WoD by Night

Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Criação de Personagens

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    Danto
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    Criação de Personagens

    Mensagem por Danto em 21/11/2015, 21:05

    The Frankenstein monster was easily assembled from available body parts; it was the breath of life that proved difficult...


    Neófito Pontuação:
    (Recomendado: Entre 5 a 50 anos de Abraço)
    Geração inicial: 13°
    Atributos
    7/5/3
    Habilidades:
    13/9/5
    Antecedentes:
    5
    Disciplinas:
    3
    Virtudes:
    7
    Força de Vontade:
    (Nível de Coragem)

    Humanidade/Trilha
    (Soma das Duas primeiras Virtudes)

    Bônus: 15
    Defeitos máximos totalizando -10
    Apenas 1 especializações em Habilidades
    Nenhuma Disciplina acima de 3
    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    Neófito Experiente Pontuação:
    (Entre 50 a 80 anos de Abraço)
    Geração inicial: 13°
    Atributos
    7/5/3
    Habilidades:
    13/9/5
    Antecedentes:
    5
    Disciplinas:
    4
    Virtudes:
    7
    Força de Vontade:
    (Nível de Coragem)

    Humanidade/Trilha
    (Soma das Duas primeiras Virtudes)

    Bônus: 35
    Defeitos máximos totalizando -10
    Apenas 2 especializações em Habilidades
    Nenhuma Disciplina acima de 3
    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    Ancillae Jovem Pontuação:
    (Entre 90 a 140 anos de Abraço)
    Geração Inicial: 13º
    Atributos:
    8/6/4

    Habilidade:
    15/10/6

    Antecedentes:
    8

    Disciplinas:
    5

    Virtudes:
    7

    Força de Vontade
    (Nível de Coragem+2)

    Trilha
    (Soma das Duas primeiras Virtudes)

    Bônus: 35
    Defeitos máximos totalizando -10
    Apenas 4 especializações em Habilidades
    Apenas 1 Disciplina acima de 4
    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    Ancillae Experiente Pontuação:
    (Entre 140 a 250 anos de Abraço)
    Geração Inicial: 12º
    Atributos:
    9/7/5

    Habilidade:
    20/14/10

    Antecedentes:
    14

    Disciplinas:
    8

    Virtudes:
    7

    Força de Vontade
    (Nível de Coragem+2)

    Trilha
    (Soma das Duas primeiras Virtudes -2)

    Bônus: 60
    Defeitos máximos totalizando -10
    Sem restrições para Habilidades
    Apenas 2 Disciplina acima de 4
    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    Qualidades e Defeitos não válidos:
    (Página 479 do livro e 488 do pdf)
    *Vontade de Ferro -> Aberto para situações específicas
    *Sentidos Aguçados
    *Décima Quarta Geração e Décima Quinta Geração
    *Diablerie Oculta
    *Fé Verdadeira

    -Observações-

    -Favor indicar na ficha onde estão gastos os pontos de bônus através da cor [color=#ff0000]!!

    -Caso o personagem possua alguma trilha que remova as virtudes padronizadas (Consciência/Auto-controle) pelas alternativas, o valor inicial de 1 é ignorado, reduzindo assim a pontuação inicial de trilha e virtudes.
    Ex: Na escolha de alguma trilha que tenha Convicção. O valor inicial dessa virtude é 0.

    -Não serão permitidas ausências de coerências com as faixas de idade sugeridas no começo das pontuações. Caso tenha a necessidade de ser um neófito ou ancillae jovem com geração mais baixa, entre em contato com o narrador e tenha em mente que a resposta inicial é: não.

    -Os pontos de especialização precisam ser pagos na construção da ficha. Cada especialização custa 1 ponto de bônus.

    -A compra de Outras Características devem ser primeiramente autorizadas pelo narrador e apenas compradas com valores de bônus, jamais com a pontuação inicial.

    -Qualidades e Defeitos de outros livros devem ser indicados com a página e o nome do livro. E estão todas sujeitas a veto imediato.

    -Essa é uma narrativa sem anciões, não insista. Durante os dois primeiros arcos houveram anciões, os novos personagens não poderão ser tão antigos quanto os anteriores.

    -Lembre-se que essa narrativa é uma crônica, pense em construir um personagem com intenção de avançar e evoluir o mesmo com o passar da crônica.  Não imagine algo completamente imaculável. Não imagine algo grandioso.  Evite a utilização de npc's famosos, recomendo a utilização dos Npc's locais.

    -Personagens vindos de outras cidades ou regiões devem comprar o defeito "Recém Chegado" e não receberão pontos adicionais por isso.


    Última edição por Danto em 7/11/2016, 11:53, editado 6 vez(es)
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    Danto
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    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por Danto em 22/11/2015, 23:54

    -Nome:
    -Jogador:
    -Natureza:
    -Comportamento:
    -Conceito:  
    -Clã:
    -Geração:
    -Senhor:

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘
    Destreza: ◘
    Vigor: ◘
    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘
    Manipulação: ◘
    Aparência: ◘
    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘
    Inteligência: ◘
    Raciocínio: ◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─
    Prontidão:
    Esportes:
    Acuidade:
    Briga:
    Empatia:
    Expressão:
    Intimidação:
    Liderança:
    Manha:
    Lábia:
    ─ Perícias ─
    Empatia c/Animais:
    Ofícios:
    Condução:  
    Etiqueta:
    Armas de Fogo:
    Segurança:
    Armas Brancas:
    Performance:
    Furtividade:
    Sobrevivência:
    ─ Conhecimentos ─
    Acadêmicos:
    Computador:
    Finanças:
    Investigação:
    Direito:
    Medicina:
    Ocultismo:
    Política:
    Ciência:
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-
    ─ Disciplinas ─

    ─ Antecedentes ─

    ─ Virtudes ─
    Consciência/Convicção: ◘
    Autocontrole/Instinto: ◘
    Coragem: ◘

    ─ Humanidade/Caminho ─

    ─ Força de vontade ─

    ─ Qualidades ─

    ─ Defeitos ─

    ─ Outras Características  ─

    ─ Rituais  ─

    ─ Informações Adicionais  ─

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    -Idade:
    -Idade Aparente:
    -Data de Nascimento:
    -Data da Morte:
    -Cabelos:
    -Olhos:
    -Raça:
    -Nacionalidade:
    -Peso:
    -Altura:
    -Sexo:
    -Imagem:
    ┼ História ┼


    Última edição por Danto em 17/8/2016, 00:12, editado 2 vez(es)
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    Stian Jogador

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    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por Stian Jogador em 24/11/2015, 15:18

    Morrido.:
    -Nome: Richard Blankenheim
    -Jogador: Stian
    -Natureza: Cavaleiro
    -Comportamento: Solitário
    -Conceito: Alastor
    -Clã: Ventrue
    -Geração: 7ª
    -Linhagem: Ventrue (3ª), Unknow (4ª), Hardestadt The Elder (5ª), Hardestadt The Younger (6ª)

    -||Atributos||-
    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘◘◘ (punhos de ferro)
    Destreza: ◘◘◘◘ (reflexos rápidos)
    Vigor: ◘◘◘◘◘ (resistente)

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘◘ (argumentação)
    Aparência: ◘◘◘◘◘ (sedução)

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘◘ (analítico)
    Raciocínio: ◘◘◘◘ (emboscadas)

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘◘
    Esportes: ◘◘◘◘ (esquiva)
    Presciência: ◘◘
    Briga: ◘◘◘◘
    Empatia: ◘◘
    Expressão:
    Intimidação: ◘◘◘◘ (Coerção física)
    Liderança: ◘◘◘◘ (Militar)
    Manha:
    Lábia: ◘◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios:
    Condução:
    Etiqueta: ◘◘
    Armas de Fogo:
    Segurança:
    Armas Brancas: ◘◘◘◘◘ (Espadas)
    Performance:
    Furtividade: ◘◘◘
    Sobrevivência: ◘◘

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘
    Computador:
    Finanças: ◘◘
    Investigação: ◘◘◘◘ (Pistas ocultas)
    Direito: ◘
    Medicina:
    Ocultismo: ◘◘◘◘ (Cultura da Família)
    Política: ◘
    Ciência:
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Dominação ◘◘◘
    Fortitude ◘◘◘◘◘◘ (armadura individual)
    Presença ◘◘
    Potência ◘
    Auspícios ◘

    ─ Antecedentes ─
    Status ◘◘◘◘ (Alastor)
    Recursos ◘◘◘
    Geração ◘◘◘◘◘
    Contatos ◘◘

    ─ Virtudes ─
    Consciência: ◘◘
    Autocontrole: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘◘◘

    ─ Humanidade ─
    ◘◘◘◘◘
    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘◘◘◘◘
    - Pontos de Sangue -
    20
    Sangue Por Turno:
    4
    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Línguas (2pts): Alemão e Francês.
    Senhor de Prestigio (1pt)
    Velho Companheiro (2pts): Natasha
    Alvo de Recrutamento (-1pt)
    Inimigo de um Clã: Seguidores de Set (-3pts)
    Toque de Congelamento (-1pt)

    ─ Outras Características ─
    Limitação de Clã: Alimenta-se apenas de membros do clero.

    ─ Informações Adicionais ─
    Sempre carrega consigo uma espada de seus tempos como Cruzado.
    Não usa luvas para ocultar o troféu na mão esquerda, mas a mantém sempre fechada próxima a cainitas.

    ┼ Descrição do Personagem ┼
    - Cabelo: Loiro
    - Cor dos Olhos: Castanho
    - Altura: 1,87
    - Peso: 88kgs
    - Idade Real: em torno de 840 anos
    - Idade Aparente: 36
    - Nacionalidade: Britânico
    - Cor de Pele: Branca
    - Imagem:

    ┼ História ┼

    “Diário de Caçada – 1910 d.C.


    Caminhei sozinho por entre as vielas daquela cidade imunda que era Baltimore, meus sentidos estavam apurados e podia sentir o aroma de sangue humano misturado a vitae, carniçais. O rastro da matusalém era sempre fraco, seus passos eram dados meticulosamente e sempre muito a minha frente, seus poderes de previsão deveriam ser incríveis e superados apenas por seus crimes. Cheguei a uma estranha porta de madeira dentro de um beco sujo e muito úmido, a mesma estava entreaberta e com sinais de arrombamento. Coloquei a mão sobre a empunhadura de minha espada e adentrei no ambiente pouco iluminado.
    Era um típico refúgio setita, como muitos em que já havia estado durante esta minha caçada que já alcançava um século. Os símbolos de serpentes com padrões quadrados, egípcios, apontavam quem eram os donos daquele domínio. Porém, não demorei muito para localiza-los. Na verdade, eram apenas quatro, todos carniçais, seus corpos jaziam jogados pelos corredores do local que adentrava o prédio ao lado, era um refúgio bem grande, deveria ter algum cainita influente por lá.
    Caminhando por este grande corredor, cheguei até uma sala ampla muito bem adornada. Em suas laterais podiam ser vistas estátuas raras vindas de alguma dinastia antiga a qual eu não tinha conhecimento, ao fundo da sala existiam três pares de algemas e sinais de cinzas na parede, parece que alguém havia destruído alguns vampiros uma ou duas noites atrás. Ao lado das algemas, diversas inscrições em alguma língua obscura que eu sequer ousei buscar o entendimento e o que mais me chamou a atenção foram os dois indivíduos presentes.
    Um possuía a pele escamosa como uma cobra o que eu já esperava encontrar, sua face estava congelada em uma espécie de pavor, havia diversas marcas de cortes pela extensão de seu corpo e uma estaca enfiada em seu peito. A outra figura, possuía belos cabelos longos e de coloração clara, era esbelta, trajava um vestido típico europeu e tateava as inscrições na parede como se tentasse entender o significado.
    Então, de repente ela parou o movimento, havia percebido minha presença. Virou apenas um borrão em minha visão, utilizei do poder de minha linhagem e tornei meu corpo intransponível, bem a tempo pois fui golpeado tantas vezes quando pude perceber por lâminas vindas de minhas costas, senti que uma delas despedaçou-se no choque com minha pele agora reforçada pela idade e sangue antigo. Segurei firme o cabo da espada e saquei-a em um movimento giratório suficiente para degolar uma dúzia de inimigos, meu inimigo deu dois passos para trás e tudo que vi no ar era um pedaço de sua orelha direita e vários fios de cabelo. Ela era rápida, pois poderia ter decepado sua cabeça se não houvesse esquivado. A cainita sacou outra adaga e me fitou, o pior erro de sua não-vida. “Largue as armas” – ordenei, e ela obedeceu trêmula na tentativa de resistir ao meu poder. Soquei-a firme no rosto e a joguei contra a parede correndo e segurando minha lâmina contra seu pescoço, questionei-a sobre sua origem e o que fazia ali, ela sorriu e retirou uma das luvas, lá estava a marca de um troféu tatuado. Ela era um Alastor, assim como eu. Seu nome era Natasha, e era da linhagem Toreador, da linhagem do próprio Villon de Paris, também estava atrás da Matusalém a mando de seu Justicar. Ela me pagou um terno novo e eu desculpei-me pela orelha.


    Richard Blankenheim, relatos da caçada a Kemintiri, Membro n°1 da Lista Vermelha. ”


    Quando Saladino tomou Jerusalém, três grandes reis se uniram para marchar através das areias do deserto em direção a Terra Santa, com eles levavam seus cavaleiros e soldados, treinados nas antigas artes de cavalaria daquele século. O Rei Ricardo I (Ricardo Coração de Leão) possuía um grupo de templários, os quais eram os mais bem treinados de toda a Inglaterra, seu líder era Richard Blankenheim, um senhor de terras britânicas longínquas, mas era temido em diversos outros territórios por sua incrível maestria com a espada. As lendas diziam que defendeu sozinho o Rei de uma emboscada de vinte sarracenos, conquistando assim a confiança e gratidão do Monarca. Além de um guerreiro, era também um fiel servo da igreja, tendo anos após o incidente sua espada abençoada pelo próprio Gregório VIII, que anos mais tarde houvera de pregar a Cruzada dos Reis.
    Após a conquista de diversas cidades por parte da Inglaterra, Ricardo pôs fim ao cerco de Jerusalém com o tratado que fez com Saladino, tornando ambos heróis para cristãos e muçulmanos.
    Cansado de batalhas, Richard retornou as suas terras no norte da Inglaterra e manteve-se ocupado com seus afazeres como Lorde da região, até que um dia recebeu a visita de um estranho e sua comitiva, chegaram tarde da noite e antes que o sol nascesse haviam ido embora, levando consigo o Lorde. Os relatos da história não contam como e quando o templário foi abraçado por Hardestadt.
    Com um templário ao seu lado, o primeiro Justicar Ventrue da Camarilla pôde ver-se livre de diversos inimigos e ataques, pois sua maestria com a lâmina ficou muito maior com o tempo e com o Abraço.
    Anos depois, com a criação da lista vermelha, Hardestadt foi solicitado a emprestar seu guarda-costas e cria como um dos primeiros Alastores da seita, uma espécie de agentes secretos que caçam os anátemas da Camarilla. No primeiro século, o templário levou estaqueado o antigo Tremere Justicar, até então membro da Lista Vermelha, premiado pelo Clã dos Usurpadores com prestígio diante dos mesmos.
    Após voltar aos domínios de seu Senhor, lhe foi contada a história de sucessão de Hardestadt por sua cria de mesmo nome, a qual na verdade é o verdadeiro Senhor de Richard. Hardestadt o Ancião encontrou a morte final no mesmo ano em que o templário havia sido abraçado e antes disso já havia abraçado Hardestadt o Jovem para que continuasse a sequência no poder e influência deste nome. Contrariado com a história, Richard voltou-se ao Justicar da Camarilla da época, Godfrey e o pediu outro alvo. Então, assim iniciou-se a caçada por Kemintiri.
    Século após século, o templário perseguiu a matusalém setita e não sozinho, sempre encontrou dificuldades com o clã da mesma que também a perseguia, destruindo diversos grupos de cainitas por onde passava no encalço de Kemintiri. O tempo passava e o templário nunca conseguia sequer chegar perto da antiga cainita, sempre a localizava e quando chegava próximo ao refúgio, ela já havia saído dois ou três dias antes. Devido ao grande poder de seu alvo, era difícil para ele manter-se no encalço, começava a pensar que a busca não teria fim. Até que um dia, o rastro da mesma sumiu. Encontrou no último refúgio dela apenas restos mortais e cinzas de algum cainita que a mesma destruía em rituais estranhos e que não eram de seu conhecimento. Ele levou os restos para a capela Tremere de Londres, e utilizando-se de seu prestígio com o clã na época solicitou a identidade do cainita destruído. Meses depois, recebeu uma carta do regente com a identificação do mesmo, os restos eram do atual Justicar Ventrue Michaellis.
    O vínculo com a Toreador Natasha foi bem utilizado, pois ambos os Alastores contaram e evidenciaram os fatos para o Justicar Toreador Montecalme o qual entrou em contato com o Círculo Interno da Camarilla e armaram uma emboscada para Kemintiri, porém a ardilosa matusalém conseguiu escapar, mas não sem antes levar consigo diversos cainitas no caminho de sua fuga da cidade de Londres.
    Os últimos indícios que os dois Alastores encontraram, sugeriam a ida de Kemintiri para a Alemanha em busca de algo de extremo poder. Supostamente informações advindas de um contrato dela com Valerius Maior (Tremere - 5th Red List) que não surtiu efeito em seus experimentos.
    Outras Informações:

    Espada:


    Natasha – Toreador 8ª geração
    Morto:
    -Nome: Isabelle Loriet
    -Jogador: Stian
    -Natureza: Cientista
    -Comportamento: Diretor
    -Clã: Tremere
    -Geração: 7ª
    -Refúgio: Capela
    -Conceito: Aprendiz de Sexto Circulo

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘
    Destreza: ◘◘◘
    Vigor: ◘◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘
    Aparência: ◘◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘
    Esportes: ◘
    Briga: 
    Acuidade: ◘◘◘◘
    Empatia: ◘◘◘
    Expressão: ◘◘
    Intimidação: ◘
    Liderança: ◘
    Manha:
    Lábia: ◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios: ◘
    Condução:
    Etiqueta: ◘◘◘
    Armas de Fogo:
    Armas Brancas:
    Performance: ◘◘
    Segurança:
    Furtividade: ◘
    Sobrevivência: ◘

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘◘◘
    Computador:
    Finanças:
    Investigação: ◘◘
    Direito: ◘
    Medicina: ◘
    Ocultismo: ◘◘◘◘◘
    Política:
    Ciência: ◘◘◘
    Tecnologia:
    Conhecimento de clã (Tremere): ◘◘◘◘

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Dominação ◘
    Auspícios ◘◘◘
    Taumaturgia ◘◘◘◘◘
    - Linha do Sangue ◘◘◘◘◘
    - Biotaumaturgia ◘◘◘
    - Linha da Proteção
    - Contra Mágica Taumatúrgica ◘◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração ◘◘◘◘◘
    Mentor ◘◘◘◘◘
    Status ◘◘◘
    Recursos ◘◘◘◘
    Aliados ◘◘ (Maurice e Pierre)

    ─ Virtudes ─
    Consciência: ◘◘◘
    Autocontrole: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘◘

    ─ Humanidade ─
    ◘◘◘◘◘◘

    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘◘◘◘

    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Línguas (3pts): Alemão, Francês, Latim, Romeno, Espanhol e inglês.
    Habilidade Oracular (3pts)
    Linguista Nato (2pts)
    Aura Enganosa (1pt)
    Chamas do Passado: Edgard (-2pts)

    Rituais:
    Nivel 1: Defesa do Refúgio Sagrado, Pureza da Carne, Comunicar-se com o Senhor, Proteção contra o Mal da Madeira, Despertar com o Frescor do Amanhecer.
    Nivel 2: Foco Principal da Infusão de Vitae, Recorrer à Terra natal, Colocar a Máscara das Sombras, Proteção Contra Carniçais.
    Nivel 3: Pele do Toque Ígneo, Travessia Incorpórea, Escudo da Presença Pútrida.
    Nivel 4: Proteção contra Vampiros, Estilhaço-Servo.
    Nivel 5: Fugir para um Amigo Verdadeiro, Encantar Talismã.

