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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Lugo em 28/12/2017, 02:02

    Ver e sentir Marzia acordar e urrar era algo inusitado, porém que trazia a tona e extinguia toda a saudades que a falta dela me fazia durante aqueles anos. Foram tantos anos sem vê-la que mal pude reconhecê-la de primeira. Agora, minha irmãzinha havia se tornado uma mulher bela e forte, afinal ela havia aguentado todos esses anos de pressão dos nossos pais ainda durante o sofrimento do luto e, mesmo assim, ela não quebrou. Aqui estava ela, firme e renovada como uma filha de Ennoia!

    “Eu jamais vou me esquecer daquela noite que você apareceu para me consolar Marzia. Eu sei que as outras podem pensar que você é frágil, mas eu também sei o quão forte você é. Agora eu estarei aqui para lhe ajudar e ser o irmão mais velho, companheiro e amigo que eu não fui e que você precisar!”

    Apesar disso, quando ela vinha até mim, eu não conseguia a abraçá-la corretamente por que Tea ainda estava grudada e não soltava meu órgão genital, o que tornava todas as outras interações muito difíceis. Assim, após o nosso meio abraço e antes dela falar, eu tentava conter a loira, ao meu lado, por um tempo, segurando suas mãos para largar o meu pênis que pulsava com as ações que ela fazia. Finalmente, sem ser estimulado, eu respirava um pouco e as respondia devidamente com um sorriso gentil no rosto.

    – Obrigado queridas e parabéns tam-… também!

    A mordiscada em meu pescoço me desconcentrava e, não só, cortava minha fala como também quebrava todo o raciocínio do que eu pretendia falar para elas. Felizmente, no mesmo momento Franca começava a bater palmas e todas as outras, ao nosso redor, acompanhavam a celebração que crescia. A anciã então retirava uma faca do cesto, onde havia vindo as velas, e pintava nossos rostos com o sangue que escorria do corte que ela mesma fazia em sua própria mão.

    Acima dos instintos, que ainda pulsavam pelos vários elementos que me atiçaram antes e durante o ritual, havia minha determinação que me faziam olhar para Franca e acenar positivamente para a mesma, confirmando o meu voto e as suas palavras. Ela, Franca, então passava a palavra para Gioia e assim nós acompanhávamos. Olhando para a titã de sangue que minha senhora era, suas palavras nos incentivavam ainda mais e decretavam a continuidade das festividades. Além do que minha mãe dizia, Franca nos indicava onde poderíamos ir, mas, de uma forma as suas palavras ainda me causavam um fraco frio na barriga, que eu prontamente disfarçava em minha pose firme.

    “Ah bem, isso foi um alívio de certa forma.”

    Porém, antes de, provavelmente, ser arrastado por Tea para uma das cabanas, eu me aproximava um pouco de Franca, após requisitá-la com um pedido não verbal, eu inclinava um pouco meu tronco em sua direção, para aproximar mais o meu rosto e perguntar um pouco mais baixo.

    – Obrigado Franca, por tudo! Você foi uma das poucas que não duvidou completamente de mim, mas, eu quero reafirmar para ti o meu compromisso não apenas com nossa mãe, meu dever e sim contigo também! Eu farei o meu melhor para protegê-las e honrar a confiança que vocês depositam em mim!

    O começo de minha fala saia em um tom mais calmo e brando, mas, após o agradecimento, toda minha determinação e comprometimento alteravam a tonalidade de minhas palavras. Meus olhos então procuravam pelos dela e ressaltavam o que eu dizia para, após uma breve pausa, eu mostrar um sorriso tranquilo e me afastar após fazer um cumprimento informal, mas respeitoso. Assim eu voltava para as três garotas e tomava a mão, gentilmente, uma mão de Marzia e Lucia com as minhas e falava com a melhor das intenções:

    – Isso não precisa necessariamente acontecer dessa forma se vocês não quiserem, mas vamos pelo menos sair daqui e lhe conseguir algumas roupas.

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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Danto em 30/12/2017, 05:24

    A sua ação de se movimentar até Franca claramente surpreendia as três garotas ali presentes, Tea o deixava ir mas cruzava os braços como se não aprovasse a sua decisão, já Marzia e Lucia demonstravam até uma certa curiosidade com o que poderia acontecer durante aquele diálogo. A conversa se iniciava quando a experiente xamã movimentava a cabeça positivamente, dando-lhe a permissão de falar. Era um pouco difícil até mesmo se ouvir, justamente porque Franca se localizava agora mais próxima das festividades do que se comparada ao circulo central onde as três jovens e você ficavam. Porém, até onde você era capaz de notar, ela realmente ouvia cada palavra sua.

    -Minha irmã escolheu a dor, eu a respeito por isso. Eu escolhi a saudade, pois diante das opções em volta da tragédia, apenas nossa Mãe poderia de fato escolher o amor. Porém, para mim ele sempre foi o irmão mais novo e distante, para nossa irmã ele foi a figura masculina que a criou... Enfim, fico grata pelas palavras, nunca terei algo contra ti até que se mostre digno disto. Por hora, celebre... Conversaremos mais no futuro.

    Afirmava a mulher que mantinha um tom de voz brando e controlado, era a primeira vez que de fato você a ouvia falar uma frase longa. Porém, já no termino desta, ela já estava a se virar e iniciar a ação de caminhar na direção de Gioia que de longe tudo observava.

