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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Ato VII - O Jantar, parte II

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    Danto
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    Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 20/6/2017, 16:53


    Imagens referenciais:
    O Quarto de Alfonsus:
    Pia:
    Alfonsus Masdela Materazzi:

    Roupas:
    Local: Berlim, Palácio de Schönhausen.  
    Data: 19 de Março de 2002: O gigante e o girassol.

    O som da madeira da porta se arrastar sobre a pedra ressoou suavemente, um tom grave que tomava seus ouvidos e a lhe revelavam o quão antigo eram os móveis ali presentes. Seus olhos então encontravam um ambiente iluminado por três lamparinas fixadas nas paredes que compunham o quarto, além de velas que estavam acesas no alto lustre de ferro envelhecido.

    O blazer de Alfonsus estava sobre a cama, assim como os sapatos do homem que estavam justapostos o pé direito da mesma. Sua atenção se voltava para a voz do homem que vinha do pequeno banheiro que havia no local, na realidade o termo banheiro não era muito bem aplicado, era um pequeno ambiente que servia para separar a pia e possivelmente uma banheira.

    O alto italiano terminava de lavar a face quando respondia, ainda de costas para você que entrava vagarosamente no quarto:

    -Pietra? Sim claro, entre querida irmã...

    Ele então usava uma toalha para secar a face e se levantava da pia, afinal, a estatura dele o obrigava a inclinar a coluna e apoiar os cotovelos e alcançar a água. Ajustando a postura ainda de costas para seus olhos, ele finalmente se virava para vê-la, um sorriso natural surgia nos lábios do homem que estava agora a vestir a camisa de manga e gola longas, feito de um algodão em um tom pastel, junto de uma calça cumprida social e de tonalidade emadeirada. Os pés grandes encobertos por meias brancas, se moviam sem nenhuma pressa até o inteiro do quarto, puxando a porta do banheiro.

    -Um excelente jantar não? Venha, sente-se vamos conversar querida, o quarto não é de fato meu mas posso dizer para que fiques a vontade, correto?!

    Apontando para o sofá e tomando uma das poltronas como assento, Alfonsus aguardava  por suas ações com curiosidade. Era bem claro que ele não estava a esperar reunir-se com mais ninguém durante essa noite, afinal, os cabelos umedecidos, a falta dos sapatos e do cinto, indicavam que seu irmão mais velho já considerava o repouso e a reclusão, mesmo faltando ainda quase quatro horas para o amanhecer.

    Cruzando as pernas e apoiando as mãos nos braços da poltrona, Masdela respirava exatamente duas vezes, de maneira longa e profunda. Tentando segurar a curiosidade e esforçando-se para ser o mais receptível possível, mas você sabia que ele havia chorado e se exposto a Fredy a menos de cinco minutos atrás. Mesmo assim, o homem se apresentava aos seus olhos exatamente como você sempre se lembrou dele: Concentrado, equilibrado e simpático.
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    Jess

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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 20/6/2017, 18:33

    O som grave fez Pietra sorrir, era claro que todo o local era muito antigo, tão antigo quanto a própria cainita, o ambiente cuidadosamente iluminado e decorada surpreendeu a italiana que suspirou com calma ao fechar a porta recostando-se sobre esta.

    Seus olhos castanhos liam os detalhes do lugar com interesse, nele haviam pequenos sinais de Masdela, sinais que Pietra estudava com cuidado, eram sinais de alguém que a cainita queria conhecer de outra forma, mesmo depois de tantos anos de companhia e convivência. A voz de Alfie chamou sua atenção, ainda recostada na porta, Pietra prendeu a respiração ao girar a chave garantindo que a porta ficasse fechada para qualquer um do lado de fora.

    “ Bom, vamos com calma não é?! Não preciso ter pressa nenhuma. Sem pressa e fique calma Rita, você quer surpreende-lo e não entregar o jogo antes da hora. ”

    Observando seu irmão terminar de se lavar, Pietra sorriu ao ver o quão belo estava o gigante italiano de sua vida, mais a vontade Alfonsus claramente não esperava mais ninguém naquela noite, ainda que sua aparência demonstrasse seu total controle, a italiana sabia o que tinha acontecido entre ele e Friedrich, e o choro de seu irmão a marcava de uma maneira única e especial.

    Sentando-se perto de Alfonsus a cainita sorriu ao tirar o pesado casaco para ficar mais a vontade, seus olhos estudaram o quarto com interesse, principalmente porque o banheiro havia sido inserido no local com requinte e simplicidade perfeita.

    - Bom já que eu posso ficar a vontade você não se importa de eu ficar descalça não?

    Comentava Pietra ao começar a tirar as botas e coloca-las ao lado do sofá, os olhos castanhos da italiana procuraram os olhos claros de seu irmão, sorrindo com carinho para este, havia curiosidade em Alfonsus, uma curiosidade para qual apenas Pietra tinha a resposta.

    - Sim foi um jantar agradável, principalmente porque Nina não o jogou pela janela e acabou provocando o ciúmes de Bela por ter carregado você pelos braços. Então meu querido, oque achou de minhas rosas?

    Perguntava Pietra ao se apoiar no braço do sofá para retirar as meias e estalar os dedos de seu pé.
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    Danto
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 20/6/2017, 20:49

    Infelizmente os olhos de Alfonsus não respondiam aos seus olhos castanhos, eles até de fato se encontravam mas o seu irmão prontamente os desviava para observar a sua ação de retirar os calçados.

    -Claro, claro! É sempre muito melhor poder retirar os pequenos pesos que carregamos conosco em prol da beleza de nossas vestes não?

