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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Ato IV - Pétalas Negras

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    Jess

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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 10/2/2018, 20:52

    Apertada nos braços da pequena, eu sorria ao receber Lotte e sua corrida, deitando na cama eu beijava as festas das duas colocando o telefone no viva voz para que todos participassem da conversa.

    As reações de Lotte me deixavam feliz, assim como as reações de Thesa me faziam feliz e ao mesmo tempo dolorida, afinal a saudades se faziam presente sem fraqueza.

    - Minha fofa, mal vejo a hora de poder te apertar!

    Sorrindo diante das reações de Thesa, as palavras de Eva me faziam suspirar, não havia como negar as saudades ainda mais quando Eva era tão cuidadosa.

    - Ah minha luz, tenho tantas coisas pra te contar!

    Esperando o viva voz ser ativado do outro lado da linha eu sorria ao apertar Lotte e minha pequena.

    " Não fazem tantos dias, mas dói tanto!

    Ouvindo as palavras de Eva, eu sentia meu corpo todo suspirar, não havia como negar isso, rindo feliz eu concordava sem medo comentando de forma animada.

    - Tem sim! Juro que tem, você precisa ver esse castelo Eva! Você vai amar esse lugar!

    Balançando a cabeça eu tá feliz com a ideia de ter todos ao meu lado, algo que também deixaria Helena animada.

    - Há deixe-me aliviar seus corações, Melinda está bem, um pouco abatida mas bem .
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    Danto
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 11/2/2018, 13:39

    Francesco sentava-se na beira da cama para observara linda cena que acontecia sobre a mesma, afinal, ali você, sua filha e a sua pequena se abraçavam enquanto a conversa no telefone prosseguia:

    -Calma Thesa, calma. Não vamos demorar para ir até a nossa Pita...

    Dizia Eva que parecia primeiro consolar a jovem ao lado dela que demonstrava uma enorme dificuldade em conter um choro de saudade e alegria.

    -Lembra que quando nós saímos de Paris eu disse que deveríamos ter ido pro Caribe?! Eu estou ansiosa de mais para conhecer esse lugar querida! Posso levar biquínis? Deus, vou usar um daqueles vestidinhos floridos! E que notícia linda essa sobre a Nossa Rainha, vou notificar o Fredy assim que ele chegar em casa.

    Era possível então ouvir a porta do quarto onde Eva estava, em seguida vinha uma voz que agora causava um choro instantâneo em Lotte:

    -Ei, porque vocês estão escondidas aqui no meu quarto? Espere, eu ouvi a Mãe!

    Em seguida, os passos da jovem se aproximavam e ela dizia:

    -Mãe! Mãe! Que saudades! Está tudo bem? O Pai me pediu para lhe mandar um beijo! Acabei de voltar do Malefice, está tudo bem por aqui... Ah sim! Beth e Carol mandam lembranças também, alias, Carol está viajando no final da noite para Madrid.

    Lotte se encolhia junto do seu corpo, apertando-o com força. A ligação entre ela e Yalin era muito forte, não só pelo laço de sangue do bando, mas por todo o histórico juntas.
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    Jess

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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 11/2/2018, 14:23

    Sorrindo para Cesco que se sentava na ponta da cama, me afundava no meio dos abraços de Lotte e minha pequena, suspirando de leve diante do cuidado de Eva em cuidar de Thesa e seu choro.

    - Tá tudo bem Thesa! Vamos nos encontrar logo logo!

    Rindo diante das palavras de Eva sobre termos ido para o caribe e sua pergunta sobre a roupa de banho, animada eu suspirava feliz respondendo-a com carinho.

    - Lembro sim Bela, quase me arrependo de não termos ido pra lá! Tem um lago bem grande aqui perto, eu sei que não é uma praia, mas deve servir não? Ele vai ficar satisfeito, ela só precisa de cuidados, mas está bem.

    Ouvindo o som da porta do quarto ser aberta do outro lado, o eco da voz de Yalin fazia Lotte me apertar e chorar, com calma eu a mordia na testa rindo baixinho.

    "É a primeira viagem dela para longe da irmã, deve estar sendo difícil!"

    Apertando Lotte e a pequena eu escutava as palavras de Yallin com carinho e atenção.

    - Saudades minha princesa! Por favor morda o nariz do seu pai em meu lugar, mal vejo a hora de poder morder voce. Aqui está tudo bem sim mia amada, mande beijos a Beth e Carol. Se Carol está indo pra Madrid, talvez a vejamos aqui junto de Maria.

    Sentando-me na cama eu tomava Lotte para meu colo sorrindo ao comentar.

    - Se prepare Eva, aqui é muito quente! E o mais importante Helena de Tróia quer conhecer a Sereia da minha vida!
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    Danto
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 11/2/2018, 22:28

    -Desculpa pelo choro Senhora, você está certa, vamos nos ver em breve!

    Afirmava a jovem Thesa do outro lado da linha, era então audível o som de um beijo estalado, conhecendo bem as moças do outro lado, presumir que fosse Eva a beijar a face de Thesa era o mais comum. Em seguida, era a vez de Yalin lhe responder:

    -Eu mordo sim! E adorei o trono, ficou majestoso! Beth insistiu em expor ele ontem a noite no Malefice durante algumas festividades e o Pai ficou maravilhoso nele! Quase um Rei! E prometo mandar os beijos a elas!