    O seu retorno mais uma vez causou a desaprovação de Tea, afinal você convidava as outras duas jovens e ambas aceitavam o convite. A caminhada começava ainda com a loira cruzando os braços e ficando parada sem se mover!

    -Tudo bem Têto! Eu realmente preciso colocar uma roupa, tá bem frio!

    Comentava Marzia que abraçava o seu braço de forma carinhosa e de certa forma, buscava abrigo junto ao mesmo. Enquanto Lucia apenas segurava a sua mão e sorria de maneira simpática. Porém a paz e harmonia da interação entre vocês era interrompida pelo som da marcha dos passos largos de Tea que se aproximava, passando a frente de todos e propositalmente parando na sua frente, para esticar a mão e a esfregar contra o seu pênis e afirmar:

    -Ai de você se você não me der o meu prêmio! E vamos logo para aquela cabana ali!

    Ela se virava e literalmente apontava para a primeira que via. Sendo esta, uma cabana pequena para no máximo cinco pessoas dormirem de maneira desconfortável. Assim sendo, ela andava até a porta da mesma, após uma caminhada até breve, que fazia o som da festa ficar mais ao fundo em seus ouvidos.

    Cabana escolhida:

    Adentrar o ambiente era de fato uma sensação confortável, especialmente por causa do calor interno gerado por uma lareira que tinha uma notória proteção de ferro a frente do fogo, tanto para proteger durante o dia, quanto até mesmo para evitar possíveis descontrole de membros mais jovens diante das chamas que afugentavam o frio. O chão era forrado inteiramente por carpetes feitos de lãs bem pesadas de animais, existiam grandes almofadas que serviam tanto de puff quanto de assentos se assim fosse necessário. A iluminação era feita por duas lamparinas postas na parte alta das paredes opostas e internas. Era possível também notar a presença de dois baús, um posto abaixo de cada lamparina.

    Tea se jogava contra algumas almofadas e girava o corpo para ficar com as costas sobre uma das enormes e acolchoadas almofadas, exibindo as curvas sensuais que tinha em uma provocação clara direcionada a você enquanto cruzava as pernas e estufava o tórax para que os lindos seios dela atraíssem os seus olhos.

    -Vai demorar muito pra vir aqui Têto?!

    A provocação dela era então forte que Marzia ficava coradissima e soltava do seu braço, Lucia apenas contentava-se em murmurar:

    -Cuidado com esse jogo Matteo...
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Lugo em 30/12/2017, 15:57

    Ouvir aquelas palavras, vindas de Franca, me alegravam bastante e eu não escondia isso. Com um sorriso singelo eu me afastava enquanto a via partir para, então, retornar até as três garotas que me esperavam e olhavam com curiosidade e raiva!

    “Bem, pelo visto minha relação com a Franca não será tão conturbada como foi com a Alessia. Mas por ora vamos celebrar como ela falou. Tea já está impaciente pelo visto…”

    Assim que eu chegava, me virava para Marzia e Lucia e reparava na forma como Tea reagia. Eu não estava a evitando, como ela deveria pensar, mas também não poderia deixar as outras duas garotas ao relento. Quando Marzia tomava meu braço e Lucia a minha outra mão, eu olhava para a loira, que ficava parada de braços cruzados a princípio, e abria um pequeno sorriso de canto de boca.

    – É verdade. Então vamos nos apressar antes que…

    Minha fala era cortada pela aproximação agressiva de Tea, que parava a minha frente e pegava no meu pênis ainda meio duro. A reação e as palavras dela quase me fazia rir, mas o toque gelado dela em meu membro causava um arrepio que cruzava todo meu corpo. Eu não a respondia com palavras e apenas fazia um leve aceno com a cabeça indicando que ela fosse a frente. Quando ela se virava, eu voltava a falar, continuando de onde havia parado, para as duas garotas ao meu lado.

    - … Antes que ela fique desse jeito.

    Soltando uma pequena risada no final, voltávamos a andar, agora na direção da cabana apontada pela loira, e em uma caminhada curta nós finalmente chegávamos ao conforto que aquela pequena cabana oferecia. Deixando as garotas entrarem primeiro, eu fechava a porta atrás de mim e passava o olho superficialmente pelo ambiente. Apesar de pequeno, ele era bem confortável e para nossa sorte contava com dois baus que poderiam conter roupas.

    Antes que eu pudesse sequer me mexer até os baus, Tea novamente tomava a frente e, desta vez, surpreendia a todos. Se deitando em uma das almofadas, a loira exibia os seios de uma forma bem erótica e provocativa, mas, o uso do apelido que Marzia havia me dado era um contrapeso a provocação dela. Meus olhos então procuravam por minha irmã biológica ao deixar de sentir o toque da mesma em meu braço.

    “Acho que eu vou precisar lhe dar uma lição!”

    A provocação dela ainda era bem efetiva e o vitae de meu corpo voltava a fluir com intensidade para o meu membro inferior e, também, para todo meu corpo! Como uma ação relaxante eu alongava o meu pescoço, inclinando-o para todos os lados ao fazer um círculo com o mesmo, e soltava um suspiro pesado para, em seguida, dar um passo na direção da loira. Apenas um passo pois assim que eu começava a me mover, Lucia me chamava a atenção e sussurrava algo interessante.