    Afirmava o homem com um pequeno sorriso nos lábios, era uma frase automática que você tinha toda certeza de já ter ouvido no mínimo umas cem vezes durante seus primeiros anos como aprendiz do mesmo. Afinal, ele a proibia de adentrar o ateliê dele com qualquer tipo de calçado. Alfie se ajeitava na poltrona, relaxando a postura e jogando as costas contra o encosto da mesma para erguer as pernas e depositá-las sobre a mesa central.

    -Lorenz me faz lembrar de ti, uma inocência cativante e uma enorme dificuldade para se ajustar as novas possibilidades sensoriais. Ele é indiscutivelmente seu filho, se eu não a conhecesse o suficiente, poderia até afirmar que seria seu filho biológico, afinal os olhos claros fazem parte de tua herança, apesar de seres muitíssimo similar a vossa mãe. Já Lotte é uma divertida mistura de vocês três, tem o seu talento, a tempestade de Eva e a ambição de Fredy! Além de ter lindos lábios, ela morde para se provar e cativar, mas é uma garota que carrega muita dor, alguns vícios camuflados e uma tendência à depressão... Em resumo, são lindas rosas, cada uma com suas peculiaridades fascinantes.

    Ele finalmente olha para o seu rosto e suspirava, para sugerir:

    -Quer ajuda com esses dedinhos Rita?
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    Jess

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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 20/6/2017, 22:09

    A falta de resposta dos olhos de Alfonsus não incomodaram a cainita, esta por sua vez sorriu com calma dando tempo a seu querido irmão. As palavras deste a fizeram rir de forma suave, afinal aquelas palavras haviam lhe sido ditas inúmeras vezes durante os anos em que Alfie a ensinará a pintar e esculpir.

    “ A conversa com Fredy deve tê-lo cansado um pouco. Nada que um pouco mais de carinho e delicadeza não resolva.”

    Vendo Alfonsus se recostar na poltrana e colocar as pernas sobre a mesa central, fez Pietra se esticar um pouco mais no sofá ficando mais a vontade enquanto ouvia as palavras de seu irmão.

    - Sim Lorenz é, ele faria dona Margarita puxar minhas orelhas por ter um filho tão magro, mas no fim ela o amaria profundamente. Do modo forte dela é claro. Eu me preocupo com Lotte, ela quer ser forte e se provar cedo demais. Não quero prende-la mas tenho medo que ela se machuque sem perceber, por sorte Yalin consegue ser uma boa influência para Lotte.

    Mexendo devagar nos dedos de seu pé, Pietra não conseguiu conter o riso ao ouvir a proposta de Alfie sobre ajuda-la com eles, sentando-se melhor no sofá a cainita deu alguns leves tapinhas ao seu lado convidando-o a se sentar ali.

    - Sabes muito bem que não resisto a isso. Você sempre teve ótimas mãos para massagear meus pés. E eu sempre fui folgada o suficiente para pedir!

    Comentava Pietra de forma marota e feliz.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 20/6/2017, 22:45

    A menção de dona Margarita fazia seu irmão sorrir de maneira mais larga, concordando positivamente com a sua afirmação e respondendo brevemente sobre Lotte:

    -Não há razões para medo, sua rosa negra será amada por muitos corações e jamais enfrentará sozinha uma dificuldade. Afinal teu jardim é enorme não concordas?

    O homem então deixava uma leve risada lhe escapar dos lábios, levantando-se em um só movimento e andando até o sofá, ele sentava e mantinha entre vocês um lugar vago, afinal o homem ocupava uma boa porção do canto oposto o seu e já se virava para olhar diretamente para seus pés, ajustando-se para encostar com a lombar no braço daquele pequeno sofá. Com as duas mãos ele pegava o teu pé direito para começar a massageá-lo com carinho, partindo da base até o centro do mesmo, até finalmente alcançar os dedos. Era um toque gélido mas profundamente amoroso, a intensidade aplicada era forte o suficiente para aliviar as tensões que haviam em seus pés e ao mesmo tempo, suaves para que nada além de alívio pudesse ser sentido pelas suas terminações nervosas.

    -Não posso discordar pequena, tu sempre fostes de fato um pouquinho folgada, mas nunca houve nada que eu não fizesse por ti. É maravilhoso poder fazê-la sorrir...
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 20/6/2017, 23:06

    Rindo feliz com a afirmação de Alfie, Pietra se limitou a concordar com este, era certo que Lotte nunca seria deixada sozinha, mas havia coisas que jovem poderia apenas aprender por si mesma, era com isso que Pietra se preocupava, mas ali não havia motivos para tal preocupação.

    “ Eva tem muita mais facilidade nisso do que eu! Eu devia ter pedido algum conselho.”

    Movendo-se para deixar Alfie se ajeitar no sofá, Pietra estendeu as pernas sobre o colo do grande cainita esperando pelo carinho em seus pés, no momento que Alfonsus começou a massagem a italiana apenas suspirou gemendo do mais puro prazer, seu irmão sabia bem como encontrar os melhores pontos para massagear e o toque gelado era carinhoso.

    - Que culpa eu tenho! Você me mal acostumou a isso, afinal você sempre foi o gigante bondoso e protetor. Meu gigante.

    Comentava a cainita com leveza, sem pressa e com cuidado Pietra puxou os pés de Alfie para cima do sofá tirando as meias brancas deste, dobrando-as com cuidado a italiana jogou a pequena bola de meias para perto dos sapatos de seu irmão. Sorrindo de forma carinhosa a cainita estendeu as pernas sobre Alfonsus até quase sentar-se em seu colo.

