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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

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    Danto
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    Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 11/4/2016, 23:07

    Março de 2002, Berlim.
    Quarta Noite



    Nec pulvis.
    Nec flamma.
    Nec tempestas.
    Nec timor.

    Nem pó, nem chama, nem tempestade, nem medo. Esse era o lema favorito de Edgard e por alguma razão foram as primeiras palavras que chegaram a sua mente quando seus olhos observaram a cidade de Berlim ainda pelo alto de sua janela.
    O vôo durou em sua totalidade, duas horas ou até menos um pouco do que isso.
    Observam de tão alto uma cidade tão grande era algo novo, viagens de avião não muito comuns para você, para não dizer que talvez jamais tenham ocorrido. As incontáveis luzes, era simplesmente magnífico observar a imponente cidade alemã daquela perspectiva.
    Mas os versos em latim simplesmente não saiam de sua mente, eram repetidos em um ritmo de sussurro, porque lembrar de algo tão específico que costumava ser dito por Edgard quando você era ainda apenas uma jovem neófita? A única explicação que lhe passava a mente era: Um presságio. Edgard estava próximo e você sabia disso.

    Tão fascinada quanto você, estava Tatiana que assim que o avião pousava, prontamente se colocava de pé e enfiava as mãos nos bolsos da calça, caminhando até a porta e enquanto a mesma não se abria, a Ravnos se vira para vocês e duas e diz.

    -Senhora Dmitra Ilyanova, por favor, peço para que me acompanhe pois iremos exclusivamente para o lado Oriental. Isabelle, foi um enorme prazer conhece-la, mas temo dizer que nossos caminhos terminam por essa noite aqui, desejo a ti uma boa sorte e informo-lhe que teu irmã já chegará na próxima noite na capela.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 12/4/2016, 17:03

    "Isto é um antigo dizer da Ordem de Hermes, mais especificamente de uma das Capelas..na antiguidade carregávamos triplamente o nome de Hermes: Ele que foi o deus dos mensageiros e ladrões; o Três Vezes Grande que deu forma ao Corpus Hermeticum; e o três Vezes Maior que Ele espírito Hermético que crepita ainda nos nos dias dos Despertos...todos os três emprestam inspiração aos trabalhos das nossas Feitiçarias do Sangue. Todos três são imortais. E todos os três carregam a chama da percepção e o selo do segredo...como o raio da Kabbalah, Hermes voa do divino à matéria; como sua serpente, ele escala novamente à divindade. Ele é relâmpago e serpente, claridade e trapaça. Ele é ouro e é mercúrio, resplandecente mesmo nos dias mais escuros...vivemos na era de Hermes. Ideias percorrem a distância de mundos em segundos, desvios criam mundos de luz e fórmulas, crianças brincam com brinquedos que distorcem o tempo e o espaço, e os mais velhos projetam suas vidas ao redor desses mesmos brinquedos...Nenhuma corrente material ou mágica pode deter Hermes. O único limite que aceitamos é a Vontade. E ninguém entende a verdadeira Vontade como nós..."

    Fechando os olhos por alguns instantes após as palavras da Ravnos, Isabelle afasta aquele breve transe de lembranças e símbolos antigos de seu clã, os conhecimentos e segredos antigos eram conhecidos por ela devido a pesquisa de seu Senhor sobre os detalhes da Casa Tremere até mesmo antes de tornarem-se vampiros, quando eram Despertos da hoje conhecida como Ordem de Hermes, o mote utilizado por Edgad era do Culto de Mercúrio, uma das antigas Casas dos Herméticos.

    A Tremere respondeu para a Arconte com um sorriso no rosto e fez uma mesura formal de despedida para a Justicar do Clã Brujah:

    - Foi uma honra dividir o voo com dois ilustres nomes de nossa Seita. Não vejo a hora de rever meu irmão. Uma boa noite para ambas.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 12/4/2016, 21:04

    O pequeno avião finalmente parou e em poucos instantes a senhorita Tatiana já se colocava para fora da aeronave, dando vários comandos silenciosos para os carniçais que estavam nas proximidades. Era estranho ver que já haviam alguns serviçais preparados no aeroporto para recebe-las, afinal, os antigos não estariam dormindo?! A menos que a Arconte já estivesse preparado de ante-mão vários pequenos assuntos a distância, isso faria jus ao braço direito da Justicar Ventrue.
    Dois homens esperavam por vocês três na pista, um deles conduz as duas outras anciãs de origem russa para uma direção oposta ao que o segundo homem de terno apontava para você, o homem diz brevemente.