    Eu não a respondia com palavras, mas ainda a mostrava um sorriso como forma de agradecimento pelas palavras e a tocava na mão dizendo para demonstrar que estava tudo bem. Assim eu me diria até a loira e me agachava ao seu lado esquerdo. Ao ficar de joelhos ao lado dela, não falava nada e suavemente usava minha mão direita para tocar na intimidade dela. Com um toque suave, minha mão procurava pelo clítoris dela e, logo que achava, começava a subir lentamente pelo corpo da mulher, passando nos pelos pubianos dela e subindo pela barriga. Ao mesmo tempo, minha outra mão ia até a nuca dela e meus dedos passavam pelos cabelos dela até chegar em sua nuca. Assim eu aproximava meu rosto do dela, deixando-o a milímetros um do outro. Quando nossos rostos estavam quase colados, a minha mão direita, que subia pelo corpo dela, mudava de velocidade e rapidamente agarrava um dos seios dela com a força necessárias para superar a resistência sobrenatural de nossos corpos e ainda o segurar com bastante firmeza.

    – Tea, querida, não precisa ficar afobada por que logo você vai ter o seu prêmio! Mas para isso você tera que esperar um pouquinho mais. Mas eu tenho certeza que você consegue esperar né? Se não quando eu finalmente vier com tudo, você não vai conseguir aguentar muito tempo, não concorda!?

    Ao falar eu mantinha o contato visual direto com os olhos dela a uma curtíssima distancia, assim, quando eu terminava, me afastava um pouco e mostrava então um sorriso lascivo em conjunto com minhas presas expostas. Soltando o seio dela, eu me levantava lentamente e a mostrava então o meu pênis completamente rígido, exibindo suas grossas veias e uma leve inclinação para cima.

    – Agora espere mais um pouco, certo? Afinal eu não vou fugir e você não é a única aqui!

    Ao terminar de falar me afastava da loira e seguia até um dos baus para abrir e checar se nele haviam roupas para as duas garotas. Eu não as olhava no rosto naquele momento, afinal, eu estava completamente excitado e não queria ter feito isso na frente delas.

    “Droga, eu não consegui resisti! Não queria ter feito isso agora, mas espero que não tenha deixado um clima estranho entre nós!”

    Assim que chegava em um baú, me agachava, para esconder meu membro entre minhas coxas, e tentava me acalmar um pouco enquanto procurava roupas que fossem compatíveis com o tamanho das duas. Quando achasse, iria me virar e entregar as roupas, esperando estar um pouco mais calmo, e então falaria em um tom calmo.

    – Bem, acho que essas roupas são do tamanho de vocês, mas, se não, deve ter mais naquele outro baú.

    [Off: gasto 1 ponto de sangue.]

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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Danto em 31/12/2017, 15:46

    Marzia e Lúcia mantinham uma distância segura quando você tomava a iniciativa de seguir até Tea que estava deitada sobre alguns puffs de maneira bem sensual, a sua ação fazia com que os lindos olhos da loira focassem exclusivamente na sua face e assim que a sua mão alcançava a intimidade da mesma, ela abria suavemente as pernas, claramente convidando-o a continuar ali. Porém você não só negava o convite como prosseguia a sua movimentação pelo corpo da mulher. A mesma soltava um gemido baixo quando a sua mão agarrava o seio dela com firmeza, as presas da valkyria já não mais se contentavam em ficar escondidos e se apresentavam com intensidade enquanto ela olhava na sua direção, praticamente devorando-o com os olhos. Ela então movimentava a cabeça positivamente e dizia:

    -Eu consigo sim esperar, mas acho que você é que não vai mais conseguir manter toda essa pose né?

    O sorriso provocativo da loira vinha justamente porque você se levantava, porque até então, ela parecia simplesmente incapaz de resistir as suas investidas e o espaço que você aplicava agora entre vocês dava a ela uma chance de se recompor. Ela então cruzava novamente as pernas e agora também cruzava os braços e escondia parcialmente o próprio corpo. E assim que você ia até o baú, era possível ouvir o som dela se levantando do chão.

    Abrindo o baú, você logo encontrava sem nenhum desafio algumas roupas simples, como calças jeans e camisas brancas e pretas sem estampas, o ambiente parecia a cada mais instante como a casa de alguém ou refúgio pois não haviam janelas claras que permitiriam a entrada de sol. Porém sua atenção basicamente toda voltada para o seu próprio pênis que concordava com Tea, afinal, a ereção não só continuava como demonstrava determinada a permanecer!

    De pé mais uma vez você estendia as roupas para Marzia e Lucia, as duas então se aproximavam e Lucia acabava por olhar diretamente para o seu pênis e discretamente mordiscar o lábio inferior enquanto Marzia se vestia e falava:

    -Obrigada, acho que vai servir, a camisa parece um pouco grande mas nada que incomode. Aliás, será que eu tenho que continuar aqui enquanto você...er...cuida da Tea?!

    Ela questionava de maneira acanhada e confusa, Lucia rapidamente mudava o foco dos próprios olhos para a figura de Marzia e sorria ao falar:

    -Sim, infelizmente sim. Mas podemos encontrar algo melhor do que ficar olhando os dois, acho que tem uma passagem que leva a parte mais alta da cabana, podemos usá-la e tentar ver o lado externo.