    Enquanto a jovem falava, Lotte se aninhava nos seus braços e tentava conter o choro.

    -Saudades irmã!

    A fala de Yalin fazia a jovem rosa negra tremer! Era até impressionante ver o quão intensas eram as reações dela, minutos atrás ela estava enfurecida a chutar plantas pelo jardim, agora, estava ela a chorar intensamente por saudades. A sua filha então só conseguia murmurar "também", mas não conseguia abrir a boca sem chorar!

    -Mon amour! Acho que mimamos muito nossos filhos! E que notícia adorável, ela realmente quer me conhecer! Quem diria, depois de tantos e tantos anos com medo, hoje a progenitora de Paris quer me conhecer! E sim, é perfeito, vou levar roupas de banho! Enfim, querida, tenho que desligar agora para adiantar tudo, não vamos demorar tá? Saiba que vou ligar todas as noites também, todas! Até logo Pita!
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 11/2/2018, 23:28

    As palavras de Thesa arrancavam um suspiro de meu corpo e outro da pequena que não escondia o amor que sentia pela jovem, o eco do beijo do outro lado da linha faziam com que meus olhos se fechassem imaginando o provável beijo de Eva em Thesa.

    “Tão amorosa, como ela cresceu e se tornou mais perfeita do que já era!”

    Yallin e sua animação em falar sobre como o trono de Friedrich havia sido bem aceito, me deixavam animada, saber que minha adorada irmã gostará do presente criavam pequenas ideias de como presentear Beth.

    – Eu queria ter visto isso, tudo bem, posso ver Fredy sentado nele quando voltarmos. Fico feliz que a Beth tenha gostado, não é fácil agradar ela.

    Brincando com os cabelos de Lotte, minhas mãos enxugavam as lagrimas de saudades de minha rosa, o amor que as duas irmãs nutriam entre si era uma rara obra de arte que eu sempre admiraria.

    “Lindas, logo vocês duas vão estar juntas de novo.”

    Concordando com um breve aceno as palavras de Eva, eu ria baixinho, era claro que mimávamos nossos filhos, afinal havia amor em abundancia em nosso jardim, algo que nunca os faltarias.

    – Não temos culpa se os amamos tanto Ettie! Ela quer sim, ela quer conhecer todo o nosso jardim Bella, isso é simplesmente um sonho! Perfeito, acho que você vai ter a companhia da Luana nas suas visitas ao lago, ela adorou ele. Vou ficar esperando apenas para ouvir sua voz, mio amore. De beijos em todos em meu lugar. Até breve Ettie.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 12/2/2018, 00:54

    -Não demora, feiosa!

    Falava Lotte em voz alta, claramente direcionando a voz dela para a irmã que ria do outro lado da linha e respondia com amor:

    -Pelo sorriso da Eva, não vou demorar muito não irmã! Tenta não morrer de saudades tá? Porque assim eu também não morro, sua boba!

    Havia uma suave risada enfim compartilhada por elas, uma risada amorosa que tranquilizava não só o seu coração, como também fazia o mesmo com o da sua pequena que puxava a mão esquerda de Lotte para começar a mordiscar delicadamente.

    -Até logo, minha Rita!

    Despedia-se Eva, que em seguida desligava a chamada. Francesco delicadamente se aproximava para pegar o telefone, fazer então um suave carinho nos seus cabelos e silenciosamente se encaminhar na direção da saída do quarto para deixar você ali com a sua filha até que a mesma estivesse totalmente recuperada. Algo que demorava alguns minutos, mas enfim, a rosa negra se sentava na cama e respirava fundo, para olhar na sua direção e comentar:

    -Mãe, obrigada. Por tudo! Mas eu estou inspirada, muito inspirada, você ficaria brava comigo se eu fosse correndo agora de volta pro quadro?
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 12/2/2018, 01:18

    A pequena implicância de Lotte com Yallin fazia com que a pequena risse baixinho, mas a resposta de nossa exótica princesa acalmava meu coração por completo, logo não haveria espaço para as dores das saudades, apenas risos e alegrias.

    – Ninguém vai morrer, eu prometo mias amadas.

    Comentava apenas para apertar de leve o nariz de Lotte, a pequena por sua vez se colocava a roer as mãos de nossa rosa em uma forma única de carinho. Suspirando ao ouvir meu segundo nome sendo pronunciado por Eva, eu me despedia com carinho e um pouco de saudades.

    – Até logo, la mia luce!

    Recebendo o carinho de Cesco em meus cabelos, eu lhe devolvia o telefone, não sem antes de tomar sua mão e beija-la com carinho. Concentrando minha atenção em Lotte, meus dedos brincavam em seus longos e sedosos cabelos negros, sem pressa e com o máximo de carinho possível.

    “Um dia Yallin vai ser Arcebispo de Berlim, e sua protetora será Lotte. São irmãs e continuaram assim.

    A animação de minha rosa me fez beija-la na testa com carinho, tomando suas faces eu a apertava apenas para lhe responder.

    – Vá pintar mia figlia, use todo seu talento, mas se precisar de ajuda não se esqueça que eu estou aqui.

    Deixando que Lotte pudesse sair, não era preciso ver o pedido da pequena para saber que ela queria ir junto de sua rosa, algo que não me incomodava, mas a animava completamente.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 12/2/2018, 01:49

    Quarto de Pietra:
    Data: 05 de Outubro de 2005.
    Local: Bosque de Chapultepec I Secc, 11100 Cidade do México, Distrito Federal, México.