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    - Cabelo: Preto
    - Cor dos Olhos: Verdes
    - Altura: 1,60m
    - Peso: 53 kgs
    - Idade Real: 345
    - Idade Aparente: 22
    - Nacionalidade: Italiana
    - Cor de Pele: Branca
    - Imagem:

    ┼ Prelúdio do Personagem ┼

    1658: Dois homens estranhos chegaram em nosso vilarejo, os boatos dizem que ambos são inquisidores da Igreja presentes por causa de meus lampejos do futuro, visões que tenho desde quando havia completado 6 anos de idade. Haviam começado cedo em minha vida, e sempre me avisavam da morte prematura de alguém próximo a mim, foi assim com meu tio Filipe. Maurice, meu irmão mais velho, me conforta dizendo que ninguém encostará em mim sem passar por ele, sorrio e acaricio o irmão que tanto amo.
    1664: Já estou passando da idade em que as moças estão se casando e recebem grandes cortejos, no entanto, ninguém corteja a mulher estranha da cidade, aquela que pode ver sua morte. Se apresentam a mim durante um baile de casamento na pequena cidade, os senhores Francesco e Edgard Loriet, pai e filho vindos de Roma.
    1665: Tenho uma visão perturbadora durante a noite, revelando uma terrível peste que assolará minha cidade além da morte de todos os meus entes queridos. Tento fugir à noite com Maurice, mas somos capturados com facilidade pelo tal Edgard. Francesco revela não ser pai de Edgard e nos abraça. Momentos depois da fome inicial ser saciada por uma camponesa mais jovem do que eu e um soldado no caso de Maurice, o velho homem nos conta de suas origens e de como vem observando a nós desde sua chegada na cidade. Ele revela sua linhagem e também comenta sobre minhas visões terem alguma semelhança com o antigo Tremere, primeiro cainita de nossa linhagem. Partimos para Roma, onde residiríamos em uma Capela, local onde este clã de feiticeiros poderosos praticava suas artes mágicas e discutiam assuntos arcanos diversos. Meu Senhor, Francesco era o Regente da Capela de Roma e muito influente na cidade. Eu e meu irmão fomos instruídos inicialmente por Edgard, até que algumas divergências de ponto de vista entre eu e ele, fizeram com que outro membro de outra camada hierárquica fosse designado para tal.
    1710: Eu e Maurice havíamos alcançado o quarto círculo como aprendizes do clã, minhas pesquisas e experimentos mágicos eram mais avançados do que os de meu irmão, mas ele acabara sendo mais influente e tendo mais participação na seita que pertencíamos, a Camarilla. Nosso Senhor mantinha-se no posto de Regente e por diversas vezes nos instruía diretamente no caminho certo de nossos estudos.
    1730: Minhas premonições voltaram mais fortes do que nunca, acordei suando sangue e com algo pesado em mente: Francesco seria destruído, por Edgard. Atravessei os corredores a passos largos, Maurice apenas me observando pôde perceber a gravidade do que eu revelaria a nosso Senhor. Entrei na sala dele enquanto o mesmo falava com Edgard e lhe contei sobre minha premonição, eu suava sangue e por vezes segurei as lágrimas rubras que tentavam exalar de meus olhos. Edgard foi exilado e desde então, tenho visto ele poucas vezes, suas teorias sobre poder além do conhecimento sempre divergiam com as minhas, tirando este fato nunca tivemos problemas diretos, afinal, ele era superior a mim desde sempre.
    1780: Quando alcançamos o quinto círculo de conhecimento do clã, Maurice foi enviado por Francesco para Paris, a Capital Francesa, a Capela de lá possuía um poderoso Regente e muito conhecido por nosso Senhor, chorei lágrimas em sua despedida, mas mantivemos o contato através de cartas.
    1830: Com a ida de meu irmão para a Capela, permaneci sozinha até que o inverno chegou. Pierre, um estudante do sexto círculo da Capela de Paris, poderoso, influente, eloquente e muito belo. Suas convicções e pensamentos nos fizeram dividir experimentos e pesquisas, suas linhas de atuação eram semelhantes as minhas e assim acabamos por dividir sentimentos um pelo outro, as noites não eram mais tão solitárias ao lado de Pierre, embora nosso estado de não-vida fosse diferente de ser entendido, ele era melhor compassado se estivéssemos em conjunto com alguém, não podia dizer inicialmente que aquilo era amor, afinal, meus estudos eram prioridade para minha escalada na pirâmide Tremere, mas os fazia em conjunto com o único homem que apareceu em minha vida, após mais de um século e meio de existência.
    1875: Francesco entra em torpor, antes disso, me deixa uma carta alertando sobre a presença de Edgard novamente em Roma. Faço contato com Maurice e o mesmo utilizando de sua influência consegue a minha transferência e a do corpo de nosso Senhor para a Capela de Paris. Me despeço de Pierre, com lágrimas, pois havia demorado tanto tempo para perceber o que realmente sentia por aquele homem. Na noite anterior a minha partida, me entreguei a ele como se ainda fossemos mortais, teria sido aquela a minha última noite com o amor da minha vida?
    1876: Chegando em Paris, a cidade me encantou devido a sua beleza além da imaginação, era realmente muito bela e a arte era muito valorizada naquele lugar. Tudo era exuberante e os Membros agiam de acordo com o Príncipe Villon, provavelmente o cainita mais antigo que eu já tenha presenciado. Em minha apresentação, conforme as tradições, sentia que ele já sabia tudo que eu diria e se mostrou até mesmo intrigado por minhas visões, mas não levou adiante, tanto é que apenas o vi em minha apresentação. Fui apresentada ao Regente da Capela de Paris por meu próprio irmão, ele mostrava-se duro, era um feiticeiro formidável e suas linhas de pesquisa e poder eram inexplicáveis. Me ofereci para ajudá-lo em busca de instrução nas mesmas, me mostrei capaz para acompanhar seu raciocínio por vezes, mas ele era um antigo membro da Capela de Ceoris, prole do grande Goratrix, este que agora fazia parte do Sabá. Sentia-me como a mosca que era perto dele, porém ele respeitava muito bem as tradições do clã e os ensinamentos dele me fizeram progredir muito em pouco tempo.
    1910: O tempo havia passado, minhas capacidades mágicas estavam cada vez mais sendo aperfeiçoadas e moldadas por meu mentor, ele havia se impressionado com minha progressão rápida, enquanto que a participação sempre ativa de meu irmão na Camarilla, fez com que o mesmo fosse indicado pelo Regente de Paris como um Arconte e o pedido havia sido aceito pela Justicar Gabrielle. Ele então partiu de seus afazeres na Capela para o Novo Mundo, me deixando preocupada com sua própria segurança. Eu e meu Senhor que ainda permanecia em torpor, ficamos sobre a proteção do Regente de Paris.
    1945: Durante o período de guerras, eu e Pierre nos distanciamos muito, a comunicação era complicada até mesmo pelos meios mágicos.
    1980: Me tornei uma estudante do sexto círculo graças aos ensinamentos e instrução do Regente da Capela de Paris, enquanto isso, trocavam-se os Justicares de postos e Maurice era mantido como Arconte, inclusive, ele fez grande fama nas táticas de tomada de território e em todos os planos de cerco às áreas contestadas.
    2002: O Regente de Paris me solicitou que viajasse até Berlim, para investigar um membro de sua linhagem que havia desaparecido. Ele garantiu que tomaria conta de Francesco durante minha estadia longe da Capela, ao mesmo tempo em que a última carta de Maurice falava sobre o Conclave que teria e sobre acompanhar a Justicar Ventrue até a cidade. Como se isso tudo não bastasse para ir até a cidade alemã, Pierre estava sendo deslocado de Roma para Berlim por algum motivo que o novo Regente da Capela italiana possuía.
    Morto:
    -Nome: Howard Blake
    -Jogador: Stian
    -Natureza: Esperto
    -Comportamento: Diretor
    -Conceito: Investidor
    -Clã: Ventrue
    -Geração: 8ª
    -Linhagem: Hellen (7ª), Frederic (6ª)

    -||Atributos||-
    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘
    Destreza: ◘◘◘
    Vigor: ◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘◘
    Aparência: ◘◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘
    Esportes: ◘
    Acuidade: ◘
    Briga: ◘
    Empatia:
    Expressão: ◘◘
    Intimidação: ◘◘
    Liderança: ◘◘
    Manha:
    Lábia: ◘◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios:
    Condução: ◘
    Etiqueta: ◘◘◘◘
    Armas de Fogo:
    Segurança:  
    Armas Brancas:
    Performance: ◘◘
    Furtividade:
    Sobrevivência:

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘
    Computador: ◘
    Finanças: ◘◘◘◘
    Investigação:
    Direito: ◘◘
    Medicina:
    Ocultismo: ◘◘
    Política: ◘◘◘
    Ciência:
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Fortitude ◘
    Presença ◘◘
    Dominação ◘◘◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração ◘◘◘◘
    Influência ◘◘◘◘
    Lacaios ◘◘
    Recursos ◘◘◘◘◘
    Status (no clã) ◘◘◘ (Lictor – Operativo)
    Status (seita) ◘◘ (Ancillae)
    Rebanho ◘◘

    ─ Virtudes ─
    Autocontrole: ◘◘◘
    Consciência: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘◘

    ─ Humanidade ─
    ◘◘◘◘◘◘

    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘◘◘

    - Pontos de Sangue -
    15
    Sangue Por Turno:
    3

    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Idiomas: Alemão e Espanhol (2pts)
    Prole Leal (2pts)
    Prole (1pt)
    Recém-Chegado (-1pt)

    ─ Outras Características ─
    Conhecimento de Clã (Ventrue): ◘◘◘
    Cultura da Camarilla: ◘◘◘

    ─ Informações Adicionais ─
    - Lacaios: John Foster (58 anos, carniçal desde 1990) e Max Calaghan (Guarda-costas, 43 anos, carniçal desde 1999)
    - Alimentação Restrita: Mulheres ruivas
    - Prole Leal: Olívia Johnson
    - Prole: Jessica Campbell

    ┼ Descrição do Personagem ┼
    - Cabelo: Castanho claro
    - Cor dos Olhos: azuis
    - Altura: 1,70m
    - Peso: 69 kgs
    - Idade Real:  187 anos
    - Idade Aparente: 32 anos
    - Nacionalidade: Americano
    - Cor de Pele: Branca
    - Imagem:

    ┼ História ┼

    1823: Presidente Americano James Monroe instaura a Doutrina Monroe. A família Blake, de origem americana, mas que residia em Londres devido aos ataques a Washington DC em 1814, retorna para os EUA. Família consistia do Sr. George A. Blake, sua esposa e dois filhos, Howard ( 8 ) e Thomas ( 5 ). O Patriarca era um dos mais conhecidos diplomatas americanos, havia sido enviado pelo governo para tratativas do final da Guerra de 1812, quando soube do ataque através do governo britânico, levou a família para Londres em 1813.
    1838: Morre aos 45 anos George Blake, controle da família passa para o filho mais velho, Howard Blake. Este já havia se envolvido na política e utilizava a bel prazer recursos advindos da carreira no governo que o pai havia conquistado.

    1850: EUA está entre uma das maiores potências regionais. No comando da família Blake, Howard mantém seu apoio aos democratas e já possui 60% da fortemente industrializada produção do norte do país. Sua influência no Senado era pesada, havia subornado diversos representantes pró-abolicionistas pensando em trazer assim os bons olhos estrangeiros para o país afim de expandir seus lucrativos investimentos para o outro lado do oceano. Seu irmão mais jovem havia se alistado e falecera na batalha contra os Mexicanos alguns anos antes.

    1851: Blake responde negativamente a uma proposta milionária por 50% de suas ações vinda de uma empresa britânica que havia se instaurado em Washington. Dois dias depois da recusa, uma reunião é marcada e em mais alguns dias o empresário encontra-se com Hellen Bridges. Seduzido pela mulher, ele vende metade de sua empresa para os britânicos.

    1852: Blake negocia com investidores internos do país, utilizando-se de sua influência no governo e maximiza totalmente os ganhos ao seu favor, desviando verbas do governo do recém-eleito Presidente Millard Fillmore, e compra 50% das ações da empresa britânica de Hellen Bridges através de associados políticos seus.

    1853: O golpe nos britânicos levou os olhos curiosos de Hellen para o maduro Blake, ela marcou outra reunião com o americano na mesma semana da reviravolta de acionistas americanos e britânicos. Na noite de 02 de outubro de 1853, Howard torna-se um Membro do clã Ventrue.

    1855: Howard, agora um cainita, utilizando de seus novos recursos, pratica outro hábil ato, quando convence seus associados mortais a vender suas ações para ele, a título de possível falência da empresa britânica, tudo um estratagema criado por sua Senhora para adquirir em nome da linhagem a herança financeira que o americano Blake possuía em vida, eximindo assim o nome do mesmo dos meios mortais. No final deste ano, inicia-se o Agoge de Howard, período dentro do clã Ventrue onde os neófitos são treinados para a sociedade cainita. No mesmo período, o neófito é apresentado ao Príncipe Brujah de Washington, Julian Franco, este que havia cedido ao pedido de criar progênie de Hellen como primógena do clã na cidade.

    1865: Nas vésperas da Guerra Civil americana, quando os lados pró-abolicionistas do norte e pró-escravista do sul se mantinham ainda em equilíbrio, desperta em Washington, Frederic antigo Barão de Chester, Senhor de Hellen.

    1866: Em primeira apresentação ao Príncipe Julian, há um poderoso atrito entre o recém-desperto Frederic e Julian. Como antigo senhor de Chester e muito mais antigo do que o Príncipe, questiona os meios de reinado sobre o domínio de Washington, pois identifica em pouquíssimo tempo as ameaças advindas da Espanha.
    Após o tempo do Agoge de Blake, Frederic coloca a prova as habilidades do neófito escolhido por Hellen.

    1870: Através da vitória na guerra civil, com o apoio camuflado de Blake aos republicanos através de Franck Hymes, seu carniçal, a escravidão é abolida e cada vez mais imigrantes chegam no país, aumentando o poderio da industrialização fortemente avançada que crescia no país, iniciando pelas construções de linhas férreas. Esta abertura a imigração como mão-de-obra no lugar dos negros, fez com que mais linhagens cainitas britânicas se aproximassem de Frederic, levando grande parte da influência da região contra o domínio do próprio Príncipe Julian.

    1898: Após uma análise de expansão territorial, utilizando-se novamente do nome e influência camuflada adquirida através do investimento político em seu carniçal Franck Hymes, decidiu-se que a tomada dos territórios de Porto Rico e Cuba, juntamente com o Havaí, tornaram o país uma grande potência mundial. Os estratagemas utilizados e empurrões de opiniões políticas foram introduzidos por Blake e sua senhora diretamente no Congresso americano. O Barão Frederic, em reunião no final do mesmo ano, reconheceu Howard como um Membro digno de sua linhagem, no local estavam presentes alguns cainitas da Gerousia local e rumores diziam que até mesmo um membro do diretório do clã camuflado havia participado, mas o nome e origens do mesmo nunca foram descobertas.

    1903: Chegada do Séc. XX, as Filipinas são território americano após mais uma derrota espanhola. Irritado com a grande influência britânica através de Frederic, o Príncipe arma secretamente um ataque secreto contra alvos-chave afim de minimizar os avanços Ventrue em sua cidade. Neste ataque, vários mortais do governo leais a Frederic morrem, incluindo Hymes, carniçal de Blake.

    1914: Inicio da Primeira Guerra Mundial, os recursos financeiros Ventrue são alocados para prestar auxílio ao Reino Unido, embora os EUA não queiram entrar na guerra abertamente. O Sabá surge em Washington, aproveitando-se do momento instável que a Camarilla local passava, com o Conselho Primógeno divido entre o antigo Príncipe e o Ancião Ventrue.