    Marzia concordava com a ideia.

    -Perfeito! Então se veste e me encontra lá!

    A sua irmã sorria e se aproximava, fazendo uma pausa por notar como o seu corpo se apresentava agora e de forma até engraçada, ela contornava o seu corpo e o abraçava por trás. E dizia no seu ouvido:

    -Vai lá e acaba com ela irmãozão!

    A jovem então dava um tapa firme na sua nádega e ria ao correr na direção da pequena escada que dava acesso ao sótão da cabana. Lucia olhava um pouco na sua direção e iniciava um lento movimento de se vestir, enquanto Tea claramente andava pela cabana, explorando o local até desistir encostar-se em uma das paredes e cruzar os braços, observando a sua interação com Lucia com um tom entediado na voz:

    -Que demora pra por uma roupa...
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Lugo em 31/12/2017, 17:45

    [Off: Teste de Percepção + Empatia = 5d10]
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Dados em 31/12/2017, 17:45

    O membro 'Lugo' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    'D10' : 7, 10, 7, 9, 1
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    Lugo

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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Lugo em 31/12/2017, 20:18

    - Pelo visto você continua me subestimando.

    Era a última coisa que eu dizia a Tea antes de ir até um dos baus para procurar roupas. Ao abrir o bau, eu logo achava roupas suficientes para as duas garotas, mas, enquanto procurava, a imagem do corpo da loira não conseguia sair da minha cabeça. Ela havia me provocado ao um ponto que não teria volta e, assim como ela, meu corpo desejava possuí-la! Entretanto, ainda havia algo a ser feito antes de finalmente voltar a Tea.

    Ao me colocar de pé novamente, eu andava, um pouco travado, até minha irmã e Lucia para entregar-lhes as roupas, mas, foi nesse momento que o olhar da valquíria de cabelos cacheados me pegava de surpresa. No primeiro momento eu ficava parado, sem demonstrar nada e apenas entregava as roupas normalmente, mas meus olhos, dessa vez, ficavam a olhá-la com curiosidade.

    “No final você ainda é uma mulher Lucia, mas, parece que existe um conflito dentro de você…”

    Eu não precisava nem concluir meu raciocínio, pois logo Marzia falava mais uma vez e, assim como Lucia, minha atenção era levada até minha irmã para ouvir o que ela falava. A primeira parte de sua fala me fazia rir um pouco e a segunda me colocava contra a parede. Eu não tinha uma resposta boa para aquela pergunta, só que eu não queria passar uma insegurança ou algo do tipo e logo começava a responder a primeira parte da fala dela.

    – Realmente ficou um pouco grande e depois precisamos descobrir de quem é essa roupa. Não vai ser muito legal vocês saírem por ai com a roupa de alguém e depois se encontrarem com ela. Sobre isso…

    Havia uma certa dúvida em mim sobre como responder a pergunta da minha irmã, tanto que eu claramente hesitava em dar uma resposta direta. Mas, para minha sorte Lucia tomava a frente para respondê-la e, imediatamente, eu sorria alegre e aliviado. A resposta da valquíria não só servia para minha irmã como também servia para mim e me mostrava a parte que faltava para entendê-la.

    “Então é isso…”

    Assim eu via minha irmã mais nova concordar com a ideia e vir até mim. De um forma diferente e até engraçada, ela me circulava para me olhar e eu a acompanhava com os olhos até onde dava. Quando ela saia do meu campo de visão, eu virava o rosto para o outro lado, esperando que ela continuasse o movimento, e era pego de surpresa pelo abraço e a fala dela.

    – Pode deixar, pequena.

    Toda a interação com ela me deixava ainda mais animado para o que iria acontecer com Tea, mas também me deixava um pouco avermelhado de vergonha. Assim então eu a via subir para o sótão e depois olhava para Tea e Lucia. Primeiro eu olhava para a loira, lançando-lhe um olha mais provocativo e depois ia até a outra Valquíria e me aproximava com uma expressão bem diferente do que usava com a outra mulher na cabana com a gente.

    Lentamente eu me aproximava e, ainda enquanto ela estava colocando a calça, e assim que chegava minhas duas mãos iam até as laterais de sua cintura para lhe chamar a atenção e estabelecer o contato visual direto com os olhos dela. Mantendo aquele toque suave, eu aproximava meu corpo o suficiente para manter o respeito mútuo que tínhamos e, ainda assim, mostrar que havia entendido a forma como ela havia me olhado. Em seguida, minhas mãos iam até onde as dela estava e gentilmente elas se tocavam, indicando que eu assumiria aquela ação para ela.

    – Lucia, você é uma mulher forte e tão bela quanto as outras…

    Eu fazia uma pausa para pegar a camisa e achar o espaço onde iria passar a cabeça dela. Assim eu começava a colocar a camisa nela e, após passar a cabeça pelo buraco da camisa, eu aproveitava para aproximar meu rosto do ouvido dela, do lado que oposto ao da Tea, e sussurrava em seu ouvido.

    – Mas acima de tudo você tem meu respeito e admiração. Eu fico muito feliz que você se preocupe com a Marzia, afinal ela ainda é muito jovem e ter alguém forte e admirável, como você, ao lado dela vai ser muito bom.