    - Você lembra das vezes que ia me buscar no jardim quando chovia? Voce vivia indo me buscar, porque eu sempre dava um jeito de fugir de meus afazeres quando chovia.

    Tomando uma das mãos de Alfie, Pietra a passou por suas costas fazendo com que o grande cainita a abraçasse.

    - Naquele tempo eu não via, mas você sempre cuidou de mim. Agora eu vejo isso com mais clareza e acho que esta na hora de inverter os papeis
    .

    Tomando a face de Alfonsus, Pietra o beijou na testa com carinho acariciando os traços fortes da face de seu irmão, coçando de leve a barba deste a italiana sorriu antes de beija-lo nos lábios, o beijo era iniciado com leveza, mas trazia consigo um convite, um convite que Pietra esperava ser aceito.

    “ Por favor Alfie, não recue! Eu não saberia lidar com uma recusa. “

    Ainda com os lábios colados, Pietra abraçou o grande peito de Alfonsus levando com delicadeza suas mãos para abaixo da camisa de gola deste.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 20/6/2017, 23:31

    -Fiz apenas o que o meu coração...

    Alfie começava a verbalizar uma resposta mas as palavras desapareciam quando a sua iniciativa de tomar as mãos dele ocorria, os olhos claros dele imploravam pelo contato direto com o castanho dos seus e silenciosamente ele a observou, admirando cada pequena ação protagonizada por ti.

    Seus toques na face do homem o fazia arrepiar e fechar brevemente os olhos em uma expressão envergonhada, dessa forma o beijo começava, seus lábios brincavam delicadamente com os dele e o homem parecia se desligar do mundo naqueles segundos inciais. Todavia a sua iniciativa seguia avançando, suas mãos adentravam a camisa do homem e pela primeira vez você o tocava daquela forma. Sentindo a musculatura forte e os traços masculinos de um homem que parecia ter sido esculpidos pelos deuses gregos do distante passado.

    E foi o teu toque que o fez voltar para a realidade, ele finalmente entendia que não era um sonho! O sorriso nascia nos lábios que você agora beijava e provocava uma divertida interrupção breve, pois ele logo correspondia, levantando um pouco a face em busca de ti e beijando-a apaixonadamente. As enormes mãos dele se abriam e tomavam as suas costas, puxando-lhe em um abraço mais perto e intimo.

    Suavemente após o fôlego acabar, ele continuava beijar a sua face, movendo-se pela lateral dessa e conquistando seu pescoço. Ali ele inspirava o teu perfume e tocava o lóbulo da sua orelha com a ponta do nariz:

    -Pita, eu a amo tanto... Se continuarmos eu não vou conseguir me conter!
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 20/6/2017, 23:47

    Com carinho Pietra encarava aqueles olhos claros, a cainita se divertia com a leveza do toque que proporcionava, mesmo assim quando Alfie fechou os olhos de maneira envergonhada a italiana sentiu uma pequena onda vermelha lhe tomar o rosto.

    “ Como ele fica fofo assim! Eu demorei demais para perceber Alfie. Me desculpe meu gigante!”

    A pequena interrupção do beijo feito pelo sorriso que se abria nos lábios do grande homem, fez Pietra rir feliz. Com cuidado a cainita subiu no colo deste enquanto o beijava, o toque dos lábios trazia arrepios a pele da italiana, quando suas mãos encontraram os músculos perfeitos de Alfonsus, Pietra suspirou em meio ao beijo arranhando-os com leveza.

    De olhos fechados a cainita sentiu o abraço de Alfonsus, ali sentada no colo do grande italiano Pietra se sentia segura e amada, algo que a italiana não esperava encontrar em outro lugar, os beijos em sua face, a respiração de Alfonsus em seu pescoço e o leve toque do nariz deste em sua orelha arrancou um pequeno gemido de prazer.

    Rindo Pietra puxou a gola da camisa deste para o lado, beijando o pescoço forte e de pele suave a italiana esfregou de leve suas presas na pele do homem para então morder com carinho e leveza a orelha sussurrando.

    - Não se contenha! A estrada só termina depois de sua viagem, mas não quer dizer que você não possa ser premiado antes. Por favor Alfonsus, eu quero ama-lo! Eu preciso!
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 00:14

    Os seus gemidos atraíam expressões cada vez mais intensas da face de Alfonsus. As mãos dele ensaiavam uma entrada por debaixo daquele tecido colorido que compunha a sua camisa, todavia, a sua mordida no pescoço o fazia paralisar e respirar fundo. De olhos fechados ele aproveitava cada segundo da sua ação junto ao pescoço dele e suas palavras ecoavam com intensidade pela extensão do corpo do seu gigante... E a resposta dele foi olhá-la no fundo dos seus olhos castanhos, com uma postura vibrante de tesão e olhos lascivos.

    -Então hoje eu serei seu... minha Pita.

    Soltando o seu corpo e se ajustando no sofá para retirar a própria camisa, atirando-a para trás sem se preocupar onde ela iria parar, Alfie finalmente mostrava ti a forte musculatura que sempre era escondida por longas camisas e casacos, não havia a delicadeza de um corpo esperado para uma rosa, era perfeitamente masculino e divinamente impecável. O branco de sua pele o fazia adoravelmente similar as cultuadas estátuas de apolo e outras figuras atléticas da mitologia helenista. Assim seu gigante tomava os teus lábios, apaixonada ele a beijava enquanto tocava o seu tronco, guiando as mãos pelo seu tórax e soltando os botões de sua camisa afim de removê-la suavemente e poder olhar para a intima beleza dos seus seios.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 21/6/2017, 00:51

    Com cuidado e delicadeza, Pietra aproveitava cada pequeno toque de peles, os beijos sôfregos que provocavam arrepios a deixavam cada vez mais feliz e sedenta, era claro que os excessos de tecidos atrapalhavam o toque entre os dois, mas a italiana queria aproveitar cada pequeno detalhe do que acontecia ali.