    1917: Os submarinos alemães afundam navios americanos, EUA entra na Guerra e o Príncipe Julian é caçado através da cidade pelos Membros do Sabá, encurralado em um distrito da cidade, não recebe auxilio de nenhum dos clãs da Camarilla. Após alguns meses, o mesmo desaparece e Frederic recebe através do Justicar Nosferatu Petrodon o status de novo Príncipe de Washington, elevando a extensão da influência do clã Ventrue para as outras cidades próximas. O Sabá é barrado pela resposta ofensiva da Camarilla, unificada agora através do ancião britânico, e acaba em um distrito pequeno da cidade.

    1930: Durante a grande Depressão, Howard recebeu do Príncipe Frederic a permissão para abraçar sua primeira prole. A mesma já havia sido escolhida a cerca de três anos e vinha servindo como carniçal de confiança, Olívia Johnson, herdeira de um influente banco no país e dona de uma ferocidade para os negócios muito estimada por Blake. No mesmo ano se deu início ao período de treinamento da mesma junto de seu Senhor, como mandavam as regras do clã.

    1944: A Segunda Guerra Mundial já caminhava para seu terceiro aniversário, quando um contato realizado por Frederic com os Príncipes Germânicos fracassam, a voz predominantemente impactante de Gustav Brendestein podia ser ouvida por toda a sala de comunicação da Camarilla de Washington, a mesma ameaçava o Príncipe Frederic “Não ouse!”.
    No final do mesmo ano, os americanos desembarcam na Normandia.

    1945: As bombas atômicas caem em Hiroshima e Nagazaki, a Segunda Grande guerra acaba e com isso os EUA começam a financiar a reconstrução do Japão e da Alemanha. No meio disso tudo, muitos recursos de Howard são agregados em diversos prédios e empreendimentos novos, empregos são gerados e o comércio começa a andar novamente após o impacto militar. Várias companhias são compradas a preço de banana e rapidamente agregam valor devido ao capital de giro investido com os dólares americanos.

    1960: Após a corrida aeroespacial e direitos civis, Blake e sua prole estabeleceram-se em San Francisco. A cidade não possuía uma Camarilla e após um contato imediato de um Membro de alto escalão do clã Ventrue, Blake tentava dimensionar os recursos necessários para criar uma estrutura sólida de ação na cidade. Sua prole, Olivia, agia com autonomia para diversos assuntos, embora fosse vigiada de perto por seu Senhor. Houve ainda um incidente em que a mesma vendeu ativos para um vendedor desconhecido, estes seriam utilizados para negociações futuras com investidores da própria San Francisco, um trunfo guardado de Blake para amedrontar as incursões anarquistas na cidade, uma falha muito grave, desde este incidente, os grilhões que prendiam Olivia a Howard tornaram-se muito mais pesados e curtos, o Ventrue mantinha sua prole cada vez mais próxima e sua Senhora havia lhe alertado que aquela falha deveria ser punida com a destruição da neófita.

    1975: Embora organizada, a cidade se mantém sobre domínio anarquista. Howard é chamado novamente a Washington, Frederic retornará ao seu sono e Hellen ocupará seu lugar durante o período. Antes disto, o próprio Barão retorna o aviso de cuidados com a prole e lhe cede uma nova oportunidade de abraço, tendo em vista o sucesso parcial que obteve na cidade de Baltimore.

    1984: Jessica Campbell é abraçada por Howard. Herdeira da antiga família Hymes, poderosos investidores do setor naval.

    1990: O Muro de Berlim cai. Olivia é apresentada por seu Senhor Howard como uma cainita digna do clã. Ela começa então a fazer parte do Grupo de Caça de Washington devido a nova força de ocupação Sabá vinda do leste. John Foster, da Foster Corporate empresa do ramo tecnológico, é o novo carniçal de Howard, cuidando diretamente do patrimônio e agindo em atividades de governança financeira, bem como monitoramento de recursos e bens ativos.

    2002 Dias Atuais: Através de uma reunião do clã, Hellen Bridges, solicita que sua prole Howard vá até Berlim apresentar apoio dos Ventrue Americanos ao Príncipe Wilhelm que têm demonstrado grande eficácia no domínio da capital alemã, oposto ao próprio Senhor, Gustav Brendestein. O clã vem monitorando há anos a movimentação e parece que agora é o momento certo e creditam que Howard possui as dignitas necessárias para tal contato direto. Howard então partirá, deixando John Foster controlando seu empreendimento, levará consigo apenas alguns assessores e seu guarda-costas Max. Suas duas proles o acompanharão, para serem devidamente apresentadas ao Príncipe Wilhelm.

    Linhagem e Lacaios:

    Barão Frederic - Príncipe de Washington


    Hellen Bridges - Senhora de Howard


    Olívia Johnson - Primeira Prole


    Jessica Campbell - Segunda Prole


    John Foster - Carniçal


    Max Calaghan - Carniçal
    Personagem Cancelado:
    -Nome: Valkyria Steindörff
    -Jogador: Supergirl
    -Natureza: Caçadora de Emoções
    -Comportamento: Rebelde
    -Conceito: Anarquista
    -Clã: Brujah
    -Geração: 8ª
    -Linhagem: Atílio (6ª), Desconhecido (7ª), Gregory (8ª)

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘
    Destreza: ◘◘◘◘
    Vigor: ◘◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘.◘
    Manipulação: ◘◘◘◘
    Aparência: ◘◘◘◘.◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘.◘
    Inteligência: ◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘.◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘
    Esportes: ◘.◘
    Presciência:  ◘
    Briga: ◘.◘
    Empatia: ◘
    Expressão:
    Intimidação: ◘◘
    Liderança: .◘◘
    Manha: ◘◘.◘
    Lábia: ◘.◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios: ◘
    Condução: ◘◘◘
    Etiqueta: ◘
    Armas de Fogo: ◘◘◘
    Segurança:  ◘
    Armas Brancas: ◘◘◘
    Performance:
    Furtividade: ◘◘
    Sobrevivência: ◘

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘
    Computador: ◘
    Finanças:
    Investigação:
    Direito:
    Medicina:
    Ocultismo: ◘◘
    Política:
    Ciência:
    Tecnologia: ◘◘

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Presença ◘
    Potência ◘
    Rapidez ◘◘◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração ◘◘◘◘
    Aliados ◘◘ (Norberth e Mikael, Nosferatus)
    Lacaios ◘◘ (Gerrard e Anthony, carniçais)
    Influência .◘
    Rebanho .◘◘
    Recursos .◘◘◘
    Status .◘◘ (Ancillae)
    Domínio .◘◘

    ─ Virtudes ─
    Consciência: ◘◘
    Autocontrole: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘◘◘

    ─ Humanidade ─
    ◘◘◘◘◘

    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘◘
    - Pontos de Sangue -
    15
    Sangue Por Turno:
    3
    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Línguas (1pt): Alemão
    Conhecedor Subterrâneo (3pts)
    Voz Encantadora (2pts)
    Segredo Sombrio (-1pt): A diablerie do Brujah antigo
    Pesadelos (-2pts): Após a diablerie, a cainita tem problemas para dormir
    Inimigo (-2pts): O Brujah diablerizado possuía outra cria além de Gregory e está no encalço de Valkyria para localizar seu Senhor desaparecido.
    Brisa Frígida (-1pt)

    ─ Outras Características ─
    - Anda armada com revolver calibre .38
    - É líder de uma gangue de motociclistas (os Lacaios são os “homens de confiança”, carniçais)
    - Rebanho são os membros de gangue a qual ela lidera
    - Domínio, antiga estação de trem do lado Ocidental da cidade, domínio este divido com seus dois aliados Nosferatu
    - Possui influência leve nas gangues da cidade
    - Sempre utiliza roupas que mostrem grande partes de seu corpo, normalmente rasgadas.

    ─ Informações Adicionais ─

    ┼ Descrição do Personagem ┼
    - Cabelo: Castanho Claro
    - Cor dos Olhos:  Verdes
    - Altura: 1,73
    - Peso: 59 kgs
    - Idade Real: 120 anos
    - Idade Aparente: 28 anos
    - Nacionalidade: Russa
    - Cor de Pele: Branca
    - Imagem:


    ┼ História ┼

    Para nós Brujah, a não-vida sempre foi cheia de paixões e emoções como nunca havíamos presenciado antes, nossos corações mortos queimavam e ansiavam por adrenalina, novidades, inovações e claro, revoltas.
    Após a queda de minha querida Cartago, perambulei pelo que viria a ser a Europa, conquistei um feudo e criei meu primeiro predecessor após quatro séculos, Gregory. Ele era muito jovem, suas aspirações ao poder eram incríveis e a maneira com que ele levava a sua não-vida me gerava uma curiosidade e animação inacreditáveis, ele parecia vivo embora precisasse se esconder do sol como todos os cainitas. Eu e minha progênie rastreamos através dos estreitos territórios Brujah a localização de meu Senhor Atílio o Indomável, isso levou muito tempo e recursos até que finalmente concluímos nossa busca.
    Ele estava em um estado que conhecemos como torpor, ferido e em sono profundo aguardando os séculos passarem em catacumbas muito profundas, mas eu queria aquele poder todo para mim e então drenei sua essência alcançando a sexta geração em nossa linhagem.
    O sono dos antigos chegou a mim muito mais rápido do que esperava, uma consequência do ato que cometi com meu antigo Senhor, e então adormeci deixando Gregory tomando conta de todo meu domínio.
    Durante meu sono, acredito que tenham se passados alguns séculos, recebi uma estaca em meu peito pelas mãos de minha própria progênie, parecia uma maldição rogada por meu Senhor pelo ato que cometi a ele, durante o sono havia refletido muito sobre tudo e acabei me arrependendo do que havia feito, era um ato hediondo e só os amaldiçoados Salubri eram sugadores de almas.
    Permaneci estaqueado por diversos anos, sempre preso no domínio que era meu por direito, mas sobre a custódia de minha cria traidora, enquanto ele reinava sobre uma cidade que brotava no meio do gelo e de uma guerra. Pude sentir que outro sangue antigo havia despertado, mas muito mais velho e poderoso, levei isso como um sinal.
    Gregory possuía três crias, todas mulheres muito belas e com rostos angelicais. Até que um dia, duas delas localizaram meu cárcere abaixo do castelo e dominadas pela curiosidade arrancaram a estaca de meu peito. Por precaução, havia guardado uma parte de minha vitae para alguma oportunidade e para não acordar sedento pela fome como era comum, então consegui derrota-las facilmente e fiz com que encontrassem suas mortes finais rapidamente, pois eu não havia consentido para àqueles dois Abraços.
    Gregory chegou ao seu domínio e vislumbrou as cinzas de suas duas crias aos seus pés, ele urrou de raiva e partiu em direção ao porão abaixo de seu esconderijo onde residia o meu corpo inerte.
    Eu o golpeei e o surrei, então resolvi me vingar pelos séculos perdidos com aquela estaca enfiada em meu peito e suguei sua vitae, como fiz com meu Senhor Atilio. Senti minhas forças se renovarem, mas alguém se esgueirou fora de minha visão e novamente enfiou-me um maldito pedaço de madeira em minhas costas me tornando nada mais que um cadáver.
    Ela era bela e chorou sangue ao ver as cinzas de Gregory no chão, ela então me olhou com todo aquele ódio vindo e estremeceu, com uma faca de cozinha me retalhou a duros golpes, mas não me garantindo uma morte final e nem sequer um torpor. Ela então bateu a porta e subiu para os andares acima.
    No dia seguinte, trouxe um humano velho para o porão onde eu estava e gotejou o sangue do mesmo em minha garganta, ela iria me torturar, mas por quanto tempo? Eu não tinha resposta, até que ela começou a falar comigo semanas depois.
    Me contou de onde era, em que ano estávamos, falou sobre Seitas de vampiros, uma que protegia uma tal máscara e outra que era muito mais liberal e não seguia seus anciões e que ela e Gregory não pertenciam a nenhuma das duas embora eu tenha tido uma grande afinidade com uma tal de Camarilla pela maneira que operam.
    Não se passou um século e ela me contou que deveria ir embora, me perguntava se ela era maluca, pois falava com uma estátua de carne e osso.
    Ela mordeu meu pescoço, levou minhas paixões, minha liberdade, meu sangue e por fim, minha alma.

    Nos dias atuais:

    Uma brujah perigosa, isso pode me definir, não me curvo a burocratas quadrados e muito menos a Príncipes anciões com milênios de idade presos em seus castelos e cercados de seus bajuladores imortais. A vida era bela antes de me tornar o que sou, os dias eram frios e o sol tocava a pele e aquecia levemente o rosto, agora tudo era negro e cinza. Não podemos confiar em ninguém e os mais antigos tecem planos sobre planos para nos controlarem como se fossemos marionetes em um jogo incansável pela tal guerra deles com os mais jovens. Sabá e Camarilla estão sempre em guerra, de um lado a selvageria dos revoltosos Membros do Sabá e do outro a suposta superioridade dos anos de existência dos anciões.
    Não sou antiga e muito menos gosto de anciões, cometi um crime e jamais seria aceita na Camarilla e prefiro virar cinzas do que me afiliar a essa porcaria de Sabá, não quero ficar bebendo sangue de meu próprio bando todas as noites e fingir que somos a igreja católica.
    Viajei de Moscou para Berlim nos últimos cinquenta anos, vi o tal muro cair e o Príncipe Gustav quase encontrar o Diabo, vi a cria dele Wilheim tomar conta da metade da cidade e ter o consentimento da Camarilla. Dizem que a própria Camarilla não gosta do ancião Ventrue por causa de uma história de ter matado um dos tais Justicares.
    Através das noites, encontrei um refúgio em uma antiga estação de trem abandonada e fiz amizade com dois Nosferatus que residiam por lá, apesar da aparência e cheiro deles, foram muito receptivos. Eu acho que o fato de minha pele ainda ser lisa os faz lembrar seus próprios rostos. Eles são autodenominados “anarquistas” e me apresentaram um tal Dietler Kotlar, o qual me seduziu com seus ideais de liberdade e igualdade entre os cainitas, chamado de Barão pelos demais.
    O que eu fazia quando era humana? Bem, podemos dizer que eu mexia muito com a cabeça dos homens... prostituta? Não, não.... Eu era modelo, filha de país muito ricos, mas sempre fui a rebelde sem limites da casa, era a caçula e única menina entre cinco irmãos. Fugi de casa ainda jovem e encontrei Gregory. O resto, todos sabem.

    Lacaios:
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    Miac

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    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por Miac em 24/11/2015, 20:04

    Morrido:
    -Nome: Ulrich Heike Klaus
    -Jogador: Miac
    -Natureza: Mártir
    -Comportamento: Visionário
    -Conceito: Intelectual Rebelde
    -Clã: Tremere
    -Geração: 9º
    -Senhor: Maggie Aartrox Valerius

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘ ◘
    Destreza: ◘ ◘
    Vigor: ◘ ◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘ ◘◘
    Manipulação: ◘ ◘
    Aparência: ◘ ◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘ ◘◘
    Inteligência: ◘ ◘◘◘
    Raciocínio: ◘ ◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘
    Esportes: ◘
    Presciência: ◘◘
    Briga: ◘
    Empatia: ◘
    Expressão: ◘
    Intimidação:
    Liderança:
    Manha:
    Lábia:

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais: ◘◘
    Ofícios:
    Condução: ◘◘
    Etiqueta:
    Armas de Fogo: ◘
    Segurança:
    Armas Brancas: ◘◘◘
    Performance: ◘
    Furtividade:
    Sobrevivência:

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘◘
    Computador: ◘◘
    Finanças: ◘◘
    Investigação: ◘
    Direito: ◘◘
    Medicina:
    Ocultismo: ◘◘◘
    Política:
    Ciência:
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Auspicio ◘
    Dominação ◘
    Taumaturgia (Primaria: Linha do Sangue) ◘
    Linha do Sangue ◘◘
    Movimento da Mente
    ─ Antecedentes ─
    Geração ◘◘◘◘
    Recursos ◘◘◘◘
    Mentor ◘◘

    ─ Virtudes ─
    Consciência/Convicção: ◘ ◘◘
    Autocontrole/Instinto: ◘ ◘◘
    Coragem: ◘ ◘◘◘

    ─ Humanidade/Caminho ─
    ◘◘◘◘◘.◘
    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘◘
    - Pontos de Sangue -
    14
    Sangue Por Turno:
    2
    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Digestão Eficiente 3pts
    Concentração 1pt
    Linguista Nato 1pt

    ─ Outras Características ─
    Ulrick sempre esta andando com roupas largas e escondendo seu rosto com um capuz, ele ainda sente culpa pela morte de sua irmã.
    O mesmo tem diversas tatuagens pelo corpo.
    ─ Rituais ─
    Comunicar-se com o Senhor Nível 1
    Dominó da Vida Nível 1
    Trilha do Sangue Nível 2
    ─ Informações Adicionais ─

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    - Cabelo: Negros
    - Cor dos Olhos: Verdes
    - Altura: 1.96
    - Peso: 97
    - Idade Real: 67
    - Idade Aparente: 23
    - Nacionalidade: Alemã
    - Cor de Pele: Branca
    - Imagem:


    ┼ História ┼
    [i]“A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nós enquanto vivemos...”
    Ulrich Heike Klaus

    Deixarei bem claro aqui em meu diário que eu odeio isso, detesto ficar nesse quarto escrevendo, mas ela me obriga há isso, disse que devo ser mais responsável e que caso eu faça as escolhas certas, no futuro isso vai me mostrar de onde eu vim...