    Ao término daquela fala eu dava um beijo na bochecha dela e fazia mais uma pausa para terminar de colocar a camisa nela. Assim eu afastava meu rosto e continuava a falar após ignorar a loira que tentava, mais uma vez, atrapalhar tudo.

    – Depois iremos conversar melhor, sem ela nos atrapalhando, certo?

    Havia um duplo significado em minhas palavras, só que algo bem sutil por que eu não queria forçá-la a nada, mas, ainda assim, eu realmente queria conversar com ela. Para finalizar, eu passava o braço por trás das costas de Lucia e a acompanhava até a passagem para o andar superior e falava uma última vez.

    – Obrigado…

    Dando-lhe um ultimo sorriso gentil eu esperava que ela subisse e fechasse a passagem. Quando a passagem estivesse fechada, meu vitae pulsar com todo o seu poder dentro de meu corpo. Eu respirava alto algumas vezes enquanto distribuía o sangue pelos meus músculos e deixava meus desejos, que foram fortemente contidos nessa noite, virem a tona e me instigarem ainda mais.

    “Agora eu sou todo seu Tea. Vou lhe mostrar o que você cultivou hoje e vamos ver se você consegue segurar a minha fúria!”

    Com o corpo todo bombeado de sangue e as presas saltando de minha boca, eu me virava para Tea e a deixava ver o meu corpo pulsar com o desejo que havia crescido ao longo da noite, muito por causa das ações dela. Meu peito puxava e expelia o ar com bastante vigor enquanto eu a olhava por alguns segundos e, finalmente, começava a andar, sem muita pressa, na direção dela.

    – A sua hora finalmente chegou Tea. Mas antes vou lhe dizer uma coisa e espero que você entenda… Nunca mais me chame de Têto.

    Aquelas palavras eram uma advertência a ela, por mais que ela fosse uma Valquíria, havia coisa que ela não poderia brincar e isso entrava na lista. Chegando perto dela, eu praticamente a prendia contra a parede ao levar uma de minhas mãos até a cintura dela, mais próximo aos seios, e a outra agarrava a bunda dela. Assim eu encostava meu corpo no dela e deixava meu pênis tocando em sua barriga, próximo a intimidade dela, e entre os nossos corpos.

    – Agora, Valquíria, aqui está o seu prêmio!

    Minha fala agora não saia da mesma forma como a anterior, mas após falar, minha boca rapidamente tomava a dela em um beijo intenso e longo enquanto minhas mãos exploravam e agarravam com firmeza o corpo dela.

    [Off: Aumento 2 pontos em vigor e 1 em destreza.]

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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Danto em 2/1/2018, 00:39

    A sua irmã não permanecia mais muito tempo no térreo da cabana, fazendo apenas uma curta pausa para lhe mandar um tchau com a mão esquerda ela logo sumia por trás da escada e dos panos que a cercavam e separavam os ambientes. Isso lhe deixava mais tranquilo e menos travado com a situação corporal que já não estava mais sob seu total controle. Porém, Tea ainda aguardava um pouco mais e isso notoriamente a irritava, a expressão dela de puro tédio e até os pequenos bocejos incomodavam muito e não eram simplesmente ignorados.

    Tua interação com Lucia era silenciosa por parte da mesma, ela ficava claramente acanhada quando você decidia vestir a camisa nela e a mesma apenas concordava silenciosamente com as suas palavras, evitando olhando na sua direção por não querer exibir diretamente a expressão de vergonha que ela tinha na face. Assim, você a guiava até a escada de acesso ao outro andar e ela parava para olhar na sua direção.

    -De nada Matteo, agora irei acompanhar a sua irmã. E sinceramente estou aliaviada por não ter de ver ela... Bem, enfim. Até logo.

    A jovem de cabelos volumosos e crespos beijava a sua face e corria atrás de Marzia sem olhar para trás. E enfim, você a loira estavam sozinhos e tudo ocorria em uma fração de segundos! Sua excitação era tão forte e difícil de ser medida que seus corpos se chocavam e você sequer notava que o espaço havia sido atravessado, possuir aquela linda e insuportável jovem era a única coisa que a sua mente e seu corpo conseguiam se focar agora. Sua mão tocava a pele macia da nádega dela enquanto a outra se firmava abaixo do seio direito da mesma, teu pênis latejava em contato com a pele fria da barriga da jovem e o beijo logo ocorria, a língua dela conquistava a tua boca por completo e no final ela não mordiscava como das últimas vezes, mas sim levava a mão esquerda na sua face e olhava no fundo dos seus olhos para dizer:

    -Não foi minha intenção realmente ofender, juro, mas eu não sou muito boa com essas coisas de compartilhar. Porém, espero conseguir poder chamá-lo assim e mesmo que você não queria me ter por perto, farei meu lugar e ninguém me irá me tirar dele!

    Ela afirmava com uma voz sincera, calma e inesperadamente honesta. Para então beijar a sua face e aproveitar a sua surpresa para inverter as posições, girando contigo pela parede até a suas costas baterem firmes contra a madeira e antes que você pudesse esboçar qualquer reação, ela se agachava na sua frente, flexionando os joelhos e abrindo bem a boca para, literalmente, inserir seu membro inteiro na boca dela em uma só ação. Para em seguida, lentamente começar a recuar a cabeça enquanto fazia uma ação de sucção com os lábios, finalizando com um beijo na ponta do mesmo e olhando na sua direção.

