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Narrativa de Vampiro a Máscara: 20 anos


    Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por Danto em 25/8/2017, 16:57

    Olympia não escondia o delicioso prazer que sentia quando as suas presas cravava na perna dela, ali a circulação do vitae era mais intensa e forte, fazendo com que a sua boca rapidamente ficasse totalmente tomada pelo gosto forte do vitae poderoso e antigo de Olympia. Um vitae tão poderoso quanto o de Letízia, mas possuía um traço mais forte e puro, um sabor mais doce e inebriante. A mulher gemia baixinho enquanto todo o processo durava, até que finalmente o abraço íntimo entre vocês duas ocorria.

    -Bem, eu não sei se você vai mesmo amar todos os meus gostos...

    Dizia Olympia mordiscando o lábio inferior em uma expressão de incerteza e insegurança, mas a mesma logo se ajeitava ali dentro daquele abraço e tocava gentilmente na sua face com a mão esquerda.

    -Eu gosto de vendas, sabe?! De conseguir permitir que minha visão seja impedida de ver o que acontece! Mas preciso deixar bem claro, meu último relacionamento com uma mulher foi breve e curto, porque eu sempre soube que um dia você seria a minha mulher e eu seria a sua. Mas eu tive alguns envolvimentos com homens, posso lhe contar sobre isso depois, todavia, acho que é justo de minha parte me abrir totalmente aos seus olhos sabe? Enfim, adoraria que você me vendasse e me chamasse por Juno!

    O pedido vinha com uma expressão de puro prazer e desejo, uma expressão que rompia a postura e o tom mais sério e sincero que o precedia.
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    King Jogador

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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por King Jogador em 29/8/2017, 17:25

    "Sabia que a Olympia era aberta quanto a isso. Mas no final ela me escolheu..." As palavras dela me faziam desenhar um profundo sorriso de total amor ali na frente de minha amada. Acariciava a face dela com minha mão enquanto aquelas palavras lindas eram ditas. Para quando a mesma terminasse, eu a beijasse. Em um profundo e forte beijo de pura paixão. Só depois desse eu iria dar uma branda esticada na minha coluna antes de falar.

    - Sobre relacionamento... Acho melhor eu deixar claro. Não que você não saiba, mas é bom poder falar em voz alta. Bom, meu passado é extremamente traumatizante com o contato com o corpo masculino. O qual era onde residia meus desejos de adolescência. Só que depois de meu choque não consegui mais me sentir a vontade com um toque mais intenso. A ferida nunca cicatrizou direito. Felizmente foi com a ajuda de maravilhosas mulheres em minha vida que consegui contornar essas dores. Ainda não consigo me sentir a vontade com o corpo masculino. Porém com você ao meu lado, seu amor e sua confiança, sinto que conseguirei seguir esse caminho escuro em busca de minha superação. Um caminho com venda nos olhos onde só você e as pessoas próximas a mim podem me guiar. Soa muito empolgante.

    Após aquelas falas dava uma curta suspirada. Enquanto tentava deixar claro o que para mim sempre havia sido turvo no passado e agora seria um caminho junto dela em busca de certezas. Assim um pouco depois da reação dela, eu apertava mais aquele abraço. Para com um movimento com a cinturar começas a roçar as nossas vaginas. Sentindo as intimidades dela trazendo a mim prazer. Ali observava os olhos dela, sentindo o tesão dela mesclar a face dela. Deixando na forma que eu tanto desejei em poder ver e que agora estava em meus braços. Minha voz em seguida vinha em profundo tom desejo, quase impossível de me conter.

    - Vendas então. Achei maravilhosa a idéia Juno. A imagem de você vendada acho que vai ser muito atraente. Podemos brincar um pouco assim agora. Porque então não me pega a fronha do travesseiro ali para a gente começar. Hein, minha Juno?
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    Danto
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por Danto em 30/8/2017, 16:25

    O beijo profundamente apaixonado era compartilhado mais uma vez por vocês duas, Olympia não resistia então em levar as suas costas quando você a esticava, exibindo um pequeno sorriso divertido na face, como se ela sempre tivesse tido essa vontade mas só agora possuía a chance de sentir como a sua musculatura reagia nessa ação tão característica.