    O vibrar de Alfonsus arrancou um leve suspiro de Pietra, mas foi nos olhos claros do homem que a cainita sentiu o desejo que ambos compartilhavam ali. Quando a camisa de gola foi jogada, Pietra não conseguiu conter o gemido de prazer ao ver quão belo e torneado era o corpo de Alfonsus.

    “ Eva teve tudo isso só para ela! Agora eu entendo todo aquele fogo do começo da noite!”

    Rindo Pietra correspondeu cada beijo do homem, arranhando o abdômen deste a cainita fazia questão de sentir cada pedaço daquela musculatura, sentindo sua camisa ser aberta a cainita esfregou seu rosto na barba áspera de Alfonsus, ajudando as mãos deste a italiana desabotoou o sutiã para então liberar a camisa ao chão. Parada a frente do italiano Pietra respirava descompassadamente, suas mãos buscavam os cabelos castanhos brincando de leve com seus dedos.

    Tomando uma das mãos de Alfonsus a cainita a depositou em seu rosto aproveitando aquele toque de olhos fechados.

    - Serás meu pelo resto da noite. E mais meu ainda quando voltares. Meu Alfie!
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 10:08

    As suas unhas desciam pelas linhas bem definidas daquele tórax e incentivavam as presas de Alfie a serem expostas, uma reação incontrolável e que expressava mais uma vez o quanto aquele lindo homem a ansiava pelo seu toque. Finalmente seus troncos estavam desnudos e seu antigo tutor gentilmente acariciava a sua face, aproveitando-se para sanar a curiosidade de pela primeira vez poder sentir o tato dos seus lábios com o dedão. A outra mão de Alfonsus tocava a base da sua cintura e por alguns breves momentos você conseguia sentir que ele apenas a admirava.

    -Rita, meu amor, sua respiração está tão natural...

    A mão posta na base da sua cintura subia suavemente, movendo-se na direção do seu umbigo e fazendo um caminho até entre os seus seios, o toque de Alfie buscava o seu coração. A grande mão áspera e com calos do homem começou então a se abrir para tomar o seu seio esquerdo com carinho, acariciando-o e ao mesmo tempo o admirando como se esse fosse uma obra de arte. Ali então Alfonsus inciava uma gostosa exploração, afinal ele estava determinado a sentir e tocar todos os detalhes dos seus seios, ousando até mesmo aproximar a face para beijar o seu colo e sentir com os lábios, através de beijos lascivos, as auréolas e os mamilos dos seus delicados seios. Para finalmente comentar bem baixo:

    -O que achas de seguirmos até a cama?!
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 21/6/2017, 11:26

    Com as pontas de seus dedos e unhas, Pietra sentia cada pequeno detalhe dos poderosos músculos de Alfonsus, as presas alvas do grande homem arrepiaram todo o corpo de da cainita, em seu íntimo o calor que crescia precisava ser explorado mesmo assim Pietra resistiu deixando que tudo acontecesse com calma.

    O toque em seus lábios a fez suspirar, com carinho Pietra mordeu o dado molhando-o com saliva ao esfregar suas presas ali, o toque em sua cintura e o ato de admirar seu corpo, arrancou um riso suave de Pietra.

    - Eu não consigo mais conter ela Alfie.

    Respondia a cainita ao sentir seu corpo ser explorado pela mão áspera de Alfonsus, o toque dos lábios deste em seu seio a fizeram se agarrar nos ombros fortes do cainita, mordiscando de leve o ombro direito do homem, Pietra brincava trocando entre beijos e mordidas, suas mãos aos poucos desciam até a calça deste detendo-se apenas quando a oferta da cama foi feita, um sorriso maroto se apossou dos lábios da cainita enquanto esta sussurrava sua resposta.

    - Só se eu for carregada até lá.

    Sabendo bem que teria seu desejo atendido, Pietra puxou a face de Alfonsus para beijar-lhe demonstrando todo o seu desejo pelo toque áspero e ao mesmo tempo delicado deste.

    “ Conhecendo Bella, ela vai querer concluir a proposta que me fez mais cedo. Eu entendo o porquê!”
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 13:14

    Não haviam dúvida de como as suas mordias e seus beijos estimulavam cada vez mais o seu gigante, afinal tudo era imediatamente retribuído com amor e desejo. A descida da sua mão até a calça do mesmo, provocou nele uma breve risada baixinha e nervosa, como se o mesmo fosse um adolescente a ser tocado pela mulher de seus sonhos. Ele então levantava os olhos para observar a sua reação ao convite à cama.

    O beijo entre você começava outra vez, longo e intenso. Mas dessa vez ele não se contentava em ficar parado, guiando as próprias mãos até a suas pernas, segurando-as logo no final das suas coxas e tocando na base das suas nádegas, para se levantar em um único movimento. Era necessário ser muito forte para se erguer daquela maneira, algo que não parecia faltar para os músculos de Alfonsus.

    Ele andava contigo na direção da cama, seus pés estavam a balançar no ar a uma altura nova e inesperada. E assim finalmente a distância da cama terminava, os beijos em seus lábios eram interrompidos para que Alfie pudesse olhá-la nos olhos enquanto a deitava carinhosamente na cama. Na face dele nascia um sorriso malicioso.