    Haviam raros momentos em que você ficava sozinha, sua mente sequer conseguia realmente encontrar a última vez que isso havia ocorrido. E ali, deitada naquela confortável cama você desfrutava de um silêncio adorável. Afinal, a sua filha apenas havia lhe mandado um beijo e saído junto de sua pequena para voltar ao próprio quarto afim de seguir a pintar.

    Foram momentos especiais, onde sozinha, você conseguia absorver grande parte das novidades e dos recentes acontecimentos. Nessa mesma noite você havia chegado a um novo continente, usado sua mágika pela primeira vez e conhecido a própria Helena! E assim, dentro dos próprios pensamentos você se permitia sorrir e fechar os olhos por alguns instantes.

    O silencio no entanto eram rompido quando a figura da pequena tulipa dourada entrava com um roupa de banho! Ela vinha claramente correndo, como se tentasse se esconder de alguém! A jovem olhava na sua direção e fazia um sinal com o indicador, pedindo por silencio e segredo e assim corria para dentro do banheiro! Era tudo bem rápido e o sorriso dela indicava que ela havia aprontado algo!

    Breves momentos depois você conseguia ouvir as passadas de Alfonsus, o homem abria a porta do quarto e você o via totalmente encharcado! Logo atrás do homem era possível ver a face risonha de Lorenz. Alfie entrava sorrindo, mas fingia uma irritação com a voz:

    -Se eu encontrar uma tulipa nesse quarto ela será punida! Onde já se viu, fingir afogamento para derrubar um templário da espada na água dessa forma!

    Lorenz simplesmente não conseguia parar de rir, mesmo com as mãos na frente da boca, era possível ver o rapaz vermelho de tanto rir!

    Roupas de Luana:
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 12/2/2018, 02:20

    Durante muito tempo o silêncio havia me acompanhado, não de forma tão cálida ou tão aconchegante, por muito tempo o silêncio havia sido uma companhia de certos medos e más lembranças. Mas ali, ele servia apenas para fazer meu coração respirar.

    Sozinha com meus pensamentos, eu podia rever os últimos acontecimentos, alguns sonhos que há muito se esvaneceram, agora voltavam com força, entre eles a pequena e gigantesca figura de Helena.

    "Em uma noite pude conhecer dois gigantes entre as rosas. Isso é um sonho? Se for eu não quero acordar.

    Me espreguiçando na cama, era com um certo susto que me levantava ao ver Luana entrar no quarto, suas roupas e o claro pedido dela de manter o silêncio indicavam que algo estava acontecendo.

    Nada me prepararia para a imagem de Alfonsus molhado adentrando no quarto, logo atrás Renz todo vermelho pelas risadas me explicavam bem o que tinha acontecido.

    Rindo sem medo balançava a cabeça perguntando de maneira inocente ao "furioso" gigante.

    - Qual punição essa tulipa brincalhona receberia? Mil mordidas na barriga?
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 12/2/2018, 11:28

    Alfonsus tinha que fazer um real esforço para não rir diante da sua reação, ele chegava a respirar fundo e pedir com uma das mãos para que você não o incentivasse a rir também. Lorenz por outro lado sem nenhuma resistência, ria junto contigo inicialmente e se calava com as duas mãos na frente da boca quando você perguntava sobre a punição.

    -Não! Tudo isso não, Mammie!!

    Gritava a tulipa de dentro do banheiro, Lorenz se colocava novamente a rir e ia até a cama para se sentar. Já Alfonsus marchava na direção do banheiro enquanto pingava um pouco pelo piso do quarto.

    -Tadinho do Alfie! Nós chegamos no lago e vimos a Luana lá no fundo, ele ficou preocupado por causa do que ocorreu anteriormente e ela logo nos notou, começou a se debater e ele não demorou para se jogar, direto na água! Ela fingiu desmaio até eles chegarem na margem, quando a mesma levantou se supetão, riu e começou a correr de volta para não ser pega!

    Contava Lorenz que estava sentado na cama, tentando controlar as risadas. Mas ficava bem difícil diante dos sons manhosos e gritinhos que Luana soltava do banheiro, até que finalmente, o gigante saia do banheiro com a tulipa debaixo dos braços e a levava até um dos sofás do quarto, jogando umas toalhas sobre o mesmo, o homem logo colocava a pequena sobre o sofá e literalmente lhe mordia a barriga! A moça soltava um gemido e tentava se defender, mas era bastante impotente diante das "punições" do forte homem.

    -Onde já se viu brincar com algo tão sério assim?!

    Indagava Alfonsus. E a tulipa tentava se defender da maneira mais deslavada possível:

    -Não foi por querer, eu esqueci que posso ficar sem respirar e me assustei quando isso aconteceu!

    Outra mordida era dada e o gigante então olhava na sua direção, ele já estava a beira de uma crise de risos!
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 12/2/2018, 12:11

    Era com dificuldade reais que eu não incentivava Alfonsus a rir, colocando as mãos sobre minha boca para conter o barulho, tudo ia por água abaixo quando Luana gritava do banheiro se entregando.

    "Deus, ela aprontou mesmo!"