    -Minha princesa...

    Murmurava Olympia ao ouvir as suas lindas palavras, os olhos dela brilhavam em uma profusão de sentimentos intensos e lindos, a mesma respirava fundo e respondia:

    -Nunca terei a capacidade de verbalizar o quanto eu a amo querida. Nunca. Mas nossos dois passados são duros, eu cresci a desejar exclusivamente o corpo feminino. Era no entanto, esperado que eu fosse uma esposa de algum Ufilia, afinal eu nasci como uma carniçal especial. QUando eu fui pega junto de uma moça pelos vassalos do antigo patriarca, fui severamente punida e ela sofreu um destino ainda pior. Desse momento em diante, passei a atribuir ao corpo feminino a dor da proibição e a memória da surra. Meu abraço ocorreu nas noites seguintes, porque apesar do meu corpo se curar, minha saúde ficou extremamente debilitada, perdi capacidade pulmonar, já que um havia sido perfurado e outras problemáticas. Enfim... Tudo mudou quando eu a conheci, ali naquele baile eu vi que poderia um dia me permitir amar uma mulher como sempre sonhei em fazer. Enquanto eu não conseguia, aprendi a sentir prazer e gostar dos homens, não de todos é claro, mas existem alguns dignos. E assim eu esperei por ti, por essa noite e sei que você está cercada de mulheres maravilhosas! Também caminharei contra meus traumas, para superar minhas limitações ao seu lado.

    Ela terminava de falar alguns instantes antes da sua ação mais ousada, o toque das suas vaginas ocorria e a sua Juno olhava no fundo dos seus olhos. Exibindo as presas e desejando possuir o seu corpo com muita intensidade! Prontamente ela esticava o corpo, pegando o travesseiro com uma das mãos e arrancando a fronha do mesmo com bastante força, ao ponto de rasgá-la devido a empolgação que ela sentia. E sem pensar muito, a jovem a sua frente lhe entregava ao tecido branco e respirava bem fundo. Fechando os olhos e esperando ansiosamente pela sua ação, ali você já notava algumas modificações no corpo dela. Os mamilos se endureciam, a respiração falha se mostrava presente, o corpo inteiro já se estremecia, os pelos mais pequenos e delicados começavam a se arrepiar e o toque dela iniciava um processo de aquecimento.

    -Dê um nó bem forte e me faça sua...

    Dizia Olympia em uma voz imperativa que curiosamente, pedia enquanto ordenava.
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por King Jogador em 1/9/2017, 15:41

    - Seu sorriso é lindo, minha Juno.

    Eram as curtas palavras que eu soltava antes dela contar sua triste história. Estava feliz e maravilhada com aquela face finalmente podendo expressas verdadeira alegria. Todavia logo depois fiquei mais séria absorvendo aqueles macabros detalhes do seu passado, recebendo alguns pequenos flashes de minha própria jornada em meus piores momento. Assim eu finalmente notava a respiração falha dela e juntava os pontos. "Ela não respira mal porque não esta acostumada. Ela respira assim pelo fato de seus pulmões estarem perfurados e cada movimento de ar deve lhe provocar muita dor."

    - Oly...

    Falava o nome dela abreviado com bastante carinho. Enquanto encarava os olhos dela com a recíproca de todo o amor que me estava sendo oferecido. Passava minhas mãos delicadamente pelo cabelo dela antes de respondê-la de breve após aquela forte confissão.

    - Com você ao meu lado nós iremos longe... Juntas... Eu te amo, Olympia.

    Com tais palavras ditas eu finalmente mudava meus movimentos para a ação mais lasciva que conquistava o corpo de minhas amada. Os mamilos dela enrijecendo me faziam lamber os beiços em puro e profundo desejo. Só que me focava inicialmente ao pedido da Patrícia. Pegando das mãos dela a fronha e então seguindo a ordem dela que como a minha de mais cedo, soava como uma linda súplica. Assim, em total e absoluta recíproca, adentrava aquele gosto exótico dela sem ao certo saber como agir. Sendo a minha vez de possuir algumas dúvidas de como agir, só que com nada me parando no processo.