    -Obrigada pelo prêmio Matteo, agora posso aproveitar né?

    Ela questionava enquanto sorria e exibia as presas, para logo esfregá-las na lateral do seu pênis. Uma ação que fazia algo dentro de ti rugir como nunca antes havia feito! O tesão que teu corpo sentia era novo e muito poderoso. E a jovem não parecia afim de parar, esfregando agora a face ela ia na direção das suas bolas e começava a lamber e chupar elas, para usar uma das mãos livres e masturbar o seu membro com muita força e velocidade! Essa ação durava alguns instantes, pois logo em seguida ela voltava a colocá-lo na boca, usando a língua para confortá-lo. Tea não apenas sabia o que fazia como era a melhor que você já havia estado ou visto em toda sua vida! Ela era tão experiente que quado o teu corpo lhe dizia que não era possível continuar assim por nenhum mais um segundo sequer, ela se levantava bruscamente e olhava mais uma vez nos seus olhos. Com os lábios manchados pelo seu sangue, afinal era o único líquido que havia em teu corpo. Ela mordiscava o próprio lábio inferior, para em seguida, lamber os lábios e sorrir exibindo as presas.

    -Obrigada! Agora, você também merece um presente, vem comigo. Sente-se para que eu possa lhe dar o que você merece...

    Tea então esticava a mão direita na sua direção, esperando que você aceitasse o convite de ir até as almofadas ai presentes no centro da cabana.
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Lugo em 4/1/2018, 22:52

    Retribuindo o acenar de Marzia com o mesmo gesto e um sorriso singelo, eu me despedia brevemente de minha irmã e a via deixar o ambiente. Sua saída me deixava mais tranquilo, inconscientemente, e, agora, eu me focava única e exclusivamente em Lucia. A atenção que eu dava a Valquíria de cabelos volumosos deixava a outra, que nos observava o tempo todo, irritada, mas eu simplesmente ignorava a loira e continuava minha interação tranquilamente com Lucia, sem me apressar e tentando deixá-la o mais confortável possível naquela situação.

    “Eu acho engraçado e meigo esse lado dela. Lucia é uma mulher muito forte e dedicada, mas, ainda assim, frágil. Espero poder lhe ajudar no futuro.”

    Achando um pouco de graça naquela reação acanhada da garota, eu tomava a liberdade de tomá-la em um rápido abraço surpresa após sua fala e a agradecia, mais uma vez, com um acenar positivo. Deixando-a ir, eu esperava que a passagem para o sótão se fechasse e, quando isso acontecia, sangue de meu corpo fervia e jorrava para todos os cantos deste, me preparando para o que aconteceria agora. Entretanto, tudo acontecia mais rápido, e fora do meu controle, do que eu poderia esperar.

    Naquele momento, me sentindo deturpado pelo poder de minhas próprias emoções, desejos e sangue, o tempo e a velocidade passavam de formas diferentes do normal. Antes que eu pudesse perceber e em um piscar de olhos, eu já estava de frente para a loira e desbravando cada canto do seu corpo com minhas mãos enquanto conversávamos. Aquele era o primeiro contato íntimo que eu tinha com o esbelto corpo da Valquíria e a cena, naquele ponto, parecia percorrer em câmera lenta. Sentindo o toque da pele dela e, também, o seu beijo mais forte e delirante que o primeiro que havia recebido, eu travava uma luta contra mim mesmo para tentar me controlar.

    Com o fim do beijo, vinha uma surpresa que, de uma forma, controlava o caos de desejos que sentia dentro de mim. A frase inesperada também mostrava um lado dela que eu não havia percebido ou que havia ocultado pela forma como nós dois estávamos nos envolvendo.

    “Tea… eu realmente não esperava isso e fico feliz que você queira mais do que somente isso, mas não, você não poderá me chamar assim!”

    A minha mão esquerda, que a agarrava na nádega, se soltava e começava a tomar o rumo do rosto dela para se apoiar na lateral do mesmo. Quando estivesse com a mão lá eu iria respondê-la, mas… só iria mesmo porque antes que eu pudesse agir a loira me tomava em mais um beijo e tomar o controle da situação. Aproveitando da brecha que eu havia aberto, ela girava nossos corpos e me rendia em uma ação rápida que levava sua boca até o meu membro que ainda latejava de tesão.

    “Espere! O que…”

    O primeiro toque da boca dela com meu órgão me fazia ficar fortemente escorado contra a parede. Eu não esperava que ela fosse começar daquele jeito e, principalmente, que ela fosse ser tão boa naquilo que estava fazendo. Minhas mãos se perdiam no ar por um momento, até irem até a madeira da parede que eu estava encostado para me segurar do primeiro avanço que Tea dava. Quando ela retirava meu membro de sua boca, eu, finalmente, conseguia levar minhas mãos até as laterias de sua cabeça e assim a olhava diretamente nos olhos, ainda enquanto retomava o fôlego.

    – Ora Tea… fique à vontade!