    As mãos tocavam a sua calça e a face dele mergulhava pelo seu corpo, beijando-o totalmente em um movimento sensual que ia se direcionando cada vez mais para baixo. Beijando a sua barriga enquanto com as mãos, o homem abria a sua calça e em rápido movimento puxá-la para baixo, depositando alguns beijos agora sobre a linha da sua calcinha e de uma maneira bem divertida, ele inspirava o perfume que havia na mesma.

    -Levante as pernas Pita...

    Dizia o homem que se colocava de pé, aguardando pela sua ação para tomar as suas pernas e remover totalmente a sua calça, para que sem intervalos nos movimentos, também removesse a sua última peça de roupa.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 21/6/2017, 14:12

    Um riso suave trespassou os lábios da cainita ao ver que o grande homem paralisava quando esta tocou na calça, para Pietra era uma novidade estranha e agradável ver que seu corpo podia causar tal reação.

    “ Eva deve se divertir sempre com isso... É tão agradável!”

    O beijo sôfrego entre os dois e os movimentos de Alfonsus de se levantar segurando-a, arrancavam gemidos tímidos da cainita, enrolando suas pernas no corpo do forte e musculoso italiano, Pietra aproveitou a cada pequeno momento naquela nova altura.

    Mordendo os próprios lábios com cuidado, Pietra deixava exposta suas presas enquanto era deitada na cama, o sorriso malicioso de Alfonsus a fez vibrar, quando os lábios deste tocaram em sua pele rumando de encontro a suas pernas, Pietra segurou com força os cabelos de Alfonsus se contorcendo em cada pequeno arrepio que aquilo causava, um ronronar suave escapou da cainita quando sua calça foi aberta e retirada, os beijos na linha de sua calcinha trouxeram um riso suave.

    - Só porque você está me pedindo Alfie...

    Respondia a cainita ao se esticar levantando as pernas para colocar os pés de encontro a cintura deste, os pés procuravam pelo volume de Alfonsus enquanto Pietra sorria revelando suas presas e o desejo que sentia.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 14:45

    Os olhos de Alfie finalmente encontravam as suas presas e instintivamente ele exibia as próprias, compartilhando contigo o que se passava no interior da mente dele naquele momento. O teu ronronar causava uma expressão acanhada e fofa na face daquele gigante, fazendo-o corar suavemente nas bochechas e nariz. Teus pés então encontravam o volume que já era notório e fácil de se encontrar apenas com os olhos, mas seus pés podiam sentir algo a mais, tateando a extensão e percebendo a gigante razão que havia deixado Eva tão afoita e causado a crise de vergonha de Lucinde ao telefone no começo da noite.

    Mais uma vez a simples visão do seu corpo causava uma curta pausa nas ações do homem, ele não nutria só desejo por ti, acima de qualquer sentimento que pudesse ali haver. Os olhos dele amavam cada linha do teu corpo! E foi nessa admiração que ele removeria a sua ultima peça de roupa. Suavemente as mãos dele tocavam os seus pés, pedindo permissão para que ele pudesse deixá-la totalmente nua. Em seguida ele segurava seus delicados pés para tomar a atitude se abaixar ali diante a cama e entre as suas pernas, apoiando-os acima dos próprios ombros.

    -Pietra, preciso tornar um sonho em realidade. Mas fique tranquila, acho que consigo controlar minhas presas.

    Retraindo as presas e sem mais delongas, o homem segurava as suas pernas e a puxava de encontro a face dele, para beijar a sua intimidade e estimular ela com o uso dos lábios e da língua.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 21/6/2017, 15:24

    O ronronar que fez Alfonsus ficar avermelhado apenas aumentou, Pietra não conseguia controla-lo ou fazia questão disso, era para as presas do homem que a cainita olhava desejosa. Mas foi o toque no volume de Alfonsus arrancou um gritinho surpreso da italiana, agora todo o alvoroço de Evangeline e a vergonha de Lucinde ganhavam contornos.

    Brincando com seus pés em torno do membro de Alfonsus, Pietra respirava fundo tentando controlar seu desejo, a cainita queria saciar ao menos um pouco a fome que o italiano sentia e ter seu corpo observado como uma obra de arte a animava de maneiras que a cainita não esperava.

    “ Não é à toa que Eva ficou maluca por ele... Ela nunca escondeu que gostava de coisas grandes!”

    Deixando que Alfonsus a despisse por completo, a cainita olhou curiosa para os movimentos que se seguiram, as palavras do italiano a fizeram sorrir, mas o toque o toque estremeceu todo o corpo da mulher, seus pés brincavam nas costas largas de Alfonsus, enquanto suas mãos se apoiavam nos cabelos castanhos deste. Arfando Pietra buscou os olhos do homem enquanto deixava que os gemidos de prazer escapassem de seus lábios.

    - Isso é maravilhoso...

    Sussurrou a cianita ao prender com carinho a cabeça de Alfonsus entre suas pernas, era um pedido claro para que este não parasse a exploração que havia iniciado.
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    Danto
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 17:01

    Alfonsus mantinha os olhos inicialmente fechados, enquanto ainda tateava com a língua e aplicava ali suaves beijos, mas eram os seus toques e gemidos que o fazia abrir os olhos e procurar por ti. Ele sorria para finalmente se dedicar exclusivamente a fazer o teu corpo se derreter em uma onda quente de prazer! Era algo novo, você sentia a úmida em sua intimidade, mas não parecia ser o seu vitae! E o cada toque mais profundo da língua do homem fazia seu corpo sentir pequenas explosões de hormônios que transformavam a experiência em algo maravilhoso!