    Trazendo Lorenz para meu colo, eu deixava que minhas risadas escapassem sem medo, ouvindo as palavras de meu filho, que apenas faziam meu riso se transformar em uma gargalhada gostosa e longa.

    - Não é a toa que ele está tão molhado! Só nossa tulipa mesmo.

    Respirando fundo apenas para rir mais da cena que se seguia, a desculpa de Luana era incrivelmente esfarrapada, as mordidas eram realmente a melhor punição nesse caso.

    - Luana! Que maldade, derrubar o grande Templário no lago!

    Abraçando Lorenz, eu tentava em vão controlar as risadas da tão bela cena.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 13/2/2018, 01:16

    -Socorro Mammie!! Ele vai machucar a minha barriguinha!

    Choramingava a Luana, que tentava se defender sem nenhum sucesso! Lorenz que estava agora deitado na cama e com a cabeça mo seu colo, tinha que esconder a face para não gargalhar alto demais! Alfonsus seguia com a punição, mordiscando a barriga da jovem por mais algumas vezes até que enfim ele se levantava e tentava não rir da expressão falsa de choro de Luana.

    -Agora, vá com seu irmão se lavar e tirar essas sujeiras do cabelo! A senhorita está de castigo, sem mais lago por hoje!

    Luana fingia choro e sentava-se sobre as toalhas, para tentar se defender:

    -Mas eu só fiz isso porque o Papa fica tão bonito molhado!

    Alfonsus ameaçava pegar a jovem outra vez. Essa logo pulava do sofá e começava a pedir desculpas em seu idioma natal, correndo para a porta ela aguardava por Lorenz. Que beijava uma das suas mãos e se levantava para comentar:

    -Não se preocupe Pai, eu cuido dessas roupas depois, só não as misture com as secas tá bem? Até logo mãe, descanse e tenham uma excelente noite.

    Dessa forma Lorenz se despedia, para pegar a mão da jovem Tulipa, que mandava um beijo na sua direção e logo era puxada pelo irmão, afinal Alfonsus ameaçava outra vez ir pegar a jovem. Assim, em poucos instantes, você estava a sós com Alfie e o homem, de pé próximo ao sofá, enfim caia na risada!
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 13/2/2018, 11:51

    Lutar contra os risos era uma tarefa complicada, ainda mais quando Luana abusava das pequenas manhas e deixava a cena em si mais hilária, assim como Renz eu escondia minhas faces para abafar o riso, a pequena sentia curiosidade é claro, mas não abandonaria sua rosa, não quando ela estava tão inspirada.

    “Por favor Alfie, não ria!”

    Respirando profundamente, eu conseguia me controlar diante das mordidas de Alfie na barriga de Luana, porem o castigo e a manha da pequena tulipa minavam completamente minha curta resistência.

    Colocando as mãos na frente da boca, eu me esforçava para não rir diante da corrida da pequena e sapeca tulipa, havia um verdadeiro esforço para emendar as instruções para a próxima noite.

    – Nada de lago no começo da próxima noite! Temos um compromisso!

    Me jogando para o lado eu enterrava o rosto no travesseiro mais perto apenas para rir, mais controlada eu me despedia de Renz com um beijo suava em sua testa, ouvindo suas palavras sobre a roupa de Alfie eu me limitava a concordar, afinal a imagem de meu gigante lutando contra o riso era simplesmente linda e hilária.

    – Não é que você fica bonito molhado Alfie!

    Rindo eu me levantava para tirar o vestido e ir abraçar meu gigante, afinal não queria molhar mais uma roupa feita por Lorenz.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 13/2/2018, 12:50

    Luana chegava a ensaiar um bico diante da sua fala, mas foi o próprio Lorenz que a salvou de punições mais severas ou de uma possível crise de risos de Alfonsus e uma total falha na tentativa de conter as peripécias da tulipa. Dessa forma, em poucos instantes você estava a sós com o seu gigante enquanto sentia a sua pequena feliz em ajudar Lotte com a confecção do quadro.

    -Acho que preciso acreditar que isso é verdade, afinal, é um sina ter que ficar encharcado. Chuva, piscina, lago, rio...

    Ele comentava ainda rindo, enquanto passava a mão pelos próprios cabelos molhados, jogando-os para trás. O homem então notava a sua ação de se despir e ir até o mesmo, para recebê-la com um carinhoso abraço e um beijo amoroso nos lábios.

    -E ainda terei de tomar outro banho!

    Sem conseguir segurar a vontade de rir, ele se entregava ao bom humor que ainda pairava pelo quarto, para então olhar na direção do banheiro e gentilmente convidá-la ao dar alguns passos na direção do mesmo e lhe esticar a mão. E assim que o convite fosse aceito, o homem ia junto de ti até o banheiro do quarto para ao entrar já iniciar a ação de abrir a torneira da banheira, deixando a água quente cair e enquanto se despia ele dizia:

    -Pietra, você consegue realmente acreditar na noite de hoje? Conhecemos não só a própria Helena, como Iontius! Deus... E foi impressão minha ou ela estava a me cortejar? Sinceramente eu não consegui entender bem, afinal, logo aconteceu uma guerra de mordidas extremamente divertida!
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 13/2/2018, 13:11

    Salva por Lorenz do bico de Luana, afinal era uma tarefa quase titânica controlar as peripécias da pequena e inquieta tulipa dourada, rindo sem medo e acompanhada de Alfie, eu sentia meu coração suspirar de alegria e felicidade, até mesmo a pequena estava feliz e sua companhia podia ajudar a nossa bela e selvagem rosa negra.