    -Boa noite senhora, estou a serviço da capela Tremere. Irei leva-la em meu veículo até a entrada da capela e lá algum dos jovens irá recebe-la, espero que tenhas feito uma excelente viagem e caso tenha qualquer dúvida sobre a cidade. Será uma honra responde-la. Por favor, por aqui...

    Vocês dois então seguem pela faixa amarela, até entrarem em um saguão de desembarque privado dentro do aeroporto de Berlim. Era sempre fantástico ver como a Camarilla era capaz de passar completamente invisível dos olhos mortais, mesmo que utilizasse os mesmos locais que milhares desses. Não demorou muito para que vocês chegassem ao estacionamento do vip do aeroporto e adentrassem em um sedã preto.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 12/4/2016, 21:16

    "A organização da Arconte Stepanova é legitimamente exemplar, preciso me ater aos detalhes, nada poderá fugir de minha análise global dos acontecimentos desta cidade legitimamente amaldiçoada...recebida por jovens?"

    Isabelle olhou o carniçal dos pés a cabeça, quem havia enviado aquele homem se os antigos de seu clã provavelmente dormiam. A prole do antigo Justicar e os demais estudantes de sétimo círculo e talvez alguns de sexto estariam neste estranho sono também. Era um tanto não afortunado ser recebida por vampiros inferiores da Casa Tremere, as hierarquias deveriam ser mantidas dentro da pirâmide social do clã. Irritada com tal fato, a antiga italiana segue seu anfitrião humano até o sedã preto que lhe aguardava.

    Enquanto caminhavam, ela lhe questionava avidamente em busca de uma resposta para esse ultraje as tradições do clã. Enquanto que seus poderes cainitas tratavam de acentuar sua pesquisa sobre a aura do mesmo.

    - Então, serei recebida por jovens? E quanto a esta cidade, soube que a mesma foi dividida em duas partes...isso é verdade? Entendo como partes iguais, será mesmo?
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 12/4/2016, 21:36

    O carniçal se sentava no banco da frente e antes de ligar o carro, olhou pelo retrovisor, conferiu algumas coisas no painel tecnológico do mesmo e respondeu quando você terminava de falar. Era notório que o carniçal não era muito antigo, mas mesmo assim, era claramente muito bem educado em suas palavras.

    -Sim a cidade foi dividida em duas partes, mas não são partes iguais Senhora. A divisão ocorreu logo após o término da Segunda Grande Guerra, as nações aliadas ocuparam a porção ocidental de Berlim e as tropas soviéticas a porção oriental. No começo dos anos 60 o muro foi enfim erguido e as Camarillas foram oficialmente divididas, apesar do conflito entre os príncipes ser bem mais antigo. A cerca da sua recepção, não existem escolhas Senhora, os antigos estão dormindo há duas noites seguidas e não demonstram nenhum sinal de que irão acordar. Temo dizer que isso está ocorrendo em toda a cidade, o principal e mais antigo servo da capela, o Maestro está organizando com louvor a capela, enquanto os jovens se refugiaram na mesma.

    Aura do Carniçal::
    Profundamente laranja com manchas claras
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 12/4/2016, 22:10

    "Os padrões, tão comuns quanto ler um livro em italiano, ele teme a mim? Ou alguma situação o faz estar amedrontado, o Laranja é tão obvio quanto o céu é negro e claramente trata-se de um carniçal..."

    - Agradeço as informações, mas me diga jovem, está com medo de mim? Aproveite enquanto me explica isso, e já conte quem é Maestro e qual seu papel na Capela de Berlim.