    Com minhas mãos eu laçava o rosto dela usando a fronha. Puxando ela para meus lábios para um último beijo antes de vendá-la por completo. Fazia o ato com bastante força, quase rasgando o tecido. Para finalmente deixar minha noiva em total e absoluta escuridão, então me afastado do abraço e ficando a uma curta distância dela. Ali eu ficava por um curto período de tempo, apenas dando a sensação de ter me afastado por completo para logo a surpreender indo na direção dos lábios carnudos dela com um outro beijo, só que dessa vez era um mordida. Uma forte mordida que me fazia morde até bebericar um pouco do delicioso sangue dela.

    - Comecei a brincar... Vamos ver para onde eu vou agora...

    Minha voz saía em um tom profundamente lascivo e enquanto me afastava de novo de Olympia. Mais uma vez a deixando desnorteada enquanto me movia ao redor dela silenciosamente. Para rapidamente a surpreender mais um vez indo pelas costas dela. Com minhas mãos apertando os seios dela com firmeza enquanto eu mordia aquele pescoço sem pestanejar. Ficava a saborear um pouco daquele vitae intenso no meio daquela íntima posição de abraço e vulnerabilidade. Só depois vinha a largá-la lentamente enquanto me aproximava da orelha dela, onde sussurrava.

    -Juno.

    Meu pequeno jogo prosseguia. Com eu me afastando novamente e realizando mais um movimento silencioso ao redor dela. Terminava essa nova linha de ação finamente matando meu desejo de sugar do mamilo dela. Sem um pingo de vergonha e totalmente a vontade com a minha ação. Meu passo seguinte após uma curta alimentação, afinal não queria de fato beber dela e sim só sentir seu sabor, era ficar totalmente de frente para ela. Ali dava mais um curto instante em silêncio a deixando ser devorada pela expectativa, para finalmente com minha mão esquerda tocar no meio do tórax dela com um toque intenso para a convidar a deitar para trás.

    - Agora... Apenas sinta, minha Juno.

    Após ditas aquelas palavras parava com o jogo de tocar e me afastar. Agora de leve acariciava as pernas dela, para que as mesmas abrissem. Revelando para minha aquele segundo lábio que por tanto tempo só ficou em minha imaginação. Meu profundo desejo me obrigava a me movimentar rapidamente. Só que não estragava a brincadeira. Pois inicialmente me dirigia para os pelos dela logo em cima do grande prêmio. Ali fazia uma brincadeira a mais com meu nariz, absorvendo um pouco do cheio e soltando uma respiração quente em cima dos pelinhos dela. Enquanto minha língua ia sendo revelada enquanto se aquecia junto de minhas mãos e toda minha boca. Para lentamente esta ir fazendo o seu caminho até os lábios vaginais. Finalmente tomando aquilo que era meu.

    Meu corpo me fazia realizar uma profunda respiração enquanto acionava meus sentidos para sentir cada centímetro daquela sensação potencializado ao infinito. Minha língua bastante umedecida ia brincando com o clítoris enquanto tentava me lembrar dos movimentos que a Letízia passara pra mim. Logo me fazendo levar meus dedos para dentro da vagina de Olympia enquanto as lambidas iam crescendo de intensidade. Minha face toda se movimentava pelas intimidades dela, com a ponta de minha língua fazendo todo o percurso pelos lábios externos e internos enquanto dois de meus dedos iam até o fundo do corpo dela e voltavam em ritmo crescente. Para em seguida deixar minha língua com a ponta para dentro da vagina dela com meus dedos indo para um ritmo frenético. Esperando o corpo dela estourar. Para nesse momento em específico eu dar uma última mordida nela, logo nas duas laterais do seu clítoris.
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por Danto em 2/9/2017, 01:45

    -Juntas, sempre querida. Sempre!

    Afirmava Olympia que demonstrava um lindo sorriso na face. Ela claramente adorava ver as suas expressões mais cheias de tesão e não disfarçava o quanto vê-la animada a agradava.