    - Tadinho do meu gigante! Sendo derrubado em todos os tipos possíveis de água!

    Feliz por ser recebida pelos braços de Alfie, o beijo carinhoso trocado por nós dois me fez suspirar, apenas para rir baixinho do último comentário de Alfonsus.

    – Se lhe serve como consolo, eu lavo suas costas e cabelos.

    Aceitando o convite de seguir até o banheiro, sentando-me na beirada da bela banheira eu observava a agua começar a correr e encher o recipiente que receberia Alfonsus, ouvindo suas palavras eu sorria concordando com as palavras do mesmo.

    – Uma noite cheias de surpresas! Até parece um sonho muito antigo sendo realizado. E sim ela lhe cortejou um pouquinho, foi aí que a pequena resolveu colocar a grande rosa de Tróia em seu lugar.

    “Quem diria que a pequena é tão ciumenta assim! Eu não teria chances contra Helena, foi bom ela ter aceitado os nossos laços familiares, caso contrário a pequena não conseguiria levar aquela batalha ao empate.”
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 13/2/2018, 13:20

    Banheiro:

    Alfonsus não conseguia deixar de rir diante da sua fala inicial, afinal, havia de fato uma verdade naquela brincadeira e o mesmo conseguia ver isso perfeitamente, tanto que, adentrava o banheiro com um largo sorriso na face, sendo incapaz de fazer qualquer outra reação além de rir diante do "cruel" destino que tinha.

    Já dentro do banheiro, vocês sentiam uma lufada de vento morno vindo das grandes janelas abertas que davam uma linda visão cativante do bosque que circundava o castelo. Alfonsus olhava curioso na sua direção, deixando claro que não havia se tocado até agora do fato de ter sido cortejado pela própria Helana de Tróia!

    -Ah querida, quero que saibas que para mim não é a princesa de Tróia a mais bela mulher deste mundo e sim a maravilhosa alta herdeira de Tusci...

    Comentava Alfie, fazendo uma delicada brincadeira com a confusão de Helena. O mesmo então beijava o topo da sua testa e fazia um carinho gentil nos seus cabelos, para assim terminar de se despir e ir até a janela, colocando já os pés na água, para fechá-la apropriadamente e então, sentando-se na borda oposta a tua ele a procurava com os olhos, para dizer:

    -Acredito que agora é uma boa hora para conversarmos sobre o ocorrido com a nossa Rainha não é? Afinal, o que causou de fato a quebra dela em direção a humanidade?! Retornar pela segunda vez a humanidade é uma tarefa quase impossível, algo muito primordial e único deve ter ocorrido.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 13/2/2018, 13:51

    Sorrindo com as risadas de Alfie, eu enfiava meus pés na agua quente que ia aos poucos preenchendo a banheira, afinal a brincadeira parecia se fazer real já que a pequena tulipa sempre o derrubava sem nenhum medo.

    A brisa quente me fez suspirar, o cheiro do jardim invadia o banheiro trazendo consigo um relaxamento calmante depois daquela cansativa e especial noite, as palavras de Alfie arrancavam um sorriso feliz de meus lábios, já meu coração relaxava completamente, afinal Helena de Tróia era simplesmente linda.

    – Meu coração se alegra em saber disso, mio amado neto de Atlas.

    O beijo em minha testa e as pequenas caricias em meus cabelos me faziam suspirar de amor e carinho, vendo-o se sentar na outra borda minhas mãos enrolavam meus cabelos prendendo-os em um coque no alto da cabeça, terminando de me despir eu entrava na água apenas para fazer companhia a Alfonsus. Suas palavras me deixavam pensativas, era certo que retornar a humanidade era um grande esforço, ainda mais para os muito velhos.

    – Melinda disse que me mostraria as memórias do ocorrido, eu prometi lhe fazer o quadro que ela tanto queria... Mas ela mencionou uma jovem escocesa de cabelos negros, ela era o foco de luz que Melinda encontrou, talvez ela seja nossa resposta. De qualquer forma temos que esperar Melinda me mostrar para tirarmos conclusões melhores.

    Tomando o pé de Alfie, minhas mãos começavam a massagea-los com carinho, algo que eu adorava fazer.

    – Tive uma conversa com Eva agora pouco, ela ficou animada com a ideia de conhecer Helena e vai trazer a todos para isso, Fredy só precisa encerrar alguns deveres em Berlim. Yallin disse que Caroline foi para Madrid, o que significa que logo Maria estará aqui, até lá Melinda precisa se fortalecer.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 13/2/2018, 14:41

    Alfonsus já se sentava na banheira, mesmo com esta ainda não totalmente cheia, todavia era nítido ver como a água quente o ajudava a relaxar. Assim, suspirando ele só não fechava os olhos porque você levava as mãos aos cabelos para fazer aquele improvisado coque, uma ação simples que fazia os olhos do homem brilharem de emoção e paixão. Ele no entanto, se mantia em silêncio a ouvir as suas palavras e o som da água que preenchia a banheira que vocês dois já compartilhavam. Os olhos do homem só se fechavam quando as suas delicadas mãos buscavam pelo grande e largo pé do mesmo, aquela massagem fazia o homem deslizar suavemente pela banheira afim de apoiar a nuca na beirada da mesma e até demorar alguns instantes para enfim, conseguir verbalizar uma resposta.