    Eu estava surpreso, eufórico e certamente intimidado pelas habilidades que Tea mostrava e aquilo ainda ajuda a me controlar. A loira havia se mostrado muito mais do que eu esperava naquele momento e, sem dúvida, ganhou de mim. Assim eu a respondia olhando em seus olhos e, também, com as presas totalmente expostas enquanto sentia o impulso de tesão que me consumia por inteiro ao sentir os toques dela em meu membro.

    Durante sua ação a garota arrancava de mim alguns gemidos, que com muito esforço saiam baixos, mas que carregavam consigo o mais profundo rugido. Eu sentia minha besta se deleitar dos prazeres que eu estava sentindo e por isso eu não percebia que estava chegando em meu limite rapidamente. Só realmente percebia quando eu sentia a explosão de prazer que jorrava de meu pênis por toda a boca da garota. Vê-la novamente de frente para mim e olhá-la era o sinal que eu havia falhado naquele momento, por mais que ela não dissesse aquilo.

    “Parece que eu me superestimei de mais e não consegui aguentar muito tempo… Afinal o que eu poderia oferecer depois de algum tempo sem fazer isso… Bem, eu não vou deixar isso ficar assim!”

    Mesmo já cansado, da luta interna e de já ter gozado uma vez, eu não descansava e me instigava ainda mais depois da fala dela. Abrindo um sorriso no canto de minha boca, que disfarçava minha frustração em ter me deixado levar tão rapidamente, eu a olhava nos olhos e a respondia enquanto lançava mais sangue para o meu membro, garantindo que ele ficasse ainda mais firme.

    – Não querida, esse não foi seu prêmio ainda. Eu admito que não soube lhe dar dessa primeira vez, mas, agora eu irei recompensá-la!

    Assim eu novamente envolvia o corpo dela em meus braços e começava a andar, junto dela, na direção do Puff sem desviar os olhos dos dela. Durante o caminho, minhas mãos apertavam o corpo dela e eu mantinha meu colado com o da garota, quase beijando-a, e somente parava de andar quando chegava na almofada. Antes de nos deitarmos eu a segurava de pé para falar, agora bem mais controlado, e interrompia nossa troca de olhares para levar minha boca até o ouvido dela.

    – Antes que eu não possa falar de novo, eu preciso lhe responder.

    Minhas mãos a envolviam mais ainda, tomando a forma de um abraço completo e assim eu continuava a falar.

    – Eu entendo que você não quis ofender, mas você fez ao usar daquela maneira. Aquele apelido é muito mais do que só um apelido, é a minha última conexão com minha família mortal, que por sorte está aqui hoje. Não vou impedi-la de usar, mas pense melhor quando for. E tire essa ideia de que não te quero por perto, você é uma mulher única com suas qualidades e defeitos como todas são. Você já tem o seu lugar, só precisa aprender a compartilhar como você mesma falou…

    Ao fim da fala, eu a abraçava, de uma forma menos provocativa, e dava um beijo em seu pescoço para, depois, voltar a olhava de frente e exibir, mais uma vez, um sorriso mais safado e minhas presas que ainda permaneciam lá.

    – Mas agora, me deixe retribuir o presente que você já me deu.

    Após falar eu levava minha mão direita para a parte posterior da coxa dela e a erguia do chão para poder me ajoelhar e, depois, deitá-la de costas na almofada. Quando ela estivesse deitada, eu começaria a beijar e a dar leves mordidas, chegando a encostar minhas presas mas sem perfurar a pele, por todo o seu pescoço. Ao mesmo tempo minha mão ia até meu pênis e o fazia encostar a cabeça deste na intimidade da loira. Passando pelo clitóris e entre os lábios da intimidade dela, eu o esfregava enquanto continuava com os beijos, que iam descendo e já chegavam aos seios da garota.

    “Espero não ter perdido o jeito aqui também…”

    Depois de beijar e chupar os seios dela, ainda enquanto estimulava a sua intimidade com meu membro, eu agora largava meu membro e o afastava de sua vagina para descer meu rosto e colocá-lo entre as pernas da garota. Deitando meu corpo nos tecidos que forravam o chão e agarrando nas pernas dela, eu a olhava uma última vez antes de tocar meus lábios nos dela. Quando isso acontecia eu começava com alguns beijos suaves e logo ia aumentando a intensidade ao começar a introduzir minha língua no ato, que alternava entre brincar com o clitóris e penetrar na intimidade dele.

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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Danto em 9/1/2018, 01:04

    A sua ação de olhar nos olhos da loira era prontamente retribuída, ali ela parecia claramente determinada em deixá-lo confortável e acima de tudo, Tea dedicava-se a mantê-lo excitado! Permitindo ser abraçada por ti, a jovem movia propositalmente a cintura, causando uma fortíssima fricção entre o seu membro e a pele macia e gélida dela.

    -Você me deu exatamente o que eu queria ter, eu que me empolguei um pouquinho, espero que tenha gostado sabe?!

    Era óbvio que você havia adorado aquela experiência com os lábios de Tea, a sua memória ainda reprisava o quão habilidosa ela era e como ela conseguia lhe fazer delirar de prazer! E assim, vocês dois paravam próximos aos puffs, a sua fala próxima ao ouvido dela causava um suave arrepiar dos pequeninos pelos dourados da pele da jovem e a mesma ouvia tudo com calma, para lhe responder enquanto permitia e gostava de ter o pescoço beijado.