    Isabelle mantinha os olhos no caminho que o carniçal fazia com o veículo, embora não tivesse interesse na arquitetura da cidade, a mesma lhe fascinava, os prédios eram realmente muito belos, mas o que realmente lhe chamou a atenção, era o tal Maestro mencionado pelo carniçal, no entendimento da Tremere um servo mais importante e mais antigo não teria um nome tão incomum.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 12/4/2016, 22:38

    O carniçal engole seco e os tons alaranjados se intensificam em níveis assustadores na aura do mortal que olha para você pelo espelho frontal do veículo. Vocês passavam pelas área urbana de Berlim Ocidental, era de fato, uma enorme cidade e capital da maior potência da Europa e uma das maiores economias do mundo moderno mortal. Berlim era uma protagonista a quase um século da nova história da raça humana e não faltavam registros que provavam a força da cidade. Enormes prédios, avenidas, o progresso da cidade era notório.

    -Perdoe-me minha Senhora, não estou habituado a lidar com anciões. Sou apenas um carniçal da capela, o Maestro é o responsável por toda a estrutura da capela, ele é um construto. Não entendo perfeitamente, mas os caniçais da capela servem ao Maestro e o Maestro serve aos anciões.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 12/4/2016, 23:21

    Isabelle mantinha os olhos na cidade de Berlim, tudo aquilo era novo para ela, pois havia passado muito de seu tempo na Capela da cidade das luzes. Os prédios brotavam por entre outros mais antigos e mais majestosos ainda, era realmente um florescer da modernidade imposta pela mudança das eras.

    - Um construto? Interessante, realmente muito interessante. Devo dizer, Maestro deve ter sido muito bem instruído, pois parece lidar naturalmente com a chegada de um ancião do clã, pelo que posso ver o mesmo disponibiliza os recursos ao alcance para minha chegada. Acredito que teremos muito o que conversar, eu e ele é claro, você apenas dirija logo. E gostaria que parasse de exalar medo, deve respeito a nós, seu medo é como uma desconfiança, e isso não é permitido dentro de nossa Casa.


    A cainita não possuia a arrogância dos anciões quanto aos humanos, ela tratava-os como ferramentas para seus desejos e claro, alimentação. Embora o uso de seus poderes taumaturgicos, mais especificamente da Linha do Sangue, faziam com que a alimentação não necessitasse de um beijo para se realizar, magicamente o sangue brotava da pele da vitima e era absorvido pelas mãos da cainita. Era diferente, muitos antigos odiariam aquele tipo de alimentação singular, mas ver o sangue e vitae sendo manipulado a altura de seus olhos realmente fascinavam a Tremere e fizeram com que ela alcançasse rapidamente o domínio desta linha.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 13/4/2016, 00:49

    O silêncio foi ordenado e recebido.
    Nenhuma mais palavra foi pronunciada pelo carniçal, nem sequer um leve suspiro. Ele apenas conduziu o carro o mais rápido que era permitido pelas placas indicativas e parando o carro em frente a biblioteca estadual, após quase vinte minutos do mais profundo silêncio que um servo poderia oferecer a seu senhor.
    Por fim, a porta do veículo se abre. Um homem de aproximadamente 33 anos, cabelos castanhos claros e olhos da mesma cor, suas vestes eram longas e negras, sem nenhum detalhe específico ou estampas. Ele era incrivelmente idêntico a qualquer ser humano, mas os seus estudos biotaumatúrgicos logo revelavam a natureza mística instalada na essência daquele ser que abria a tua porta, aguardando o começo da sua movimentação enquanto realizava uma honrada reverência. Você estava diante de um construto, algo muito similar ao que os gárgulas outrora foram para os Tremere, servos fieis, capazes de se autodefender e de atacar, mas acima de tudo, criaturas construídas com o vitae de cainitas e regidas pela vontade mágica.

    -Boa noite minha Senhora. A capela de Berlim a saúda com as grandes honrarias do Regente Maxwell Ladescu, prole de Karl Schrekt. A tua frente me coloco, não possuo nome, apenas uma breve nomeclatura, o Maestro da Capela. Irei conduzi-la para o interior da capela, apresentar a ti as suas acomodações e servi-la da melhor maneira possível. E de antemão, apresento-lhe os pedidos sinceros de desculpa do Regente, infelizmente, o mesmo não se encontra acordado. Mas este assunto deve ser discutido exclusivamente no interior da capela, sob as proteções necessárias.