    Não nasci em Berlim...vim de Hamburgo, morava basicamente as margens do Rio Helba, me lembro de ficar deitado no colo de minha irmã na varanda recebendo o calor do sol, ela me contava histórias e folclores.
    Minha mãe por sua vez estava sempre costurando algo ou fazendo alguma coisa para nós comermos. Éramos felizes até meu pai perder o emprego.
    Sir Valentin Heike Klaus um homem justo, honesto e polido até encontrar o álcool, após perder seu emprego de banqueiro meu pai decidiu abrir seu próprio negócio, um mercado em Berlim, meus tios lá moravam e iriam entrar como sócios.
    Anos se passaram e Sofie que era mais velha que eu, foi viajar em estudos, ela sempre fora um gênio, carismática e linda mesmo sempre usando roupas mais largas para diminuir sua insegurança com o corpo.
    Nunca gostei de estudar ou ficar com a cara em meio a livros...deveras não sei o que faço aqui!
    Já tinha meus 11 para 12 anos quando cheguei em casa e avistei minha mãe no canto da cozinha chorando e com a mão no rosto, tentei acalma-la, o que arrumei foi uns puxões de orelha e ir dormir sem sobremesa. Ela estava triste e eu queria saber o motivo, acordei com alguns gritos de minha mãe pedindo para alguém parar, corri para ver o que estava acontecendo, e lá estava meu Pai tentando bater em minha mãe, só que ele estava realmente muito bêbado, me lembro de ter gritado para ele parar e só.
    Acordei no outro dia com o olho roxo e algumas marcas em meu corpo. Aprendi que para minha mãe não apanhar eu deveria provocar sempre meu pai.
    Mudei de escola por diversas vezes e me expulsaram até mesmo de um internato, os motivos eram diversos, brigas, insubordinação e calunias contra meus “colegas” e professores.
    Por mais que eu tenha feito com que o mundo a minha volta tenha se tonado um caos eu no fundo ainda apreciava ver minha mãe completamente “limpa” e linda, depois das surras que meu pai me dava ela sempre vinha cuidar das minhas feridas, me dava um beijo na testa e falava que eu era mais forte que ela por aguentar ele assim, aquilo dilacerava minha alma.

    Aos 16 anos minha irmã voltou com uma Senhora, estranho que elas vieram de noite, o navio estava vazio e eu morrendo de sono, a mulher era linda, mas falava daquele jeito esnobe que só Sofie conseguia apreciar.

    As aulas de Sofie eram sempre de noite e por mais que meu pai chegasse bêbado em casa o velho nunca encostou em um fio de cabelo dela, era estranho, em contra partida lá ia eu de novo apanhar.
    Em uma noite Sofie estava aos gritos com sua Professora, minha irmã falava que aquilo era um poema norueguês antigo e a mulher falando que não era, e por horas Sofie ficou e ficou chutando tudo que é língua, fui até o quarto dela e as duas me olharam com um fervor que pensei que iria morrer ali mesmo, apontei para um chifre enfeitado que ela tinha como decoração em seu guardo e disse que o maldito poema que ela citou a noite inteira era germânico!
    “-Línguas germânicas antigas compartilham um padrão prosódico com predominância na esquerda, agora vocês duas vão dormir pelo amor de Deus!”
    A mulher me olhou apenas de rabo de olho e anotou algo em seu caderno, minha irmã por sua vez me atirou do quarto.
    As palavras ou talvez até mesmo o mundo que eu vejo e sinto são diferentes, vejo textos se mexendo e criando coisas novas, formulas se resolviam sozinhas em minha mente, nunca contei isso para ninguém, não queria ser alguém assim, não poderia ser.
    Os anos se passaram como todos os outros, Valentin continuou a beber mais e mais, as surras continuavam constantes, Sofie havia se tornado uma mulher linda, só que ainda insegura, a guerra interna de Berlim estava sendo ruim para todos e tudo, militantes nas ruas, protestos a todo momento, um verdadeiro holocausto da cidade. Minha irmã havia se mudado, comprou uma bela casa próximo ao portão de Brandeburgo, por mais que os homens investissem nela, e os familiares a pressionassem Sofie não me parecia ceder aos flertes ou se incomodar em ser uma mulher solteira. Maggie que foi a professora de Sofie por anos agora era sua amiga e vivia com ela na nova casa, quando passava lá durante o dia eu via Sofie lendo e lendo, revendo e escrevendo. Ao cair da noite a mulher aparecia, cabelos negros como a noite, olhos grandes de um castanho claro exótico, pele branca, dava para ver algumas veias em seu braço, roupas sempre bem limpas e cortadas na medida certa, carregava com sigo uma espécie de diário que estava sempre o relendo. Não conversávamos muito, deixamos claro um para o outro que não nós gostávamos, era uma ética perigosa, alfinetadas e indiretas eram constantes.
    Não havia iniciado em nenhuma academia educacional após me formar, comecei a trabalhar na biblioteca, cuidava das finanças, realmente era algo simples e fácil para se fazer...
    Estava com minha mãe próximo ao muro, era estranho ver a movimentação naquela hora da noite, minha mãe estava me contando o do por que havia brigado com meu pai novamente, as vezes ela me pegava para cristo, já não morava mais naquela casa mais ainda me preocupava muito com ela, ela estava tomando um chã de folhas verdes e eu um café. Foi quando nós deparamos com aquele que seria o fruto da minha danação! Um homem de porte forte causando grande alvoroço estava a alguns metros de distancia, sua voz parecia um trovão que cortava os céus e sua presença era sufocante.
    Não me lembro ao certo como começou, já faz tempo e remoer isso é tão prejudicial para mim quanto um ex alcoólatra que sente o gosto da bebida. Vi ele ordenar para que um grupo discreto parasse de fazer algo no muro o que gerou uma briga, homens caindo ao chão com apenas um olhar daquele homem e mulheres lhe dando tapas e socos, era como socar uma parede. Por fim vi Maggie e Sofie caminhando calmamente na direção daquele homem, Sofie estava diferente havia um brilho em seus olhos que não era natural. Ela nos viu e ficou assustada com a nossa presença, Maggie lhe tomou a frente e disse que deveríamos ir embora, minha mãe se demonstrou contra e o Homem caminhou em nossa direção, neste momento Sofie deu uma especie de soco no ar fazendo uma bola de fogo do tamanho de uma cabeça ser lançada na direção dele, ele apenas bateu com a mão nela e com a outra apagou o fogo que ali estava. Tentei tomar a frente daquilo mesmo assustado e antes mesmo de falar algo eu levei uma especie de tapa, o que fez minha mandíbula sair do lugar, voei por uns 2 metros e desmaiei.
    Quando acordei, eu via pessoas correndo de um lado para o outro, o mundo girava, havia cinzas, focos de fogo e sangue para onde eu olhasse, vi minha mãe com um caixa torácica aberta, eu me arrastei para ela.
    Minha cabeça doía, meu corpo tremia, as lagrimas escorriam pelo meu rosto sujo e machucado, eu a segurei com tanta força, chamei por Deus, Anjos e qualquer divindade que pudesse aparecer ali, queria respostas...acho que o Diabo sorriu naquele momento e estava decidido que naquela noite não haveria coisas boas. Maggie surgia no meio da fumaça com apenas um braço, a mulher andava normalmente e segurava o membro amputado com a outra mão, ela me olhou diretamente nos olhos e disse que precisava de uma ajuda, imediatamente fui de encontro há ela lhe ajudar, ao segura-la em meus braços senti uma leve fisgada no pescoço, era excitante, os dois caíram no chão...
    Acordei em um quarto amplo, havia fumaça por todo ele, uma mulher dormia ao meu lado, seu cheiro era doce, podia sentir seu coração batendo, suas veias pulsando, o calor de sua pele e até mesmo um barulho bem sutil que deduzi ser o sangue dela caminhando por todas as suas articulações, forcei a respiração e consegui distinguir o cheiro de incenso, uma pontada na barriga me fez ver que estava tremendo de fome, não era algo normal, era uma dor forte e dilaceradora, ouvi uma voz ao fundo.
    “Não force seu olfato criança, você tem pouco sangue em seu corpo, vai sentir coisas que nunca sentiu antes...sua primeira refeição!”
    Um alfinete, perfurou o pescoço da mulher e uma fina gota de sangue brotou do pescoço da mesma, a dor que sentia se tornou insuportável, a fumaça que estava no quarto davam formas as cenas do acontecido e como magica eu pude ver: Minha mãe sendo arremessada na direção de uma chama, Sofie gritando histérica e pulando em cima do homem que por sua vez atravessou o peito dela com as mãos, ela chorava sangue enquanto em uma lufada de ar seu corpo se desfez em pó, Maggie e o outro rapaz atirando diversos objetos no homem em desespero, um caia igual minha irmã e sumindo em cinzas, a mulher teve o braço arrancado e foi arremessada para longe...apenas meu ódio aumentava, ele havia matado todos que eram importantes para mim. Podia ver o rosto de minha irmã e Mãe falando: “- Gustav...Gustav...”
    Minha boca estava cheia de sangue e a mulher ao meu lado morta, a fumaça estava diminuindo, vejo diversas tigelas com água nos cantos do quarto e velas, muitas velas, havia dois vasos com cinzas e dois retratos, um de Morgana e outro de Sofie, Maggie estava me olhando seriamente e por incrível que pareça com os dois braços, sua voz demonstrava tristeza e sofrimento...talvez aquilo tenha me comovido, não por ela, não por mim, mas por Sofie.
    “Sua irmã tinha futuro, uma jovem de mente brilhante, perdi muitos anos ensinando ela alguma doutrina, e agora...comedi meu primeiro erro após minha morte e não desejo cometer outros, ela...Sofie sempre dizia que desejava um homem como seu irmão, leal, que tivesse a coragem para quebrar algumas regras e mesmo assim poder sorrir, um verdadeiro rebelde sem causa, que adora poemas e é inteligente, mas que não conta ou assume vantagem sobre algo...ela queria ser como seu irmão mais novo, e agora está morta para sempre! Gustav é o nome do homem que a matou, Gustav é o monstro que arremessou sua mãe, Gustav é a causa disso tudo...se deseja a cabeça de Gustav eu e minha família somos a sua melhor opção de conseguir isso”
    Os anos que se passaram foram duros para mim quanto para minha senhora, Maggie por vezes se demonstrava sem entender o rancor que me consumia com tanto brutalidade que a fez me deixar excluso do mundo cainita.
    Instável e revoltoso, foi assim meu primeiros 30 anos como cainita, me recusava a obedecer quem quer que fosse, me recusava a receber qualquer instrução que fosse, por diversas vezes fui punido por Maggie, fome, e outras formas dela tentar me fazer acordar das minhas trevas.
    Em minha primeira aparição na capela eu iria estudar com um grupo novo e quase acabei destruindo os documentos de estudos, tentaram me corrigir e fui tão ríspido e cruel como só eu era, aquilo abalou Maggie de uma forma que eu nunca havia visto, foi nessa e época que ganhei a alcunha de hermético.
    Faz uns 20 anos que eu me decidi mudar, me dar uma causa e um foco para tudo que sinto, ainda me é difícil aceitar algumas coisas. Já consigo estudar sem perder o controle e me desesperar em procurar uma saída mais rápida para a solução, consigo ter conversas mais longas e retirar minhas duvidas com minha senhora, sei que ainda lhe causo preocupação por ser como sou, só que de longe eu estou me tornando uma imagem fosca do que rebelde que fui um dia.

    Morgana Heike Klaus - Mãe


    Sofie Heike Klaus - Irmã


    Valentin Heike Klaus - Pai


    Maggie Aartrox Valerius - Senhora
    Morto:
    -Nome:  Heike Burkhard Huberman
    -Jogador: Miac
    -Natureza:  Excêntrico
    -Comportamento: Malandro
    -Conceito:   Historiador
    -Clã:  Malkaviano
    -Geração: 7º
    -Senhor:  Zotto Niemand
    -Linhagem: Demtius
    - Fraqueza do clã: Fuga

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘ ◘
    Destreza: ◘ ◘◘
    Vigor: ◘ ◘
    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘ ◘◘
    Manipulação: ◘ ◘
    Aparência: ◘ ◘
    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘ ◘◘
    Inteligência: ◘ ◘◘◘
    Raciocínio: ◘ ◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─
    Prontidão:  ◘◘
    Esportes:
    Acuidade:  
    Briga:  
    Empatia:  ◘◘◘
    Expressão:  ◘◘
    Intimidação:  ◘◘◘
    Liderança: ◘
    Manha: ◘
    Lábia:  ◘◘◘
    ─ Perícias ─
    Empatia c/Animais:
    Ofícios:
    Condução:   ◘
    Etiqueta:  ◘◘
    Armas de Fogo: ◘◘
    Segurança:  
    Armas Brancas: ◘◘
    Performance:  ◘◘
    Furtividade:  ◘◘◘
    Sobrevivência:
    ─ Conhecimentos ─
    Acadêmicos: ◘◘◘◘
    Computador: ◘
    Finanças: ◘
    Investigação:  ◘◘◘
    Direito: ◘
    Medicina:
    Ocultismo: ◘◘
    Política:
    Ciência:
    Tecnologia:
    História: ◘◘◘◘

    -||Vantagens||-
    ─ Disciplinas ─

    Auspícios: ◘◘
    Dominação: ◘
    Ofuscação: ◘◘

    ─ Antecedentes ─

    Recursos: ◘◘◘◘
    Geração: ◘◘◘
    Mentor: ◘◘◘◘
    Aliada: ◘ ( Tamara Pavliuchenko )


    ─ Virtudes ─
    Consciência/Convicção: ◘◘
    Autocontrole/Instinto: ◘◘
    Coragem: ◘ ◘◘◘

    ─ Trilha do Poder e da Voz interior ─

    ◘◘◘◘

    ─ Força de vontade ─

    ◘◘◘◘◘.

    ─ Qualidades ─

    Ingerir Comida Ql1
    Rubor de Saúde Ql2
    Língua ( Alemão, Inglês, Latim, Egípcia (aqueles símbolos), Grego, Francês e afro-asiaticas)Ql3
    Linguista Nato Ql2
    Inofensivo aos Animais Ql1
    Voz Encantadora Ql2
    Ex-Carniçal Ql3 (100)
    Senhor de Prestigio Ql1

    ─ Defeitos ─

    Amnesia Df2
    Perturbação 3 Df3

    ─ Outras Características ─

    ─ Rituais  ─

    ─ Informações Adicionais  ─

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    -Idade: 185 ( Carniçal + Abraço )
    -Idade Aparente: 34
    -Data de Nascimento: 1815
    -Data da Morte: 1949
    -Cabelos: Castanhos
    -Olhos: Castanhos
    -Raça: Branca
    -Nacionalidade: Alemão
    -Peso: 70
    -Altura: 1:80
    -Sexo: Masculino
    -Imagem:
    ┼ História ┼

    1815 – Hamburgo

    Nascido de uma família de classe alta Heike era o terceiro filho da linhagem de Jürgen Kend Huberman, um empresário do setor automobilístico, sua mãe Anne Burkhard Huberman foi uma artista tímida e reclusa devido ao comportamento obsessivo de seu pai. O que acarretava em obras criadas e exclusivamente apresentadas para ele, como peças, quadros e poemas.
    Ele e suas irmãs eram sempre os protagonistas das peças, o que nunca foi do contentamento do jovem Heike.
    Bem instruído desde criança o menino tinha uma pequena obsessão pela história, está em seu geral. Grega, romana, asteca e inca eram suas preferidas, sua mãe sempre o apoiava em suas leituras e anotações que levavam meses, já seu pai acreditava que aquilo era simplesmente perda de tempo e de seu potencial.

    A Dama de prata Cap. 1
    Sua primeira irmã e a mais velha é a indescritível e linda Ester Burkhard Huberman, 10 anos mais velha que ele, já em sua plenitude a mesma era uma atraente e talentosa compositora de música clássica. Cantora e compositora a mesma se destacava no meio dominado pelos homens.

    O que a fez cria grande fama na época. Heike ia a diversos concertos e adorava conversar com as pessoas que lá estavam.

    Com lindos cabeços castanhos e olhos tão sinceros e abertos que faziam os homens se apaixonarem por ela apenas quando esta sorria.

    Imagine que seu traços e gostos pela arte vem diretamente dela e de sua mãe, alicerces para sua educação e postura com as palavras, sempre lhe tocando piano quando desejava e cuidando de ti. Sua expiração e demonstração que o mundo era tão belo e todo seu naquela época.

    Sua bela e linda irmã tão branca como a mais pura prata.

    1825 – Estranho gosto

    Foi em um desses concertos que Heike conheceu uma jovem de 18 anos Elizabeth Miller, ela era uma garçonete, estudante de música clássica que veio para a Alemanha quando ainda tinha 5 anos de idade, Filha do Sargento Coronel Owner Miller descendente de ingleses e sua mãe Marianne Miller, descendente de espanhóis, ela morava em Hamburgo, em uma quitinete no 7º andar, possuía dois gatos, estava de paquera com um advogado e como amava aquele homem, eram muitos sonhos que a mesma mantinha em um futuro com ele. Sua comida preferida era cordeiro com um bom molho de hortelã...
    Deus como uma criança poderia se empenhar tanto assim em conseguir tudo isso, sua irmã ficava abismada com a capacidade do menino em se dedicar aquilo. Ela o chamava de pequeno galanteador, dizia Ester.
    Havia um diário com todas essas anotações, até que 6 meses depois de conhecer a jovem em uma conversa casual com a irmã de Heike, Elizabeth começou a falar sobre seus planos para o futuro e como as coisas iam fluindo da maneira que ela desejava. Mas estranhamente Heike “revelou” tudo que ela iria disser. No fim da conversa o pequeno entregava o diário para Elizabeth, nele havia diversas anotações sobre a moça, hobbies e afins. Ela agradeceu o presente e ambos se tornaram em partes bons amigos.

    1831 – Um espirito livre.

    Heike já era um jovem promissor na Ciência da arqueologia, tento a possibilidade de viajar por diversas vezes para África e Espanha, ele mantinha todas as viagens documentadas de uma maneira clara e limpa, sentimentos e emoções, todas descritas ali.
    Diversos diários faziam parte de sua bagagem como adorava ler e escrever sobre aquelas coisas. Logo poderia realizar seu sonho em fazer arqueologia e poder explorar o mundo e conhecer toda sua história.