    -Matteo, com o tempo você vai entender que o teu passado não precisa ser uma ferida aberta em ti. Existe uma nova família na sua frente, basta abaixar a guarda e tentar entendê-la como uma possibilidade nova... Além do mais, é bem divertido implicar contigo!

    Ela confessava ao sorrir e tocar na ponta do seu nariz de maneira debochada. Para em seguida ser posta por ti deitada sobre as confortáveis e largas almofadas. Ali, a jovem se abria naturalmente sem você sequer precisar incentivá-la a tal, mordendo o lábio inferior ela parecia implorar para que você não demorasse muito. E enfim, assim que os teus lábios começavam a explorar a intimidade rosada da moça, esta não poupava gemidos maravilhosos, agudos e por vezes abafados, porque ela levava uma mão até a face enquanto a outra acariciava o próprio mamilo esquerdo. A sua língua vinha para provar do sabor delicioso do vitae que lubrificava a intimidade da jovem, era óbivo que você não era mais um virgem, porém, era a sua primeira vez a sentir tamanho tesão! O ápice vinha quando seus cabelos eram puxados com força! A pegada inesperada o fazia sentir um arrepio subir pela espinha e exibir suas presas sem que você pudesse controlá-las. Ali, a mulher linda e dos cabelos dourados olhava nos seus olhos e dizia:

    -Isso tá bem gostoso, mas eu quero mais. Muito mais! Vem aqui logo, quero gemer bem alto contigo dentro de mim!

    Posteriormente, a garota o provocava ainda mais e movia os lábios para que você lesse: "Me fode". A mesma ria em seguia e soltava a sua cabeça, para começar a arranhar as suas costas, tentando puxá-lo para cima.
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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

    Mensagem por Lugo em 31/1/2018, 23:41

    - Mas que pergunta… é claro que eu gostei!

    Respondendo-a com um largo sorriso e com uma risada curta, eu a deitava na almofada, ficando por cima da mesma, e voltava a falar em seu ouvido. A reação da jovem surpreendia um pouco, entretanto suas palavras eram a maior surpresa de todas. Olhando-a nos olhos, ainda surpreso com a resposta, eu a encarava por um momento em busca de uma resposta adequada que não vinha.

    “Incrivelmente ela está certa. Não posso deixar meu passado me prender e preciso me adequar a o meu novo presente, principalmente por que Marzia também está aqui.”

    Apesar da surpresa, o sorriso em meu rosto deixava claro que eu havia ficado muito feliz com aquelas palavras. Assim eu aproximava minha boca de seu pescoço e começava a beijar e mordê-la, mas, antes de tomar todas as ações, falava, mais uma vez entre, uma mordida e outra.

    – Eu sei que você gosta… então vou lhe mostrar o resultado de todas as suas implicações.

    Dando uma mordida mais forte após falar, eu percorria todo o corpo dela com minha boca até chegar em sua intimidade. Ali eu ficava alguns minutos e sentia o sabor de seu vitae que se fazia mais um incentivo ao fogo que queimava dentro de mim. Fogo esse que aumentava intensamente quando a mulher agarrava meu cabelo e me forçava a olhar para a mesma. Assim que meus olho a encontravam e meus ouvidos ouviam o pedido dela, meu corpo se movia imediatamente para cima dela, deixando nossos rosto rentes e encostando nossos corpos enquanto eu direcionava meu pênis para os lábios inferiores de Tea.

    “Como você quiser…”

    Sem respondê-la verbalmente eu a encarava com o fogo dos meus olhos e a penetrava lentamente no início, até que todo meu membro se encontrasse dentro de sua intimidade. Um gemido baixo saia de minha boca junto do ar de meus pulmões e me mostrava o quão difícil era manter a respiração naquela situação. Entretanto, sem demorar muito, meus quadris rapidamente começavam a se mexer para frente e para trás.

    Com os braços apoiando meu corpo e mantendo sempre o contato visual, eu gradativamente ia aumentando a força de meus movimentos, mas que mantinha a mesma velocidade por algum tempo. Depois de algum tempo, encostava meu corpo sobre o dela e uma de minhas mãos rapidamente agarrava com vigor um de seus seios enquanto minha boca retornava a beijá-la para brincar com sua língua. Eu estava totalmente determinado a dar o meu máximo a garota e fazê-la sentir o mesmo, ou até mais, prazer do que ela havia me proporcionado. Portanto, mais uma vez o meu vitae voltava a fluir pelo meu corpo onde reforçava meus músculos que intensificavam ainda mais minhas ações naquele momento.

    “Você queria toda minha força não é? Então eu vou lhe dar ela!”

    Após mais algum tempo naquela posição, eu fazia uma leve diminuída no ritmo para erguer meu tronco e ficar de joelhos de frente para a mulher. Sem desviar os olhos dos dela eu deixava claro que ainda não havia acabado e logo pegava com minha mão no tornozelo dela para erguer uma de suas pernas e passar a outra por entre as minhas pernas. Eu a deixava um pouco de lado naquela posição e me encaixava novamente com o seu corpo, porém, agora com muito mais apoio eu voltava a penetrá-la com toda a minha força até que ela tivesse seu orgasmo.

    [Off: Gasto 1 ponto para aumentar força.]

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    Re: Primeiro Arco de Matteo: Ato II - O Primeiro Desafio

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