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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 13/4/2016, 08:40

    Isabelle observava com olhos atentos aquele ser em sua frente, realmente era um construto impecável, a magia de sangue utilizada era refinada pelo que podia perceber, sua irritação por ser recebida por jovens desapareceu no momento em que este poderoso experimento dos Tremere de Berlim surgiu a sua frente, as gárgulas haviam sido ferramentas mais instáveis, mas um serviçal sanguineo deste porte, exigiu muito mais de seu criador.

    - Boa noite Maestro, realmente, é um prazer ser recebida pela Capela de Berlim conforme regem as tradições de nossa Casa. Entendo agora os pormenores que fizeram com que ficasse irritadiça ao ser informada de uma recepção de jovens aprendizes, porém não há necessidade de desculpas do Sr. Ledescu, já fui informada do ocorrido nesta cidade e com certeza teremos muito que discutir no interior da Capela.

    A cainita olhou para trás, em direção ao carniçal que havia lhe trazido até lá, ela entendia o que ele passava, pode ver com seus próprios poderes cainitas o medo imposto pela presença de um ancião e ela entendia que a situação atual dos Tremere exigia que o carniçal superasse seu próprio temor de ser engolido por uma Besta secular.

    - Maestro, diga-me, o carniçal que me trouxe esta noite, está disponível? Digo, gosto de informações e ele me pareceu ter muitas sobre a cidade. Se não fosse me intrometer em assuntos de outrem, quem é o Senhor dele?
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 13/4/2016, 17:12

    Você e o maestro subiam as escadas em direção as enormes portas da biblioteca de Berlim, o construto segurou as maçanetas, uma com cada mão e olhou diretamente para você sem demonstrar nenhum problema e girar o pescoço de uma forma impossível para qualquer humano. E gentilmente respondeu.

    -Os carniçais que servem a capela são de minha responsabilidade e respondem exclusivamente a mim e ao Regente, apenas, sinto muito por já recepciona-la com um uma resposta negativa a cerca de teu primeiro requerimento. Mas com o sono do regente, eu preciso de cada um deles para a manutenção das funções essenciais da capela.

    O Maestro então abre as portas e você finalmente via o interior da enorme biblioteca da capital alemã. E o construto ficaria a espera da sua resposta para dar continuidade ao caminhar em direção a capela em si.

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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 13/4/2016, 21:51

    Isabelle na verdade interessava-se mais pelo próprio Maestro do que pelos carniçais da Capela de Berlim. Ela observava atentamente cada movimento daquele ser mágico, e parou em frente ao mesmo sorrindo quando informada do laço do carniçal.

    - Ó, não trate isto como um requerimento. Apenas tive curiosidade em entender o medo que provinha do mesmo, tendo em vista que seu Senhor é também um ancião do clã. Estive na Capela de Roma e de Paris, e devo dizer que a organização desta está realmente impecável, realmente você possui um propósito muito grande aqui Maestro e está bem claro para mim sua competência para tal.

    "Será que ele consegue sair da Capela? Ele deve possuir algum estoque de poder mágico, alimentado por algum tipo de energia especifica, ou simplesmente vitae realmente poderosa...tantos séculos de existência estudando o sobrenatural e cada vez mais os parâmetros mágicos me atingem com facilidade...estou encantada com a magia que flui terrena neste ser em minha frente, mas desconheço os métodos e custos para a realização do procedimento que o criou, quem sabe haja alguns manuscrito do próprio Ledescu nesta Capela que conte em detalhes a maneira correta de conceber tamanho 'artefato' para este mundo..."


    A cainita observava maravilhada todos aqueles livros, conhecimento era a palavra que fazia suas próprias engrenagens e objetivos alinharem-se, acima de tudo, ainda existia as pesquisas e investigações a serem realizadas para o Sr. Burnier e a Capela de Viena e sua visão daquele inicio de noite ainda não havia sido afastada complemente, sempre levava um tempo muito grande para tal.

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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 14/4/2016, 03:14

    -Fico extremamente honrado em receber suas palavras, Senhora Loriet. Compara meu serviço com a grandiosa capela de Paris me enche de orgulho, pois dedico todas as horas de minha existência a manutenção de cada livro, pergaminho, sala e objeto dessa capela. Agora, siga-me até a entrada real da Capela.