    Dama de ferro Cap. 1

    Evelyn Burkhard Huberman, irmã do meio de Heike, uma mulher que desde sempre se demonstrou determinada com aquilo que desejava, admirava a arte, apenas isso. Suas verdadeiras capacidades eram com o dialogo e negociações. O que fazia Heike sempre ficar sem dinheiro na presença dela, persuasiva e levemente arrogante.
    Conhecido na empresa de seu pai como a Dama de ferro por nunca ter namorado ou deixado qualquer homem se aproximar a mulher se mantinha no poder absoluto e as vezes até questionando seu próprio pai sobre os negócios.
    Heike não se metia nesses assuntos pois já estava quase a terminar sua faculdade de arqueologia, uma grande luta para ele já que seu pai se negava a acreditar que o filho mais novo e único homem da família deixava sua irmã no comando de tudo.
    Porém, o que chamava atenção nos dois era suas pausas e argumentações sobre a vida e tudo que nela englobava, ambos ficavam noites afinco conversando sobre isso e aniquilando sempre uma ou duas garrafas de whisky.
    Mia estava viajando pela Europa e Evelyn desejava fazer o mesmo. Mas seu novo sócio o Senhor Harvey não lhe permitia, era impressionante e assustador como aquele homem dominava Evelyn, era ele falar e as coisas se tornavam leis. Heike nunca se questionou sobre e apenas observava o rapaz que parecia ser um líder nato.

    Traços de sua determinação e convicção veem diretamente desta mulher, que havia superado seu pai a muitos anos, a realidade que lhe moldava de maneira sutil a seguir com seu sonho sem medo de represarias.

    Improvável que suas afirmações e modo de fala não tenham vindos por influência dela.

    Sua feroz e indomável irmã, tão realista e fria como o aço aos olhos de todos, mas que lhe dava uma sensação de segurança indescritível quando ao seu lado. O fazendo determinado sempre.

    1840 – O Futuro mergulha no passado.

    Já formado e conseguido persuadir seu pai e lhe financiar sobre o globo para suas descobertas o jovem Heike começou a viajar o mundo.

    Começou sua expedição no continente africano e de lá passou seguindo para França e Ásia. Enviava todas suas anotações para seu pai e a faculdade a qual havia se formado, o que gerou diversos artigos de ajuda acadêmica.

    O que lhe deixou fora de casa por diversos e diversos anos. Ele aprendeu a conviver com o pouco e a dar valor para o pouco que conseguia. Não havia luxo ou regalias para ele, mas sua satisfação era imensa em viver seu sonho.

    Conseguiu ampliar seu dialeto em um potencial incrível. Por cerca de 9 anos o mesmo se manteve longe de casa e sua última parada seria na Grécia. Iria visitar uma remota ilha de Psara onde em suas descobertas ouviu falar sobre um Deus que lá dormia.


    1849 – Deuses não existem.
    Por quase meio ano o rapaz procurou pela caverna que havia ouvido falar, estranhamente a mesma não era conhecida localmente e muito menos mapeada, em uma busca desesperada o rapaz realizou um treinamento intensivo de mergulho, pois naquela região a centenas de anos atrás a ilha uma até 5 vezes maior. Os equipamentos eram escassos.
    Esperou pacientemente a melhor lua e horário para que a mare estivesse o mais baixa possível para assim realizar sua exploração, por horas o mesmo e seu grupo procuraram e procuraram por algo que pudesse ser uma passagem de alguma caverna. Já fadigado e quase desistindo. Um dos mergulhadores foi bruscamente sugado por uma torrente de água e jogado para uma caverna submersa.
    Este voltou e contou para Heike, ele dispensou o homem pois o mesmo estava com a perna bem ferida devido a batida nas rochas. Lá chegando a exploração foi bem-sucedida, diversos pergaminhos e obras de arte únicas, jamais tocadas pelos homens do novo mundo, um verdadeiro tesouro arqueológico. O que chamava a atenção no luar era um caixão de pedra com gravuras que diziam que ali havia um Vrykolakas.
    Os trabalhos do amor
    Ao voltar para Alemanha com Zotto o mesmo se estabeleceu na casa de Heike que o fez criar um quarto para o mesmo e que só sairia ao anoitecer, forçava o rapaz a lhe seguir para onde bem entendesse. Foi em uma dessas saídas que o tedio lhe tomou conta e ele viu uma linda mulher com seu amado ao lado.
    Zotto disse que Heike deveria seduzir a mulher que ele cuidaria do homem, assim o fez sem questionar, não sentia nada pela mulher, mas seu carisma foi forte o suficiente para marcar um encontro na próxima noite.
    Por semanas, ambos se encontravam escondidos e as trocas de caricias se tornaram algo a mais, ela desejava fugir com ele e o mesmo apenas seguia as ordens de Zotto, assim em uma bela noite quando ambos estavam a sair o esposo da mesma encontrou ambos, Zotto estava com o homem e seus olhos estavam tão atentos a tudo que a única coisa que Heike conseguiu fazer foi colocar a mão na própria face e negar para si mesmo o fato.
    O homem pedia explicações ali, enfurecido e fora de si. Zotto por sua vez diz que eu deveria disser que nada poderia nos separar, estranhamente seus lábios não se moviam, mas voz dele soava em minha mente. De imediato fiz como me foi dito em sem pensar duas vezes o marido sacava uma faca e me desferia alguns golpes no estomago. Eu caia e meus sentidos começavam a sumir. Os gritos e choro eram possíveis de se ouvir, mas pareciam tão longes...
    Acordei em uma rua qualquer, meu senhor, estava lá, com os olhos marejados por lagrimas. Ele me contava que devido à perda de sangue eu desfaleci, assim minha pulsação caiu mundo me dando um estado de quase morto.  O homem entrava em pânico e com ódio a mulher lhe tomava a faca e desferia um golpe letal em sua costela o levando a morte. Com um pesar na consciência por ter matado seu amante a mesma se jogava de uma ponte para enfim lhe encontrar.
    E por anos as atuações continuavam e continuavam. Zotto amava as verdadeiras histórias de amor.

    1980 – Passado, presente e diários.
    Estas páginas estão datadas como 1949, este diário já estava em minhas mãos quando acordei, me lembro apenas de ter encontrado aquela caverna que tanto procurei. Há incontáveis esqueletos e corpos a minha volta, um baú com diversos diários e anotações que são destinadas a mim. Neles explica minha condição, o que me tornei, um vampiro.
    Sobre minha perturbação e do porquê a tenho, em alguns a citações sobre “Berlim”
    “Finalmente, Berlim está no passado Estou voltando para casa agora! ”

    Neles falam sobre a criatura que me transformou Zotto Niemand, um homem misterioso, trágico e que só fala em grego. Devo me referir a ele como meu senhor...
    Estranho que ao ler tais coisas, as partes que não possuem datas eu não me recordo de nada, o que sei é que estou faminto.
    Um homem surgia em minha frente com uma expressão preocupada e começava a fazer um pequeno show de drama em minha frente, se lamentando e falando sobre os infortúnios da vida. Seu rosto não me era estranho, mas ao mesmo tempo não era familiar. Inconscientemente o que consegui disser para ele foi algo que lhe arrancou um sinistro sorriso.
    “ Meu senhor, já compreendi o que desejas! ”

    Haviam páginas manchadas de vermelho o que julgo ser sangue, nesta á relatos de que de tempos em tempos eu adquiro uma admiração e obsessão incrível por alguém, não existe padrão para esta escolha, apenas acontece, nela eu analiso e me aproximo de alguém, lhe estudando e anotando tudo sobre a mesma. Quando descoberto e anotado tudo sobre o indivíduo eu o mataria. Para assim me sentir livre novamente.

    E por Deus quantos e quantos Diários com nomes que não me lembro aqui...eu realmente os matei!
    Questionei ao homem que chamei de senhor e ele nada disse, apenas me olhava de uma forma analítica, apenas ignorei o fato e continuei a ler.
    Por cem anos eu servi o Vampiro que neste momento deve estar a lhe observar, minha mente foi quebrada, fragmentada e depois quebrada novamente por ele, mas não á ódio em minhas citações, nem mesmo algo que implique em algum descontentamento com ele, destruí famílias, vivi amores e depois os joguei ao vento, brinquei de roteirista e sempre assumia algum papel nas histórias, fiz outros trabalhos, mas estes são me vagos e não a citações.
    O mais engraçado que ao terminar de ler um dos livros sobre o meu sangue no final dele havia uma lamina e dizia para me cortar caso não acreditasse naquilo. E Deus eu fiz aquilo, e sem passar nenhum minuto direito o ferimento se fechava gradativamente, a fome me aparecia e ali estava um outro sobre como me alimentar.
    Todos os diários estavam assinados por mim, era minha assinatura, mas como eu não me lembro de tê-los escritos.

    Imagens:

    Heike Burkhard Huberman escreveu:

    Ester Burkhard Huberman escreveu:

    Evelyn Burkhard Huberman escreveu:

    Tamara Pavliuchenko escreveu:


    Última edição por Miac em 23/3/2016, 20:53, editado 1 vez(es)
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    Jess

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    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por Jess em 16/1/2016, 23:58

    -Nome: Pietra Rafaldini
    -Jogador: Jéssica
    -Natureza: Sonhador
    -Comportamento: Celebrante
    -Conceito: Artista
    -Clã: Toreador Antitribu
    -Geração: 7°
    -Senhor: Elonzo (6°) ???(5°) ???(4°) Arikel(3°)


    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘◘
    Destreza: ◘◘◘◘
    Vigor: ◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘◘◘
    Aparência: ◘◘◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘◘◘◘
    Esportes: ◘◘
    Presciência: ◘◘
    Briga: ◘◘
    Empatia: ◘◘◘◘◘
    Expressão: ◘◘◘◘◘
    Intimidação: ◘◘◘◘
    Liderança: ◘◘
    Manha:
    Lábia: ◘◘◘◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios: ◘◘◘◘◘
    Condução:
    Etiqueta: ◘◘◘◘
    Armas de Fogo:
    Segurança:
    Armas Brancas:
    Performance: ◘◘◘◘◘
    Furtividade:
    Sobrevivência:

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘◘
    Computador:
    Finanças: ◘◘◘
    Investigação:
    Direito:
    Medicina: ◘◘◘
    Ocultismo:
    Política: ◘◘◘◘
    Ciência: ◘◘
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Presença: ◘◘◘◘◘.◘
    Rapidez: ◘◘
    Auspícios: ◘◘
    Potência: ◘◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração: ◘◘◘◘◘
    Recursos: ◘◘◘◘ (Recursos líquidos de suas posseções)
    Rebanho: ◘◘◘ (Mais de uma dúzia de frequêntadores assíduos do bar)
    Influência: ◘◘ (Boêmia de alta classe)
    Domínio: ◘◘◘ (Quarterão de luxo com galeria de arte e um chique bar do outro lado)
    Lacaio: ◘◘ (Albert –Segurança/Motorista) (Lorenz – Barman/Zelador da galeria)

    ─ Virtudes ─
    Convicção: ◘◘◘◘
    Instinto: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘

    ─ Caminho ─
    Trilha da Noite
    Atitude: Escuridão (0)
    ◘◘◘◘◘.◘◘
    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘
    - Pontos de Sangue -
    20
    Sangue Por Turno: 4

    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Amigo do Bispo (Artur Scholl) (4pt)
    Linguista Nato (Francês, Espanhol, Alemão)

    Segredo Sombrio (Ter Laço de Sangue Duplo) (1pt)
    Desgraça Para o Sangue (Foi declarada como desgraça por seu mentor em Paris em 1902) (3pt)
    Chamas do Passado (Amor platônico de Masdela) (2pt)
    Unido ao Sangue (Laço mútuo com a Filha da Cacofonia) (2pt)

    ─ Informações Adicionais ─
    Língua natal: Italiano
    Respeito de Rebeka Resnick para recrutamento
    Sua “Filha da Cacofonia” têm rivalidade com Diane Elsner
    Anntoinette Larusche e Flore Baudet sabem de sua Desgraça de Sangue

    ─ Equipamento que Carrega ─ Bolsa de Maquiagem Completa Óculos da Moda
    ─ Equipamento que Possui ─ Caixas de Licor de Qualidade, Caixas com Cera, Equipamentos de Modelagem, Serra de Ossos, BMW conversível.

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    - Cabelo: Castanho claro, cumpridos até abaixo do ombro
    - Cor dos Olhos: Castanho mel
    - Altura:  1,75cm
    - Peso:  72kg
    - Idade Real: 524
    -Idade como Vampiro: 507
    - Idade Aparente: 17
    - Nacionalidade: Italiana
    - Cor de Pele: Caucasiana
    - Imagem:
     

    ┼ História ┼

    (1478) Nascimento na Toscana

    No meio do verão de 1478 nascia Pietra Rafaldini, filha de um comerciante em decadência que se casara com uma parente próxima da grande família Médici, tal casamento fez com que as finanças da família Rafaldini melhorassem o suficiente para que se mudassem para mais perto da sede dos Médici.

    Pietra logo demonstrou certo talento com as palavras e a arte fazendo com que a família investisse em seus estudos e treinamento, por ser protegida de uma família importante a jovem não encontrou problemas ou discriminação por ser uma mulher.

    (1495) Abraço na oficina de Michelângelo

    Durante a juventude rápida que teve Pietra teve alguns encontros com Michelângelo, uma singela amizade começou entre os dois futuros artistas, quando o rapaz foi convidado pelos Médici, a jovem fez questão de se tornar aprendiz de Michelângelo, que na época já demonstrava grande talento.

    Pietra serviu como musa inspiradora para uma pintura de Michelângelo, este se inspirou na imagem da jovem que havia ido colher girassóis no campo e retornava para casa com um grande buque destas flores no braço, a luz criou tal efeito que por alguns instantes Michelângelo disse ter visto um anjo dourado.

    Quando o quadro pintado ficou pronto Michelângelo presenteou Lorenzo Médici com tal obra, o mestre da família deu uma festa convidando muitas pessoas para expor o talento de seu protegido. Naquela noite Pietra declamou um poema que fez muitas senhoras italiana chorarem emocionadas, o poema escrito falava sobre o amor do amarelado girassol pelo astro solar.

    Tal apresentação e o fato de ser o anjo retratado na pintura chamou a atenção daquele que se tornaria mestre de Pietra. Elonzo se perdeu na beleza da jovem que declamava com vontade seu poema e ao mesmo tempo parecia brilhar como o anjo que carregava as flores reflexo do sol.

    Depois de tal festa Michelângelo teve de viajar para negociar materiais para a criação de suas esculturas, deixando Pietra sobre o encargo de cuidar de seu Ateliê e das frágeis tintas que eram utilizadas por ambos.

    Em um dia mais tumultuado Pietra acabou atrasar sua visita ao ateliê, deixando para ir cuidar de seus afazeres no começo da noite, em meio seu delicado trabalho a jovem não percebeu a aproximação de Elonzo. O vampiro fez de Pietra sua mais nova criança ali em meio ao caos de tintas e ferramentas de arte.

    Mais afastado da cena permanecia Masdela, o neófito assistia o abraço encantado, o vestido da jovem sujo de sangue contrastava com a imagem da pintura angelical que a mesma havia inspirado.

    Para esconder o abraço da jovem Elonzo colocou fogo no ateliê, deixando no lugar o cadáver esquecido de uma mendiga fazendo com que a família da jovem acreditasse que está havia morrido no incêndio. A pintura que Pietra inspirara também foi consumida pelo fogo na noite se seu abraço.

    (1810) Ida para Corte de Paris

    Sobre a tutela de Elonzo e Masdela, a neófita aprimorou sua arte e conhecimento, fazendo com que as telas e esculturam famosas entre os cainitas e os membros de seu clã.

    O convívio com Masdela, fez com que Pietra o tratasse como um irmão mais velho e um grande mestre. Aprendendo com rapidez e executando trabalhos cada vez mais elaborados Pietra fez com que o encantador Masdela aprendesse a amar a jovem e sua suave presença.

    Elonzo por sua vez logo descobriu em Pietra um pequeno fosso de inspiração para suas próprias artes. A delicadeza com que a jovem tratava a todos e mais ainda as esculturas que vinha aprimorando aos longos dos anos, fez com que Elonzo a mandasse para Paris. O mentor acreditava que sua jovem cria seria bem recebida e faria com que seu nome ganhasse força.

    Masdela parecei ficar insatisfeito com a ideia mas acatou as ordens de Elonzo, na época a paixão pela arte e gestos de Pietra já havia ganhado força, mas por respeito o vampiro acatou as ordens de seu mentor.

    Na separação dos dois a jovem demonstrou pela primeira vez um certo afeto por Masdela, dando no rapaz um vele beijo de despedida. O que para a garota era apenas a demonstração do apreço que sentia pelo irmão da noite, acabou por dar esperanças ao cainita mais velho fazendo com que a paixão deste por Pietra aumentasse mais e mais.

    (1881) Conhece a Filha da Cacofonia no Moulin Rouge

    Os anos sobre o cuidado da corte de Paris fizeram com que Pietra trabalhasse em obras para diversos membros desta, muitos das paisagens usadas nas apresentações do lugar foram criadas por Pietra.

    Entre os corredores vivos de o teatro Pietra conheceu Evangeline uma Filha da Cacofonia, a mais nova neófita do Moulin Rouge chamou a atenção da Toreadora, não demorou para que uma relação surgisse entre as duas.

    A violência de seus primeiros encontros logo foi deixada de lado para uma guerra de vontades, uma tentava dominar e subjugar a outra e se aproveitar da influência uma da outra, esses conflitos terminaram na noite que Evangeline e Pietra finalmente se entregaram uma a outra, para selar seus destinos um laço de sangue foi feito, a partir deste momento as tensões entre as duas amainaram para um convívio pacifico.

    (1899) Corte descobre segredo e amada é presa

    Levou algum tempo até que alguém do principado de Paris, desconfiasse da relação de Evangeline e Pietra. Quando o fizeram levou menos tempo ainda para que descobrissem a verdade.

    Sem meios de proteger a amada, Pietra viu Evangeline ser encarcerada. A Toreadora perdeu a vontade de viver, mas não tinha coragem para dar um fim em sua não vida, até mesmo a arte singela e delicada pareceu morrer. Pietra chorou por diversas noites sobre a vista atenta da corte de Paris.

    Secretamente a Toreadora tentava encontrar o cárcere de sua Evangeline, sua busca infrutífera apenas demonstrou resultado antes da chegada de seu Mentor.


    (1902) Mentor chega na cidade, descobre laço mútuo de sangue e a bane para Madri

    Elonzo havia ouvido rumores sobre sua criança em Paris, por incentivo de Masdela este viajou para França em busca de Pietra.