    No exato momento em que a fronha tomava a face de Olympia, ela mudava outra vez! Soltando um gemido baixo ela parecia perder todas as forças do corpo. A força que você usava era necessária para romper os limites naturais de um corpo condicionado com a fortitude e havia uma segurança instintiva de que nenhuma ação iria machucá-la de verdade.

    Ali ela estava entregue e feliz, apenas sua, vendada e sem forças para reagir. Silenciosamente ela implorava por suas ações, ansiosa por qualquer uma que ocorresse! E você então veio pela primeira vez, aquela mordida forte junto do sabor delicioso e ferroso do vitae dos lábios dela a surpreendiam, mas não tanto quanto a reação explosiva que Olympia vivenciava. Ela levava desesperadamente as mãos até a própria vagina, estimulando-se sozinha em uma torrente de puro tesão. A respiração dela ficava mais marcante, ainda cheia de falhas, mas totalmente presente, ela tentava gemer sem sucesso algum e até mesmo movia os músculos tentado sorrir.

    -Volta...

    Dizia Olympia assim que você saia de perto, as mãos dela buscavam pelo seu corpo em uma ação desesperada. Ela suspirava e você chegava a ver uma lágrima escorrer do olho esquerdo dela, todavia, não era algo triste porque a mesma sequer se dava ao trabalho de parar de sorrir! Ela estava feliz e fascinada pela experiência!

    Teu segundo toque vinha, o toque firme nos seios causava um gemido altíssimo! Que ficava ainda mais alto e fino diante da mordida. Ali o vitae antigo da mulher adentrava com mais intensidade a sua boca, deixando marcado a presença de uma força inesperada, mas com traços de total equivalência ao seu vitae. Não havia ali a potência de Letízia, mas existia uma sensação ferrosa deliciosa e viciante. Seu sussurar fazia a jovial Patrício tremer mais uma vez:

    -Loretta... não vá, fique mais um pouquinho...

    Você então podia sentir o sabor delicado e adocicado dos mamilos de sua Juno, ela havia claramente hidratado a própria pele antes de encontrá-la e ali havia um suave perfume de acácias, um pequeno presente preparado por aquela formidável mulher! Enfim, Olympia caia sobre a cama...

    Suas ações causavam verdadeiras reações de prazer na mulher deitada com as pernas bem abertas na sua frente, ela gemia sem nenhuma vergonha e adorava cada pequeno instante. O ritmo crescia e junto dele, o corpo de Olympia reagia, a cintura dela se movimentava em uma tentativa de se esfregar contra a sua face, a respiração dela ficava extremamente prejudicada e ela levava uma mão até as costelas direitas. A face dela ficava entre uma mistura de dor e tesão, até que enfim, ela parava... Para começar a vibrar intensamente, o corpo inteiro se contraía para então estourar como uma corda bamba! Jogando o tórax para cima e agarrando sua cabeça com as duas mãos, Olympia tinha um orgasmo poderoso e intenso que molhava sua face com o vitae que jorrava durante todo o processo.

    -Loretta... me ajuda a respirar!

    Dizia sua juno com uma voz bem fraca, indicando que ela precisaria imediatamente de ajuda para retomar a respiração e ainda já puxando sua mão na direção da costela direita, para que você fizesse carinho ali.
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por King Jogador em 3/9/2017, 21:34

    Cada segundo daquele momento era memorizado para toda a eternidade. Era de fato o dia mais feliz que já havia vivido nos últimos quatrocentos anos e provavelmente seria o mais feliz de todos que viverei pelos próximos quatrocentos ou mais. Cada tom dos gemidos, cada toque gelado, cada gota de sangue. Todas aquelas sensações eram lembradas para nunca mais serem esquecidas. Minha face estava em um profundo misto de prazer com alegria. Só que minha empatia trazia dentro de mim uma pequena cicatriz de dor. Pois eu via e sentia a dor de minha amada. Sentia em mim a dor que vinha dela. Assim só tinha um objetivo, trazer para ela paz e alívio. Sem pestanejar então, a respondia contente e determinada enquanto engolia do gozo sanguíneo dela.