    A intensidade crescia, chegando até a obrigar Alfie a usar uma das mãos para estimular o seu ponto mais sensível enquanto mergulhava a língua em sua intimidade, só parando quando seu corpo fosse tomado por um poderoso orgasmo. O primeiro realmente total em sua nova condição e era esse sentimento lindo que expandia a sua própria percepção corporal: a vida começava a voltar dentro dos seus expansos mais irracionais e instintivos! E os líquidos naturais de um corpo feminino saudável estavam as e misturar com o seu vitae!

    -Eu...não esperava que...

    A face de o seu gigante estava totalmente avermelhada, tomada por uma onda vermelha e até um pouco surpresa, ele lambia os próprios lábios e conseguia ficar ainda mais constrangido sem saber exatamente como prosseguir, liberando uma risada nervosa.

    -Bem, certo. Acho que, é a sua... acho que é a sua hora de cuidar de mim...certo?

    Falando isso ele ia lentamente se levantando, com o volume agora dominando quase que totalmente a calça dele. As presas expostas, a ereção e todo o corpo dele demonstrava o quanto ele queria continuar, mas a face constrangida indicava que por ser você ali, ele não sabia exatamente como.
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    Jess

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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 21/6/2017, 19:02

    Encontrar o sorriso de Alfonsus naquela carícia fez Pietra se entregar por completo a sensação que lhe era proporcionada, as carícias e os beijos arrancaram gemidos e ondas de prazeres com as quais a italiana não era capaz de resistir.

    Quando Alfonsus usou a mão para estimular sua sensibilidade Pietra abriu-se por completo puxando-o para si, a sensação molhada de suas pernas era uma surpresa pela qual nenhum dos cainitas esperava, algo que teria feito Pietra rir se não estivesse entregue ao prazer de tudo. Trêmula a cainita se entregou por completo ao orgasmo que alcançou, estremecendo Pietra arfafa com vontade.

    A surpresa na face de Alfonsus deixou Pietra envergonhada do que havia acontecido, sentando-se na cama para encarar o italiano, a cainita coçou a nuca com timidez.

    " Preciso descobrir até onde isso vai!"

    Acenando de leve a cainita respirou fundo para se recuperar, com cuidado a italiana se pos de pé em cima da cama, beijando os lábios de Alfonsus está sorriu ao responder.

    - Mas é claro que eu vou cuidar do meu gigante.

    Mordendo o pescoço deste a cainita abriu a calça de Alfonsus fazendo com que a peça caísse aos pés deste, puxando-o para a cama a italiana o deitou na cama para subir em cima deste, brincando com o grande membro deste ainda por cima da cueca, beijando o tórax e mordendo e esfregando suas presas sem pressa nenhuma.

    Dando leves mordidas nas pernas deste, Pietra sorriu ao morder de leve o membro deste ainda por cima da cueca, rindo de leve está puxou então o tecido para baixo dando um leve beijo na ponta do membro de Alfonsus.
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    Danto
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 21/6/2017, 22:28

    O gigantesco corpo de Alfie caia sobre a cama e em poucos segundos, lá estava você sobre ele. Os olhos dele não se fechavam por nenhum único segundo, o homem não queria perder nada daquela experiência que para ele deveria significa uma infinidade de sentimentos positivos e maravilhosos.

    Era divertido notar que agora era a respiração do homem que saia de controle, ele poderia simplesmente interrompê-la como Eva ou Fredy faziam, mas em meio a euforia que dominava o corpo do mesmo, ele literalmente se esquecia como fazer, parecendo um jovem neófito que se atrapalhava com a nova condição dos pulmões imortais que possuía.

    Os seus beijos e mordidas nele ainda por cima de sua cueca o fazia finalmente fechar os olhos, levando uma mão a face e tocando as próprias presas que estavam totalmente expostas mais uma vez... Você não parava e removia a última peça de roupa de Alfonsus, tendo a sua frente agora um membro de dimensões proporcionais ao próprio dono, a generosidade dos deuses gregos pareciam nunca acabar quando eles forjaram a moldura de onde Alfie havia nascido. E o teu beijo ali o fez suspirar, levando os olhos na sua direção ele não se continha em falar:

    -Eu nunca me senti tão feliz em toda minha vida, desculpe meu nervosismo é você aqui... Você! Pietra... Eu nunca... Quase chego a duvidar se isso é de fato a realidade!

    Esticando a mão na tentativa de tocar-lhe a face, fazendo nela um toque suave e amoroso. Logo em seguida você conseguia ver uma suave modificação no membro de Alfonsus, havia a presença do vitae pelo órgão que assumia uma coloração viva, quente e com todos os aspectos mortais que poderiam ser esperadas. E dessa forma, os olhos dele apenas a observaram, ansiosos com o que estaria por vir.
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    Jess

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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 22/6/2017, 00:09

    Por cima do poderoso gigante, Pietra se sentia incrivelmente viva e feliz, a respiração descompassada de Alfonsus a fazia rir, era diferente ver que seu grandioso Gigante se entregava a respiração, ainda mais que que Eva e Friedrich simplesmente a ignoravam durante os contatos mais íntimos.

    “ Ele é tão lindo! Mal sabe como me completa. Nem eu sabia, como eu fui burra por ignorar Alfonsus por tanto tempo.”

    Impressionada com o tamanho do membro ereto do italiano, Pietra o tocou com cuidado fazendo questão de explora-lo com as pontas dos dedos. O carinho gentil em sua face a fez sorrir para o cainita que a olhava curioso e cheios de expectativas.

    - Então não feche os olhos meu Cello, quero que você não perca nada desse sonho que se tornou realidade.