    Ao descobrir o que sua amada criança havia feito Elonzo a declarou como Desgraça de seu sangue, gritando para que todo o Principado de Paris soubesse o erro que havia cometido ao abraçar Pietra.

    Escorraçada e sem amizades no em Paris, a Toreadora libertou sua amada fugindo para Madri. Os boatos sobre o Sabá se provaram reais para as duas cainitas. E a segurança criada dentro da seita fez com que Pietra abandonasse sem remorsos seu passado ao lado de Elonzo e Masdela.

    Guiada pela trilha da noite, Pietra reinventou sua arte. Cansada das tinturas e mármore a Toreadora passou a brincar com cera e carne, criando peças únicas. Seu novo estilo atraiu a atenção de Artur Scholl, e sobre seu convite e proteção Pietra e sua amada se mudaram para Berlim.

    (1943) Chegada no que sobrou de Berlim

    O caos criado pela guerra possibilitou que o canto de Evangeline conquistasse o coração de homens importantes para o partido alemão. Pietra se aproveitou disso para lucrar e criar um local seguro para as amantes.

    Vivendo sobre os domínios de Arthur, a Toreadora criou sua maior obra de arte com um neófito em torpor.

    (2002) Atuais laço com Sabá e rivais

    Figura ativa de Berlim Oriental, Pietra tem uma famosa Galeria de Arte, o local e acompanho por um bar onde reúne grande parte da boemia da cidade.

    O ponto se tornou um bom local de recrutamento e assiduamente frequentado por Rebeka Resnick, que cuida dos jovens promissores para a seita.

    Fiel a Artur Scholl, Pietra nunca criou problemas ao Bispo mantendo-se nos limites de seus domínios.

    Os nomes de Anntoinette Larusche e Flore Baudet conseguem tirar o sono de Pietra, ambas as Toreadoras conviveram no Principado de Paris e sabem sobre o Laço de Sangue de Pietra, curiosamente ambas se mantem caladas sobre tal coisa.

    Evangeline tem suas rixas com Diane Elsner, fazendo com que Pietra tome cuidado para que ambas não se encontrem. A rivalidade das duas já demonstrou ser um sério problema para a Toreadora.



    - Evangeline, Filha da Cacofonia 10 Geração


    -Lorenz, Lacaio, Barman, Zelador da galeria


    - Alfred, Lacaio, Segurança, Motorista
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    Jess

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    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por Jess em 24/4/2016, 02:27

    --Nome: Simon Valentin Weber
    -Jogador: Jéss
    -Natureza: Cientista
    -Comportamento: Caçador de Emoções
    -Conceito: Escolar
    -Clã: Old Clã Tzismice
    -Geração: 7º
    -Senhor: Wotan Otto 6º

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘
    Destreza: ◘◘◘
    Vigor: ◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘
    Aparência: ◘◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘◘◘
    Esportes: ◘
    Acuidade: ◘◘◘
    Briga:
    Empatia: ◘◘
    Expressão: ◘◘
    Intimidação:
    Liderança:
    Manha:
    Lábia:

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais: ◘◘
    Ofícios: ◘◘
    Condução:
    Etiqueta: ◘◘
    Armas de Fogo:
    Segurança:
    Armas Brancas: ◘◘
    Performance:
    Furtividade: ◘
    Sobrevivência: ◘◘◘

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘◘◘
    Computador:
    Finanças:
    Investigação:
    Direito:
    Medicina: ◘◘
    Ocultismo: ◘◘◘
    Política: ◘
    Ciência: ◘◘◘
    Tecnologia: ◘◘

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─

    Waka Waka: ◘◘
    Auspícios: ◘◘
    Animalismo: ◘
    Dominação: ◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração: ◘◘◘◘◘
    Mentor: ◘◘◘
    Recursos:
    Rituais: ◘◘◘

    ─ Virtudes ─
    Convicção: ◘◘◘
    Autocontrole: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘

    ─ Humanidade/Caminho Da Rebelião ─
    ◘◘◘◘◘.◘
    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘

    - Pontos de Sangue -

    Sangue Por Turno:
    ─ Qualidades e Defeitos ─

    Frieza Lógica (1)
    Introspecção (1)
    Linguista Nato (2) “Latim, Italiano”
    Ex Carniçal (3)
    Exclusão de Presas (-1) “Espíritos Livres”
    Recém-Chegado (-1)
    Iniciado do Caminho (-1)
    Reflexo da Besta (-2)

    ─ Outras Características ─
    Pesquisa: ◘◘
    Herbalismo: ◘◘◘
    Conhecimento Nod:

    ─ Rituais ─

    ─ Informações Adicionais ─

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    - Cabelo: Negro
    - Cor dos Olhos: Negros
    - Altura: 1,87 cm
    - Peso: 68kg
    - Idade Real: 257 anos
    - Idade Aparente: 24 anos
    - Nacionalidade: Austríaco
    - Cor de Pele: Branca
    - Imagem:


    ┼ História ┼

    1746 – Nascimento e Infância:

    Durante a cálida primavera de 1746 nascia Simon Valentin Weber, quarto filho na linha de sucessão de uma família nobre, seus irmãos mais velhos serviram na guerra.

    Ainda muito criança Simon foi enviada para um monastério, esse foi o modo que sua mãe havia encontrado para que o jovem não fosse enviado para guerra ou fosse deixado totalmente de lado.

    Enviado aos sete anos para o Monatério, Simon aprendeu a duras penas o comportamento adequado para um monge, inadequado para o trabalho pesado o rapaz logo teve seu talento para plantas descoberto, tornando-se aprendiz nessa arte.

    O conhecimento do rapaz aos poucos o fazia indispensável para o monastério, logo quando o atual herbalista veio a falecer foi Simon que o substituiu, tendo apenas 15 anos na época a nova responsabilidade do rapaz era executada com eficiência.

    No ano em que Simon completava 19 anos o monastério passava por uma expansão, em meio as obras uma caverna foi encontrada pelos monges, a notícia do ocorrido logo se espalhou pelo monastério criando uma pequena confusão.

    Ficou decidido que apenas um pequeno grupo escolhido investigaria a caverna Simon estava entre eles, no local o grupo encontrou vários indícios de um povo há muito esquecido, curioso Simon se embrenhou mais a dentro da caverna chegando a encontrar ossadas humanas, entre os ossos este também encontrou um tomo. O tempo parecia não ter afetado o livro, curioso Simon o guardou em segredo enquanto os monges mais velhos optaram por fechar a entrada da caverna e resguardar seu templo sagrado.

    Foi em seu quarto que Simon encontrou tempo para estudar o tomo, a língua incompreensível lhe passava despercebido, eram os desenhos que mais interessavam o rapaz. O detalhamento sobre o corpo humano estava muito além de qualquer conhecimento da época, desvendado cada significado dos elaborados estudos Simon se deparou com uma filosofia totalmente nova, a morte era apenas uma etapa a ser alcançada, depois seu espirito peregrinaria em busca do alto conhecimento.

    Sofrendo por muitas noites com aquele segredo o rapaz se entregava as autoflagelações e ao trabalho pesado do dia para escapar de sua consciência pecadora, mesmo assim este guardava o tomo em seus pertences mais preciosos.
    Quando completou 24 anos Simon foi requisitado em outro monastério, este havia acabado de perder o Herbalista chefe e precisaria de ajuda para capacitar alguém para o cargo. Conhecido pelo talento inato com as plantas o rapaz foi prontamente enviado para lá.

    A expectativa de mudança de ares fez bem a Simon, na época este já estava treinando um noviço para ajudá-lo nas tarefas diárias, isso também garantiria que o Monastério não sofreria com sua ausência.

    1770 – Escravidão:

    Levando consigo o tomo que havia encontrado anos antes Simon permaneceria longe por meio ano, porém o destino quis brincar com o rapaz. O grupo em qual viajava foi assolado por uma tempestade forte, tornando a viagem perigosa em meio as montanhas.

    Obrigados a se abrigarem em uma caverna os monges decidiram por esperar que o tempo melhorasse antes de continuar a viagem, durante três dias os monges esperaram pacientemente, na noite do terceiro dia os ânimos exaltados finalmente falaram mais alto.

    Em meio a pequena discussão que se iniciou uma torrente de uivos pode ser ouvida, dos uivos uma grande alcateia de lobos adentrara a caverna em que os monges se abrigarem, entre os animais a imagem de um homem de cabelos grisalhos vestindo uma armadura dourada.

    Levou algum tempo para que os monges entendessem o que estava acontecendo e quando o fizeram apenas o medo os dominou, os grande lobos atacaram no mesmo instante, por estar mais perto da fogueira acessa Simon conseguiu se defender dos animais usando uma tocha para afasta-los, porem ao ver que a figura do homem se aproximava de seus pertences o rapaz se desesperou.

    Correndo até este Simon se jogou em cima de sua bolsa tentando esconder seu maior segredo. Aquela foi a primeira vez que o rapaz encarou Wotan Otto, os olhos do cainita vasculharam a mente do rapaz, encontrando respostas para questões simples, o sangue azul mesmo que ralo correndo nas veias deste chamou mais ainda a atenção de Wotan. Quando este sorriu Simon desejou nunca ter encontrado aquele tomo.

    Desacordando o austríaco Wotan o levou para seus domínios enquanto os lobos acabavam com qualquer sinal de sua passagem. Ao acordar Simon já se encontrava em meio a Wotanweiler, uma vila esquecida e escondida do tempo.

    O acordar de Simon ficou marcado com a imagem de Wotan estraçalhando o pescoço de uma jovem, os olhos do cainita estudavam a figura do rapaz enquanto se alimentava. perceber que este havia acordado o fez sorrir da mesma forma que este estremecia de medo. Era através do medo que Wotan governava, o cainita não se utilizava de seus poderes mentais para o faze-lo, não havia necessidade de faze-lo enquanto o sono não o dominasse.

    O medo estampado no rosto do jovem monge, juntamente com o tomo raro em sua posse, o sangue azul e a clara diferença de cultura, tudo impelia para que Wotan o matasse, porem a curiosidade falou mais alto. Fazia muito tempo que o Tzismice havia abandonado as conspirações de seus irmãos. Ainda assim isolado de tudo aquele tomo cainita havia caído em suas mãos, trazido por um mortal, justamente aquele mortal, diferente de tudo ao qual o cainita se acostumara, o mortal que mesmo que inutilmente o desafiou.

    Jogando o corpo da garota morta a frente do mortal a mente de Wotan deu apenas uma pequena ordem sobre a do rapaz dobrando-o por completo e sem esforço. “Possua”, aquela ordem ecoou de tal forma dentro de Simon que sem entender como o grito abafado de medo se desfez em um gemido seco enquanto o voto de castidade deste era desfeito com o inocente cadáver da jovem.

    Observando a cena Wotan sorria quando por fim o corpo cansado do rapaz repousava em cima do cadáver. Aquela cena se repetiria ainda durante alguns dias, cada vez mais cruel Wotan apresentava vitimas cada vez mais jovens ao monge que durante o dia tentava a todo custo escapar de seu captor. No final da sétima noite Simon já não podia mais aguentar tal atrocidade acometida por seu corpo, naquela noite antes mesmo de que Wotan pudesse ordena-lo o rapaz implorou por misericórdia diante do corpo mutilado de uma criança. Em um ato que considerava a mais pura bondade Wotan fez com que Simon jurasse serventia, no mais profundo desespero de sua alma o jovem assim o fez, bebendo do sangue de seu mais novo senhor Simon se transformou no carniçal favorito de Wotan.

    Incapaz de fugir de seu senhor Simon aprendeu a dormir durante o dia para servir Wotan durante a noite, durante longos anos o Tzismice ainda faria questão de quebrar o espirito resoluto do rapaz, fazendo com que esta cumprisse ordens cruéis sem o uso da Dominação de sua mente, sem perceber Simon se tornou tão temido entre as pessoas de Wotanweiller. O semblante temerosos destes marcavam profundamente a alma deste.

    Encarregado de escolher pessoalmente as oferendas de sangue, Simon também fez com que o estado precário da vila melhorasse um pouco com seus conhecimentos mais avançados, Wotan por sua vez parecia não mais cair no sono, aproveitando cada minimo detalhe do conhecimento de seu carniçal, durante 100 anos Wotanweiller aprendeu a conviver com a dureza dos punhos de seu senhor e do pequeno monstro que este mantinha sobre sua corrente.

    1870 – Abraço:

    Foi numa noite de inverno que Wotan sentiu os primeiros sinais de seu sono chegando, indisposto a perder seu carniçal este por fim decidiu que já era hora de abraça-lo. Invadindo o quarto de Simon logo no começo da noite Wotan ordenou que o rapaz fosse acorrentado no meio de Wotanweiller, os lugarejos então puderam aliviar suas tenções em cima do corpo do carniçal.

    Durante 3 dias Simon apanhou e sofreu nas mãos daqueles que o temiam pelo simples fato de ser protegido por Wotan, ao invés de se entregar ao desespero como há muito tempo este conteve todo o ódio em seu coração, no começo da terceira noite o próprio Tzismice veio até Simon. Desta vez nenhuma oferta fora feita, com um chicote em mãos Wotan terminou por fazer com que as feridas de Simon singrassem sua vida.

    Entregando parte de seu vitae ao cadáver do rapaz Wotan liberou a besta que despertaria ali mesmo, os mesmos lugarejos que riram sobre o corpo de Simon foram suas primeiras vitimas, apenas morte e destruição se fez presente quando o mais novo cainita acordava para sua nova vida. Wotan gargalhou diante daquilo, seu serviçal antes pacato demonstrava ter uma besta forte e selvagem, selvageria esta que causou inúmeras mortes antes de estar saciada.

    Quando finalmente Simon voltou a si, a primeira coisa que tentou fazer foi desafiar seu senhor, rindo disso Wotan o derrubou sem muitos problemas, era claro que a natureza pacifica deste havia se transformado com o despertar da besta. Perdoando o pequeno desafio de sua cria Wotan ensinou Simon sobre os segredos de seu vale.

    Durante os anos seguintes Simon ficou responsável de cuidar do vale enquanto Wotan dormia, incapaz de fugir de sua nova natureza Simon o fez mesmo que a contra gosto, as novas gerações de Wotanweiller não precisaram de muito para temer o cainita.

    1885 – O Novo Mundo

    Despertando de seu sono e vendo o bom resultado das ações de Simon, Wotan finalmente o ensinou sobre o que estava escrito no tomo que condenara o rapaz. Pela primeira vez na vida a palavra cainita foi ouvida por Simon e o segredos sórdidos de sua condição revelados. Wotan demonstrou uma grande paciência com sua prole ensinando-lhe tudo que este precisava saber, por fim seu desejo de reter conhecimento mesmo afastado do mundo fez com que Simon fosse mandado ao convívio do mundo.

    Porem sem dar esperanças de liberar o rapaz de seu tormento, Wotan fez com que ao primeiro chamado Simon fosse incapaz de permanecer fora de Wotanweiller por muito tempo. Ciente disso o cainita partiu em busca de conhecimento.

    O novo mundo que se apresentou aos olhos deste fez com que Simon amaldiçoa-se com todas as forças Wotan e seus feitiços, se entregando de corpo a busca de conhecimento Simon passou 5 anos vagando pelas terras do que um dia seria a Áustria.

    O retorno a contra gosto a Wotanweiller se fez de forma rápida e limpa, Wotan pareceu surpreso com o retorno solicito de sua criança, porem nas noites seguintes o Ancião pode perceber a voracidade com qual a besta de Simon demonstrava agir. Alguma coisa se revoltava dentro do rapaz mesmo que isso passasse despercebido para este.

    Nos anos seguintes o próprio Wotan estudaria com afinco, Simon serveria como seus instrutor, fazendo com que o cainita mais velho visse com bons olhos as saídas de sua cria, mais um vez Simon fez com que Wotanweiller crescesse dentro dos limites estabelecidos por seu senhor. Aqueles humanos estavam eternamente fadados a viver em sua Bavaria imaginaria e perdidos no tempo.

    A partir dai as saídas de Simon coincidiriam diretamente com o sono de seu senhor, a mente adormecida de Wotan era suficientemente forte para manter sua vila protegida de si mesma.

    Simon viu o mundo mudar enquanto cada vez mais sua besta clamava por algo há muito perdido, apesar de seus estudos mantiverem o foco cientifico Simon aos poucos se entregava ao estudo politico do mundo.

    A Revolução Francesa e os inúmeros movimentos advindo dela chamavam a atenção do rapaz, Wotan por sua vez não aprovou muito os tópicos escolhidos pela cria mas o que mantinha Simon preso a Wotanweiller era mais forte do que simples estudos políticos.

    1935 – Uma nova Liberdade.

    Foi algumas noites antes de seu retornar a Wotanweiller que o destino quis brincar mais uma vez com Simon, andando pelas ruas alemãs o cainita esbarrou em um grupo de mortais, uma briga teria iniciado se por acaso a besta de Simon não tivesse afastado os imprudentes humanos, estes em meio a sua fuga deixaram um livro cair.

    Curioso Simon se deparou com um livro politico “Discurso sobre a Anarcopsique por Deiter Kotlar”, os ideias sobre liberdade e revolução contidos nas paginas do exemplar de primeira edição não chamaram tanta a atenção de Simon, porem sua besta parecia reverbar toda vez que o cainita tocava no exemplar, ignorando isso o cainita voltou aos domínios de seu senhor.

    Sem entender o porque Simon guardou o livro consigo e durante os anos seguintes o estudou com afinco, cada vez mais as letras utópicas do autor adentravam na mente do rapaz, fazendo com que um desejo há muito soterrado começasse a renascer.

    1945 – O Sono sem Fim

    Em meio a esse ano Wotan adormeceu sem avisos prévios, inquieto com esse acontecimento Simon ficou sem saber o que fazer durante algum tempo. Impelido pelo livro de Dieter o cainita deixou Wotanweiller sem a permissão de seu senhor, consciente de que sofreria as consequencias quando retornasse Simon se entregou ao mundo.

    Evitando de usar a Áustria ou Alemanha como campo de pesquisas o cainita decidiu se aventurar por outros países europeus, sua peregrinação solitária se dava muitas vezes de forma arriscada, mas no fundo os longos e eternos anos sobre as correntes de Wotan ainda o prendiam.