    E enquanto vocês dois caminhavam pelos corredores vazios da Biblioteca, o Maestro dá inicio a uma breve explicação.

    -A capela Tremere fica no interior desta biblioteca, uma biblioteca realmente antiga que foi dividida assim como a cidade a qual ela pertence. Grande parte dela ficou na porção Ocidental de Berlim e durante toda a sua reconstrução e reforma, o clã Tremere recebeu do Príncipe de Berlim Ocidental o direito de Domínio. Assim, a capela foi estabelecida por uma passagem secreta através das vastas estantes de livros. A passagem só é ativada pelo vitae Tremere reconhecido por algum Regente, uma espécie de tradição e medida de segurança. Dessa forma, será necessário uma pequena a mostra do seu segue. Deposite-a exatamente neste livro, por favor. Eu sou perfeitamente capaz de ir da Biblioteca para a Capela e vice-versa, mas é extremamente necessário que a Senhora possa ter a liberdade de ir e vir dessa capela que será teu Lar e Refúgio durante tua estadia em Berlim Ocidental.

    O livro que era apontado pelo Maestro era um livro da ala de egiptologia da biblioteca: "As Asas de Benu, A Mitologia Antropomórfica do Panteão Egípcio".
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 14/4/2016, 20:57

    "As asas de Benu...Benu...já vi em outros livros sobre a cultura do antigo Egito...alguns a têm como a Fênix dos faraós e dos antigos Deuses...a mesma retornava de tempos em tempos e ao final do período transformava-se em cinzas para renascer após certo período...tida como o Deus Supremo por alguns estudiosos, no entando, é legitimamente incomum a entrada estar atrelada ao antigo Egito..."

    - Mas é claro Maestro, aqui esta.

    Disse Isabelle mordendo o próprio dedo indicador e repousando o mesmo enquanto o vitae saia da pequena ferida, quando a quantidade fosse sufiente, a mesma lamberia a ferida para o dom cainita curar a mesma. Ela ainda olhava para aquela grande biblioteca antiga, embora seus desejos repousassem no que viria após a entrada da mesma na Capela, lá deveria ser muito maior e os conhecimentos ocultos, como a criação de Maestro, estariam lá esperando por ela.

    - Tem algum motivo em especial para este livro em especifico servir de entrada? Alguma tradição da própria Berlim a qual não estou acostumada?

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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 14/4/2016, 21:10

    -Benu é como a Fênix. E de acordo com o Regente da Capela, é esse o papel do Clã Tremere na cidade de Berlim, das cinzas à glória, da glória as cinzas. Eternamente presente não importa o quão inexorável seja o ódio de seus inimigos.

    Respondeu o Maestro com sua voz sempre calma e imposta em um tom extremamente claro, havia uma enorme preocupação com a postura, com o caminhar e com os gestos. O construto havia sido gerado com altíssimo objetivo: A perfeição.

    O seu vitae tocou o livro e as estantes a sua frente se abriam, como mágica, revelando a natureza imaterial que possuíam. Era apenas um encantamento de ilusão que simulava os efeitos de Ofuscação, aqueles livro não existiam, nem muito menos as estantes. Havia na realidade um arco enorme e alto, construído em madeira que dava acesso a uma belíssima visão do hall de entrada da Capela de Berlim.



    -A estrutura local é simples, possuímos um Hall. Um salão comunal que fica logo após aquela escada e no centro do salão, uma escada que da acesso a todos os treze andares da capela. Mas logo você entenderá que apesar de simples, a capela não possuí lógica racional em suas passagens e caminhos. O regente é uma alma criativa e estudioso das constantes da matéria, da correspondência e das forças essenciais e primordiais. Irei leva-la até a sala de reuniões do Primógeno, acredito que os jovens estavam reunidos lá.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 14/4/2016, 21:47

    Isabelle por instantes torceu para o construto não possuir nenhum poder de percepção ou mesmo algum tipo de ligação que o permitisse compartilhar do poder do Regente, seu criador. Seus olhos faíscaram, as enormes estantes lotadas de livros faziam com que sua visão se esforçasse para ler todas as lombadas afim de já iniciar suas pesquisas taumatúrgias, os ensinamentos adquiridos do Regente de Paris foram extremamente preciosos para a mesma, mas a necessidade de aprimoramento de muita coisa ainda existia.

