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 As Seitas: Estruturas da Camarilla

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Danto
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Data de inscrição : 04/06/2012
Idade : 27

MensagemAssunto: As Seitas: Estruturas da Camarilla   13/10/2017, 12:12

A Torre de Marfim: Estrutura da Camarilla

Títulos Globais:

O Círculo Interno:
 

Os Justicares:
 

Os Arcontes:
 

Títulos Regionais:

O Príncipe:
 

O Conselho dos Primogênitos:
 

O Senescal:
 

O Algoz:
 

O Xerife:
 

Títulos Sociais:

O Zelador do Elísio:
 

As Harpias:
 



Além desses clássicos cargos, existem ainda os postos que foram construídos após a Convenção dos Espinhos, para a facilitação de determinadas funções ou para suprir necessidades inesperadas durante a fundação da Seita. Esses cargos são:

Alastor:
 

Cão de Caça:
 

Chancellor:
 

Arauto:
 

Dux Bellorum:
 

Imperador:
 


Última edição por Danto em 19/11/2018, 14:42, editado 2 vez(es)
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Danto
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MensagemAssunto: Re: As Seitas: Estruturas da Camarilla   13/10/2017, 12:12

As Tradições da Camarilla

A Primeira Tradição: A Máscara
"Thou shalt not reveal thy true nature to those not of the Blood. Doing so shall renounce thy claims of Blood."
A Máscara é o coração da própria existência da Camarilla; ela dita que a realidade dos vampiros deve ser escondida dos olhos mortais. A violação desta Tradição é normalmente punida com a morte, se não pior. Espera-se que todos os vampiros da Camarilla estejam atentos a infrações da Máscara e que impeçam qualquer vazamento com o qual se deparem. Não impedir uma infração da Máscara ou não relatá-la às autoridades é quase tão grave quanto violá-la; a Camarilla leva a Tradição da Máscara muito à sério. Como resultado, os Xerifes e seus delegados constantemente sondam os seus territórios e as regiões ermas em busca de pequenas falhas na manutenção da Tradição. Embora outras Tradições da Camarilla sejam sujeitas a interpretações menos rigorosas, a Primeira Tradição permanece inviolável.

A Segunda Tradição: O Domínio
Thy domain is thy convern. All other owe thee respect while in it. None may challenge thy word in thy domain.
O significado desta Tradição mudou muito durante as eras. Antigamente, no período das trevas, o Domínio significava território, pura e simplesmente isso. Algo que funcionou muito bem nas primeiras noites em que os Membros eram escassos e cada um deles podia reclamar uma cidade como sua própria, mas agora, as coisas mudaram. Atualmente as cidades abrigam, em casos extremos, até cem vampiros. As cidades cresceram assim como sua população mortal e imortal, o significado de domínio teve que ser mudado para satisfazer os desafios que a nova era encontrou.
Em teoria o Príncipe ainda mantém o domínio sobre toda a cidade. Consequentemente, ele tem a opção de dividi-la em área de controle - desde quarteirões até bairros ou distritos - que serão controladas pelo Membro de sua escolha. Apesar do Príncipe ainda ter a palavra final, essas áreas menores funcionam como uma espécie de feudo e área de caça para vampiros afortunados que as recebem. Obviamente, estes Membros também são responsáveis pelo cumprimento das leis da cidade dentro do seu domínio; portanto, um domínio tanto acarreta responsabilidade como autoridade.

A Terceira Tradição: A Progênie
Thou shalt sire another only with permission of thine elder. If thou createst another without thine elder's leave, both thou and thy progeny shalt be slain.
Um dos maiores problemas da Camarilla tem que enfrentar é a quantidade de vampiros no mundo. Os vampiros sempre podem criar mais vampiros, tornando o problema do controle populacional um assunto muito sério para a Camarilla do que para os mortais. Uma grande quantidade de vampiros em uma mesma cidade ameaça a segurança da Máscara e torna as caçadas cada vez mais difíceis. Por outro lado, um número muito pequeno pode deixar a cidade indefesa contra as forças inimigas. Consequentemente, os Príncipes naturalmente gostam de saber quantos membros vivem em suas cidades e a quem eles supostamente devem fidelidade. Na Camarilla, o direito de criar uma progênie é um dos presentes mais desejados que um Príncipe tem a oferecer. Enquanto um Príncipe controlar o direito de trazer mortais para o mundo da noite, ele terá um fluxo infinito de Membros brigando pelo seu favor. O controle sobre a criação é um dos trunfos mais poderosos que o Príncipe tem para comprar a lealdade de seus súditos.

A Quarta Tradição: Responsabilidade
Thouse thou create are thine own childer. Until thy progeny shall be released, thou shalt command them in all things. Their sins are thine to endure.
O Senhor é responsável direto pelas ações de sua criança até que o neófito seja apresentado, o que quer dizer, oficialmente apresentado ao príncipe como um membro maduro e independente dentro da sociedade vampírica. Trazer um mortal ao mundo da Camarilla é bastante arriscado. Todos os neófitos têm o potencial de cometer asneiras imensas e, assim, infringir a Máscara. Como resultado, o senhor de um novo vampiro sempre é o responsável pelos atos de sua criança - qualquer ato. Qualquer punição cabível ao comportamento da criança é enfrentada na totalidade pelo senhor. Os Príncipes mais velhos, em particular, levam muito a sério essa Tradição, entendendo que a Responsabilidade obriga os Membros jovens a levarem o Abraço a sério e escolherem com cuidado sua progênie.

A Quinta Tradição: A Hospitalidade
Honor one another's domain. When thou comest to a foreing city, thou shalt presente thyself to the one who ruleth there. Without the word of acceptance, thou are nothing.
Basicamente, a Quinta Tradição é simplesmente um mandato que diz que todos os estranhos que entram em uma cidade devem se apresentar imediatamente ao Príncipe local. Esta apresentação pode assumir muitas formas, desde uma simples saudação até a recitação da linhagem completa do estrangeiro, algo comum nas terras britânicas e holandesas. Ao aceitar a apresentação do visitante, o Príncipe concede ao Membro uma permissão para permanecer, abrigar-se e caçar dentro da cidade. Um vampiro, ao se apresentar, reconhece a autoridade do Príncipe e evita ser imediatamente destruído por um Algoz que não o reconheça à primeira vista.

A Sexta Tradição: A Destruição
Thou are forbidden to destroy another of thy kind. The right of destruction belongeth only to thine elder. Only the eldest among thee shall call the blood hunt.
De acordo com os mais antigos textos sobre este costume, a Sexta Tradição concede ao senhor o direito de destruir a qualquer momento um dos seus progênitos. Sob os auspícios da Camarilla, no entanto, esse direito foi usurpado pelo Príncipe, que agora possui o poder da vida e da morte sobre todos os seu súditos, ou seja, o Príncipe poderá a qualquer momento tirar a vida de qualquer vampiro. O Objetivo principal deste poder magnífico é fazer com que somente o Príncipe detenha certos poderes, como por exemplo, dar inicio a uma caçada de sangue contra um vampiro indesejado ou indisciplinado. Mesmo assim, um Senhor ainda pode destruir suas crianças antes da apresentação, mas de qualquer forma, o assassinato de Membros é estritamente proibido nos domínios da Camarilla. Qualquer Membro que procura usurpar o privilégio do Príncipe e tenta acabar com a não vida de um companheiro, normalmente acaba no lado mais frágil da caçada de sangue.
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