    - Mas é claro que te ajudo!

    Me movimentava rápido para me aproximar de minha Juno. Tocando nossos corpos unidos novamente. Enquanto levava minhas mãos até as costelas dela. A acariciando com bastante ternura e delicadeza. Tratando aquela dor com bastante atenção, totalmente focada em fazer a face dela ficar apenas em prazer. Para tal a beijava novamente logo após inspirar profundamente. Pois em meu beijo eu soltava bastante ar para dentro do corpo dela. Ajudando a inflar aquele órgão frágil sem requeri do uso dos músculos e ossos enfraquecidos. Podendo prover para meu amor o relaxamento que ela merecia. Para só quando ela finalmente relaxava, eu deitava usando o braço dela como travesseiro. A observando direto nos olhos com um olhar apaixonado. Poderia permanecia assim por muitas horas se não fosse minhas pernas pegando fogo. Por isso fazia um sorriso maroto para finalmente fala com ela.

    - Meu amor... Quero ficar horas assim nos seus braços. Como sempre sonhei em ficar. Mas antes... Teria como você me lamber um pouquinho?
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por Danto em 4/9/2017, 11:35

    Era maravilhoso poder cuidar de seu amor, uma sensação nova para você e que jamais seria esquecida, agora era mais fácil compreender o seu próprio filho, as razões que o levaram a sentir por tanto tempo a perda desses menores detalhes. Olympia reagia com um sorriso carinhoso diante do seu toque e ela só realmente se acalmava quando os seus lábios a ajudavam a respirar, um alivio genuíno surgia por todo o corpo jovial da sua noiva e a mesma sorria ao acolher seu corpo com muita ternura.

    -Sempre sonhou? Ah minha linda princesa, como eu a amo! E quem diria eim, eu jurava que você seria acanhadinha...

    A mão da sua Juno deslizava rapidamente pelo seu corpo, tocando seu clitóris afim de estimulá-lo enquanto a segunda parte da fala vinha.

    -Mas pelo visto terei trabalho para manter esse fogo sob controle né? Obrigada por me ajudar com o probleminha da minha respiração e por me aceitar... Agora, não me responda nada. Quero ouvir apenas essa linda voz gemendo pra mim!

    Formando um sorriso sapeca e cheio de desejo com os lábios carnudos que possuía, Olympia se movimentava com bastante agilidade pela cama, subindo seu corpo ligeiramente até que o topo da sua cabeça encostasse nos travesseiros e prontamente abria suas pernas, segurando a parte de trás suas coxas com as duas mãos, ela então a deixava totalmente exposta e dava enfim inicio aos movimentos de língua, eles iam e vinham, alternando entre horário e anti horário, aliando-se a explorações mais profundas e beijos delicados cheios de amor. Todo o toque começava bem frio, como era de se esperar, mas ia gradativamente se esquentando, até atingir o toque extremamente similar a de um mortal. Nesse momento, as presas eram expostas e a saliva deixava uma gostosa sensação de adormecimento, o ritmo era propositalmente controlado. Indo ao mais rápido até o mais lento possível, alternando os compassos em uma complexa dança que fazia seu corpo inteiro derreter de prazer.

    Era sensacional como ela não parava, mesmo depois do seu primeiro orgasmo, ela seguia ali com a face a estimular e se deliciar com sua vagina, seus lábios externos eram beijados e muito bem tratados pelos lábios dela. E tudo era ainda mais surpreende porque ela não precisava usar as mãos! As presas roçavam seu clitóris, a língua ia cada vez mais fundo dentro de ti e ela ali continuava, por vários minutos até teu corpo não aguentar mais!