    "Tendo em vista o passado de problemas do clã nesta cidade, o renascimento mesmo que advindo do fogo, gera um sentimento nos membros nativos desta cidade muito inspirador...os movimentos de Maestro são tão corretos, frases polidas e alto nível de precisão em tudo...é como estes computadores atuais, programados para seus propósitos..."

    - Isto quer dizer que tudo aqui move-se aleatoriamente? Corredores e paredes mudando, como localizar-se aqui então? Como ir de um comodo ao outro? A concepção do Regente juntamente com sua própria criação, Maestro, me fazem crer que o mesmo é um membro extremamente brilhante, não vejo a hora de conhecê-lo pessoalmente! Estou curiosa para conhecer os jovens aprendizes da Capela, acredito que escolhidos a dedo pelo Regente, tamanho é seu perfeccionismo.

    "E lhe questionar algumas coisas conforme minha investigação da Casa ordena.."
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 15/4/2016, 18:20

    -Não existe espaço para o aleatório nos estudos arcanos.

    Respondeu o Maestro de maneira simples e direta, a voz dele não soava como escárnio ou qualquer negatividade comum para mortais e cainitas, sempre possuía o mesmo tom e forma de falar. E sem dar nenhuma possibilidade de continuação de diálogo, o construto se colocou a andar em direção as escadas de madeira que estava a sua frente, subindo-as e chegando o salão maior superior, de fato, haviam várias mesas com quatro cadeiras, livros e o ambiente inteiro era construído para incentivar a comunicação e a construção de laços entre os mais jovens da capela, algo que não ocorria nas tradicionais capelas de Roma ou Paris. A escada central então foi o destino de vocês, essa por sua vez funcionava de maneira peculiar, indo do chão até a sacada do primeiro andar.
    E assim que vocês dois chegaram a sacada, você logo compreendeu o que o Maestro estava falando. Os outros andares, todos eles, eram acessíveis apenas por suas sacadas que possuíam encaixes, mas não haviam escadas suficientes para ligar todos ao mesmo tempo, haviam sim incontáveis degraus que literalmente, flutuavam no ar e construíam lances improvisadíssimos de escadas. Mas de certa forma, todos eles pareciam reagir aos comandos instintivos do Maestro, um construto que regia as estruturas interiores da capela.
    Em silêncio, o construto seguiu até o sexto andar e abrindo a primeira porta o mesmo diz.
    -Entre Senhora, eles estão a sua espera.


    No interior da sala, havia inicialmente uma escada que levava até o interior da mesma. Sentados em torno de uma mesa redonda, os três neófitos se levantavam assim que a viam entrar, sobre a mesa você era capaz de ver incontáveis pergaminhos, livros e várias anotações, eles estavam claramente estudando alguma coisa importante. A única mulher entre eles prontamente se apresenta.

    -É um enorme prazer conhecer uma ilustre herdeira da família Loriet. Meu nome é Cassandra Kastner, prole do primógeno local Frank Wahlgren, sou uma aprendiz do terceiro ciclo de mistérios. Esses ao meu lado são, Bernardo Sison, prole de Ludwig Steinhaeuser e Jürgen Kocher, prole de Boyan Zhirinovsky, ambos do segundo ciclo.

    Neófitos da Capela:
    Cassandra Kastner


    Bernardo Sison


    Jürgen Kocher
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 16/4/2016, 19:29

    Isabelle manteve as atenções naqueles degraus flutuantes, pensava em sua cabeça como o construto controlava tudo aquilo sozinho, se fosse assim, se sua vontade quisesse manteria todos presos dentro da Capela, por exemplo.

    Entrando no salão, manteve a postura uma postura tradicional e mais séria, observou atentamente os jovens aprendizes da Casa de Berlim. Após os nomes ditos, buscou em seus conhecimentos sobre as linhagens do clã os nomes dos Senhores de todos, enquanto respondeu para a estudante do terceiro ciclo.