    Com carinho e delicadeza, Pietra esfregou suas presas na ponta ereta do pênis que se esquentava ao toque, passando a língua pela pele deste a italiana o umedeceu antes de encobri-lo com a boca, as presas recolhidas agora davam lugar a uma língua que simplesmente explorava cada pequeno centímetro daquele membro.

    Começando de modo singelo o movimento de entrar e sair, Pietra usava as mãos para explorar as pernas musculosas de Alfonsus e arranhar as coxas deste.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 22/6/2017, 08:59

    O toque inicial das suas presas fazia a musculatura inteira do homem se tensionar, ressoando inteiramente aos seus estímulos sem a menor capacidade de se conter, pois nesse momento de intimidade ficava claro que o maior de todos os desejos de Alfonsus era simples: ser seu. E nesse desejo ele não desviava os olhos de ti.

    O contato da sua língua com o pênis quente era marcado pela presença da sua nova saliva, essa ao contrário do vitae, escorria com maior facilidade e tinha uma densidade diferente, a ausência do gosto do sangue como a presença dominante que sempre fizera a surpreendia, afinal, haviam outros sabores a serem experimentados.

    A face de Alfie era uma mistura do lascivo e o divertido, afinal enquanto as presas e os olhos do seu gigante ansiavam por devorá-la da maneira mais lasciva possível, o sorriso e a respiração arritimada revelavam o quanto ele estava alegremente entregue a tua língua. Suas unhas e toques junto das coxas fortes dele intensificavam ainda mais os olhares desejosos do homem e o fazia arrepiar. A sensação de controlar todo aquele escultural e musculoso corpo masculino apenas com a sua língua era interessante, o fato desse corpo ser o de Alfie era ainda mais especial, mas a sensação surreal era a sentir a diferença que a sua nova condição lhe oferecia.

    Alguns instante se passaram, até que a mão de Alfonsus tocava a sua cabeça com leveza, fazendo um carinho em seus cabelos e descendo até tocar a sua bochecha esquerda tocando nela com as pontas dos ele dizia:

    -Pietra, eu to quase... segurar mais um pouquinho vai ser impossível! Você poderia...

    A face de Alfonsus era outra vez tomada por uma onda de vergonha, você sabia o que ele estava a pedir mas o mesmo tropeçava nas próprias palavras diante a situação maravilhosa que vocês dois se encontravam.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 22/6/2017, 10:30

    Claramente brincando de explorar toda a extensão daquele pênis, Pietra conseguia sentir plenamente o gosto almiscarado que antes era sobreposto pelo ferroso vitae, isso a fazia querer ainda mais continuar a aproveitar aquele contato tão íntimo e lascivo entre os dois.

    Os olhos desejosos de Alfonsus arrancavam pequenos ronronares da cainita, era impossível evita-los quando o grande italiano não escondia o desejo que sentia por ter Pietra em seus braços, a cainita reagia a isso esforçando-se para provoca-lo ainda mais e brincar de forma carinhosa.

    “ Mesmo se eu tentasse eu não conseguiria fugir dessa vontade toda. Não quando ele quer tanto e eu também! ”

    Usufruindo da simplicidade que era dominar um gigante daqueles com sua língua, Pietra arranhava as poderosas coxas de Alfonsus com vontade e carinho, sentir a potencia daqueles músculos pelas pontas de suas unhas curtas e dedos se tornava inebriante chegando a arrancar pequenos gemidos de prazer pelo o que fazia.

    O toque de Alfonsus em sua face a fez suspirar, ali estava feito um pedido sem jeito, mesmo assim um pedido lascivo e ao ver da italiana de certa forma delicioso, massageando de leve as bolas que compunham a obra Pietra esfregou a língua no membro incentivando-o ao descontrole.

    Com delicadeza a italiana puxou a mão de Alfonsus para sua nuca, deixando claro que não pararia ou tinha intenção de recusar o pedido, concentrando-se apenas na cabeça do pênis Pietra esperava pela ejaculação e pela oportunidade inusitada de experimentar o vitae de Alfonsus.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 22/6/2017, 11:35

    Com a mão em sua nuca, Alfonsus desistia de resistir ao descontrole. O toque dele se tornava mais firme, havia ali um breve uso de força, mas não era uma força dedicada à lhe machucar, bem ao contrário disso! Os dedos dele avançavam pela sua nuca, enquanto outros se abriam em torno do seu pescoço.

    Finalmente havia uma entrega completa, a face de Alfie começava a fazer pequenas caretas, os olhos lutavam para se manterem abertos, até que uma forte contração muscular ocorria. Diante os seus olhos todos os músculos do corpo de Alfonsus se retesavam para se alassarem em seguida... E assim a ejaculação ocorria!

    Sua boca era tomada pelo calor do vitae que se chocava contra o céu da sua boca, o sabor do poderoso vitae daquele ancião se espalhava pelas suas papilas que eram agora capazes de apreciar o ferroso e forte sabor daquele líquido expelido pelo membro de Alfonsus. Curiosamente, a quantidade era acima do esperado, afinal era uma liberação de vitae e não uma tradicional reação humana, nem por isso deixava de ser uma curiosa e saborsa experiência.

    Arfando sobre a cama, enquanto ainda passava por todo o climax daquela ejaculação, ele seguia a observar como se estivesse diante de uma deusa! Todavia, no fundo dos olhos do homem havia uma mudança drástica, daquele instante e para toda a eternidade ele só seria capaz de te olhar daquela forma, não mais como a amada e inocente irmã. Mas sim como a linda mulher que você é, a que ele sempre sonhou em amar.

    Forçando os dedos na sua nuca e pescoço, Alfonsus a convidava a subir até a altura do rosto dele, sorridente e com as presas a mostra o homem não se segurou em aplicar uma mordida em seu pescoço, roçando as presas, causando uma explosão de maravilhosas ondas de líbido.