    Nesse momento, Olympia aplicava os últimos beijos e lambidas para enfim morder com muita força a parte interna da sua perna esquerda. Era uma força tão grande que seu corpo inteiro reagia, todavia aquela ação era perfeitamente controlada pela presença da saliva que entorpecia o excesso e deixava apenas a aguda sensação de estar sendo alvo de uma alimentação. A lambida final fechava a ferida daquela mordida e Olympia se deitava sobre seu corpo, abraçando-a com muito carinho e encostando a bochecha dela contra a sua para murmurar:

    -Prontinho, agora podemos ficar o restinho da noite juntas. Tenho tantas coisas para lhe contar querida... E a mais latente delas é: O restante das minhas malas está vindo com Alfonsus, eu pretendia pedir um quarto pra você hoje, mas pelo visto ficarei no melhor quarto da mansão né?!
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por King Jogador em 4/9/2017, 14:17

    Fazia uma divertida careta quando ela me chamou de acanhada, mas eram as primeiras palavras que ficavam em minha mente. "Ela disse que me ama com as palavras em voz alta e diretamente. Nada podia ser melhor." Meus olhos brilhavam enquanto estourava em quase chorar de tanto sorrir. Depois disso apenas me concentrava em gemer. Me sentindo tão feliz por estar tão exposta e vulnerável para minha amada. Escancarava as minhas pernas ao máximo e ficava a perder o som de minha garganta, quase ficando sem voz de tanto gurnido e gemidos que saíam de minha boca. Gozava exausta com a ultima explosão de tesão vindo com aquela maravilhosa mordida final. Ali eu estava esbaforida. Sem capacidade de me mexer. Apenas sentindo o peso do corpo do meu amor sobre o meu. Onde eu conseguia ainda achar um pouco de forçar para acariciar os cabelos dela enquanto fazia um sorriso no meio de meu rosto cansado.

    - Então ele vai trazer o resto dos seus pertences! Vai ser tão lindo ver essa casa ficando mais cheia! Espere... Isso quer dizer que seus valetes e suas jovens que te alimentam também vão ficar! Nossa preciso arrumar muita coisa! Isso vai ser tão lindo! Preciso tanto conhecer cada uma delas. Detalhadamente!

    A sentença vinha com certa emoção na medida que eu finalmente me tocava que haveria mais pessoas que só a Olympia morando na minha casa. "Minha família acaba de crescer tanto." Era um enorme espaço para novos relacionamentos, amizades e descobertas. Cada segundo daquele encontro se mostrava prover para mim tantas e tantas emoções novas. Não conseguia conter as lágrimas de alegria enquanto o resto do meu corpo se mostrava exausto. Deixando apenas minha boca e minha cabeça funcionando. Com a voz saindo fraquinha, só que bastante apaixonada e bem curiosa.

    - Mas diga-me... O que mais você tem para me contar, Juno?
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por Danto em 6/9/2017, 13:28

    Olympia encontrava uma pequenina e delicada brincadeira: Beijar suavemente seu colo e seu pescoço, com toques bem suaves e gentis, ela sorria e se divertia com o deslizar os lábios carnudos que possuía enquanto os mesmos permaneciam em contato com a sua pele bem branca e pálida. A linda mulher ouvia suas palavras e ria baixinho diante de toda a sua empolgação para responder:

    -Sim, meus dois vassalos e minhas seis fontes. Aliás, valetes? Vejo que esta realmente atenta as mudanças exteriores né?! Dario Perčić e Jan Vellener, são meus valetes de campo e os que aprendi a manter próximos de mim, logo se morarei aqui eles também o farão! Norberto você já conheceu, mas ele preferiu permanecer em Roma e eu respeito isso!

    A felicidade que você sentia era compartilhada por sua amada, a mesma não permitia que nenhuma única lágrima escorresse para além da linha das suas bochechas, recolhendo-as com carinhosos beijos, para então apertá-la mais um pouquinho dentro daquele abraço e seguir falando:

    -Primeiro, é importante que você saiba oficialmente quem é o meu Senhor, apesar de eu realmente odiar essa palavra. Teresa Borecelli, a antiga Rainha de Milão, ela estava na mansão quando tudo aquilo ocorreu comigo e acabou por me abraçar, isso causou uma enorme desavença entre ela e Magnus, quando este ainda era príncipe de toda a Toscana. Assim, quando Milão foi cercada pelo Sabá anos depois, Magnus vingou-se a impedir a passagem de reforços que vinham de Roma, local de origem de Teresa. E foi por isso que eu fugi logo para Roma, lá eu tinha a chance de encontrar minha linhagem e crescer! E é por isso que aqui eu sou considerada uma bastarda, teoricamente meu abraço pertencia a Lizzandro, eu seria abraçada por ele após ter dois filhos.
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por King Jogador em 10/9/2017, 12:40

