenhum único segundo de brincar e rir. Dentro do local, você logo estranhava a ausência de Enzo, todavia, a bagunça no ambiente indicava que Lena estaria por perto ou havia acabado de deixar o local. Cesco sorria, colocando Sir Lancelot no chão e andando até a geladeira para ver o que haveria para comer.

-Luana, arrume um pratinho onde eu possa servir o Sir Lancelot está bem?

A tulipa concordava com o italiano e corria para pegar o pequeno prato, Cesco enfim entregava o leite para a mesma e assim o filhote seria alimentado. Enquanto isso, Hans sentava junto a bancada e começava a organizar a bagunça de talheres que ali havia.
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