    - Já estão bem informados sobre mim, pelo que posso ver. Muito bem, me chamo Isabelle, prole de Francesco Loriet e estudante do sexto ciclo de mistérios. Devo dizer que estou empolgada de conhecer o futuro da Casa Tremere de Berlim. Ñão consigo conter minha curiosidade e perguntar sobre o que estudam com seus membros mais antigos em sono.

    A anciã frente aos estudantes dos circulos mais baixos, pensou em analisar as nuances de cada um, tal ato havia se tornado um passatempo perigoso para Isabelle. Mas nos últimos anos, seus poderes auspiciosos haviam lhe premeditado muita coisa. Começaria analisando a estudante que se pôs a falar assim que Loriet adentrasse o salão, dentre os três parecia a mais esperta e com os conhecimentos mais avançados.


    Off: Uso de Auspicios - Nivel 2. Teste do Narrador.
    Off²: Ocultar o uso do poder - 5 dados. Manipulação + Expressão. Gasto 1 de FdV.


    Última edição por Stian em 17/4/2016, 00:02, editado 1 vez(es)
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 16/4/2016, 23:18

    Off²: Teste Manipulação + Expressão. 5 dados.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 16/4/2016, 23:18

    O membro 'Stian' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    'D10' : 2, 8, 5, 8, 4
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 17/4/2016, 00:08

    Cassandra era a neófita que conduzia os diálogos e ela estava olhando atentamente para você, com um sinal educado e uma expressão calma e completamente polida e educada, ela apontava uma das cadeiras próximas a mesa e aguardando você se sentar, para então fazer o mesmo e só depois permitir que os outros jovens também se sentassem junto com vocês duas à mesa. Uma postura extremamente ortodoxa de se conduzir uma reunião.

    -Estamos em buscas de respostas Senhora Loriet, nossos anciões estão em torpor à duas noites e não possuímos respostas nem sequer avisos foram dados. Além disso, acreditamos que todos os anciões da cidade estão no mesmo estado. Seria imprudente não fazer algo a respeito.

    Aura de Cassandra::
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 17/4/2016, 01:08

    Os olhos de Isabelle acompanharam as nuances e cores da aura da jovem neófita, e tudo aquilo lhe gerou um sentimento imediato de perigo. A cor negra perpetuava sobre tudo, apresentando toda a maldade que a mesma possuia, em seguida o roxo e o velho, agregando à maldade da mesma o desejo e a agressividade. Uma aura como aquela denunciava claramente que o alvo era muito perigoso.


    "O que tem nessa neófita? É tão maligna, por mais cruel e maquiavélico que Edgard era, jamais pude sentir essa mesma aura tão carregada de sentimentos perversos vindo dele...tenho que manter os olhos muito bem abertos quanto a ela, no entanto seu Senhor vem da Capela de Meerlinda, feiticeiros com maiores afazeres na Camarilla, devido a posição da Regente...Cassandra Kastner...o que esconde de todos por trás dessa aura tão negra...?"

    Isabelle sentou-se a mesa dos jovens neófitos sem demonstrar o que seus poderes acabavam de sondar daquela jovem da Casa Tremere, prole de Frank Wahlgren da Capela de Meerlinda. Ela olhou para os papéis sobre a mesa, leu alguns rapidamente e olhou para os jovens aprendizes.

    - Um feitiço desta magnitude, capaz de colocar todos os anciões desta cidade em torpor, só pode ser advindo de um poderoso ancião. Entendam desta maneira prática, só podemos afetar com nossos poderes aquilo que nosso sangue podes garantir. Ou seja, para colocarmos Gustav em sono, teriamos de possuir o mesmo poder sanguineo do mesmo. Se eu fosse a canalizadora deste feitiço, provavelmente afetaria apenas aqueles da sétima geração do sangue de Caim. Precisamos reunir os corpos dos Membros mais antigos da Capela, todos no mesmo lugar para que possamos analisar prematuramente o que está acontecendo com eles e procurar uma brecha para acordá-los. Se não me engano, os anciões desta Capela são Ledescu o Regente, Frank Wahlgren e Belenus Luchtaine. Além do mais, não acredito que nem mesmo com minha chegada, teremos poder equivalente para cancelarmos isto sobre os anciões, quem diga sobre o resto de Berlim. Deixem-me analisar o que têm por aqui.