    -Esses pequeninos apelidos que Helena nos deu são realmente interessantes não é mesmo?! Mas sim, você tem razão, essa figura de cabelos negros é nossa resposta, fico feliz em saber que ela irá permitir que teus olhos obtenham outra perspectivas do que de fato ocorreu com ela, só me preocupo um pouco, afinal, o que seria de mim sem ti?!

    Ele terminava a própria fala sorridente, já que a notícia em seguida era de fato maravilhosa!

    -Todos virão?! Isso é fantástico Pietra! Estou um pouco acostumado em lidar com a saudade, mas devo admitir, é difícil não se perder um pouco dentro dessa sensação constante de saudade do nosso jardim. Especialmente agora que eu tenho novas filhas diretas, Deus, as vezes eu não acredito sabe? Que realmente tive forças para abraçar depois de tantos erros...

    Confessava o homem que não só se entregava ao relaxar corporal, mas também emocional e sentimental, ali na sua frente ele estava totalmente exposto, tranquilo e feliz.
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    Jess

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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 13/2/2018, 15:55

    Sentada junto de Alfonsus eu sorria, relaxando na água quente, era fácil perceber que isso nos fazia bem, afinal a noite havia sido longa e de certa forma estressante. Rindo ao ver Alfie maravilhado com meus cabelos me fazia rir e suspirar, afinal era o maior tesouro de Alfonsus.

    "Ele deve sofrer quando eu corto meu cabelo. Tadinho!"

    Cuidando dos pés de Alfie eu sorria diante de suas palavras sobre os apelidos dados por Helena.

    - Sim apelidos carinhosos. Só me pergunto qual será o apelido de Albert?! Sim, saber o que aconteceu com Melinda nos dará muitas respostas. Não se preocupe Alfie, ela não ofereceria isso se fosse perigoso, além do mais eu sempre estarei do seu lado meu amor.

    Procurando os pontos de tensão dos pés de Alfie, eu o observava com amor e carinho, afinal meu gigante estava aberto na minha frente, uma imagem linda e sempre marcante.

    - Os erros servem apenas para nós ensinar sobre o mundo e como devemos melhorar. Nora e Fiore são a prova disso meu querido, nossa saudades nos fortalece e deixa os encontros mais especiais. Não se preocupe, nosso jardim logo estará reunido e poderemos relaxar um pouco.

    Comentava ao morder de leve as pontas dos dedos dos pés de Alfie, apenas para brincar com o mesmo.


    Última edição por Jess em 14/2/2018, 01:19, editado 1 vez(es)
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 13/2/2018, 22:14

    -É verdade! Albert consegue a façanha de ser mais alto do que eu, foi interessante conhecê-lo, ele não só é um grande cantor, como é alguém que entende como é estranho ser tão grande em um mundo reduzido.

    Comentava o homem que sequer conseguia abrir os olhos, ele estava totalmente entregue as suas mãos e era nítido ver os músculos do pescoço do homem enfim, relaxarem totalmente, era este o sinal de que finalmente o mesmo abaixava por completo a própria guarda.

    -Tu sempre estarás ao meu lado?! Como não amá-la minha querida?! Como!?

    Havia um sorriso na face de Alfonsus que brincava com as palavras.

    -Tens razão, erros são lições e sinceramente, espero estar sendo um Pai digno das maravilhosas vidas que cuidamos...

    A mordida dada no pé do homem o fazia rir baixinho e enfim olhar na sua direção. Havia uma malícia nos olhos dele e este sorria marotamente ao perguntar:

    -Assim eu não sei se vamos conseguir terminar esse banho!

    Enfim ele fechava a torneira, para mergulhar na banheira e ao emergir, ele buscava pelos seus olhos afim de aguardar a sua reação.
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    Jess

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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 13/2/2018, 22:31

    O encontro de Albert e Alfonsus ainda ecoava em minha mente, ambos haviam se dado muito bem, embora suas alturas fossem uma impressão forte, ambos os gigantes tinham corações carinhosos e grandes, o que apenas os deixava mais especiais aos meus olhos.

    – Mundo reduzido? Que culpa temos se as mães de vocês não souberam medir o fermento? Vocês dois são verdadeiros gigantes em nosso mundo meu querido, além do mais Helena vai se encantar pela voz dele.

    Os músculos antes tensos de Alfonsus relaxavam por fim, cada pequeno movimento de seu corpo me indicava isso, o que me deixava feliz, já que Alfonsus tivera que agir como um verdadeiro Templário naquela noite, algo que para o jovem bispo Stefano não se esqueceria tão cedo.

    A reação de Alfonsus diante de minhas palavras anteriores me fez rir com suavidade, eu o amava e isso era inegável, e a preocupação do gigante com suas filhas apenas fazia meu coração suspirar e ama-lo mais ainda.

    – Não estamos sozinhos Alfie, Eva e Fredy sempre irão nos ajudar, ou puxar nossas orelhas caso estejamos agindo errado. Nora e Fiore te amam, e se respeitam, essa é a maior prova de que estamos fazendo bem nossos papeis como pais.