    Estudando a sociedade mortal Simon evitava o contato com outros cainitas a todo o custo, isso fazia com que este nunca ficasse por muito tempo no mesmo lugar, porem seus conhecimentos sobre ciencia, filosofia e até mesmo politica aumentavam grandiosamente, diante disso sua besta parecia satisfeita.

    O mundo havia mudado e isso era certo, a cada nova descoberta Simon encontrava um novo campo de estudo, chegando a se interessar ate mesmo pelas novas tecnologias, porem o medo do despertar de Wotan se fazia presente cada vez mais a cada passar de ano, chegando a passar um breve tempo nas Américas Simon por fim decidira que era hora de retornar ao novo mundo.

    Em 1995 Simon adentrou pela ultima vez as terras de Wotanweiller, o fato de seu senhor ainda não ter despertado e as defesas deste ainda permanecerem no mesmo estado fez com que o cainita permanecesse ali por algum tempo.

    Novamente o livro escrito por Deiter Kotlar chamou a atenção do rapaz, cedendo ao chamado do mundo e abandonando por todo o tempo que lhe fosse permitido foi no ano de 1999 que Simon deixou de vez Wotanweiller, sua besta foi incapaz de esconder a felicidade que sentia muito embora o próprio Simon tenha esquecido como reagir a tal fato.

    Nos anos seguintes Simon gastaria seu tempo pesquisando mais e mais sobre os grandes nomes do movimento Anarquista, se aprofundado exclusivamente no como aquela ideologia havia modificado o mundo ao seu redor.

    Inspirado por seus estudos Simon decidiu rodar pelo mundo visitando os principais locais de em que autores anarquistas criaram seus ideais, em uma rápida viagem pela frança o cainita se decepcionou um pouco com a grande luminosidade francesa, escolhendo por fim a Alemanha para seu próximo ponto de estudo o cainita partiu no começo de 2002 para o pais que um dia fora dividido pela guerra.
    - Wotan Otto 6º Senhor
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    King Jogador

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    Data de inscrição : 07/12/2015

    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por King Jogador em 16/8/2016, 00:31

    Personagem Finalizado:
    -Nome: Kiril (Seer)
    -Jogador: King
    -Natureza: Sádico
    -Comportamento: Guru
    -Conceito: Feiticeiro
    -Clã: Assamita
    -Geração: 8º
    -Senhor: Kahra (Morto) Katherine (Laço de Sangue)


    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘◘◘
    Destreza: ◘◘◘◘
    Vigor: ◘◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘◘
    Aparência: ◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘◘
    Esportes: ◘◘
    Presciência: ◘◘◘◘
    Briga: ◘◘
    Empatia: ◘◘◘◘
    Expressão: ◘◘◘
    Intimidação: ◘◘
    Liderança:
    Manha:
    Lábia: ◘◘◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios: ◘◘
    Condução:
    Etiqueta: ◘◘◘◘
    Armas de Fogo:
    Segurança:
    Armas Brancas: ◘◘◘◘◘
    Performance: ◘◘◘
    Furtividade: ◘◘◘
    Sobrevivência:

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘◘◘
    Computador:
    Finanças:
    Investigação: ◘◘
    Direito:
    Medicina: ◘◘◘
    Ocultismo: ◘◘◘◘◘
    Política: ◘◘◘◘
    Ciência:
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Feitiçaria Assamita
    Despertar do Aço: ◘◘◘◘◘
    Linha de Sangue: ◘◘◘
    A Sedução das Chamas: ◘◘◘

    Auspícios: ◘◘

    ─ Antecedentes ─
    Status: ◘◘◘ (Guru Oriental)
    Lacaios: ◘◘◘◘ (Gunther e Hamlin)
    Rituais: ◘◘◘◘
    Geração: ◘◘◘◘

    ─ Virtudes ─
    Consciência/Convicção: ◘◘◘◘
    Autocontrole/Instinto: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘

    ─ Trilha do Poder da Voz Interior─
    ◘◘◘◘◘.◘◘
    Atitude: Comando (0)
    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘◘
    - Pontos de Sangue -
    ◘◘◘◘◘.◘◘◘◘◘.◘◘◘◘◘
    Sangue Por Turno: 3

    ─ Qualidades e Defeitos ─
    Reputação (1 pt)
    Amigo da Primigênie (4 pt)
    Habilidade Oracular (3 pt)
    Língua (Alemão) (1pt)

    Inimigo de Clã (Tremere) (3pt)
    Pesadelo (4pt)
    Obsessão (Katherine) (1pt)
    Preso ao Laço (Katherine) (2pt)
    ─ Outras Características ─
    Cultura da Família: ◘◘◘

    ─ Rituais ─
    Torrente de Sangue: Nível 1
    Utiliza esse ritual como meio de alimentação, recebendo o sangue como oferenda daqueles que vêm se consultar. Usa uma Adaga de Osso de Urso, presente russo, como ferramenta.

    Acionar o Receptáculo de Transferência: Nível 1
    Usa-se uma Adaga de Ouro para se retirar o sangue que irá ser colocado no receptáculo.

    Comunicar-se com o Senhor: Nível 1
    Usa a Adaga de Madrepérola de Katherine para se cortar ao ponto de poder conversar com a mesma, não perde vitalidade no processo.

    Foco Principal de Vitae: Nível 2
    O sangue é armazenado nas adagas de coleção do feiticeiro, para utilizar o sangue o mesmo se corta com a adaga, não destruindo o objeto.

    Colocar a Máscara das Sombras: Nível 2
    Usa uma Adaga de Ébano como um corte para acionar o ritual, deve-se fazer o mesmo em cada aliado que for sofrer os efeitos da máscara.

    Lâmina Ardente: Nível 2
    Usa uma Adaga de Rubi para realizar tal ritual.

    Visão do Sangue: Nível 3
    É necessário fazer o ritual de Torrente de Sangue antes. Então o ritualista testa Raciocínio + Presciência contra uma dificuldade igual à Convicção do alvo + 3.

    Adaga da Paz Eterna: Nível 3
    Talhada pelo ritualista na hora utilizando madeira de Sorva. A única diferença com o Ritual do Dardo da Paz é que no final de talhar a madeira a mesma fica na forma de uma Adaga com +1 de dano.

    Travessia Incorpórea: Nível 3
    Para utilizar esse ritual o feiticeiro usa Adaga de Espelho Quebrado.

    Osso da Mentira: Nível 4
    O feiticeiro talha na hora do ritual em um Fêmur uma adaga com +1 de dano. Para cada pergunta que ele fizer na vítima devera dar uma punhalada.

    Pele de Papel: Nível 5
    Usa-se nesse ritual uma Adaga de Prata a qual é escrito em sangue o nome da verdadeiro da vítima e depois o feiticeiro se corta com o mesmo. Quando a adaga é posta no fogo o sangue desaparece, mas o artefato continua praticável.

    ─ Informações Adicionais ─
    Fala alemão e Búlgaro
    ─ Equipamento que Possui ─
    Tronco de Madeira de Sorva
    Barríl com Fêmures Humanos

    ─ Equipamento que Carrega ─
    Adaga de Osso de Urso (Dano +1)
    Adaga de Ouro (Dano +1)
    Adaga de Espelho Quebrado (Dano +1)
    Adaga de Madrepérola de Katherine (Dano +1)
    Adaga de Ébano (Dano +1)
    Adaga de Prata (Dano +1)
    Adaga de Rubi (Dano +1)

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    - Cabelo: Loiro um pouco calvo
    - Cor dos Olhos: Preto
    - Altura: 1,71m
    - Peso: 69kg
    - Idade Real: 378
    - Idade Como Vampiro: 349
    - Idade Aparente: 29
    - Nacionalidade: Búlgara
    - Cor de Pele: Caucasiana
    - Imagem:


    ┼ História ┼

    Nascido no interior da Bulgária por volta do verão de 1625, Kiril amava ver o sol nascer de dentro do Mar Negro. Passou sua infância como fazendeiro em terras Ottonamas até ser recrutado pelo exército do Sultão da época. Foi dentro do quartel em 1654, depois de anos e mais ano servindo ao império, que o mesmo foi abraçado por Kahra, um misterioso Feiticeiro Assamita. O mesmo nunca quis explicar ao certo o porquê de ter abraçado Kiril. Mas decidiu lhe lecionar suas artes.
    Muitos anos de treinamento se passaram antes que Kiril descobrisse porque havia sido escolhido, o mesmo possuía um certo dom orácular. E Kahra queria usar isso ao seu proveito. Seu mentor era ambicioso demais e terminou entrando em constantes brigas com seus irmãos de sangue ao ponto de ser banido dos refúgios dos mesmos. Mas Kahra se mantinha otimista, pois acreditava possuir um trunfo em suas mãos.
    Assim Kiril passou 29 anos seguinte seguindo seu mentor, ironicamente o mesmo tempo que havia passado como humano. Ainda havia na época muita apegação à sua vida passada, como principalmente ao exército que detestava e à liberdade das forças Ottomanas. Sonhava em viver em uma terra livre do Sultão. Foi então que decidiu trair seu mestre.
    Era o ano de 1683 quando o sonho dos Ottomanos em chamas veio em sua mente. Parecia que ele mesmo estava preso nessas chamas, que se mostravam mais tarde como barras de ferro. No fundo de seu sonho via a cidade de Vienna. Mar da magia Tremere, como seu senhor dissera. Assim sendo o jovem aprendiz disse que os exércitos do sultão atacariam a cidade. Todavia a mentira veio em sua boca. Disse que a vitória era certa para as forças dos imortais da ásia.
    Com uma notícia tão boa como essa Kahra não pôde hesitar em acompanhar as tropas militares para o cerco de Vienna. Almejava em conseguir o máximo que pudesse dos segredos dos feiticeiros locais. Mas seus sonhos jamais se tornaram realidade. Misteriosamente, por motivos que nem hoje Kiril sabe explicar, o Sacro Império Romano se aliou às forças da cidade e retalhou o exército inimigo.
    Kahra foi capturado pelas forças da cidade. Seu destino nas mãos dos amaldiçoados locais durou pouco. Logo foi forçado à se encontrar com o sol nascente, mas não antes de muita tortura. Pelo menos foi isso que Kiril ouviu dizer muitos anos depois. O destino de rapaz foi outro. Afinal o mesmo tinha sido capturado pelas forças germânicas de um grande cainita chamado Gustav.
    No ano seguinte o aprendiz de feiticeiro foi jogado no meio do salão real de Berlim como um presente de espólio de guerra para o grande Gustav. Este desprezava magia e estava ansioso em colocar o coitado dentro da fogueira. Mas houve três motivos que o impediram de realizar seu sonhos. O primeiro e menos relevante era sua própria preocupação em comprar guerra com mais um inimigo. Que por mais que estava longe de sua terra, sempre sonhava em tomá-la. O segundo motivo foi saber que aquele neófito possuía muitos segredos que poderiam ser compartilhados.
    Mas foi o terceiro motivo foi o que salvou a vida de Kiril. Foi a compaixão de Katherine. Uma bela e loira rainha da noite. Do lado de seu príncipe de punhos de ferro, ela demonstrou simpatia por um conterrâneo das mesmas terras aos qual ela viera. Assim, a contra gosto, Gustav sentenciou o jovem para o mais escuro calabouço do mais fundo túnel do castelo.
    Preso entre ratos e escombros uma natureza sádica começou a tomar a conta do cainita. Dilacerar os ratos e vê-los andando com seus órgãos para fora era de alguma forma satisfatória. A dor parecia ser o único entretenimento naquele cubículo escuro e frio. A dor em si mesmo não levava a nada, mas havia muitos ratos para o manterem entretido ao longo dos anos.
    Os anos em cárcere não foram totalmente desastrosos. Os guardas de Kiril logo souberam que ele conseguia ver o futuro. Alguns quebrando regras superiores interagiam com o feiticeiro para saberem de seus próprios futuros. Alguns anos mais tarde os Tremeres começaram a irritar muito a corte de Berlim e era Kiril que era usado para desvendar qualquer mensagem que vinha daqueles estranhos feiticeiros. Assim o mesmo pôde aperfeiçoar sua arte, mesmo no mais fundo dos calabouços.
    Em meados de 1740 as coisas começaram a mudar. Um sonho se repetia. Era fogo, muito fogo. Mais que em Vienna. O número três vinha em sua mente o tempo todo. Três filhos. Três derrotas. Bandeiras de inimigos pairavam pela cidade em chamas. O sonhos revelava uma grande derrota de Gustav. Então Kiril tentou alertar sobre aquele sonho.
    “Três irmãos de sangue seriam sacrificados”, era o que ele mais dizia. Ganhou muitas chicotadas por falar blasfêmias como aquelas. Todavia os sonhos não paravam e ele não desistia em gritá-los para que todo o calabouço ouvisse. Uma noite algumas décadas depois Kiril viu uma dama da corte o observando. Parecia a serviçal de alguém importante. O Assamita sabia que alguém queria ouvir o que ele tinha a dizer.
    Infelizmente ninguém ouviu o suficiente para impedir a invasão napoleônica de 1810. Neste ano Gustav foi derrotado e precisou sacrificar três de suas proles para mostrar lealdade. A profecia estava completa. Parte dela pelo menos, Kiril evitava falar sobre as outras derrotas que estavam por vir. Falar de uma já havia feito o mesmo ser torturado bastante.
    Sua vida então mudou no inverno daquele frio e sádico ano. Sua cela abriu e o mesmo encontrou ela. Aquela que não via a mais de cem anos. A bela dama conterrânea que poupou sua não vida. Ela não perdeu tempo para falar. Seus poderes eram absurdos e Kiril não conseguiu fazer nada exceto seguir suas ordens. As quais se resumiam em beber do sangue da mesma. Esse processo se repetiu três vezes. Com cada gole que ele tomava, mais claro ficava, Kiril havia encontrado sua anja, sua deusa.
    Quando a mesma o tirou daquela catacumba de uma vez por todas o feiticeiro sabia que ela era seu destino de vida e pela mesma tudo ele faria. Mas Katherine tinha ainda muitas ressalvas em retirar o Assamita da cela. O manteve dentro de sua ala do castelo. Ofereceu livros para ele ler, mas sempre com guardas o observando.
    Levou dois anos para a confiança da dama se tornar total. As profecias de Napolão sofrendo na Rússia já havia sido o suficiente para alegar muitos rostos dentro da corte. Fazendo então Kiril ganhar um espaço digno dentro do castelo. Nunca longe de Katherine inclusive.
    Em 1815 seus sonhos lhe contaram detalhadamente sobre a Batalha de Waterloo. Foi com tal profecia se tornando verdade que o grande Gustav finalmente veio falar com o mesmo. Humilhou bastante o Assamita no processo, mas ficou satisfeito com as notícias que recebeu sobre seu futuro nas décadas seguintes. Só que o futuro de Kiril permaneceu por muitos anos ainda dentro da pequena corte pessoal de Katherine, a qual o deixava cada vez mais fascinado.
    Foi em 1848 que as coisas mudaram. Em prol de sua infinita vingança, Gustav deixou Wilhem no poder. Com o mesmo no poder o Assamita ganhou mais liberdade pelo castelo. Teve mais acesso à materiais de pesquisa e conheceu mais pessoas. Conforma suas profecias iam se tornando realidade a opinião pública do mesmo ia melhorando consideravelmente.
    Neste momento ninguém mais o conhecia como Herege, Assamita, Feiticeiro, Ottomano, Inimigo, ou muito menos pelo seu nome ao qual ninguém, com exceção de Katherine usava, agora o chamavam de Seer, o profeta. Cainitas de toda a corte e de lugares cada vez mais distante se aproximavam do mesmo para pedirem informações sobre seus futuros. Nem todas as visões eram positivas e os pesadelos assombravam o feiticeiro, porém este apreciou o respeito e o sangue que recebia por cada consulta.
    Ganhou finalmente na metade da segunda década do século XIX o título de Guru e seu próprio espaço. Foi ali que arranjou carniçais para trabalharem para o mesmo, em prol do crescimento de seus conhecimentos. Gunther e Hamlin foram seus escolhidos e se mostraram muito habilidosos em fazer de seu território na corte um lugar de conhecimento e experimentos. Os mesmos ajudavam muito o Seer que passava a maior parte de seu tempo lendo sobre a sorte e a fortuna de milhares de membros. Era irônico como que o preconceito desaparecia quando a oportunidade de saber o futuro era aberta na sua frente.
    As previsões de segunda década do século XX foram devidamente alertadas. A derrota na Grande guerra iria ocorrer. Mas como suas profecias nem sempre estavam corretas, Gustav preferiu ignorá-lo. Wilhem estava tendendo à ouvir o profeta, mas as coisas aconteceram rápido demais e quanto todos se depararam a segunda grande derrota de Gustav havia ocorrido.
    Agora o grande Ventrue dava mais respeito para Seer. Mesmo ainda tendo aversão à sua magia, o visitava cada vez com mais frequência. Foi destas visões pós primeira guerra que nasceu na mente de Kiril uma suástica. Os planos de reconquistar o poder humano na cidade era visto nas profecias e Gustav as seguia com firmeza. Sempre perguntava se haveria mais uma guerra, e a resposta era claro, haveria sim.
    Todavia essa guerra era difícil demais para o próprio Kiril prevê o que aconteceria depois. Apenas via pilhas e mais pilhas de cadáveres. Via russos mortos, alemães mortos, todos mortos. Mas Gustav não se preocupava com isso, tinha apenas uma pergunta sobre a guerra. “Irei marchar triunfante sobre Paris?”. A resposta era positiva, mas não significa que duraria muito. O que não foi o suficiente para impedir Gustav de conseguir sua terceira e mais desastrosa derrota.
    Tudo mudou a partir desse momento. Dos mortos renasceram novos inimigos e uma nova política na cidade. Tudo ficou diferente. Não havia mais Berlim, e sim duas cidades. Seer apenas conseguiu sobreviver à tais desgraças pois katherine fez de tudo para protegê-lo. E assim ele permaneceu protegido. Vivendo em um de seus territórios, o profeta prosseguiu agindo como um Guru. Atando dentro de uma loja de espelhos que nunca abria de dia.
    Sua clientela havia diminuído, afinal a cidade estava dividida. Mas não levou muito tempo para suas visões se tornarem uma ferramente importante nos novos joguetes da cidade. Berlim era um campo de guerra agora. Duas cortes, dois inimigos, a visão do futuro era muito crucial. E os russos que chegaram na cidade, como manda chuvas, souberam respeitar isso.
    Assim Kiril permaneceu em seu posto. Sempre vendo o futuro incerto e desejando em segredo Katherine. Como ele almejava em estrupa-la com força. Arrancar sua carne no meio de um sexo selvagem e possuí-la por completo, roçando nas partes íntimas de seu corpo logo acima do cadáver de Gustav. Sua fidelidade pela sua senhora nunca se abalou, mas se tornou mais doentia possível no fundo de sua profanada e sádica mente. Afinal sempre que uma visão de dor penetrava em seus olhos a mesma ficava para aterrorizá-lo, o deixando cada vez mais sádico. A dor o divertia.
    No meio desses joguetes que seu papel terminou se tornando fundamental quando previu o avanço das feitiçarias Tremeres ao redor de Berlim Ocidental. Foi necessário uma cerimônia de meio ciclo lunar e o sacrifício de cinquenta pessoas para que o ritual que veio em sua mente desse certo. Com muito esforço Seer conseguiu driblar a magia do inimigo e deixou a cidade em um clima instável que durou até os dias de hoje.
    Sua influência nunca foi grande, sempre abaixo de sua querida Katherine, mas seus conselhos e suas ações chamavam a atenção de todos que estavam presos naquele joguete que a cidade se mostrou tomar. O guru era agora um coringa no meio das duas cidades. Mas era apenas uma mulher que possuía esta carta nas mangas
    Personagem Congelado:
    -Nome: Herman Mikhailov
    -Jogador: King
    -Natureza: ???
    -Comportamento: ???
    -Conceito: Iniciado
    -Clã: Toreador Antitribu
    -Geração: 8º
    -Senhor: Rosemarie Ferreyra