    - Vamos ter de montar uma escritório para as suas meninas. Sempre gostei delas, quero poder as conhecê-las melhor, muito melhor. Dario Perčić e Jan Vellener vou precisar conhecer mais a fundo também, deixe eles todos próximos de gente amanhã. E sim, prefiro o termo Valete, mas não precisa usar se não quiser. Gosto das novas tendências mundiais, não sou de ficar só presa no passado, afinal nosso passado não merece ser mantido. Precisamos entrar no futuro.

    Cada palavras minha era dada enquanto meus dedos acariciavam a face de minha Juno. Meu corpo tremia de felicidade sentindo o peso dela sobre o meu. Enquanto ia tocando na face dela, passando as mãos delicadamente por suas orelhas e cabelo. Não desgrudando meus olhos dos dela, deixando claro como tudo aquilo era um verdadeiro sonho que se tornara realidade. Enquanto eu falava minha voz se perdia no futuro, apenas me permitindo a sorrir mais e mais.

    - Teresa Borecelli? Realmente não tinha a menor idéias. Mas explica um pouco o mundo ao seu redor. Muito triste saber como o destino se evoluiu ao redor de você em seu passado. Felizmente agora está aqui para poder ser um pouco paparicada.

    "Agora entendo bem o problema dela com a família. Vou precisar ajudá-la a resolver isso.Da mesma forma que ela está aqui para mim. Devo estar lá por ela também. Afinal estamos juntas para sempre agora." Meu sorriso direto para os olhos dela deixavam claro aquele pensamento.Enquanto me aproximava da face dela e a encobria de beijos. Nos lábios, bochechas, nariz, testa, todos os cantinhos da face dela. Só para poder mostrar o quão amada ela era.

    - Imagino que você também precisa entender um pouco sobre o homem que me abraçou. Me recusarei a usar a palavra senhor, pois a odeio de forma muito latente. Aquele monstro é pior do que essa cidade acredita que ele é. Agora que declarei oficialmente guerra a ele, preciso deixar claro o quão perigoso ele realmente é. Pois o mesmo devorou a alma de Mario Giovanni antes de adormecer. Como também forçou a todos seus descendentes exceto eu a corromperem as próprias almas. Fazendo de mim uma das poucas progenitoras de meu clã com a alma totalmente limpa.

    Minha última sentença era acompanhada de um curto esticar de coluna levemente desconfortado. Só que o tom de minha voz deixava claro o quão determinada eu estava e o quanto de confiança eu tinha no meu amor para contar a ela um dos maiores segredos daquela terra. Minha mão ia em busca da dela para a segurar com força enquanto ia achando forças para permanecer com a determinação que sempre mostrei ter.
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por Danto em 12/9/2017, 10:47

    -Você tem razão, precisamos entrar no futuro antes que nós acabemos como os antigos estão hoje: fracos.

    Respondia a sua Juno com uma voz um pouco mais fraquinha, a respiração dela começava a fraquejar diante do cansaço que ela estava a sentir com o final da noite. Assim, a mesma deixava o frio tomar-lhe o corpo outra vez e regressava a uma aparência mais cainita, evitando assim uma possível dor durante a respiração.

    -Só um pouco?

    Perguntava Olympia em um tom baixo de voz, o tom era divertido e de brincadeira, os lábios da jovem sorria com carinho e logo os seus beijos e carinhos encobriam aquela face delicada e amável da Ventrue que apenas fechava os olhos e adorava ser paparicada por seus afagos.

    A sua última fala carregava um significado poderoso e um tema difícil. Todavia, a sua noiva prontamente lhe apertava em um abraço mais intenso, em uma tentativa de aliviar o seu desconforto e em seguida, a mesma deitava-se ao seu lado e olhava para o teto. Percorrendo o mesmo com os olhos, Olympia parava com a atenção focada na janela onde havia o filtro dos sonhos pendurado.