    Soltando os pés de Alfie quando este mergulhava a cabeça na água, eu me esticava relaxando um pouco, ali naquela banheira e envolta na água quente eu sentia meu corpo relaxar, algo que mudava quando Alfie saia da água e fazia seu comentário.

    “Opa, acho que ele descobriu meu plano!”

    Rindo ao subir no colo de Alfonsus, meus lábios tocavam o do gigante com rapidez apenas para que um sorriso maroto os ganhasse.

    – Você ficaria bravo se eu dissesse que não tenho planos de terminar esse banho? Além do mais você me deve um pedido e eu adoraria que você terminasse aquela massagem que começou mais cedo.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 13/2/2018, 23:13

    Era possível ouvir os risos de Alfonsus, que naturalmente e alegremente, se divertia com a sua resposta sobre o tamanho que ele e Albert possuíam. E antes de mergulhar, ele oferecia uma curta resposta positiva:

    -Já estivemos sozinhos, mas eu sei. Nós sabemos e sentimos, que nossos corações são eternamente ligados, por amor. E obrigado, essas palavras significam muito, muito!

    E sorridente, o homem adentrava a água e assim que emergia, o mesmo era pego de surpresa pela sua ação ágil. Chegando a arregalar os olhos e até demorar alguns segundos para reagir.

    -Pietra?!

    O homem deixava um riso escapar dos lábios e a beijava logo de imediato, enquanto levava as duas mãos até as suas nádegas, apertando-as com firmeza.

    -Eu jamais ficaria bravo com isso! E vai ser um prazer cumprir esse desejo!

    Gentilmente, o homem a conduzia até a beirada da banheira. Era bem notória a presença que o membro íntimo de Alfie fazia, afinal, a ereção deste se fazia notória e impossível de ser ignorada. Todavia, ele a colocava sentada na beirada da banheira e ajoelhava-se para encaixar a cabeça por entre as suas pernas e com os lábios e língua, cumprir o prometo e dar prosseguimento a massagem iniciada no começo da noite. Uma maravilhosa sensação queimava em seu corpo, enquanto gemidos lhe subiam a garganta, pois os estímulos ali em sua intimidade eram maravilhosos e excitantes!
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 13/2/2018, 23:35

    A resposta carinhosa de Alfie me fazia rir baixinho e feliz, os gigantes de nosso jardim eram homens profundamente especiais, homens que marcavam nossas vidas com generosidade e carinho.

    “Se eles tem o sangue de Atlas, o titã estaria orgulhoso dos dois.”

    A surpresa de Alfie por meus movimentos rápidos me fez rir e perguntar da mesma forma que o gigante fazia, uma brincadeira inocente já que sabíamos onde isso chegaria.

    – Alfie?!

    Respondendo o beijo de Alfie, meus dentes mordiam seus lábios com carinho, apenas para que eu pudesse esfregar minha face de encontro ao pescoço de meu gigante. Sendo guiada até a beirada da banheira, meu corpo se preparava para as caricias que ganharia, algo que sempre me alegrava.

    – Achei melhor perguntar, sabe eu não ia querer meu gigante bravo. Ou ia?

    Perguntava em uma provocação sutil, sendo sentada na beirada, eu puxava uma toalha para forrar a beirada da banheira, já que o toque frio do mármore não era tão convidativo quando o toque quente e gentil de Alfonsus.

    A onda de prazer que invadia meu corpo, fez com que minhas pernas puxassem Alfonsus com força, já minhas mãos seguravam em seus cabelos o incentivando a continuar, meus lábios é claro deixavam escapar o quão prazeroso eram os carinhos de Alfie.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Danto em 14/2/2018, 12:46

    Alfonsus se senta dentro da banheira, a altura dele não iria permitir que ele ficasse de joelhos naquela posição por muito tempo, enquanto ele se ajeitava você forrava a borda da banheira para evitar o tato direto com o mármore frio da mesma e sentia uma mordida leve na parte interior da coxa esquerda, em resposta a provocação.

    -A senhorita está bem animada! Eu fiz algo de especial hoje? Porque se fui eu que causei esse efeito, gostaria de aprender a como provocá-lo mais vezes!

    Brincava Alfonsus enquanto falava e aplicava beijos carinhosos, intercalados com mordidas suaves pela parte interna e mais íntima da sua coxa direita. O mesmo parava apenas para olhar na sua direção e sorrir, para prosseguir com os carinhos mais íntimos. Os incentivos dados por ti, especialmente quando a tua mão conquistava os cabelos do homem, eram bem interpretados e o mesmo já usava as mãos para lhe dar mais apoio nas pernas, enquanto prosseguia a utilizar a boca e a própria língua, que estavam bem mais mornas do que você se lembrava, para lhe prover intensos e maravilhoso choques de tesão e alegria.

    Tudo mudava quando você sentia um pico de adrenalina, as presas do homem perfurava a parte interna da sua virilha, após o mesmo usar as mãos para abrir mais a angulação das suas pernas, o seu vitae prontamente começava a escorrer enquanto Alfie se alimentava por alguns instantes, para enquanto isso, usar a mão livre e guiar dois dedos para o interior da sua intimidade. Seus olhos no entanto eram pegos por uma dança hipnotizante e magnífica, onde pingos do seu vitae caiam sobre a água e iam de encontro ao corpo esculpido e atlético de Alfonsus, fazendo em torno do mesmo uma espécie de contorno carmesim que contrastava com a profusão de cores do mármore que se embaçava devido aos vapores da água quente. Seus sentidos começavam a lhe indicar que o perfume de Alfonsus não só era maravilhoso, mas beirava algo inebriante, as presas dele lhe conquistavam outra vez, os dedos ali dentro de ti movimentavam-se amplamente e sem medo ou receio. Eram tantos estímulos que o fascínio escalava teu âmago e dava sinais de manifestação.