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘◘◘
    Destreza: ◘◘◘◘
    Vigor: ◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘
    Manipulação: ◘◘
    Aparência: ◘◘◘◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘
    Inteligência: ◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─

    Prontidão: ◘◘
    Esportes: ◘◘
    Acuidade:
    Briga: ◘
    Empatia: ◘◘
    Expressão:
    Intimidação: ◘◘◘
    Liderança: ◘◘
    Manha: ◘◘◘
    Lábia: ◘◘

    ─ Perícias ─

    Empatia c/Animais:
    Ofícios:
    Condução: ◘◘
    Etiqueta:
    Armas de Fogo: ◘◘
    Segurança:
    Armas Brancas:
    Performance: ◘◘◘◘ [Prosas Russas]
    Furtividade:
    Sobrevivência:

    ─ Conhecimentos ─

    Acadêmicos: ◘◘
    Computador: ◘
    Finanças: ◘◘◘
    Investigação:
    Direito:
    Medicina: ◘◘
    Ocultismo:
    Política:
    Ciência:
    Tecnologia: ◘

    ─ Outras Características ─
    Sedução: ◘◘
    Tortura: ◘◘◘◘ [Escalpo]

    -||Vantagens||-

    ─ Disciplinas ─
    Auspícius: ◘
    Presença: ◘◘
    Rapidez: ◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração: ◘◘◘◘◘
    Recursos: ◘◘◘◘
    Mentor: ◘◘◘◘
    Influência: ◘

    ─ Virtudes ─
    Conciência/Convicção: ◘◘◘
    Auto-Controle/Instinto: ◘◘
    Coragem: ◘◘◘

    ─ Caminho/Trilha ─
    ◘◘◘◘◘
    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘
    - Pontos de Sangue -
    ◘◘◘◘◘.◘◘◘◘◘.◘◘◘◘◘
    Sangue Por Turno: 3

    ─ Qualidades ─
    Línguas (Russo) +1
    Informações Alheias +2
    Protegido +1
    Rubor de Saúde +2

    ─ Defeitos ─
    Vício (Adrenalina) -3
    Novato -1
    Sede de Inocência -2

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    - Cabelo: Loiro
    - Cor dos Olhos: Azuis Claros
    - Altura: 1,78
    - Peso: 85
    - Idade Real: 27
    - Nacionalidade: Russo-germânica
    - Cor de Pele: Branca

    Imagem:

    Olívia:
    -Nome: Olívia Johnson
    -Jogador: King
    -Natureza: Diretor
    -Comportamento: Conformista/Show de Horrores
    -Conceito: Prole Fiel
    -Clã: Ventrue
    -Geração: 9º
    -Senhor: Howard Blake

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘
    Destreza: ◘◘
    Vigor: ◘◘

    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘◘
    Manipulação: ◘◘◘◘
    Aparência: ◘◘◘◘

    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘
    Inteligência: ◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─
    Prontidão: ◘
    Esportes:
    Acuidade:
    Segurança:
    Empatia: ◘◘◘
    Expressão: ◘◘◘◘ [Conversação]
    Intimidação:
    Liderança: ◘◘
    Manha:
    Lábia: ◘◘◘

    ─ Perícias ─
    Empatia c/Animais:
    Ofícios:
    Condução:  
    Etiqueta: ◘◘◘◘ [Negociações]
    Armas de Fogo:
    Furto:
    Armas Brancas: ◘
    Performance: ◘◘
    Furtividade: ◘
    Sobrevivência:

    ─ Conhecimentos ─
    Acadêmicos: ◘◘◘
    Computador:
    Finanças: ◘◘◘◘ [Gestão]
    Investigação: ◘◘
    Direito:
    Medicina:
    Ocultismo:
    Política: ◘◘
    Ciência:
    Tecnologia:

    ─ Outras Características  ─
    Conhecimento de Clã [Ventrue]: ◘

    -||Vantagens||-
    ─ Disciplinas ─
    Dominação: ◘◘◘
    Presença: ◘◘
    Fortitude: ◘

    ─ Antecedentes ─
    Geração: ◘◘◘◘
    Recursos: ◘◘◘◘

    ─ Virtudes ─
    Consciência: ◘◘◘◘
    Autocontrole: ◘◘◘
    Coragem: ◘◘◘

    ─ Humanidade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘

    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘.◘

    ─ Qualidades ─
    Ex-Carniçal [1pt]
    Línguas: Alemão e Espanhól [2pts]

    ─ Defeitos ─
    Laço de Sangue [2pt]
    Recém-Chegado [1pt]
    Ódio [1pt]

    ─ Informações Adicionais  ─
    Fala Inglês. Alemão e Espanhól
    Odeia seu senhor e a senhora dele
    Restrição de Sangue: Mulheres Solteiras de uns 20 a 30 anos

    ┼ Descrição do Personagem ┼

    -Idade: 96
    -Idade Aparente: 21
    -Data de Nascimento: 1906
    -Data da Morte: 1930
    -Cabelos: Ruivos
    -Olhos: Mel
    -Raça: Caucasiana
    -Nacionalidade: Americana
    -Peso: 59km
    -Altura: 1,68m
    -Sexo: Feminino

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    Miac

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    Data de inscrição : 21/11/2015
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    Re: Criação de Personagens

    Mensagem por Miac em 9/11/2016, 14:27

    -Nome:  Gabrielle Pringsheim
    -Jogador: Miac
    -Natureza:  Idealista
    -Comportamento: Samaritano
    -Conceito:  Veterinária
    -Clã:  Caitiff
    -Geração: 10ª
    -Senhor:  Heidi Adam Ismar

    -||Atributos||-

    ─ Físicos ─
    Força: ◘◘◘
    Destreza: ◘◘◘
    Vigor: ◘◘
    ─ Sociais ─
    Carisma: ◘◘
    Manipulação: ◘◘
    Aparência: ◘◘
    ─ Mentais ─
    Percepção: ◘◘◘◘
    Inteligência: ◘◘◘
    Raciocínio: ◘◘◘

    -||Habilidades||-

    ─ Talentos ─
    Prontidão: ◘◘◘
    Esportes: ◘◘◘◘
    Acuidade:
    Briga: ◘◘◘◘
    Empatia:  ◘◘
    Expressão:
    Intimidação:
    Liderança:
    Manha:
    Lábia:
    ─ Perícias ─
    Empatia c/Animais: ◘◘◘
    Ofícios:
    Condução: ◘
    Etiqueta:  ◘◘
    Armas de Fogo:
    Segurança:  
    Armas Brancas: ◘◘
    Performance: ◘◘◘
    Furtividade:  
    Sobrevivência: ◘
    ─ Conhecimentos ─
    Acadêmicos: ◘◘
    Computador: ◘
    Finanças: ◘
    Investigação:
    Direito:
    Medicina: ◘◘◘◘ (Veterinária)
    Ocultismo:
    Política:
    Ciência: ◘
    Tecnologia:

    -||Vantagens||-
    ─ Disciplinas ─
    Presença: ◘
    Auspícios: ◘
    Animalismo: ◘

    ─ Antecedentes ─
    Recursos: ◘◘◘
    Geração: ◘◘◘
    Lacaio: ◘

    ─ Virtudes ─
    Consciência: ◘◘◘◘
    Autocontrole: ◘◘◘◘
    Coragem: ◘ ◘

    ─ Humanidade ─
    ◘◘◘◘◘.◘◘◘

    ─ Força de vontade ─
    ◘◘◘◘◘

    ─ Qualidades ─
    Bom senso 1pt
    Língua (Inglês e Espanhol) 2pt
    Inofensivo aos Animais 1pt

    ─ Defeitos ─
    Coração Mole 1pt
    Recém chegado 1pt

    ─ Outras Características  ─

    ─ Informações Adicionais  ─

    ┼ Descrição do Personagem ┼
    -Idade: 10 anos de abraço
    -Idade Aparente: 28
    -Data de Nascimento: 19/10/1964
    -Data da Morte: 01/01/1992
    -Cabelos: Castanho escuro longo
    -Olhos: Castanho escuro
    -Raça: Branca
    -Nacionalidade: Alemã
    -Peso: 55
    -Altura: 1.57
    -Sexo: Feminino
    -Imagem:
    Gabriele Pringsheim
    Spoiler:

    Heidi Adam Ismar
    Spoiler:
    Joseph Valentin Fritz

    Spoiler:
    ┼ História ┼
    Nascida em Berlim, filha única de uma família de classe média alta a jovem teve uma infância normal para os padrões sociais, nunca foi do tipo problemática para com seus pais. Tímida a seu modo a mesma sempre se manteve afastada de multidões e se expondo apenas o necessário para manter uma vida social saudável.
    Com uma personalidade frágil e uma humanidade alta demais a mesma é adepta aos direitos humanos e dos animais, sentindo-se desconfortável com fotos, vídeos e textos sobre qualquer tipo de crueldade direcionada a qualquer ser vivo.
    Aos 14 anos por opção de seu pai um advogado de personalidade forte, mas amoroso com ela, lhe fez adentrar para uma academia de box para ver se a mesma poderia se soltar mais em sua atitude, no começo a jovem relutava em lutar com outras pessoas, mas com o tempo demonstrou grande paixão pelo esporte...o que não acarretava em uma choradeira desfreada quando atingia ou nocauteava uma adversaria.
    Sua Mãe lhe apoiava nessa atividade, ainda sim preferindo as aulas de etiqueta, dança e línguas que sua filha fazia. Com essa agenda Pringsheim até seus 17 anos não tinha muito tempo para pensar em namorados ou sair muito de seu mundo rotineiro, lhe fazendo ser inocente com cortejos e investidas de outros homens.
    Já com seus 18 anos de idade, ela fazia agora jiu jitsu e vinculava a faculdade de veterinária, aprovada aos aplausos por sua mãe e com um certo descontentamento de seu pai que a queria ver ao seu lado como uma grande advogada.
    Com 24 anos ela havia se formado e seu pai lhe deu uma clínica de presente, entre esse meio tempo a mesma encontrou e cedeu as tentativas de John que era seu colega de classe e ambos engataram em um namoro.
    A vida estava perfeita, mas em uma certa noite ao voltar para casa mais cedo, se deparou com o homem que achava que seria seu único amor deitado com outra mulher, tomada pela raiva e com um coração partido a mesma agrediu ambos de forma descontrolada sendo parada apenas pelos vizinhos que adentraram em sua casa e lhe imobilizaram com certa dificuldade, tanto John quanto a outra estavam em uma situação lastimável.
    Após esse acontecimento a mesma voltou para a casa dos pais, se sentindo completamente desamparada a mulher descontava sua raiva do mundo nos treinos e ringue. A fazendo criar uma válvula de escape, mas isso não a vez ser mais cruel, pelo contrário, se sentia cada vez mais emocionalmente abalada quando machucava alguém. Se lembrava da cena que criou a uns meses atrás, sangue, gritos e choros, ferimentos abertos e lagrimas. Isso a deixava realmente sensível quando lutava.
    Aos seus 26 anos parecia ter superado os malefícios causados pelo seu relacionamento desastroso e ter voltado ao normal. Engatou alguns romances, mas nada concretizado devido a sua insegurança e desconfiança com seus parceiros.
    Aos 28 anos começava a fazer aulas de muay thai, uma luta mais pesada, o que a fez se negar em participar de lutas, pois o simples fato de pensar em machucar alguém a fazia se sentir tonta com aqueles golpes “mais violentos”.
    Na virada do ano 1992 em uma festa de fim de ano com seus colegas de trabalho em uma pub um pouco conhecida até na região, estavam todos felizes, era final de ano, todos estavam ansiosos para o novo ano que viria, expectativas, novas metas e experiências. Mas um de seus amigos saiu para fumar um cigarro e alguns minutos depois apenas uma gritaria podia ser ouvida do lado de fora, uma de suas amigas veio correndo e a puxou pelo braço para a saída da pub.
    Lá estava seu amigo caído no chão gemendo de dor, um grupo de skinheads havia encrencado com ele pelo fato dele ser gay e lhe bateram até o deixa-lo naquele estado lastimável. Um dos membros teve a audácia de voltar para o local e tentar cuspir na cara do rapaz já debilitado no chão, mas Pringsheim o impediu, um debate caloroso se instalou novamente no local, até que o rapaz perdeu a cabeça e lhe deu um tapa na cara, naquele momento a mulher se virou para ele e lhe desferiu diversos golpes no rosto, mais membros foram chegando, durante alguns minutos uma violenta briga era gerada ali, Gabriele começava a defender seus amigos e derrubava um por um daquela guangue medíocre e odiosa, em sua cabeça ela apenas conseguia pensar em como alguém poderia fazer aquilo com uma pessoa que tinha apenas uma opção sexual diferente da deles. No fim já ofegante e com diversos hematomas pelo corpo a mesma deu uma pausa para respirar, todos estavam no chão agonizando de dor, ela olhava para todos já com um olhar triste, aquilo a fazia perder completamente a motivação para continuar ali, e foi quando ela ouviu os fogos de artifícios.
    De certa forma era lindo, como um hino de vitória, mas que não tirava o pesar que sentia por machucar aquelas pessoas, e um frio e medo lhe tomou a espinha, ela sentia algo gelado lhe acertar pelas costas e perfurar seu pulmão, um skinhead lhe apunhalava pelas costas, mais gritos foram ouvidos quando o mesmo puxou uma arma e atirou para cima. Todos saiam correndo daquele lugar. Ela tentou se apoiar em algo próximo, mas seu corpo cambaleou para o lado a fazendo cair bruscamente no chão. Ali era frio, não conseguia ouvir nenhum som fora um coral de gatos de miavam de uma forma diferente...ela sorria enquanto fechava os olhos e tossia sangue, os animais que ela tanto amava agora choravam por ela.
    Foi quando que uma sensação prazerosa lhe tomou o corpo, era como um delicioso orgasmo e ao mesmo tempo sentia a vida que agora lhe deixava o corpo. E dê repente como um soco certeiro no diafragma a mesma perdia completamente o ar ao abrir os olhos.

    Não-Vida

    Após o meu abraço, minha senhora, optou por me levar para a Índia, na verdade ela fazia isso não por ela e sim para me ajudar a me ajudar a aceitar minha nova condição e um autoconhecimento sobre meus novos poderes.
    O que ainda é muito difícil para mim aceitar, ainda mais quando envolve me alimentar.

    Me sinto incomodada com o fato de ter que me alimentar de algo ainda vivo, é horrível. Me neguei por diversas vezes a me alimentar, me sentia suja quando me alimentava e quando não o fazia me sentia um monstro. Algo ruim vive dentro de mim...algo que não consigo controlar...apenas por isso eu continuo a me alimentar quando a fome vem.

    Passei alguns anos refletindo e meditando, aquilo era bom, me aceito melhor, não que eu seja completamente feliz com isso...mas é melhor que viver chorando e depois ter que limpar os rastros de sangue.
    Optei por transformar um rapaz que conheci, ele estava fazendo intercambio, um carniçal como minha senhora me explicou. Ele sofria de uma doença genética, seu corpo não produzia glóbulos brancos o suficiente, isso gerava diversas dificuldades para ele e incontáveis idas ao médico para realizar transfusões de sangue. Ainda me sinto ruim com isso...mesmo salvando sua vida, tenho que lhe dar meu sangue para isso.

    Joseph Valentin Fritz
    Eu poderia descreve-lo como um homem educado, um pouco magro ao meu ver e o que me deixa muito irritada é o fato dele fumar, como pode alguém que acabou de se curar de uma doença fumar!
    Já lhe puxei as orelhas e até pensei em lhe bater para que ele parasse com esse maldito vicio...uhnf...os conselhos eu já lhe dei, se quer morrer de câncer que assim o faça.
    Voltando, ele é um biólogo, não do tipo que cuida dos animais, ele faz os catálogos, novas espécies, modo de comportamento, como vivem e por ai vai. Eu disse para ele que voltaria com minha clínica veterinária ele me pareceu animado e disse que me ajudaria, aceitei com a condição de que se ele fumasse perto dos cachorros ou gatos eu ia brigar com ele. Acho que devo voltar para Berlim e reconstruir minha “vida”.

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    Re: Criação de Personagens

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      Data/hora atual: 15/12/2017, 19:37