    -Isso precisa ser levado urgentemente até as lideranças do Clã Giovanni, afinal, hoje o clã pertence à Camarilla e as leis exigem que tais crimes sejam punidos com veemência. Essa criatura bárbara deve ser parada antes que ela destrua todos os valores da seita a qual arrisquei minha vida para defender. Mas por sorte e pela sua força, você se manteve limpa! Isso é excelente para nós querida, afinal quando nós formos apresentar essa história diante as lideranças do clã Giovanni e eles a verem como uma anciã pura e legítima que és, receberás as dignitas que lhe pertencem. Aliás, se me recordo bem tenho o contato de Lizandro Giovanni...

    Ela então olhava na sua direção e beijava a sua bochecha com carinho, para puxar a coberta para cobri-las e puxá-la para um abraço apertado.

    -Aliás, devemos trancar a porta? Eu não quero sair da minha cama!

    Comentava a jovem com uma voz mais manhosa e carente, puxando-a  com mais força com os braços em uma tentativa de mantê-la presa nos braços dela.

    [Off: Ultima ação para o final do ato]
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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

    Mensagem por King Jogador em 13/9/2017, 18:11

    Após a curta chuva de beijos, ficava observando as palavras de Olympia. Absorvendo aquele assunto enquanto concordava de leve com a cabeça. "Deveras preciso ir até os maiores líderes do clã. Não posso perder tempo agora. Meu ataque tem de ser não apenas financeiro, mas precisa ser extremamente político." Fazia um breve sorriso com a ideia que a patrícia me passava, dando uma curta arregalada em meus olhos com a revelação do contato que esta possuía. Mesmo não me surpreendendo por completo, afinal não podia esperar menos da Arconte de Marfim. Enchia de leve meus pulmões que ainda queriam sentir o cheiro daquela mulher enquanto começava a falar em um tom pausado bastante racional.

    - Nunca revelei tal segredo antes por sempre acreditar que minha irmã não estava contaminada e porque eu precisava mantê-la segura. Só que agora ela está sob minha proteção. Assim não há mais nada me impedindo de levar esse assunto delicado para o alto do clã Giovanni em Roma. Realmente não esperava você ter o contato do Lizandro Giovanni, mas minha Juno é sempre fantástica... As próximas duas noites estou já comprometida com compromissos aqui na Toscana, mas em três dias acredito que preciso fazer uma visita à Eterna Cidade das Sete Colinas.

    Após minha fala voltava a acariciar a mulher mais bela do mundo. Tocando na face dela de forma delicada como se fosse a porcelana chinesa da dinastia mais antiga. Era um toque suave, mas cheio de sentimentos. Onde ficava com meus dedos desenhando figuras abstratas na face dela, me permitindo sorrir no meio do processo inteiro. A fala dela sobre trancar a porta me fazia olhar para a mesma, só que logo desviava o olhar para minha Oly, dando pouca importância para o mundo externo. Apenas focava em sorrir, ainda mais com o singelo comentário daquela cama pertencer a ela agora. Assim a respondia com um profundo tom de amor e paixão.

    - Não precisa trancar a porta não. Ninguém vai nos incomodar e não posso agora ficar sequer um segundo sem sentir o toque de sua pele. Apenas fique aqui, durma comigo em sua caminha. Sonhe comigo que eu sonharei com você. Minha amada noiva. Olympia, eu te amo. Sempre te amei e sempre te amarei.

    Minha fala terminava para entrar em um profundo e agradável silêncio. Onde ficava deitada apenas sentindo o corpo dela enrolado ao meu. Fazia minhas pernas se entrelaçarem com as dela enquanto me aninhava ao lado da minha noiva. Com minha mão buscando a coberta para nos cobrir e nos deixar unidas para todo o sempre dentro daquela maravilhosa cama. Sendo aquela mulher dos meus sonhos a última coisa que vi antes de realmente eu ir para o reino dos sonhos.

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    Re: Primeiro Arco de Loretta: Ato VI - O Final da Primeira Noite

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