    Isabelle lembrava-se de um dos últimos ensinamentos de Angus Burnier sobre a potência do sangue afetar a eficácia dos rituais Tremere. Manteve os olhos presos nos pergaminhos e inscrições em cima da mesa, com sorte encontraria algo útil para uma situação como aquelas, embora as visões daquela noite ainda lhe perturbassem, agora a sensação do retorno de Edgard e esta maligna neófita, as noites em Berlim seriam realmente um inferno, como havia presuposto Stepanova durante o vôo.
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 18/4/2016, 00:04

    Suas palavras causaram um claro e explicito espanto em todos os jovens, os dois homens olharam aflitos para Cassandra enquanto essa cruzava os braços e deixava uma expressão séria dominar a própria face. Em silêncio ela observou a sua ação de ler superficialmente o que estava sendo estudados pelos ali presentes.
    Não havia nada de útil, na realidade, haviam muitas coisas úteis mais nada que pudesse de fato enfrentar o desconhecido feitiço que havia forçado o sono dos anciões da cidade de Berlim. Tomos antigos sobre o mundo dos sonhos, o sonhar, pesadelos, fadas e outras coisas similares, estavam espalhadas sobre a mesa em uma clara tentativa de ao menos, construir uma lógica em torno do acontecido. Eles buscavam compreensão e não simplesmente uma tentativa de quebra do feitiço.

    -Isso não será possível. Belenus Luchtaine está morto, não há como traze-lo até você e o Regente não dá permissão a ninguém adentrar sem convite o seus cômodos. Assim como, meu Senhor não será exposto como uma figura de estudos, seria mais prudente, apenas utilizarmos alguns ancillae de pouca importância da cidade. Ou até mesmo do lado Oriental que se encontra em completo caos.

    [Off: Teste de Acuídade + Percepção. Dificuldade 9.]
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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Stian Jogador em 18/4/2016, 12:04

    Isabelle mantém os olhos nos tomos sobre a mesa enquanto Cassandra lhe dava a informação que ela queria, sobre o paradeiro de Luchtaine. Mas seria impossível uma neófita saber sobre o estado de Belenus e o próprio Regente de Paris não, alguma informação não estava coesa e isso era muito óbvio.

    A Tremere manteve os olhos na mesa, praticamente ignorando Cassandra enquanto a mesma falava sobre seu Senhor ser usado como cobaia. Alguns instantes após a neófita terminar, Isabelle olha com a seriedade dos antigos que ainda não havia demonstrado desde que havia colocado os pés em Berlim. Os olhos da cainita da linhagem de Francesco Loriet fitaram diretamente os de Cassandra, aquela maldade exagerada que brotava da aura da neófita havia lhe incomodado, então ela disse em tom muito sério e com palavras rápidas e diretas.

    - Não entenda observar seu Senhor durante o sono como uma cobaia, minha jovem. Elminaremos esta hipótese, considerando o seu pedido. Apenas os anciões e ancillae estão em sono? Nenhum neófito sucumbiu ao feitiço?

    Isabelle levanta-se e caminha em torno da mesa, observando agora os outros dois jovens Tremere que ali sentavam-se. Ela então continua olhando um pouco para cada:

    - Belenus está morto? Me digam como isso ocorreu. Pois, contava com a presença ilustre do mesmo no Conclave das próximas noites.

    "Muito improvável que o Sr. Burnier não tivesse ciência da destruição de um Membro de sua linhagem, ainda mais quando até uma neófita sabe do ocorrido. Existe algo muito errado nesta Capela, a começar por Cassandra....este feitiço antigo...nunca vi nada parecido em minhas pesquisas em Paris e muito menos em Roma...estes neófitos, sabem do Conclave?..."

    Off: Teste de Percepção + Acuidade. 9 dados. Dificuldade 9.

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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

    Mensagem por Danto em 18/4/2016, 12:04

    O membro 'Stian' realizou a seguinte ação: Rolagem de Dados


    'D10' : 4, 6, 10, 1, 10, 8, 2, 3, 8

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    Re: Ato II - Narrativa de Isabelle: A Vontade e a Palavra

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