    O fascínio, ou como a sua própria memória lhe fazia lembrar "Objet d'Arte", ocorria com uma intensidade nova. Seus olhos não perdiam o foco, sua consciência não era dragada para uma torrente de sensações abstratas, pelo contrário, você tinha o privilégio se de manter sã, justamente porque eram as ações daquele homem a sua frente, totalmente entregue e exposto, que explorava o teu corpo com amor, carinho e desejo, que a fazia adentrar esse fascínio feliz e positivo. Ele se dedicava a fazê-la feliz, nada mais no mundo parecia importar, ele sequer havia notado o seu fascínio! As presas lhe mordiam mais uma última vez, para enfim a língua do mesmo finalizar as feridas abertas e dedicar-se a mais sensível das suas partes íntimas, já os dedos aprimoravam as ações de ir e vir.

    E assim, uma explosão irradiava em seu âmago. Seus olhos se fechavam e as pernas tremiam foram de controle, um tremor se espalhava e suas mãos buscava por apoio! Uma delas encontrava nos cabelos de Alfonsus, a outra ia na direção do seu próprio pescoço, por falhar em encontrar um suporte em tão pouco tempo. O seu equilíbrio deixava de existir, mas era o homem que a mantinha ali! A escuridão que por outros momentos poderia significar algo ruim ou até assustador, agora se apresentava como um prelúdio de uma maravilhosa sinfonia. O som da água quente, das pequenas ondas que se chocavam contra a parede da banheira e contra os seus corpos... Sons... Seu corpo havia alcançado um ápice intenso de prazer e a sua consciência se esvaia por alguns segundos... Até finalmente regressar.

    Você se via sentada ainda na beirada da banheira, porém a área forrada agora era maior. Alfonsus se encontrava ao seu lado, o homem fazia um carinho nas suas costas com uma das mãos, enquanto com a outra ele acariciava a sua face. Aplicando pequenos beijos em seu ombro direito. Seu corpo estava totalmente encostado contra o dele.

    -Bem vinda de volta Pita... Está tudo bem meu amor?

    Questionava o homem que cuidava de ti com todo o carinho que possuía naquele gigantesco coração.
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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

    Mensagem por Jess em 14/2/2018, 15:50

    Aproveitando o pequeno resposicionamento de Alfonsus dentro da banheira para forrar o mármore, eu mantinha o sorriso instigante em meus labios, afinal aquela brincadeira havia se inciado no começo da noite e me deixado a espera por aqueles carinhos a noite inteira. A mordida de Alfonsus em minha coxa arrancava um gritinho surpreso de meus lábios, em resposta a isso eu lhe mostrava a língua comentando.

    - Bobo, foi você sim! Além do mais eu fiquei a noite toda lembrando dessa massagem, como eu posso resistir sabendo que seria maravilhoso?!

    Relaxando para que Alfonsus pudesse continuar seus carinhos, meus corpo se entregava ao relaxar e pequenos contorceres de prazer, suspiros e gemidos baixos escapavam de meus lábios, separada de minha pequena, os ronronares eram pequenos, mas ainda existiam.

    "Também existe um pouquinho de ciúmes, mas não vou admitir isso!

    Os pequenos carinhos retribuídos cessaram por completo diante da mordida, a sensação de ter as presas de Alfonsus em meu corpo estremecia meu corpo inteiro, por alguns instantes eu me esquecia de como era respirar, sentindo minhas presas ganharem meus labios, meus olhos não deixavam de acompanhar aquela dança delicada e hipnotizante de meu viatae a brincar pelo corpo de meu gigante. O perfume que me invadia e o cheiro ferroso me deixavam ainda mais sensível, e por fim quando a ferida era fechada e minha intimidade explorada por completo, eu me entregava ao fascinio sem resistência.

    Os lábios quentes de Alfonsus tocavam minha pele como brasa, o calor que antes não sentiria dentro dos recorrentes fascínios me alertava, consciente meu corpo aproveitava cada pequena carícia dada por meu gigante carinhoso e protetor.

    As pequenas mordidas davam lugar a uma exploração mais íntima e profunda, ali as ondas de prazer superavam minha resistência, me apoiando nos cabelos de Alfie e em meu próprio pescoço eu sentia meu corpo estremecer e meus lábios gemerem, apenas para no fim perder a consciência ainda entregue aos carinhos e prazeres proporcionados por Alfonsus.

    O despertar se deu de forma lânguida e suave, o corpo quente de Alfie abraçava o meu me fazendo suspirar e sorrir, seus carinhos ainda me arrepiavam, mas de maneira suave se comparado a anterior.

    - Olá meu amor, humm, eu tenho quase certeza de que entrei em fascinio, isso é novo. Estou muito bem Alfie, fui ao paraíso e agora estou nos braços de meu anjo.

    O respondia enquanto meus braços envolviam seu corpo e o apertavam com carinho.

    - Você está mais quente! É tão bom.

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    Re: Ato IV - Pétalas Negras

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