    -Eu quero você, eu preciso! Por favor, me diga que está pronta! Anseio pela oportunidade de ser finalmente um homem aos seus olhos... Meu corpo está fora de controle, minha respiração indomável, mas meu coração está pronto e ele está pronto para ser seu...

    Eram as palavras que Alfie conseguia dizer em um tom de voz baixo e ofegante, ele as dizia após a mordida que era aplicava em ti, olhando nos seus olhos e levando as mãos até as suas costas para lhe abraçar, o primeiro abraço dado como um amante e não como um irmão.
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Jess em 22/6/2017, 12:01

    O toque gentil e forte de Alfonsus em sua nuca, estimulavam Pietra a continuar, mais do que nunca a cainita queria dar o ápice de prazer ao homem, o homem que já não era mais visto como um irmão, mas sim como um amante e mais um a ocupar seu coração com amor e carinho.

    O gosto forte de almíscar foi tomado pelo gosto quente e ferroso do vitae de Alfonsus quando este finalmente cedeu a ejaculação, as caretas de prazer que eram vistas com alegria pela italiana que cuidadosamente sorvia cada gota daquele vitae lhe dado de forma tão intima.

    Respirando fundo Pietra teve que se conter para não se entregar por completo a própria luxuria, todo seu corpo desejava ser tomado por Alfonsus, mas a italiana queria aproveitar cada minuto e sensação. Aceitando o convite para subir e ficar face a face com seu amado, Pietra não resistiu a mordida em seu pescoço.

    Abraçando com força o corpo de Alfonsus a cainita perdeu o controle da própria respiração sôfrega, as palavras ditas pelo grande e magnifico homem a fizeram sorrir com carinho. Tomando seus lábios a italiana se entregava por completo aos braços que a circulavam.

    - Eu não viria aqui se não estivesse pronta. Nunca mais seremos irmãos, desta noite em diante seremos amantes e amores.

    Comentava a cainita mordiscando de leve os lábios de seu amado para puxa-lo cada vez mais para si mesma incentivando-o a continuar com seus desejos.

    “ Amar não é um pecado. Nós nos amamos por tempo demais sem saber com demonstrar.”
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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

    Mensagem por Danto em 22/6/2017, 12:33

    O beijo apaixonado entre vocês dois ocorria, finalmente, após tantos séculos e ausências. Um beijo que selava o passado e abria um novo futuro, a relação afetiva entre irmãos não tinha mais espaço, era substituída por algo tão especial quanto, talvez até mais! Havia ali agora um amor recíproco que os conectaria para sempre.

    Beijando-a, o homem a conduzia pela cama, invertendo as posições para que as suas costas estivessem confortavelmente ajeitadas sobre a superfície relaxante da cama, tendo a delicadeza de ainda deitar a sua cabeça sobre um dos travesseiros, Alfonsus estava a dar inicio a o mais íntimos dos contatos que um homem e uma mulher poderia ter, mas não havia pressa e o ritmo sutil guiava seus corpos em harmonia naquela dança que começava.

    Com a mão esquerda de Alfonsus buscava apoio na madeira que compunha a cabeceira da cama, enquanto a direita tomava a parte inferior da sua coxa, abrindo-a em uma angulação em que o mesmo pudesse se encaixar. Assim os primeiros passos eram dados, a exploração da sua intimidade pela intimidade do gigante, passos tímidos e gentis que aos poucos iam ganhando maior confiança. A penetração total enfim acontecia e enfim seu corpo era totalmente tomado pelo homem, a sensação era única, ficava agora extremamente fácil entender como ele foi capaz de em apenas dois encontros deixar a sua musa tão desejosa. Era uma combinação de fatores, a enorme virilidade aliada ao calor intenso e vivido, os desenhos que os tensionar dos músculos, a potência aplicada, o lindo sorriso e os olhos que a admiravam.

    O tempo se dilatava, hora passava rápido pois seus olhos se fechavam entregues ao prazer. Em outros momentos ele parecia parar, pois a união dos seus corpos e a conexão linda de seus olhos pareciam durar para sempre. Beijos lascivos e brandura eram trocados, longas inspirações eram feitas para que o seu perfume fosse absorvido por ele, a distância entre seus corpos diminuía consideravelmente.

    O grande climax vinha quando uma ação muito ágil e forte de Alfonsus era executada, afim de lhe deixar no controle daquele final, o homem girava contigo pela cama a forçando a ficar sentada por cima dele. Inicialmente sentado e contigo sobre o colo, ele a beijava intensamente enquanto suas cinturas ainda se moviam, enfim ele se soltava e caia com as costas no colchão e a deixava livre. E foi nessa sua liberdade de movimentos que o orgasmo máximo entre vocês dois era compartilhado, você sentia agora a presença do vitae dele dentro de ti e os braços dele carinhosamente buscavam as suas costas, para trazê-la para um amoroso e quente abraço.

    Em silêncio, Alfonsus a mantinha abraçada. Recompondo a respiração e se deliciando com o perfume dos seus cabelos:

    -Meu amor... Em pensar que eu havia acreditado e me preparado para mais uma noite solitária. Foi difícil segurar as lágrimas durante o jantar, mas agora eu sei, você me ama. Eu não poderia estar mais feliz, a mulher que amei por toda minha vida me ama!

    Dizia o homem que gentilmente a trazia para um lindo abraço, conduzindo-os a se deitarem de lado na cama e com as faces viradas uma para a outra.

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    Re: Ato VII - O Jantar, parte II

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